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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Por onde anda o Ferrugem?






ferrugem, O garoto propaganda da Ortopé? Por onde anda Quem não se lembra do menininho ruivo que estrelava a propaganda com um dos mais marcantes jingles da história: “Ortopé, ortopé, tão bonitinho”? Esse menino era Luiz Alves Pereira Neto, o Ferrugem. Depois de se tornar uma das maiores estrelas-mirim do país, Ferrugem trabalhou no programa dos Trapalhões até 1988, ano em que também se formou em Jornalismo. Na época, tinha 21 anos e media apenas 1,30 m de altura. Mudou-se então para os Estados Unidos onde fez tratamento para voltar a crescer durante 5 anos. Ao retornar ao Brasil, em 1997, estava com 1,61 m de altura. E depois?
Caiu no anonimato! Ferrugem voltou à televisão em 2002, quando trabalhou apresentando o programa "Piores Clipes do Mundo" ao lado de João Gordo na MTV usando um figurino igual ao boneco Chucky, do filme "Brinquedo Assassino". Mas essa experiência durou apenas um ano, e Ferrugem retornou ao anonimato. Hoje, conforme diz seu perfil no orkut, está simplesmente “à toa”.

http://www.slideshare.net/rufos_mufos/por-onde-anda-figuras-das-dcadas-de-70-80-29992

Últimas notícias sobre Ferrugem,(Folha.com- outubro/2011))


Ferrugem volta às telas em "O Palhaço", de Selton Mello
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IVAN FINOTTI
DE SÃO PAULO

"Ô rapaz, você tomou sol de peneira, é?". "Tomou banho, não enxugou e por isso enferrujou?". Ferrinho, Zinabre, Tétano e Óxido. São as piadas e os apelidos que Luiz Alves Pereira Neto, 45, ouve há décadas nas ruas.

Mas longe de se irritar, ele as encara como parte de seu trabalho e consequência de seu sucesso. Afinal, desde os oito anos de idade ele se tornou conhecido como Ferrugem, já em seu primeiro programa na TV Tupi, o "Gente Inocente", lá nos idos de 1974.

Mas ele estourou mesmo com a propaganda do calçado "Ortopé, Ortopé, tão bonitinho", em 1977, na qual dançava e cantava numa casa no formato de bota, ladeado por passarinhos e borboletas.

Leticia Moreira/Folhapress

Retrato do ator Ferrugem, que participa do elenco do filme "O Palhaço", de Selton Mello
"Conheci o Brasil e o Brasil me conheceu por causa do comercial", conta ele, agora de volta às luzes no filme "O Palhaço", de Selton Mello. Por uma década, ele cruzou o continente para visitar as lojas que mais vendiam botinhas e dar autógrafos para a criançada, de Manaus a Bagé, da Bahia ao Paraguai.

Foi nessa época que parou de crescer, com 1,40 m, por baixa produção de hormônio. "Até os 12 anos não se percebeu", conta ele, que fez tratamento (gratuito) nos Estados Unidos e assim atingiu "uns 1,65 m e 60 kg".

Caçula de nove irmãos e solteiro, há cinco anos voltou para sua terra natal, Barretos, para cuidar de sua mãe. Lá, faz projetos com a Prefeitura e dá aulas de teatro e música (é baterista, "para pesadelo da minha família") para crianças carentes.

Mas não largou a profissão de ator. Está no ar no interior (e nos intervalos do "Globo Rural") fazendo propaganda para um fungicida, que combate uma doença que ataca a soja, conhecida como... ferrugem asiática (por deixar as folhas com aspecto acobreado e por ter sido primeiramente relatada no Japão). Veja aqui o divertido comercial: tinyurl.com/674oz4x.

Mas não é o bastante para Ferrugem. Animado, planeja voltar ao batente no cinema.

"O que mais quero é trabalhar, atuar", diz ele, que aliás não é novato nas produções cinematográficas: sua carreira inclui participações em "O Milagre" (1979), com Roberto Leal, e "Costinha e o King Mong" (1977).

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/998003-ferrugem-volta-as-telas-em-o-palhaco-de-selton-mello.shtml

3 comentários:

Anônimo disse...

poe o cara para trabalhar

Mariangela disse...

Vc disponibiliza a vaga de emprego? Quem sabe ele esteja vendo este Blog e aceita sua oferta?

Anônimo disse...

Iniciei no 1º ano em 1968, com a Cartilha Sodré.Ah como eu sonhava com "a casa da Zazá".A cada nova leitura, soltava minha imaginação e ficava sonhando com aquelas gravuras tão simples, mas de uma riqueza tão grande.
José Francisco (Três Barras -SC)