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domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz ano novo!!!


Queridos leitores,

Sejam felizes, mas saibam que essa conquista exige dedicação, planejamento, ação e disciplina. Vocês  precisam projetar uma ideia mental de vida feliz e viver tendo atitudes completamente sintonizadas nessa visão.
O ano já acabou e o próximo está chegando, então, quais serão suas novas promessas?
Prometam que vão buscar a felicidade, não prometam que vão buscar algo para lhes trazer esse estado de espírito, porque o segredo é ser e não estar.
Pensem com carinho, eu sei que não é fácil e honestamente não acho possível para os excessivamente racionais e os pessimistas também, mas se vocês se dedicarem a essa busca, o resultado aparecerá.
Um abraço e um desejo forte e sincero de que vocês tenham muita  saude, paz e fôrças físicas e psíquicas para se dedicarem com disposição a essa busca!

Mariângela Cândido

http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=28907



O velhinho "ano velho" e o bebê "ano novo"



O Saturday Evening Post foi um revista semanal publicada nosEstados Unidos de 4 de agosto de 1821 a 8 de fevereiro de 1969. A partir de 1897, ela foi publicada pela Curtis Publishing Company. A Curtis é a sucessora do The Pennsylvania Gazette, fundado em 1728 por Benjamin Franklin. A primeira edição da revista foi publicada não menos que 30 anos após o falecimento de Franklin. De acordo com historiadores, e números de circulação, a revista ganhou proeminente status sob a liderança deste editor (1899-1937) George Horace Lorimer.
Há um século, era com esta capa que o Saturday Evening Post saudava a chegado de um novo ano. Ali estão os ícones do velhinho, representando 1910, e do bebê-ano-novo 1911. Todos nós conhecemos esses ícones. Muitos conhecem o Saturday Evening Post e suas capas, principalmente as criadas por Norman Rockwell. O que poucos conhecem, no entanto, é o ilustrador que influenciou fortemente Rockwell e que criou, ou ao menos consagrou, a figura do Papai Noel de roupa vermelha e, principalmente, a do Bebê Ano Novo:o fantástico J. C. Leyendecker.

Leyendecker, que era irmão de um também talentoso ilustrador, foi o responsável pelas capas de ano novo do Saturday Evening Post desde 1908 até 1943. Nas capas, percebe-se não só a riqueza gráfica do trabalho do artista, como na belíssima capa de 1924 ou o seu senso de humor, na capa de 1922, mas também as mudanças ocorridas no longo período. A aviação, que também estava dando seus primeiros passos, os transatlânticos, a Primeira Guerra Mundial, os dirigíveis e a aviação comercial, a lenta recuperação da economia após a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial estão retratados no trabalho maravilhoso de Leyendecker. Trabalho que conheci há pouco e partilho com meus leitores, juntamente com os votos de um Feliz 2013!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Saturday_Evening_Post
http://blogdokayser.blogspot.com.br/2010/12/adeus-ano-velho-feliz-ano-novo.html




domingo, 23 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


Queridos leitores,

Meus sinceros agradecimentos por suas visitas ao blog em 2012, enaltecendo -o com seus comentários e incentivando -me a dar continuidade ás postagens com o mesmo carinho dos anos anteriores.

Desejo de coração que tenham um natal repleto de paz e alegrias!

Meu grande e fraterno abraço a todos!

Mariângela Cândido





segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"Juanita banana"



"
A versão original de "Juanita Banana" foi realizada por "As cascas", um grupo estúdio montado por Howard Tash co-escritor, que também co-produziu o single. Howard também escreveu "Juanita Banana Parte 2" para as cascas como um release de seguimento.

O coro Verdi inspirou a gravação Peels e foi mostrado mais tarde em" Batman & Sua Avó ".
Juanita banana é uma música cômica sobre a filha de um produtor de banana do México, que queria ser uma estrela cantando na cidade grande  Quando "Juanita Banana", canta o refrão é uma caricatura de ópera, uma versão trabalhada de "Caro Nome", uma ária de Giusseppe Verdi Rigoletto. 

O título ecoa Chiquita Banana, de 1944  sobre o mascote dos desenhos animados da United Fruit Company, de um comerciante de banana internacional .

A Letra conta a história de Juanita banana:

Em um pequeno povoado muy tranquilo
Ao sul de La frontera mexicana
Vivia bonita Juanita
Seu pai cultivava La banana
Porém Juanita não queria nada com La banana
Seu sonho era ser cantora de ópera italiana
Por mais que seu pai falasse Juanita não lhe dava pelota
Só queria cantar...

Ahhhh ah ah ah ah
Juanita banana, Juanita banana
Juanita banana, Juanita banana

Juanita banana bonita
Venha transpadre Juanita
(Um dia contrariando seu velho pai
Com dó de peito Juanita partiu para a capital
Mandando às favas as bananas estreiou no municipal
E com dó de peito que deu, o teatro estremeceu
Sucesso sensacional, o pai quando soube do estouro há, há
Ficou louco de alegria 
E ao primeiro que apareceu, não pensou duas vezes
Passou no cobre o bananal, comprou uma guitarra
Foi pra cidade com acordes e grinadas, pôs-se também a cantar)

Laaaa... la la la la...Ahhhh ah ah ah ah...
Juanita banana, Juanita banana
Juanita banana, Juanita banana

Link: http://www.vagalume.com.br/moacyr-franco/juanita-banana.html#ixzz2Dwf8O9ph
Em um pequeno povoado muy tranquilo
Ao sul de La frontera mexicana
Vivia bonita Juanita
Seu pai cultivava La banana
Porém Juanita não queria nada com La banana
Seu sonho era ser cantora de ópera italiana
Por mais que seu pai falasse Juanita não lhe dava pelota
Só queria cantar...

Ahhhh ah ah ah ah
Juanita banana, Juanita banana
Juanita banana, Juanita banana

Juanita banana bonita
Venha transpadre Juanita
(Um dia contrariando seu velho pai
Com dó de peito Juanita partiu para a capital
Mandando às favas as bananas estreiou no municipal
E com dó de peito que deu, o teatro estremeceu
Sucesso sensacional, o pai quando soube do estouro há, há
Ficou louco de alegria 
E ao primeiro que apareceu, não pensou duas vezes
Passou no cobre o bananal, comprou uma guitarra
Foi pra cidade com acordes e grinadas, pôs-se também a cantar)

Laaaa... la la la la...Ahhhh ah ah ah ah...
Juanita banana, Juanita banana
Juanita banana, Juanita banana

Link: http://www.vagalume.com.br/moacyr-franco/juanita-banana.html#ixzz2Dwf8O9ph
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://poparchivesblog.blogspot.com/2008/04/juanita-banana-phenomenon.html&prev=/search%3Fq%3Dthe%2Bpeels%2Bjuanita%2Bbanana%2Bsingle%26hl%3Dpt-BR%26tbo%3Dd%26biw%3D1066%26bih%3D544&sa=X&ei=ldC6UJSfM42C9QSqj4DQCg&ved=0CE4Q7gEwAw




Juanita Banana foi gravada tambem por Moacyr Franco e The Fevers.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda-Nalva Aguiar: "Vem quente que eu estou fervendo"


Mais conhecida pela gravação de Erasmo Carlos, a quem muitos atribuem erradamente como autor da canção, "Pode vir quente que eu estou fervendo" também foi gravada pela Nalva Aguiar em 1967, ano em que Eduardo Araújo - este sim, o verdadeiro compositor desse hit em parceria com Carlos Imperial - também a registrou em disco pela Odeon. A música fez parte do segundo compacto simples, lançado pela Chantecler, da hoje chamada Grande Dama da Música Sertaneja, como vem sendo considerada a cantora. No ano anterior, embalada pela Jovem Guarda - nome do programa liderado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa -, Nalva iniciou profissionalmente a carreira artística com o compacto simples com as música "É o amor" e "Garota diferente". 

Este vídeo traz cenas da artista, em participação especial, no filme "Adorável Trapalhão", com Renato Aragão, também em início de carreira, e o ator Amilton Fernandes (27/04/1919 - 07/04/1968), na época um dos maiores ídolos da TV, graças a novela "O Direito de Nascer", trama em que interpretou o personagem principal Alberto Limonta. Neste longametragem, dirigido em 1967 por J.B. Tanko, que também assina o roteiro ao lado de Jarbas Barbosa, Carlos Diegues e José Oliosi, a música não é exibida na íntegra. Agora, com os recursos permitidos pelos programas de informática, foi possível editar um clipe completo com o áudio original de estúdio, no qual é acompanhada pelo grupo The Jet Blacks, incluindo cenas do mesmo filme. 

Nascida na cidade de Tupaciguara-MG, no dia 09/10/1945, Nalva começou a cantar em festas e também na emissora de rádio de sua cidade-natal, além de outras emissoras de rádio da região e também na TV Triângulo Mineiro. Na primeira metade da década de 1960 participou de um dos Discos da dupla "Nísio e Nestor". No ano de 1966, a cantora trocou sua Tupaciguara natal pela Capital Paulista, onde morava o primo Luiz Aguiar, radialista e também cantor do hit "Eu sou alguém". Em 1967, Nalva lançou outros dois compactos, com as músicas "Coração de madeira" (uma resposta ao sucesso de Sérgio Reis, "Coração de papel", e a versão de "Pata Pata", grande sucesso de Miriam Makeba, falecida em 10 de novembro de 2008. Nesse mesmo ano, regravou "O cantador" (sucesso de Elis Regina), num LP com músicas do Festival da TV Record, e "Prova de fogo" (hit de Wanderléa), em outro álbum com sucessos da Jovem Guarda.

Em 1969, trocou a Chantecler pela Beverly, e obteve o grande êxito popular em 1970, com a música "José" (também gravada no primeiro disco solo de Rita Lee), uma versão feita por Nara Leão de "Joseph", de G. Moustaki. Na seqüência, foi para as paradas de sucesso com "Não Volto Mais" (versão de Wando para "Rock and Roll Lullaby", sucesso na voz de B.J.Thomas) e "Adeus" (versão feita por Fred Jorge para "Goodbye", de Lennon-McCartney, e sucesso da cantora Mary Hopkins). Em 1973, trocou a Beverly pela CBS, atual Sony, e passou a se dedicar à Música Sertaneja, obtendo grande sucesso em 1976 com a gravação em ritmo pop de "Beijinho Doce" (Nhô Pai). A partir daí, sua carreira deslanchou com outros êxitos e hoje é considerada a musa do country music nacional.

A cantora chegou a morar no exterior e, nos EUA, foi condecorada por uma rádio do Texas com uma placa que a descreve como a rainha da música country no Brasil.

Com a inauguração da TV Triângulo, hoje TV Integração, em 1965, ela se tornou apresentadora do programa musical “A Estrelinha Que Canta”. Dois anos depois, ao conhecer e namorar Roberto Carlos, foi para São Paulo, tentar a sorte. “No carnaval deste ano eu até desfilei na Beija-Flor, em homenagem ao Roberto Carlos. Pedi ao Segundinho (filho do rei) para me ajudar a subir no carro porque estou enxergando pouco e ele disse. ‘Tenha dó Nalva, o cego aqui sou eu e sei muito bem que você namorou meu pai’”, disse ele.


Com participações em shows e homenagens em programa de TV, Nalva Aguiar mora em São Paulo, mas vai sempre a Uberlândia, onde tem casa e um estúdio que leva seu nome ao contrário “Avlan”. “Apesar de ser de Tupaciguara, eu amo Uberlândia. Devo tudo que tenho à cidade, onde mora um dos meus filhos e tenho grandes amigos. Vou sempre”, afirmou.


A cantora agora tem planos de gravar um DVD apenas com mulheres convidadas. 
Na lista estão as amigas Roberta Miranda, Irmãs Galvão, Inezita Barroso, 
Sula Miranda, entre outras. “Estou na luta e sou muito feliz. Continuo a mesma de sempre, como diz o Chrystian e Ralf, eu sou ‘desorientadinha’”, disse Nalva Aguiar.

http://www.correiodeuberlandia.com.br/entretenimento/os-passos-de-nalva-aguiar/
Read more: http://cifrantiga2.blogspot.com/2008/01/nalva-aguiar.html#ixzz2DjoQfVzZ 



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Coração de Papel- Sérgio Reis



“Sérgio Reis” é o nome artístico de Sérgio Basini, que nasceu no dia 26 de junho de 1940 na cidade de São Paulo, capital. Além de cantor, é ator, compositor, apresentador e instrumentista.

Na adolescência trabalhou com o pai na fábrica de papelão de propriedade de seu avô. Eles eram muito fãs do programa Na Beira da Tuia, de Tonico & Tinoco, na Rádio Nacional. Surgindo aí o interesse pela música, então ganhou dos pais uma viola e aos 16 anos passou a cantar em programas de rádio e casas noturnas.

A primeira apresentação na televisão foi em 1958 no programa Calouros Toddy, apresentado na TV Paulista (atual Globo hoje) por Jaime Moreira Filho, interpretando o sucesso de Cauby Peixoto “Conceição”. Nessa época, cantando rock, adotou o nome artístico de Johnny Johnson. Mas mudou no nome para Sérgio Reis quando iniciou na gravadora Chantecler.



Durante a década de 60, devido às suas várias composições, fez parte da Jovem Guarda, onde fez muito sucesso com a canção “Coração de Papel” de sua autoria.

Mas foi em 1972 que ingressou na música sertaneja quando gravou “O Menino Da Gaita”, muito tocada na época. Em 1973 incluiu em seu repertorio a música “O Menino da Porteira” que se tornou um enorme sucesso na sua voz. Daí pra frente gravou diversos discos e não saiu mais da música sertaneja.

Após período de recuperação por conta de uma queda durante um show, Sérgio Reis retorna aos palcos e esteve com shows agendados até julho deste ano.

Sérgio Reis com 67anos está casado com a cantora Ângela Márcia com 53 anos








http://noticiasertaneja.com/sertanejo-tradicional/srgio-reis-da-jovem-guarda-para-sertanejo/
sn.redesertaneja.com.br/noticias/noticia.php?id=11204&/sergio-reis-volta-aos-palcos-e-tem-shows-agendados-ate-julho


sábado, 17 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda-Paulo Sérgio - "A Última Canção"


Primeiro filho do alfaiate Carlos Beath de Macedo e de Hilda Paula de Macedo, Paulo Sérgio, se não tivesse manifestado desde cedo o intento de tornar-se músico profissional, talvez teria se realizado como alfaiate, haja vista que aos dez anos frequentava a alfaiataria do pai, aprendendo os primeiros segredos da agulha e da tesoura. Porém, a veia artística já se desenhava cedo. Aos seis anos de idade, quando em sua cidade natal Alegre-ES, apareceram as caravanas de artistas de emissoras de rádio do Rio de Janeiro, Paulo Sérgio participou, ao fim do espetáculo, de um mini-concurso de calouros. Foi escolhido o melhor dentre vários concorrentes, passando a ser requisitado como atração especial em todas as festinhas da pequena Alegre.
Ao chegar no Rio de Janeiro, para onde a família se mudara em meados dos anos 50, a trajetória do menino Paulo ganhou uma nova conotação. Estudou no Colégio Pedro II e morava em Brás de Pina, na zona norte carioca, quando terminou o ginásio. Aos 15 anos, foi trabalhar em uma loja no bairro de Bonsucesso. Coincidência ou não, era uma loja de discos e eletrodomésticos, chamada “Casas Rei da Voz”. Como tocava bem violão, logo os amigos o incentivaram e Paulo Sérgio começou a mostrar suas composições.
Os anos 60 sacudiam a juventude e Paulo Sérgio fez seu batismo no programa Hoje é Dia de Rock, comandado por Jair de Taumaturgo, o mais badalado entre os jovens do Rio. Posteriormente, passaria ainda por muitos outros programas de calouros, como o Clube do Rock, do saudoso Rossini Pinto, onde muitos outros ídolos que iriam formar o pessoal da Jovem Guarda se apresentaram. Em 1966, no filme Na Onda do Iê-iê-iê, Paulo Sérgio aparece como calouro do Chacrinha, cantando a canção Sentimental Demais de Altemar Dutra.
Em 1967, uma nova e grande oportunidade de Paulo Sérgio surgiu, quando um amigo seu foi convidado para realizar testes na gravadora Caravelle, do empresário Renato Gaetani. Paulo, então, prontificou-se a acompanhar o amigo ao violão, que infelizmente não teve sorte. Porém, durante o teste, descobriram que Paulo Sérgio também cantava e, já que estava ali, manifestaram interesse em ouvir algumas de suas composições.
Um contrato foi prontamente assinado e dentro de poucos dias Paulo Sérgio gravou um compacto simples, que continha as músicas Benzinho e Lagartinha. Entretanto, a sua afirmação definitiva deu-se com o lançamento, em 1968, do primeiro disco, denominado Paulo Sérgio - Volume 01, que, alavancado pelo grande sucesso Última Canção, vendeu mais de 300.000 cópias. Paralelo ao sucesso meteórico de Paulo Sérgio, surgiu a acusação de que o mesmo era um imitador do cantor Roberto Carlos, então ídolo inconteste da juventude, dada a semelhança do seu timbre vocal. Como contrapartida, naquele mesmo ano Roberto Carlos lançaria o álbum O Inimitável.
Do sucesso inicial advieram propostas para que Paulo Sérgio ingressasse numa grande gravadora. Em 1972, este assinaria um vultoso contrato com a Copacabana, o qual, em razão das cifras envolvidas, foi considerado o maior acontecimento artístico daquele ano. Pelo selo Beverly, Paulo Sérgio lançaria ao todo oito álbuns.
No dia 4 de março de 1972, Paulo Sérgio contraiu matrimônio com Raquel Teles Eugênio de Macedo, a qual conhecera casual e sugestivamente num pequeno acidente de trânsito. O casamento aconteceu secretamente, numa cerimônia simples, em Castilho, pequena cidade do interior de São Paulo. Em 23 de maio de 1974, nascia Rodrigo, que mais tarde usaria artisticamente o cognome de Paulo Sérgio Jr. Além de Rodrigo, Paulo Sérgio tivera ainda duas filhas, Paula Mara e Jaqueline Lira, fruto de relacionamentos anteriores.
[editar]Últimos momentos

No dia 27 de julho de 1980, um domingo, Paulo Sérgio fez sua última apresentação na TV. Esta ocorreu no programa do apresentador Édson Cury (o Bolinha), da Rede Bandeirantes de Televisão, onde cantou duas músicas do seu último trabalho fonográfico: “O Que Mais Você Quer de Mim” e “Coroação”. Logo após apresentar-se no “Programa do Bolinha”, nos arredores do teatro onde aquele programa era veiculado, na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio (São Paulo-SP), Paulo Sérgio envolveu-se num incidente que talvez tenha provocado sua morte.
Ele saiu do auditório para pegar seu carro, estacionado próximo à Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Várias fãs o cercaram. Queriam beijos, autógrafos, carinhos, fotografias. Uma delas, agressivamente, começou a comentar fatos relacionados à vida íntima do cantor e sua mulher, Raquel Telles Eugênio de Macedo.
Para evitar encrencas os amigos trataram de afastar Paulo dela, enquanto a moça garantia que ainda tinha muito a dizer. Já nervoso, Paulo Sérgio deu a partida em seu carro, mas, quando manobrou o veículo, foi atingido por uma pedrada no para-brisa. Fora de si, ele desceu do automóvel e partiu em perseguição à moça. Esta se refugiou no interior de um edifício, para onde o zelador não permitiu que Paulo a seguisse. Furioso, Paulo avaliou os danos causados a seu veículo e aguardou vários minutos, na calçada, que a garota voltasse à rua.
Seus acompanhantes procuraram acalmá-lo. Ele ainda teria de cumprir três apresentações, antes que o domingo terminasse. Finalmente, o convenceram a esquecer o incidente e sair dali. Rumaram para uma pizzaria em Moema. Paulo tentou fazer um lanche, mas não conseguiu comer direito. Tinha muita dor de cabeça e nenhum apetite.
A primeira apresentação foi no Grajaú. Quando terminou de cantar, Paulo chamou seu secretário, pedindo a ele que encontrasse uma farmácia e providenciasse comprimidos para sua dor de cabeça, que estava cada vez mais violenta. Ingeriu dois de uma só vez e partiu para Itapecerica da Serra. Mas lá só conseguiu cantar quatro músicas. A sua cabeça latejava dolorosa e implacavelmente e a sua visão estava começando a ficar turva. Ele cambaleou até o camarim. Logo depois, os amigos o encontraram alternando-se entre gemidos e gritos de dor e tendo tremores por todo o corpo. Foi levado até o carro e transportado para o Hospital Piratininga. De lá, o enviaram para o Hospital São Paulo. Quando chegou ao mesmo, já estava em coma. O diagnóstico foi rápido e assustador: Paulo Sérgio tivera um derrame cerebral.
Após as primeiras providências clínicas, Paulo Sérgio foi internado na Unidade de Terapia Intensiva. Teve início assim uma desesperada batalha pela sua sobrevivência. Amigos e parentes foram alertados. Apesar de preocupados, todos, tanto familiares como fãs e equipe médica, estavam confiantes até aquele momento. Afinal, ele era um homem forte, sadio… e com apenas 36 anos. Com esse perfil, todos acreditavam que não havia motivo para que se duvidasse de sua recuperação.
No entanto, mesmo com a equipe médica fazendo tudo que foi possível, seu esforço de nada adiantou. Na manhã de segunda-feira, 28 de julho, os corredores do hospital já estavam repletos de pessoas que queriam ver e saber alguma notícia sobre o estado de Paulo Sérgio. O otimismo já cedia lugar a um certo desespero. Afora os familiares, ninguém mais naquele momento tinha autorização para entrar na UTI, onde ele se encontrava.
As reações de Paulo Sérgio continuavam desfavoráveis. O Dr. Pimenta, chefe da equipe que incansavelmente tentava reabilitar o cantor, após exames minuciosos, revelou aos familiares de Paulo que suas possibilidades de sobrevivência já eram mínimas, quase nulas. Mesmo assim, a luta prosseguia. No hospital, a vigília permanecia continua. Mais uma noite e o estado de saúde de Paulo Sérgio, ao invés de melhorar, se agravou. Às 14 horas e trinta minutos de terça-feira, 29 de julho, já não havia a menor possibilidade de melhora. O cantor Paulo Sérgio estava praticamente sem vida, apenas os aparelhos mantinham sua respiração e seus batimentos cardíacos. Às vinte horas e trinta minutos, foi anunciado o fim de sua longa e dolorosa agonia. Apesar de todo o esforço feito para salvá-lo, Paulo Sérgio estava morto.
Durante a madrugada e a manhã seguinte o corpo do cantor ficou exposto para visitação no velório do Cemitério de Vila Mariana, em São Paulo. Atendendo ao pedido dos pais de Paulo Sérgio, o seu corpo foi sepultado no Rio de Janeiro. Na capital carioca, o velório ocorreu no Cemitério do Caju. Entre os cantores que prestaram suas últimas homenagens, podemos citar Antônio Marcos, Jerry Adriani, Agnaldo Timóteo e Zé Rodrix. Às 16 horas do dia 30 de julho (quarta-feira), o seu corpo baixou à sepultura ao som de seu maior sucesso, “Última Canção”.
Para fazer justiça, acrescento o crédito para o compositor de Última Canção, que é Carlos Roberto Nascimento, que compôs a maioria dos sucessos gravados por Paulo Sérgio.


Paulo Sérgio, Silvio Santos e artistas que cantavam e dançavam





quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Demétrius - "Ritmo de Chuva"


Demétrius, nome artístico de Demétrio Zahra Neto (São Paulo, 28 de março de 1942) é um cantor e compositor brasileiro.

Tendo começado sua carreira em 1958, integrou a Jovem Guarda no início da década de 1960 e explodiu nas paradas de sucesso com O Ritmo da Chuva. Vendeu milhares de cópias e se apresentou nos principais palcos brasileiros. Ganhou prêmios como o troféu Chico Viola e vários Globos de Ouro e foi presença constante nos principais programas de televisão e revistas da época. Retomou sua carreira após vinte anos longe dos palcos e é dono de uma imobiliária, de uma loja de barcos e até de um quiosque na praia.





sábado, 10 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- "O Bom"-Eduardo Araujo


Eduardo Araújo (Eduardo Oliveira Araújo), cantor e compositor, nasceu em Juaíma MG em 23/7/1945. Filho de fazendeiros, estudou interno num colégio de Belo Horizonte MG, onde começou a cantar em 1960, no programa de Aldair Pinto. No mesmo ano seguiu para o Rio de Janeiro RJ, para estudar veterinária. Aí cantou no programa de Jair Taumaturgo, Hoje é Dia de Rock, da TV-Rio, e fez sua primeira composição, Deixe o Rock. 

Gravou seu primeiro disco, um compacto duplo, intitulado Garoto do Rock, na Philips, em 1961, e participou dos programas de Carlos Imperial, Os Brotos Comandam e Festival da Juventude. Voltou em seguida para a fazenda do pai, onde ficou quatro anos, até que o sucesso de seus companheiros o entusiasmou. 

Em 1967, quando a Jovem Guarda estava no auge, voltou para o Rio de Janeiro e gravou, de sua autoria, O bom (Odeon), seu maior sucesso, e depois Goiabão (com Carlos imperial), também obtendo êxito. No mesmo ano, contratado pela TV Excelsior, de São Paulo SP, conseguiu um programa próprio, O Bom, que apresentava em companhia de Silvinha, com quem se casaria dois anos depois. 

Em 1969 foi contratado pela TV Record, de São Paulo, para atuar em vários programas, e foi artista da RCA entre 1972 e 1975. Ainda em 1975 fez um show no Teatro Bandeirantes, de São Paulo, e no Teresa Raquel, do Rio de Janeiro, Pelos caminhos do Rock, também título de seu LP lançado no mesmo ano. 
Nas décadas de 1980 e 1990 inclinou-se para o Country-Rock, assumindo suas raízes sertanejas (uma de suas primeiras gravações foi uma versão em twist de Maringá, de Joubert de Carvalho). Em 1990 lançou Pé na estrada, primeiro LP brasileiro a ser lançado simultaneamente a um vídeo. Participou dos shows 30 anos de Jovem Guarda, em 1995-1996. 

Eduardo Araujo e Sylvinha

"Numa entrevista para Marcelo Tas, Eduardo Araújo contou como conheceu Silvinha: "Na verdade eu vi a Sylvinha e ela não me via. O Carlos Imperial me chamou para tocar o programa (O Bom), veio na fazenda em BH o irmão do Tony Tornado, o Gerson Combo, para me chamar. Eu tive que sair para fazer este programa. No Rio, com o Carlos Imperial, fomos ver um show de uma menina na Pampulha e lá, vendo o show, eu disse que ela cantava idêntico a Rita Pavone.
O início de namoro de Silvinha e Eduardo Araújo, que fazia o tipo "revoltado" na Jovem Guarda, com repertório de malandro e figurino de cowboy urbano, foi complicado. Os pais da moça não achavam graça naquela história, começando pela idade, sem contar que achavam o futuro do genro um desastre, como cantor de rock. Namoravam, então, escondido. 

Conta a lenda que colegas da área levavam os bilhetinhos apaixonados para os pombinhos terem seus encontros. Até que o apaixonado tomou uma atitude e fez o que todo careta da época fazia: pediu a mão de Silvinha.


Então, num conto de fadas bem brasileiro, casaram-se, no dia do aniversário dele, 23 de julho de 69, em plena Igreja da Consolação, num final de tarde. Claro que teve histeria em frente à igreja,

A recepção foi na casa do noivo, ou seja, no Hotel Danúbio, com show do grupo Cleans (veja só que nome para grupo de pop! ah, anos 60!!) e tendo os irmãos Ronald e Márcio, que formavam a dupla Os Vips, como garçons..
Os padrinhos mais famosos não puderam aparecer: Roberto Carlos e sua então mulher Nice haviam sido vítimas de um falso alarme de seqüestro do filho, Segundinho. Mas o Rei entrou com o carrão para a noiva chegar à Igreja em que Wanderléa como se dizia na époa "abafou" a bordo de uma superminissaia.

Para quem nunca viveu aquela época, havia um astrólogo chamado Omar Cardoso, que tinha programa transmitido Brasil afora. Pois ele foi. Assim como Ronnie Von, só que desacompanhado porque, na época, escondia que era casado. Só rindo, mesmo!

Dizem que havia mais de duas mil pessoas rodeando a igreja e até tropa de choque teve de entrar em ação para evitar a invasão do lugar.

Foi um casamento muito bem sucedido. O casal teve 2 filhos.

Vejam o vídeo do casamento:


No video, é possível ver os padrinhos Ronnie Von, Martinha, Ivete Araujo (irmã de Eduardo), assim como Wanderléa.
Notícias recentes-09/11/2012
Cavalo do cantor Eduardo Araújo tem homenagem na Nacional do Árabe
São Paulo. No próximo dia 18, animais do haras Aliança devem participar da exposição. O cavalo Lucky Strike, da raça Anglo Árabe terá seu valor reconhecido
Os animais da Fazenda Aliança D'Jerid, de Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, participarão da 31ª Exposição Nacional do Cavalo Árabe, que acontece de 13 e 18 de novembro, no Helvetia Riding Center, em Indaiatuba, SP. Os três cavalos que participarão das provas são de propriedade do cantor Eduardo Araújo, uma lenda da música brasileira. “Estamos na expectativa das provas, os cavalos são muito bons”, diz o cantor.
ww.agrovalor.com.br/2011/edicoes-anteriores/5128-cavalo-do-cantor-eduardo-araujo-tem-homenagem-na-nacional-do-arabe
http://www.letras.com.br/#!biografia/eduardo-araujo
http://3.bp.blogspot.com/__nbXl36QhX0/SGP82xQW75I/AAAAAAAABuQ/ifxmzwsk_Yg/s1600-h/syl+casa.JPG

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda - Vanusa - "Pra Nunca Mais Chorar"




Vanusa Santos Flores é paulista de Cruzeiro, mas foi criada em Frutal, Minas Gerais, cidade onde deu início a carreira de cantora. Aos 16 anos foi crooner do conjunto Golden Lions e com ele se apresentou em várias cidades da região.
Participou do programa "O Bom" apresentado por Eduardo Araújo na TV Excelsior, na mesma emissora integrou o elenco do programa Os Adoráveis Trapalhões, também participou das últimas edições do programa Jovem Guarda da TV Record.
Quando participou de Os Adoráveis Trapalhões, a cantora chegou a ter aulas de judô para fazer cenas de ação.
Vanusa fez sucesso com milhares de músicas e especialmente na década de 1970 com a canção "Manhãs de Setembro", um música que teve grande repercussão e falava de romantismo.
Ao longo de sua carreira, gravou 23 discos e vendeu mais de um milhão de cópias. Representou o país em vários festivais internacionais e recebeu cerca de 200 prêmios. Por dois anos seguidos foi eleita a Rainha da Televisão. Entre os programas de televisão que participou estão o Qual é a Música? e o Aquarela Brasileira.
É mãe de três filhos: Rafael Santos Vanucci, filho de seu segundo marido, Augusto César Vanucci. Seu filho inclusive chegou a ser vencedor da segunda edição da Casa dos Artistas.
Também é mãe de Amanda e Aretha, filhas do seu primeiro marido, o cantor Antônio Marcos. Aretha foi apresentadora do ZYB Bom ao lado de Rafael, seu meio-irmão.

 Foi casada com o cantor e compositor Antônio Marcos,com o diretor da Rede Globo Augusto César Vanucci, com jogador de futebol Ademir Vicenti, com o empresário Francisco Machado Cotta e com empresário artístico Walter Viúdes . Com este último, o quinto da lista, Vanusa  viveu a experiência de um sétimo casamento, em casas separadas. Foi o único com quem entrou na igreja, de véu e grinalda. Teve um romance tambem com  cantor Wanderley Cardoso. O nome de seu sexto casamento ela não revela por temer ameaças. 


Em março de 2009, ao participar do primeiro encontro estadual para agentes públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, Vanusa causou incômodo aos presentes ao cantar o Hino Nacional Brasileiro. Mais tarde alegou a má interpretação por estar sob a ação de um remédio contra labirintite, errando a letra[4]. O vídeo da apresentação se espalhou rapidamente pela internet.
No ano seguinte, a cantora voltou a ser alvo de piadas, ao cantar no Parque do Idoso, em Manaus, em um evento em homenagem ao Dia dos Pais, Vanusa errou a letra de "Sonhos de um palhaço" de seu ex-marido Antônio Marcos, para compensar o equivoco a cantora cantou um trecho de "Como Vai Você", outra canção do ex-marido, segundo ela, sempre confunde as duas canções

"Minha vontade era sumir, desaparecer." Assim a cantora Vanusa, 64 anos, relembrou o episódio em que esqueceu a letra do Hino Nacional em uma sessão da Assembleia Legislativa de São Paulo, em 2009, em entrevista aoFantástico deste domingo (13). A cantora passou cinco meses internada em uma clínica em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, onde passou por um longo tratamento de desintoxicação. Vanusa diz que tomava muitos remédios, de todos os tipos. "O que eu tenho é uma adicção, que é uma doença. Eu tomava muitos remédios de tarja preta, desenvolvi a compulsão por eles."
Além da alta quantidade de remédios, Vanusa assume que ampliava o efeito deles devido ao uso de álcool. "Quando eu chegava nos lugares e via as pessoas felizes, eu queria aquela felicidade para mim. Eu bebia, e por pouco que eu tomasse, potencializava todos aqueles remédios." Foi o caso também de quando ela esqueceu da letra de Sonhos de Um Palhaço, em Manaus, e em 2011, com a música Era Um Garoto Que Como Eu, Amava Os Beatles e os Rolling Stones. Foi quando ela percebeu que precisava de ajuda. "Você começa a achar que o mundo te esqueceu, que você nao é digna de estar viva. Aí vem o pensamento de suicidio", disse. Agora, a cantora se diz recuperada. "Não penso em parar de cantar, é um lado da minha vida muito importante.
Notícia recente- Vídeo Visa Vanusa viraliza na Internet
Publicado em outubro 24, 2012 por andrecorreastyle

A cantora Vanusa faz piada de si mesma em comercial da operadora de cartões de crédito Visa. No vídeo ela compra pastilhas no intuito de cuidar da voz alegando que poderá ser chamada para cantar o hino na Copa das Confederações FIFA.









Para ilustrar quem foi esta grande interprete, vamos recordar aqui este sucesso enorme,  "PRA NUNCA MAIS CHORAR" - composição de Eduardo Araújo e Imperial - num arranjo de orquestral que até hoje deve fazer inveja. 
Quem - que hoje com seus cinquenta e poucos anos - não dançou e não se contagiou som desta música que muito foi executada nos finais da década de sessenta. Saudade que não tem idade! 

Wikpédia, a enciclopédia livre
http://saberladino.blogspot.com.br/2012/05/vanusa-que-passou-cinco-meses-internada.html  

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Ed Wilson- "Chuva de Prata"


Ed Wilson

Ele foi um dos fundadores de um dos mais importantes grupos de Rock do Brasil, o Renato e Seus Blue Caps, que contava com ainda com seus irmãos Renato e Paulo César Barros. Em 1961, saiu do grupo para seguir carreira solo e foi substituído por Erasmo Carlos.


Havia muito Ronaldo Bastos já ultrapassara aquela fase de início de carreira em que o letrista só escreve, ou prefere escrever, sobre o que vivenciou. “Depois a gente descobre que pode armazenar e transferir outras emoções, escrevendo com o estilo de um profissional”, observa o poeta a propósito de uma música que uma gravadora lhe enviara para letrar. O autor da música era o compositor Ed Wilson — Edson Vieira de Barros, irmão do Renato dos Blue Caps —, atuante na Jovem Guarda, e de quem Roberto e Erasmo Carlos falam nos versos: “lá fora um corre-corre / dos brotos do lugar / era o Ed Wilson que acabava de chegar”, da composição “Festa de Arromba”.

A presença de Ed Wilson no iê-iê-iê deu a Ronaldo a idéia de homenagear a precursora do gênero no Brasil, Celly Campelo, e o seu grande sucesso “Banho de Lua” (uma versão de “Tintarella di Luna”), rememorando o tema da canção na letra de “Chuva de Prata”: “Se tem luar no céu / retira o véu e faz chover / sobre o nosso amor / chuva de prata que cai sem parar / quase me mata de tanto esperar / um beijo molhado de luz / sela ó nosso amor...”

Entre seus maiores sucessos estão as músicas "Chuva de prata", gravada por Gal Costa; "Pede a ela", lançada por Tim Maia e "Aguenta coração", que na voz do cantor José de Augusto foi tema de abertura da novela "Barriga de aluguel", da TV Globo.

Foi um dos criadores da banda The Originals em 2005 onde gravou os três CDs/DVDs da banda. 


Falesceu em  em 4 de Outubro de 2010, aos 65 anos vítima de câncer.

Read more: http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/chuva-de-prata.html#ixzz2BfzZFKsb








quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- "Coisinha Estúpida"- George Freedman


Iniciou a carreira no final da década de 1950 cantando rocks, na sua maioria versões de hits estrangeiros. Em 1959 gravou na Califórnia seu primeiro disco interpretando de sua autoria o rock balada "Leninha" e de Steve Rowlands, em versão de Fred Jorge, o rock calipso "Hey, little baby". Nessa época fez apresentações constantes na TV Tupi de São Paulo. Já em 1960 obteve seu primeiro sucesso, quando a Jovem Guarda ainda nem existia!
O primeiro sucesso (1960), "Olhos cor do céu", gravado na Polydor, lhe abriu o caminho para o meio artístico. Em seguida, obteve destaque no Sul e Sudeste do Brasil com a gravação "Volta", em versão de sua autoria e Kleber Afonso.
Teve outras diversas gravações de sucesso na época, porém o mercado era diferente. Às vezes o sucesso ficava em algumas cidades do sul, outras vezes no sudeste e centro-oeste e, raras vezes, no nordeste, onde a distribuição e divulgação eram mais difíceis.

Na Jovem Guarda, George obteve seu primeiro sucesso nacional, graças à moderna distribuição e divulgação, aliadas às constantes aparições televisivas.

Em 1961 gravou pela Continental os rocks "Advinhão" e "Inveja", de Baby Santiago. No ano de 1962 lançou compacto duplo com "O jato", "Canção do casamento", "Good luck charm" e "Um beijinho só". No mesmo ano lançou "Multiplication", seu primeiro LP. Apresentou-se na TV Paulista no programa "Ritmos da juventude" e na mesma época apresentava-se com regularidade acompanhado do conjunto The Rebels na boate Lancaster na Rua Augusta, em São Paulo. Em 1966 gravou "Um grande amor", e em 1967, seu maior sucesso, "Coisinha Estúpida", que lhe rendeu o prêmio "Chico Viola"!

Em 1968 lançou "Quando me enamoro" e "Eu te amo", versão composta para a canção dos Beatles, "And I Love Her". Em 1970, chegou a fazer dupla com Waldirene, lançando pela RCA Victor um compacto simples com as músicas "Nosso amor" e "Você e eu", além de "Eu te amo, Tu me Amas", todas de grande sucesso...


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Antônio Marcos -"Tenho um Amor Melhor que o seu"



Antônio Marcos trabalhou como office-boy, vendedor de varejo e balconista de loja de calçados, passando pelos programas de calouros, para chegar ao rádio e finalmente à televisão. De 1960 a 1962, destacou-se no programa de Estevam Sangirardi, cantando, tocando violão e fazendo humorismo.
Em 1967 integrou o coral Golden Gate e atuou nas peças Pé Coxinho e Samba Contra 00 Dólar, de Moraci do Val, no Teatro de Arena. Convidado por Ramalho Neto, gravou seu primeiro disco pela RCA, como integrante do conjunto Os Iguais, tornando-se logo solista e fazendo sucesso com a música Tenho Um Amor Melhor Que O Seu (Roberto Carlos), que reapareceu em seu primeiro LP e vendeu mais de 300 mil exemplares.

A partir daí, seguiram-se outros sucessos, como  (Alberto Luís) e Como Vai Você (com Mário Marcos). Foi lançado no cinema por J. B. Tanko, no filme Pais Quadrados... Filhos Avançados (1970), participando também de Som, Amor E Curtição (1972) e de outros, além de atuar em peças teatrais, como Arena Conta Zumbi (Teatro de Arena, direção de Augusto Boal, 1969) e Hair (Teatro Aquarius, direção de Altair Lima, 1970). Atingiu seu maior sucesso em 1973, com O Homem De Nazaré (Cláudio Fontana). Um de seus últimos sucessos foi a canção-tema de O Profeta, telenovela da TV Tupi na qual participava sua futura esposa Débora Duarte. Já casado com a atriz, participaria com ela da telenovela da TV Bandeirantes, Cara a Cara, na qual também interpretava a canção-tema.

Tem oito LPs em português e quatro em castelhano, além de gravações feitas no exterior.
Em 1991 pretendia lançar um LP contendo uma versão de Imagine, de John Lennon, mas Yoko Ono, viúva de John, vetou a versão, o que, aliado à falência da gravadora (Esfinge), impediu o lançamento do disco.
Foi casado com Vanusa — com quem teve as filhas Amanda e Aretha —, e com Débora Duarte — com quem teve Paloma Duarte.

Morreu aos 46 anos, vítima de complicações resultantes do alcoolismo. Após sua morte, foram lançados os CDs Acervo (1994, coletânea RCA/BMG) e Aplauso (1996, coletânea RCA/BMG). A música Como Vai Você foi regravada pela intérprete Daniela Mercury.


Foi casado com Vanusa — com quem teve as filhas Amanda e Aretha —, e com Débora Duarte — com quem teve Paloma Duarte. Estava se preparando para um quarto casamento quando faleceu.






segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Os Vips- "A Volta"


                Dm   G7
       No iníco da carreira cantavam sozinhos, sob os nomes Ronald Red e Jett Williams, mas no programa de TV Festival dos Bairros, em 1964, resolveram cantar em dupla. Palmeira e Alfredo Corletto, produtores da gravadora Continental, assistiam o programa, e os contrataram.
A primeira gravação da dupla em 1964 foi “Tonight”, composição deles com letra em inglês, incluída no LP da Record “Reino da juventude”, reunindo artistas participantes do programa homônimo apresentado por Antônio Aguilar. O nome da dupla foi escolhido por causa do filme The Vips (1963), com Richard Burton e Elizabeth Taylor, aqui traduzido como Alta Sociedade.
A dupla teve vários sucessos, na grande maioria composições de Roberto Carlos: “A volta” (1966); “Emoção” (1965); “Faça alguma coisa pelo nosso amor” e, com a mudança para a CBS, em 1968, com as músicas também de Roberto: “É preciso saber viver” (1968) e “Largo tudo e venho te buscar”.
Gravaram uma série de versões dos Beatles, como Menina Linda (I Should Have Known Better), Coisas Que Acontecem (Things We Said Today), Obrigado Garota (Thank You Girl), Michelle e Submarino Amarelo.
Em 1968 o programa Jovem Guarda foi cancelado pela TV Record; Márcio acabou se mudando para o Rio para trabalhar na Som Livre, enquanto Ronald permaneceu em Santana para montar negócios com o dinheiro ganho pela dupla. O primeiro empreendimento foi o Vip’s Burguer, de 1968, em Santana. O Vip’s Burguer virou rede, com uma filial aberta na Alameda Jaú, nos Jardins, e outra em Atibaia. Em 1969, teve início o Vip’s Buffet, na Avenida Nove de Julho. O bufê e as lanchonetes foram vendidos, posteriormente.
Em 1970, voltaram à Continental e, sob o nome artístico Márcio e Ronaldo, gravaram sucessos como “Só até sábado” (de Lilían Knapp). Em 1976, a dupla se separou e Márcio se tornou produtor da gravadora Som Livre.
Em 1990, um retorno da Jovem Guarda lotou o Asa Branca no Rio de Janeiro. Reunidos, gravaram um LP ao vivo pela Som Livre (“A volta”, lançado em janeiro de 1991 e que vendeu 300 mil cópias). Em 1995, foi lançado um CD quíntuplo com 29 artistas, capitaneados pelos Vips, para comemorar os 30 anos do movimento, e vendeu 3 milhões de cópias.



Revivendo a Jovem Guarda Wanderley Cardoso "O Bom Rapaz"


Nascido no bairro paulistano do Belenzinho, começou a carreira de intérprete aos 13 anos. Morou nos bairros de Pirituba e Lapa em São Paulo. Estudou na escola Guilherme Kuhlmann, onde concluiu o primário (1º a 4º série), no Largo da Lapa, Lapa de Baixo, em São Paulo.
Depois de cinco anos dedicados ao estudos, investiu com força no showbiz. Seu primeiro sucesso, gravado em 1965, chamava-se "Preste atenção". Rapidamente se tornou um dos ídolos da Jovem Guarda, ganhando o apelido de "O bom rapaz", título de seu grande sucesso gravado em 1967, que vendeu mais de cinco milhões de cópias.
Foi longa a jornada de Wanderley Cardoso rumo ao sucesso. De ídolo mirim a cantor de música gospel, o artista paulistano experimentou o auge da Jovem Guarda e a temida fase de ostracismo, entregando-se ao alcoolismo antes de se tornar evangélico. Aos 66 anos, do Bom Rapaz – como ele ficou conhecido depois do sucesso da canção homônima – restaram os indefectíveis olhos verdes.
http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2012/01/30/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=48947/ficha_musica.shtml


Revivendo a Jovem Guarda- Jerry Adriani -"Querida"



Jerry Adriani, Cantor Romântico da MPB é o Paulista Jair Alves de Souza, vindo de família humilde, teve seu nome de batismo inspirado em um Jogador de Futebol. 
Jerry já aos 4 anos dava os primeiros passos na música, aprendendo a cantar em italiano, ensinado pela Avó. 
A paixão pela música começou muito cedo, desde então começou a se dedicar e aprender a tocar instrumentos e modular sua voz. 
Foi um dos Integrantes do Movimento da Jovem Guarda ao lado de grandes nomes da Música Popular Brasileira como: Roberto Carlos, Erasmo, Wanderléia, Wanderlei Cardoso, Renato e Seus Blue Caps...
Um Movimento que contribuiu muito com a Música Brasileira, trouxe notáveis mudanças, ditou normas, costumes e moda. 

Jerry Adriani na música, passou pela Rádio, pela Televisão e pelo Cinema. Esse ano vem com mais um Projeto participando do Longa Metragem de Animação "Procura-me", alta produção.Com 44 anos de Carreira Artística, Jerry Adriani traz em sua bagagem 30 Discos, o novo lançamento de um CD com o primeiro DVD da Carreira. 
Percorreu Venezuela, Perú, Estados Unidos, México, Canadá entre outros, e isso tudo justifica o talento e o carisma desse Cantor de voz doce e aveludada, que carrega consigo uma grande legião de fãs e admiradores do seu trabalho dentro e fora do Brasil.


http://www.netbabillons.com.br/gente/JerryAdriani/JerryAdriani01.htm


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- "Festa de Arromba" (Erasmo Carlos)


O "Tremendão"

Erasmo Carlos   05/06/1941
Parceiro cativo de Roberto Carlos (praticamente todas as músicas que lançam são assinadas em dupla) e um dos grandes roqueiros brasileiros, o carioca Erasmo Carlos começou carreira musical em 1958 cantando no grupo The Sputniks, do qual ainda faziam parte Roberto, Tim Maia, Arlênio Lívio, Edson Trindade e China, todos integrantes da turma roqueira da Rua do Matoso, no bairro da Tijuca. Sem Tim, os Sputniks viraram The Snakes – mais tarde, perderiam Roberto também. O resultado é que, em 1962, Erasmo estaria cantando no grupo Renato e Seus Blue Caps, com quem gravou LP homônimo. Seu primeiro grande sucesso viria em 1964, já em carreira solo: “Festa de Arromba”, composta em parceria com Roberto. No ano seguinte, Erasmo, seu parceiro e a cantora Wanderléa foram convidados para apresentarem o programa de auditório da TV Record Jovem Guarda, catalizador de toda aquela música jovem que estava sendo feita no Brasil. Rebatizado de “O Tremendão”, Erasmo iniciou uma longa fileira de sucessos: “Você Me Acende”, “Gatinha Manhosa”, “Terror dos Namorados”, “Vou Ficar Nu Para Chamar Sua Atenção”, “Minha Fama de Mau”, “Estou Dez Anos Atrasado”, “Vem Quente Que Estou Fervendo”, “Coqueiro Verde”, “Sentado à Beira do Caminho”, entre outros. Ator nos filmes “Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa”, “A 300 km por hora” e “Os Machões”, ele gravou nos anos 70 importantes LPs, como “Sonhos e Memórias – 1941-1972” (das músicas “Mané João” e “Mundo Cão”) e “1990 – Projeto Salvaterra”, dos hits “Sou uma Criança, Não Entendo Nada” e “Cachaça Mecânica” (de surpreendente êxito no mercado holandês). Voltaria ao sucesso esporadicamente nos anos 80, com as músicas “Mulher” (parceria com a mulher, Narinha), “Mesmo Que Seja Eu”, “Pega na Mentira” e “Close”. No final dos anos oitenta, Erasmo regravou sua “A Carta” em dueto com Renato Russo, da Legião Urbana. Em 1997, foi homenageado junto com Roberto Carlos pelo conjunto da obra, no XVII Prêmio Shell para a Música Brasileira.

Erasmo Carlos em junho/2012


Comemorar 50 anos de estrada com uma carreira recheada de sucesso não é para qualquer artista. Por isso, Erasmo Carlos tem muito que comemorar em 2012. Para celebrar essa marca, o cantor lançou, recentemente, o DVD Erasmo Carlos – 50 Anos de Estrada, gravado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação de muitos amigos, como Marisa Monte e Roberto Carlos. O vigor do Tremendão não se deve apenas às conquistas profissionais, mas aos recentes acontecimentos que mudaram sua vida, como o nascimento de seu primeiro neto.
“Parece que comecei hoje, porque as coisas que têm acontecido me deram um revigoramento. Tudo começou com o nascimento do meu neto. Uma pessoinha nascendo ao mesmo tempo em que eu comemoro um período de bastante vivência. Isso me fez pensar sobre a minha vida. Resolvi ocupar o meu espaço, retomar algo que tinha deixado um pouco para trás e esquecido”, comenta ao site do Altas Horas nos bastidores do programa que foi ao ar no dia 16 de junho.





http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/erasmo-carlos
http://tvg.globo.com/programas/altas-horas/Bastidores/noticia/2012/08/gosto-muito-do-ser-humano-que-me-tornei-afirma-erasmo-carlos.html

domingo, 28 de outubro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda-"Minha primeira desilusão"





Sylvinha começou sua carreira na década de 1960, lançada por Chacrinha. Na época, apresentou o programa O Bom, com Eduardo Araújo, com quem se casaria (em 1969) e teria dois filhos.
Em 1967 gravou seu primeiro disco, o compacto Feitiço de broto. Entre suas composições de maior sucesso, está "Minha primeira desilusão".
O crítico e produtor musical Nelson Motta chegou a chamá-la de Janis Joplin brasileira, após a versão soul que imprimiu à canção "Paraíba", de Luiz Gonzaga. Chegou a vender mais de um milhão de discos na carreira. No final da década de 1970, passou gravar jingles publicitários, e gravou mais de 2 mil.
Entre os anos 1970 e 80 ela foi jurada de calouros no programa dominical de Silvio Santos. Nos anos 90, fez parte do quarteto vocal 4x4 ao lado de Edgard Gianullo, Angela Márcia e Faud Salomão. Apadrinhados por João Gilberto se apresentaram no prêmio Sharp de música, no programa especial Jazz Brasil da TV Cultura e com Edu Lobo gravaram a música "Trava Língua" para trilha sonora do programa Castelo Rátimbum. Em 1997 o grupo se dissolveu.
Em 2000, passou a se dedicar à gravadora Number One (sua e do marido). Em 2001, lançou o álbum Suave É a Noite. Em 2007, lançou um DVD comemorativo dos 40 anos da Jovem Guarda, e vinha trabalhando na divulgação desse trabalho.
Quando morreu, estava internada havia 21 dias no Hospital 9 de Julho, em decorrência de complicações do câncer de mama contra o qual lutou por 12 anos. Foi enterrada em Itapecerica da Serra. 


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- Quero Que Vá Tudo Pro Inferno



Lançada inicialmente em compacto simples em 1965, "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno" é tida como uma marco na carreira de Roberto Carlos. Ela se tornaria seu maior sucesso na fase Jovem Guarda e um dos maiores hits de toda sua carreira. Febre nas rádios brasileiras, ela elevou Roberto Carlos a condição de fenômeno musical no país.

Magda Fonseca e Roberto Carlos

A música foi inspirada em Magda Fonseca, então namorada do cantor, e que estava nos Estados Unidos para fazer um curso de inglês. A letra expressava tanto a saudade que o cantor sentia de Magda quanto um desabafo - que tudo fosse para o inferno. Roberto compôs inicialmente a primeira parte da canção e a apresentou ao parceiro Erasmo Carlos, que o ajudou no restante da letra.
Depois de dois meses, Roberto finalizou a canção e, em agosto, encaminhou uma fita com sua gravação para Magda. Logo depois, o cantor apresentou "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno" para Othon Russo, diretor de relações públicas da CBS, que pediu a ele que a gravasse imediatamente e que ela seria a faixa de abertura do próximo LP de Roberto, chamado Jovem Guarda, de 1965, que seria lançado ainda naquele ano.
Em 1975, "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno" foi regravada para o LP "Roberto Carlos" - novamente como faixa de abertura de seu álbum anual. Mas com o passar do tempo, a crescente religiosidade do cantor, aliada à supertição causada pelo Transtorno Obsessivo-Compulsivo, fizeram com que o cantor, a partir da década de 1980, banisse a canção de seu repertório. Roberto Carlos sequer mencionava o título da canção, pois sua doença fez com que ele evitasse pronunciar palavras como "mal" e "inferno".




quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Revivendo a Jovem Guarda- "Michelle"


A juventude brasileira dos anos 60 poderia ser dividida em dois tipos de pessoa. De um lado havia uma juventude “universitária”, que fazia passeatas, assistia O Fino da Bossa na TV , não perdia um festival da canção e, nas horas vagas, estudava. Mas também havia uma outra platéia – bem mais numerosa – que consumia os discos e programas de um tipo de rock básico tocado ao ao modo de Beatles, Rolling Stones e Beach Boys. Com o nome ironicamente tirado de um livro de Vladimir Ilich Lenin, a Jovem Guarda entreteu a juventude brasileira, com diversos programas de televisão, shows pelo país e milhares de discos gravados, entre LPs e compactos. Além disso, foi com a Jovem Guarda que se consolidou uma música específica para o consumo jovem. Foi um das primeiras grandes vendas de discos nacionais como reflexo da beatlemania e a invasão do rock britânico nos Estados Unidos. A Jovem Guarda foi a resposta brasileira à invasão do rock inglês, especialmente aos Beatles. A relação entre o nascente rock brasileiros e as bandas inglesas foi, em um primeiro momento, de disputa, como na na música Betlemania, de Erasmo Carlos. Erasmo bradava, no auto de seu nacionalismo, "vou acabar com a beatlemania ... se eu não puder na mão, vou até de pau ... podem vir todos os quatro" ... etc ... Perdida a batalha só restou a render aos cabeludos de Liverpool. Renato e Seus Blue Caps com Menina Linda/I Should Have Know Better assinaram definitivamente essa rendição. Depois disso, foram centenas de covers e versões, que incluiu até mesmo a gravação de Lady Madona pelos Mutantes. A resistência inicial, no entanto, serviu para afirmar uma identidade própria para o rock brasileiro dos anos sessenta, que por meio da Jovem Guarda criou uma linguagem particular e nacional para a música jovem. A nova onda logo transformou-se em mania nacional, com direito a grifes de roupas, como as calças Zé Beto, e toda sorte de bugigangas com as marcas dos ídolos do movimento. Apesar da origem do nome, a Jovem Guarda foi acusada de se manter afastada dos conflitos políticos, mas nem por isso pode ser tachada de alienada, já que alguns de seus integrantes eram direitistas assumidos.

Michelle" é uma balada de amor,principalmente escrita por Paul McCartney.A música se afasta da maioria das outras gravações dos Beatles em que algumas das letras são em francês."Michelle" ganhou o Grammy de Canção do Ano, em 1966, e tornou-se uma das mais famosas canções dos Beatles







http://diariodosbeatles.blogspot.com.br/2010/12/o-album-rubber-soul-faz-45-anos_12.html
http://www.petcom.ufba.br/dicionario/jovemguarda.htm
http://www.dropmusic.com.br/index.php/biografias/abcd/1432-beatles