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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Frank Sinatra - Strangers In The Night


"Strangers in the night, exchanging glances / Wond'ring in the night..." [Estranhos na noite, trocando olhares / Estranhos na noite, imaginando...] Gravada nos anos sessenta, a canção Strangers in The Night tornou-se um clássico na voz quente e aveludada de Frank Sinatra, conquistando várias gerações de admiradores.

Louis Armstrong - "Nós temos todo tempo do mundo"


"We Have All the Time do Mundo" é um James Bond tema e popular canção cantada por Louis Armstrong . Sua música foi composta por John Barry e as letras de Hal David . É um tema secundário musical em 1969 filme de James Bond A Serviço Secreto de Sua Majestade , o tema do título ser a instrumental "A Serviço Secreto de Sua Majestade", também composta por Barry. O título da canção, "We Have All the Time do Mundo", é tomado das palavras finais de James Bond em ambos romance e filme, falado após a morte de sua esposa. Louis Armstrong estava muito doente para tocar seu trompete. Barry Armstrong escolheu porque sentiu que poderia "entregar a linha de título com ironia". [2]
A canção não foi registrado nas paradas de música classificação no Reino Unido quando lançado pela primeira vez, só se tornando bem conhecido 25 anos depois, como parte de uma Guinness comercial de cerveja após a My Bloody Valentine escolheu para cobri-lo para a caridade. Versão de Armstrong foi, então, re-lançado e alcançou o número 3 no UK Singles Chart . Em 2005, uma pesquisa da BBC mostrou que é a canção de amor terceiro mais popular jogado em casamentos . [3]
Além de My Bloody Valentine , "We Have All the Time do Mundo" tem sido coberto por Iggy Pop , Fun Lovin Criminals ' , Vic Damone , Michael Ball , Amalia Gre , The Puppini Sisters , The Band Fairly Bonito , e Tindersticks . Iggy Pop versão de que ela desempenha, durante os créditos finais do filme The Jacket .
Quando perguntado sobre sua composição de Bond favorito, John Barry citou essa música e " Goldfinger ". "Goldfinger", porque aperfeiçoou o "Sound Bond" e isso porque era a melhor peça de música que ele havia escrito para um filme de James Bond e por causa do prazer de trabalhar com Louis Armstrong.

(Wikpéedia)

Cartazes de Filmes Antigos.



Seu Madruga, Cantando a Marvada pinga

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Jô Soares-Comercial dos biscoitos tostines dos anos 60

Campanha do Sujismundo- Anos 70



Pouca coisa mudou em relação a educação do nosso povo.
Quem foi criança entre 72 e 73, certamente lembrará do comercial.

"Tomou Doril, a dor sumiu" (1978)


Cláudia Mello (a Dalila, de "A Diarista"), no famoso comercial dos anos 70, cujo slogan "Tomou Doril, a dor sumiu" até virou gíria para se referir a coisas/pessoas que sumiam.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Festival de 1967 - Arquivo Record - Maria, Carnaval e Cinzas - Roberto C...

Righteous Brothers - UNCHAINED MELODY






Música interpretada pela dupla americana "Righteous Brothers" (que a tornou sucesso mundial nos anos 60). Foi lançada originalmente em 1955, por outro cantor.
Em 1990 voltou às paradas com a mesma dupla, quando foi tema do filme "GHOST", com a atriz Demi Moore.

Vejam a primeira versão, original, por Todd Duncan em 1955...



Faça seu comentário!

Righteous Brothers - UNCHAINED MELODY - GHOST


Música interpretada pela dupla americana "Righteous Brothers" (que a tornou sucesso mundial nos anos 60). Foi lançada originalmente em 1955, por outro cantor.
Em 1990 voltou às paradas com a mesma dupla, quando foi tema do filme "GHOST", com a atriz Demi Moore.

The Poor People Of Paris (Os pobres de Paris)


Esta música ( Os pobres de Paris) foi um tremendo sucesso no mundo todo em 1957/ 1958.
Executada pela orquestra rquestra de Les Baxter.

A Whiter Shade Of Pale - Procol Harum (1967)



"A WHITER SHADE OF PALE", que andou fazendo grande sucesso no Brasil e no mundo em 1967.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Um Instante Maestro! (1976)


Um instante, Maestro!, em que Flávio Cavalcanti quebrava discos após criticá-los.









Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti (Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1923 — São Paulo, 26 de maio de 1986) foi um jornalista, apresentador de rádio e televisão e compositor brasileiro.
Carreira

1945 - Estreou como repórter no jornal carioca "A Manhã";
1951 - seu primeiro programa de rádio foi Discos Impossíveis - rádio Tupi;
1952 - assinou contrato com a rádio Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro.
1955 - estréia o programa na TV Rio - Noite de Gala, lançando-o como repórter. Ficou "no ar" até 1966.
1955 - iniciou junto com Jacinto de Thornes, o programa Nós os Gatos.
1957 - foi lançado como apresentador da TV Tupi, do Rio de Janeiro, com o programa Um instante, Maestro!, em que ele quebrava discos após criticá-los. Torna-se famoso pela sua maneira de falar agressiva e de tirar e colocar os óculos.
1963 - Entrevistou o político fluminense Tenório Cavalcanti; e o presidente John F. Kennedy, na Casa Branca nos Estados Unidos;
1965 - lançado na TV Excelsior, o programa com o primeiro júri;
1966 - foram lançados dois programas A Grande Chance e Sua Majestade é a lei;
1968 - Em Portugal, na cidade de Lisboa foi realizado o programa A Grande Chance;
1970 - exibido aos domingos pela TV Tupi,do Rio de Janeiro, estréia o Programa Flávio Cavalcanti. Suspenso pela ditadura militar, porque Flávio protegia a atriz Leila Diniz, que tinha concedido uma entrevista ao jornal O Pasquim.
1976 - Foi reeditado o programa Um instante, maestro!, pela TVS - Canal 11 - Rio de Janeiro. Em 1978 voltou a fazer o programa de TV, na TV Tupi, no Rio.
1977 - contratado pela Rádio Mulher, de São Paulo.
1982 - TV Bandeirantes (Band), fez o programa Boa Noite, Brasil!
1983 - no SBT de São Paulo, apresentou o Programa Flávio Cavalcanti
1986 - programa Flávio Cavalcanti, último apresentado pelo apresentador.
No dia 25 de maio de 1986, fez uma rápida entrevista e jogou o dedo indicador para o alto: "Nossos comerciais, por favor!" O intervalo acabou e ele não estava mais lá. Tinha sofrido uma isquemia miocárdica aguda durante a apresentação do programa. Levado para o hospital morreria quatro dias depois, com o projeto de abandonar a telinha e abrir um hotel numa praia qualquer. Ele foi sepultado em Petrópolis, município serrano do Rio de Janeiro onde viveu grande parte de sua vida.
Duas polêmicas públicas famosas, uma com o compositor Almirante e a outra com Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta. Grandes artistas passaram pelo seu júri famoso: jornalista Sérgio Bittencourt (filho de Jacob do Bandolim), Nelson Motta, Leila Diniz, Cidinha Campos, Mister Eco, José Messias, Sônia Abrão, Maestro Cipó, Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, Wagner Montes, Carlos Renato e muitos outros.
"Os nossos comerciais, por favor!"

Frases marcantes:


"Meu melhor programa de televisão é aquele que ainda não fiz.” 
“Tenho nojo de qualquer tipo de covardia, física ou moral. Tenho medo de ter medo.”
“Sou jornalista-reporter e não sei fazer outra coisa.”
“Eu quero estar acima. Sou do centro. Mas o diabo é que a esquerda é inteligente e a direita é burra. E, por isso, muitas vezes elas quase nos convencem do errado.”
“O importante é ter o direito sagrado de pensar o que quiser.  A minha briga é no campo das idéias.”
“Eu não me lembro de ter guardado rancor de ninguém por mais de 24 horas.”
“Não sou um censor, sou um censurável.”
“A tarefa do comunicador é combater . Por isso me envolvo em guerras santas. A coisa cômoda me incomoda”.


http://planetajc.blog.terra.com.br/2008/09/23/um-instante-maestro/
wikipedia.org/wiki/Flávio_Cavalcanti



Polêmico, culto e muito inteligente...



Carta de Flávio Cavalcanti ao seu neto...


EU TENHO UM AMOR MELHOR QUE O SEU !!


Na nossa vitrola antiga, Antonio Marcos em um de seus maiores sucessos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"DECLARO ABERTOS OS IV JOGOS PAN-AMERICANOS" (1963)


"DECLARO ABERTOS OS IV JOGOS PAN-AMERICANOS"

Frase o Governador Ademar de Barros proclamou a abertura dos Jogos Pan- Americanos no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, para 45.000 pessoas presentes .


Às 15h55' teve início o grande desfile dos milhares de atletas. Foi uma festa monumental e muito bem organizada. 
A revoada de milhares de pombos encantou a todos.

Foi de responsabilidade da cidade de São Paulo sediar os IV Jogos Pan-Americanos. Realizados no auge da Guerra Fria no cenário americano, apenas um ano depois da Crise dos mísseis de Cuba em 1962, onde o mundo beirou a Guerra nuclear e a possível Terceira Guerra Mundial. Pela primeira vez, duas cidades disputaram para sediar os Jogos: Winnipeg, no Canadá, e São Paulo, no Brasil. Com o total de dezoito votos contra cinco, a cidade brasileira, que tinha a metade de sua população formada por jovens com idade inferior a 21 anos, o que favorecia o desenvolvimento esportivo, conquistou o direito de sediar os Jogos Pan-Americanos de 1963.
O Estádio do Pacaembu lotado assistiu à cerimônia de abertura dos jogos. A chama olímpica, que fora acesa por índios carajás, adentrou o estádio nas mãos do velocista José Telles da Conceição, após ter passado por cidades como Goiânia, Uberlândia e Ribeirão Preto. Com direito a revoada de pombas e tiros de artilharia, as bandeiras olímpica e pan-americana foram hasteadas, logo antes do juramento do atleta, realizado por Amaury Pasos, campeão mundial de Basquetebol pelo Brasil em 1959. A cerimônia foi encerrada com o Hino Nacional Brasileiro, dando início à quarta edição dos Jogos Pan-Americanos.
Esta edição foi dominada pelos Estados Unidos, que conquistaram um total de 201 medalhas, quase quatro vezes mais do que a delegação brasileira, segunda colocada. Com a participação de 1665 atletas de 22 países, esta fora a edição com o menor número de competidores da história dos Pans. Com a competição sem muitos concorrentes, nações como a uruguaia puderam se destacar. O Brasil, por sua vez, teve a melhor colocação na história no quadro de medalhas do Pan e o maior destaque obtido, com quatorze ouros, vinte pratas e dezoito bronzes, passando, pela primeira vez, a Argentina na classificação geral. Entre seus destaques estavam Maria Esther Bueno, que mesmo após ter sua mão mordida por um cão, ganhou o ouro no tênis feminino simples e prata na dupla com Maureen Schwartz, e a seleção brasileira de futebol masculino de Jairzinho e Carlos Alberto Torres, que conquistou a primeira colocação do pódio.
( Fonte de Pesquisa: Wikpédia)



Vamos ver aqui um pequeno trecho da abertura?






Este é o sêlo comemorativo dos Jogos Panamericanos.


Aqui estão as medalhas de bronze 




terça-feira, 24 de janeiro de 2012

" This Earth is Mine " - 1959 (O vale das paixões)






Direção:Henry King Ano:1959 País:Estados Unidos Gênero:Drama Duração:125 min. / corTítulo Original:This Earth is Mine
Elenco:
Rock Hudson, Jean Simmons, Dorothy McGuire, Claude Rains, Kent Smith, Anna Lee, Ken Scott, Augusta Merighi, Francis Bethencourt, Stacy Graham

SINOPSE: Em 1931, uma jovem muda-se da Inglaterra para a California para ajudar os tios, produtores de vinho, que continuam ricos apesar dos anos de lei seca.O objetivo é casá-la com o herdeiro de outra vinícola e assim unir os clãs. Claro que nem tudo vai sair como planeja ...
 

Cine Bandeirantes- Inauguração em 1946

Nelson Bassanetti

De propriedade de Amadeu Vuolo de Bauru e de Atílio Salvador Mercandante de Araçatuba, foi inaugurado em 10.04.1946, o Cine Bandeirantes sito à Rua Alagoas, nº 324. Em sua arquitetura era realçado nas paredes dois notáveis relevos, um representando um bandeirante e outro fixando o contorno de um aborígine. O filme inaugural foi “Prisioneiro do Castelo de Zenda”, do diretor David Selznick. Já em agosto do mesmo ano esse cinema foi adquirido pela Empresa Pellegrino & Filhos, juntamente com João Alonso Garcia que forneceu o numerário. A família Pellegrino já era proprietária dos dois outros cinemas existentes na cidade, os Cines Central e República e com a aquisição se tornaram na ocasião os maiores contribuintes em impostos municipais.

Ali foram exibidos vários filmes que marcaram época: Os Dez Mandamentos, O manto sagrado, Ben-Hur, Gengis-Khan, Quo Vadis, Spartacus, Assim caminha a humanidade, Romeu e Julieta, O vale das paixões, O maior espetáculo da terra, Por quem os sinos dobram, Amor, sublime amor, A caldeira do diabo, O velho e o mar, My Fair Lady, Lawrence da Arábia, Guerra e Paz, Moscou contra 007, La Violetera, vários farwest com os atores John Wayne, Roy Rogers, Randolf Scott, James Stewart, Richard Widmark e Gary Cooper. Era um filmaço atrás do outro, público não faltava, formavam-se filas na rua, gente esperando pela próxima sessão. Nas terças feiras era tradicional a Sessão das Moças”, quando elas marcavam presença e os rapazes ali acorriam à procura da cara metade.

Também eram freqüentes por aqui os filmes estreladas pela atriz Marilyn Monroe, star de Hollywood e o maior símbolo sexual do século 20. Era atriz para valer, aquele tipo de pessoa que, sem dispor de um talento dramático tão evidente, enchia a tela. Ela foi um ícone de popularidade, os homens a desejavam, as mulheres a admiravam, mas teve uma vida infeliz, instável e problemática, tanto que morreu de overdose aos 36 anos de idade. Em 1955, foi inaugurada a tela em cinemascope. Ali se apresentaram em shows os cantores: Roberto Carlos, Moacyr Franco, Linda Batista, Ivon Cury, Emilinha Borba, Carlos Gonzaga. Luiz Bordon e sua harpa, humoristas Mazzaroppi e Oscarito, sanfoneiros Luiz Gonzaga e Mário Zan, ator Cyl Farney, conjunto Os Incríveis, os políticos Carlos Lacerda, Plínio Sampaio e Franco Montoro.

A geração downloading não vai entender jamais como era bom se abrigar numa das 1.250 poltronas, capacidade do Bandeirantes, incluindo o balcão (foyer). Lembrando de filmes, ficou na saudade o do cineasta sueco Ingmar Bergman, com aquela árvore, o vento batendo e o entendimento num ‘flash-back’ da realidade, do sonho e principalmente da memória. Era o filme "Morangos Silvestres", vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim de 1958.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=7

 Filme Inaugural do Cine Bandeirantes, “Prisioneiro do Castelo de Zenda”








Comme d'habitude ( My Way) -1967



My Way (Claude François/Jacques Revaux/Paul Anka) é o título em inglês da canção francesa Comme d'habitude, que foi lançada pela primeira vez pelo autor, Claude François, em 1967, na França. Em 1968, Frank Sinatra lançou sua versão em língua inglesa, adaptada por Paul Anka e que virou um de seus maiores clássicos. É uma das músicas populares mais gravadas da história. A versão em inglês manteve somente a melodia, pois o texto é completamente diferente do da versão francesa original.

A versão de estúdio de Elvis Presley foi gravada em junho de 1971 e lançada só em 1995 no disco "Walk A Mile In My Shoes". Existem as versões ao vivo do show do Hawaii que foi lançada no disco ao vivo em 1973 denominado Aloha from Hawaii e outra lançada em 1977 em um compacto simples com America The Beautiful no "lado B", não se esquecendo da versão do disco Elvis in Concert, uma versão ao vivo de 1977[.
O cantor e compositor Marcelo Nova regravou a musica My Way em uma versão brasileira em 1986 no album Viva da banda Camisa de Vênus
Em 16 de julho de 1994, no Dodge Stadium de Los Angeles, Os Três Tenores[4] Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras gravam a famosa My Way, ao vivo, com Frank Sinatra na platéia. No filme do grupo de punk rock inglês Sex Pistols, The Great Rock'n'Roll Swindle, de 1980, o baixista da banda, Sid Vicious, canta uma versão da música.
(Wikpédia)

Com Frank Sinatra...


Com Elvis Presley...



Difícil dizer qual das versões está mais bonita... E vocês, de qual versão mais gostaram?



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

1962-Carnaval no Clube de Tênis

Carnaval Clube de Tênis
1962 - Foto colhida no Clube de Tênis onde aparecem o  Anésio de Souza Sobrinho (Anésio da Farmácia) e Nivaldo Guzzoni que também fantasiados animaram o Carnaval da Rua Brasil.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/  


sábado, 21 de janeiro de 2012

No tempo das valsas. ♫♫♫






A valsa chegou ao Brasil com a transferência da corte portuguesa ao país, em 1808. A música foi apresentada em salões onde a elite do Rio de Janeiro dançava. Depois chegou outro gênero musical, a polca, em 1845. Ao longo da segunda metade do século XIX a valsa continuou a ter grande aceitação e foi, nas palavras do estudioso José Ramos Tinhorão, "um dos únicos espaços públicos de aproximação que a época oferecia a namorados e amantes".
Entre os músicos brasileiros que fizeram obras neste gênero estão os compositores Villa Lobos, Carlos Gomes e Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Tom Jobim e Chico Buarque. Além disso, a música sertaneja e a música regionalista tradicionalista assumiu esse ritmo em suas canções, seus representantes mais conhecidos são: Zé Fortuna & Pitangueira e Zé Corrêa.
Tradição

As valsas são muito utilizadas em bailes de debutantes, casamentos e aniversarios de 15 anos de meninas.
Valsas


Valsa do Imperador, Op. 437, de Johann Strauss II
Danúbio Azul (1867) de Johann Strauss II

http://pt.wikipedia.org/wiki/Valsa#Valsa_no_Brasil













No tempo das Jardineiras em Catanduva.

No tempo das Jardineiras - Parte II
"Os ônibus da empresa Caparroz atendiam praticamente todas as cidades da região, num raio de até 150 kilômetros, inclusive Araraquara, São José do Rio Preto chegando até Marília.

Por volta de 1960, automóveis eram privilégio de poucos e a cidade, além dos pontos de táxi com seus “Ford 48” pretos impecáveis e pneus com faixas brancas, era servida por carroceiros que faziam o  transporte de curta distância  e as charretes utilizadas na locomoção de pessoas.  

O bar do povo na Praça “Monsenhor Albino”, onde hoje está a “Pastelaria da Praça”, era um dos pontos das jardineiras que, mesmo estacionadas, não atrapalhavam o trânsito da então Rua Brasil, de leito carroçável largo, de paralelepípedo e palco de memoráveis desfiles de carnaval e mesmo cívicos. Outro ponto era o Bar do Viaduto, que existe até hoje na Rua São Paulo esquina com Rua Rio Grande do Sul.  

Desses pontos da cidade partiam as jardineiras que faziam o transporte de pessoas para os sítios, fazendas e cidades vizinhas, e que se caracterizavam por possuir somente uma porta dianteira,  e  transportavam até  no seu teto pessoas e mercadorias(que risco!).  Tinha a jardineira do “Mané Vito”, um senhor negro e alto, porém alquebrado, de cabelos grisalhos que fazia a linha Palmares, Pompeu e  Santa Helena. 

A jardineira dos Irmãos Vian, que atendia Caputira, Elisiário, São João do Itaguaçú e Urupês. A jardineira do “turco” era uma espécie de circular, pois fazia somente o percurso Catanduva a Pindorama e vice-versa. Nessa época a  empresa Caparroz & Cia. Ltda., capitaneada pelo sr. João Caparroz, um espanhol rigoroso de baixa estatura,  fazia ponto na estação rodoviária, atual “Estação Cultura”, na Rua Rio de Janeiro, possuía várias linhas e chegou a ter uma frota com  sessenta ônibus. 

Os ônibus da empresa Caparroz atendiam praticamente todas as cidades da região, num raio de até 150 kilômetros, inclusive Araraquara, São José do Rio Preto chegando até Marília. Na empresa Caparroz e na revenda Ford do mesmo grupo em Novo Horizonte, os irmãos José, Clovis e Afonso Oger trabalharam por muitos anos até se mudarem para São José do Rio Preto, onde fundaram a Viação Itamarati, hoje destacada entre as grandes empresas de ônibus do país. 

De Ariranha, passando por Santa Adélia, partia a jardineira do Cizino Araújo, que existe até hoje. Saindo de Olímpia, passando por Tabapuã e  Catiguá, a Empresa de Ônibus Santa Luzia, atual Empresa de Ônibus Tabapuã. Finalmente a jardineira do “surdinho” apelido do Julinho Castilho, que fazia a linha Monte Azul, passando por Paraíso.  

As estradas eram de terra e nem sempre conservadas e,  era comum o encalhe das jardineiras na época das chuvas, transformando a viagem em verdadeira aventura.  Para São Paulo, competindo com os DC3 da Viação Real, que pousavam e decolavam na pista de terra e com o trem da EFA,  transitavam na rodovia Washington Luiz de pista simples, nem sempre bem conservada,  e que ceifou muitas vidas,  os velozes ônibus(não tinham limite de velocidade) da Cobratur,  Expresso Brasileiro e Viação Cometa, esta última atendia também Araraquara e São José do Rio Preto. 

Certamente, era uma época ingênua que hoje habita somente na nostalgia daqueles que a vivenciaram. De lá para cá, o nosso planeta, hoje acolhendo sete bilhões de pessoas, já deu quase cinqüenta e uma voltas  ao redor do sol. Está  próximo de completar 18.600 voltas ao redor de si mesmo, aproximou o homem da lua e está próximo de outros planetas. 

Só não encurtou a distância das diferenças sociais que, na época, seguramente,  era bem menor e favela era apenas cenário de filme(Orfeu Negro)".

advogado tributário 
www.buchadvocacia.com.br 
http://portal.giseleonline.com.br/capa/lenoticia.asp?ID=10235

"Em Catanduva na época em que predominava a lavoura cafeeira, havia grande solicitação de mão de obra para as lavouras, o que lotava as jardineiras. Destacaram-se os irmãos Molina, o Salvador Cabreera e o "Surdinho", que mantinham linhas ligando Catanduva á Novais e Tabapuã."

Informações do livro do Dr Lahós- "Caipira? Nem tanto"




A Primeira da direita é a Jardineira " Marta Rocha"
A jardineira "Marta Rocha" ano 1956 (o nome do modelo foi dado em referência a ganhadora do prêmio Miss Brasil). Como não havia fábrica no Brasil, o chassi era importado dos Estados Unidos e a carroceria era feita em São Paulo, na importadora da marca.

Com espaço para 27 passageiros e carregando as bagagens sobre o teto (o que era um verdadeiro exercício oara seus usuários.


Copiei este texto sobre as características das Jardineiras e de seus passageiros para ilustração desta postagem.
Embora A experiência do autor tenha ocorrido no estado do Paraná,acredito que o "perfil" dos usuários das jardineiras de Cataduva nos anos 50 e 60,  não deve diferir muito 
dos viajantes relatados pelo autor.

"Minha primeira viagem de “jardineira”. E não dá para esquecer essa experiência: dentro do veículo o calor era definitivamente infernal, de fazer tuaregue suar em bicas, um verdadeiro micro ondas ligado sacolejando no ritmo dos buracos da estrada. Era um “pinga-pinga” que parava em tudo quanto era lugar, o que consumia mais da metade do tempo de viagem: subia gente na entrada de fazendas, porteiras de sítios e botecos de beira da estrada. E essas viagens sempre começavam com aquele tal de “mais um passinho para trás, por favor” que o motorista, que era o “xerife” do ônibus e ao mesmo tempo cobrador, dizia aos passageiros. Quanto mais gente se espremia no corredor, mais ele faturava. E, os passageiros, por sua vez, não queriam perder a viagem ou ficar esperando o próximo ônibus, então embarcavam mesmo sabendo que a vigem seria um sufoco. Muitas vezes, havia tanta gente e, como lá dentro já estava tudo ocupado, se sujeitava a viajar até mesmo no alto do bagageiro, enfrentando o risco de um acidente fatal no meio da estrada... Cada um que subia, trazia uma bagagem que parecia uma mudança. Tinha de tudo: engradados com galinhas ou pássaros, sacos de frutas, máquina de costura para levar ao conserto, café em grão torrado, sacos de pão feito no forno de casa, enfim, eram encomendas de amigos ou para vender na cidade. Imaginem a loucura que era subir esses volumes no teto do ônibus e amarrá-los na “gaiola” (bagageiro adaptado no alto da condução), pois os carros ainda não tinham os bagageiros embutidos abaixo das poltronas como hoje). Enquanto eram feitos esses “procedimentos”, o povão espremido lá dentro do ônibus sob um sol de 40º. Essa via-sacra só terminava quando dentro e em cima do ônibus estivesse tudo lotado, uma verdadeira lata de sardinhas humanas... Mas, a aventura estava apenas começando para quem tinha que voltar em outra “jardineira”, que saía de Umuarama no fim da tarde. Ao chegar ao ponto final, na cidade, onde hoje é a Praça Arthur Thomaz, depois de horas de penúria, havia mais confusão: todo mundo descendo rapidamente, querendo sempre ser o primeiro a sair em disparada para as compras ou passeios. Mas, antes, havia a ginástica de tirar todos os bagulhos lá de cima do ônibus. Não era raro o motorista (chamado de “chofer” na época) ter que aplicar um corretivo verbal nos mais afoitos a fim de colocar ordem no caos que se estabelecia entre os passageiros rodeando o ônibus exigindo pressa. O pôr-do-sol coloria a pequena cidade de vermelho e a “jardineira” já estava lotada por aqueles que tinham vindo de manhã. Era a hora do “lusco-fusco”, pois já não era mais dia e também ainda não era noite. Começava a desanimada volta para casa, depois de um dia inteiro de alegria batendo pernas e gastando no comércio. Cansaço geral. O “chofer” pisa firme no acelerador, contornando buracos e curvas, descendo morros e subindo ladeiras com o motor rugindo a todo vapor, soltando fumaça como um dragão enfurecido. Lá dentro, crianças com a barriga roncando de fome, depois de muito brincar. As mães desamarram trouxas e tiram sanduíches de mortadela gordurosa. O cheiro forte se mistura com todos os outros odores dentro do ônibus e com o aroma da mata que o vento insistia em trazer para dentro, refrescando a “jardineira”. Tubaína para fazer descer o lanche goela abaixo. Os velhos roceiros, gente de muita coragem na lavoura mas de poucas letras e nenhuma noção de boas maneiras, acendiam em plena viagem aqueles cigarros de palha de milho com fumo de corda. O fétido fumacê levava a turma toda à fúria. Cof-cof-cof, tossiam as crianças e mulheres. Cof-cof-cof, respondiam os pulmões da rapaziada. E o motorista, lá na frente, preferia fazer cara de paisagem ignorando o drama da platéia, mais preocupado em limpar o lado interno do pára-brisa empoeirado, para poder ver melhor um palmo à frente do pára-choque. E lá ia o velho ônibus ziguezagueando aos trancos e barrancos pela estradinha escondida na completa escuridão. E a galera sufocada no meio da fumaça do “palheiro” a protestar. No regresso, a “gaiola” ia lotada de quinquilharias: panelas, produtos enlatados, utensílios domésticos, ferramentas, enfim, tudo o que possa se imaginar comprado na cidade. Uns batendo nos outros e todos zabumbando lá em cima. E as comadres tagarelando sobre o que haviam visto nos bazares (lojas) e não puderam comprar. E a homarada lá no fundão, a “cozinha”, o lugar mais detestável da viagem: quem sentava lá comia toda a poeira levantada pelas rodas dianteiras durante o percurso, que grudava no suor do rosto, deixando visível apenas o branco dos olhos, uma máscara de areia... As “jardineiras” percorriam a estrada “mestre”, ou seja, a principal, ficando as outras, piores e mais estreitas, para os “paus-de-arara”, caminhões improvisados com uma cobertura de lona e com bancos de madeira, onde se sentavam os migrantes e bóias-frias (trabalhadores) que madrugavam para ir laborar nas fazendas. Essas viagens eram ainda mais penosas e perigosas, podendo tombar a qualquer momento. No raiar dos anos 60 é que começaram a circular os ônibus mais confortáveis, com as linhas abertas pela Viação Garcia e Expresso Maringá e, a seguir, a Viação Umuarama. Em dezembro de 1960 vim morar em Umuarama. Naquele Natal festejei: nunca mais teria que viajar numa “jardineira”. No final daquela década iniciei a minha carreira de jornalista. Como repórter, voltei a percorrer as estradas do Noroeste fazendo a cobertura regional. Mas aí as estradas já eram bem melhores, mas ainda não estavam asfaltadas. Continuei comendo poeira, chacoalhando o esqueleto pelos caminhos da vida e algumas vezes encalhando nesses rincões de meu Deus. Mas todas essas experiências valeram lembranças inesquecíveis que hoje embalam a saudade de um tempo que não volta mais. Eram tempos difíceis, mas muito mais prósperos e cheios de esperanças que estes que atormentam o agora, com caminhos que parecem levar a lugar nenhum."(ITALO FÁBIO CASCIOLA)
www.ilustrado.com.br


A eterna platéia de Gonzaguinha




Gonzaguinha expressa suas opiniões,seus conselhos,canta seus maiores sucessos:"É","Grito de Alerta","Sangrando" e "O que é o que é"todas recheadas de recados revolucionários.
Amigo de Clara Nunes que também teve um trágico fim em sua carreira e vida.
Programa da tv Brasil MUSICOGRAMA em 11 de maio de 2010.

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1945 — Renascença, 29 de abril de 1991) foi um cantor e compositor brasileiro.
Gonzaguinha era filho do também cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil, que morreu de tuberculose ,aos 46 anos. Acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.
Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos catorze anos, e em 1961, com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes Ari Fontera. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda. Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra: a atriz Amora Pêra.
Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação.
Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, "Comportamento Geral". Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos da mídia lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como "Piada infeliz" e "Erva". Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor músicas de tom mais aprazível para o público da época, como "Começaria tudo outra vez", "Explode Coração" e "Grito de alerta", e também temas de reggae, como "O que é o que é'" e "Nem o pobre nem o rei".
As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina (Redescobrir ou Ciranda de Pedra), Fagner, e Joanna. Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de "Sangrando", "Mulher, e daí" e" Começaria tudo outra vez", "Da maior liberdade", "É", "Petúnia Resedá".
Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.
Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins—Lelete e a filha deles, a caçula Mariana.
Morte:
Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 07:30h do dia 29 de abril de 1991, entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu. Este trágico acidente encerrou de forma repentina a sua brilhante carreira.
Maiores Sucessos:
1973 - Comportamento Geral
1976 - Chão, Pó, Poeira
1976 - Sangrando
1977 - Espere Por Mim, Morena
1979 - A Vida Do Viajante (Com Luiz Gonzaga)
1980 - Ponto De Interrogação
1980 - Começaria Tudo Outra Vez
1982 - O Que É O Que É?
1982 - Ser, Fazer, Acontecer
1983 - Feliz
1984 - Lindo Lago Do Amor
1984 - Nem O Pobre Nem O Rei
1986 - Mamão Com Mel
1988 - É
1989 - De Volta Ao Começo
1991 - Avassaladora
1994 - Grito De Alerta
2007 - E Vamos À Luta (tema de abertura da novela Duas Caras, da Rede Globo) (originalmente gravada em 1980)











"♫ a plateia ainda aplaude ainda pede bis
a platéia só deseja ser feliz
a plateia ainda aplaude ainda pede bis
a platéia só deseja ser feliz ♫"

Gonzaguinha, a platéia ainda te aplaude, ainda pede e sempre pedirá bis!!!
Mariângela Cândido

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

JOHNNY RIVERS- "WHITER SHADE OF PALE" (ANOS 70))

Bobby Solo-Zingara-(1969)

DORIVAL CAYMMI "Suite dos pescadores"





Qual brasileiro não conhece esta maravilha de música, gravada por nomes incriveis de nossa MPB? Mas aposto que muitos não conhecem a versão russa desta música, que faz parte da trilha sonora do filme "Capitães de Areia".
(no video a seguir quem canta a musica é a Monica Salmaso):


Dorival Caymmi   30/04/1914
Compositor baiano responsável em grande parte pela imagem que a Bahia tem hoje em dia, seu estilo inimitável de compor e cantar influenciou várias gerações de músicos brasileiros. Em Salvador teve vários trabalhos antes de tentar a sorte como cantor de rádio, e como compositor ganhou um concurso de músicas de carnaval em 1936. Dois anos mais tarde foi para o Rio de Janeiro com o objetivo de realizar o curso preparatório de Direito e talvez arranjar um emprego como jornalista, profissão que já havia exercido em Salvador. Mas, incentivado pelos amigos, muda de idéia e resolve enveredar para a música. Primeiro, por obra do acaso, tem sua música "O Que É Que a Baiana Tem" incluída no filme "Banana da Terra", estrelado por Carmen Miranda. Em seguida sua música "O Mar" foi colocada em um espetáculo promovido pela então primeira-dama Darcy Vargas. Daí em diante seu prestígio foi se ampliando. Passou a atuar na Rádio Nacional, onde conheceu a cantora Stella Maris, com quem se casou em 1940 e permanece casado até hoje. Seus filhos Dori, Danilo e Nana também são músicos. As canções que celebrizaram Caymmi versam na maioria das vezes sobre temas praieiros ou sobre a Bahia e as belezas da terra, o que colaborou para fixar, de certa forma, uma imagem do Brasil para o exterior e para os próprios brasileiros. Algumas das mais marcantes são "A Lenda do Abaeté", "Promessa de Pescador", "É Doce Morrer no Mar", "Marina", "Não Tem Solução", "João Valentão", "Maracangalha", "Saudade de Itapoã", "Doralice", "Samba da Minha Terra", "Lá Vem a Baiana", "Suíte dos Pescadores", "Sábado em Copacabana", "Nem Eu", "Nunca Mais", "Saudades da Bahia", "Dora", "Oração pra Mãe Menininha", "Rosa Morena", "Eu Não Tenho Onde Morar", "Promessa de Pescador", "Das Rosas". Em 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, mas o número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes é praticamente incalculável. Sua obra, considerada pequena em quantidade, compensa essa falsa impressão com inigualável número de obras-primas. A editora Lumiar lançou em 1994 o songbook com suas obras, acompanhado por três CDs.

http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/dorival-caymmi


Veja tambem
Dorival Caymmi em Catanduva em 1965




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Filme, Annie Hall (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa) -1977





Clássica cena de "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (Annie Hall, 1977), de Woddy Allen, na qual ele, na fila de um cinema com Annie escuta um cara monopolizando uma conversa com uma mulher, falando sem parar sobre os mais diversos temas pseudointelectuais; ou seja, um verdadeiro chato.

De repente, o cara faz uma afirmação garantindo estar baseado em algo dito pelo teórico da comunicação Marshall McLuhan.

O personagem de Woddy Allen, então, não mais suportando o chato que praticamente "cospe em seus ouvidos", se vira para ele e o encara, duvidando que aquilo seja mesmo uma frase de McLuhan.
Eles discutem e Woddy caminha, puxando o homem para fora da fila, indo dar de cara com um senhor no canto do cenário.

Woddy, então, apresenta o senhor: é o próprio Marshall McLuhan!

Questionado sobre se fez ou não a tal afirmação, McLuhan nega.

Ele diz ao chato:
- Você não sabe nada sobre meu trabalho. Você nega toda a minha teoria ao afirmar algo assim!

O chato se cala e Woddy Allen, satisfeito, olha em nossa direção, dizendo:
- Como seria bom se na vida real também pudéssemos fazer assim, não?

Woddy Allen Annie Hall 1977 Noivo Neurótico Noiva Nervosa
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Annie Hall (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (título no Brasil) ou Annie Hall (título em Portugal)) é um filme estado-unidense de 1977, do gênero comédia romântica, com direção e atuação de Woody Allen.

Sinopse

O filme conta a história de Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos. Ele acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira, e com a cabeça um pouco complicada. Em pouco tempo estão morando juntos e não demora para se iniciar um período de crises conjugais.
[editar]Elenco

Woody Allen .... Alvy Singer
Diane Keaton .... Annie Hall
Tony Roberts .... Rob
Carol Kane .... Allison
Paul Simon .... Tony Lacey...

Principais prêmios e indicações

Oscar 1978 (EUA)
Venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (Diane Keaton) e melhor roteiro original.
Indicado na categoria de melhor ator (Woody Allen).
Globo de Ouro 1978 (EUA)
Venceu na categoria de melhor atriz - comédia/musical (Diane Keaton).
Indicado nas categorias de melhor filme - comédia/musical, melhor diretor, melhor ator - comédia/musical (Woody Allen) e melhor roteiro - cinema.
BAFTA 1978 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de melhor atriz (Diane Keaton), melhor diretor, melhor edição, melhor filme e melhor roteiro.
Indicado na categoria de melhor ator (Woody Allen)
Prêmio Bodil 1978 (Dinamarca)
Venceu na categoria de melhor filme não-europeu.
Prêmio César 1978 (França)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.
Prêmio NSFC 1977 (National Society of Film Critics Awards, EUA)
Venceu nas categorias de melhor atriz (Diane Keaton), melhor filme e melhor roteiro.
Prêmio NYDCC 1977 (New York Film Critics Circle Awards, EUA)
Venceu nas categorias de melhor atriz (Diane Keaton), melhor diretor, melhor filme e melhor roteiro.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Annie_Hall

Recordando "Quarteto em Cy"



Quarteto em Cy é o nome de um grupo vocal brasileiro formado inicialmente pelas irmãs Cybele, Cylene, Cynara e Cyva. Com o apoio de Vinícius de Moraes, iniciaram a carreira em 1964 com apresentações em boates do Rio de Janeiro.
No final da década de 1960 o grupo alcançou êxito internacional sob o título The Girls From Bahia tendo passado por mudanças em sua composição original. Neste período atuaram no quarteto as cantoras Semíramis, Regina e Sonya.
Após um breve hiato o grupo volta às atividades - em 1972 - com as cantoras: Cyva, Cynara, Dorinha e Sonya. Em 1980 Dorinha se afasta por motivos de saúde e é substituída por Cybele, estabelecendo uma formação que se mantém até hoje.
As vozes do grupo transitaram por notáveis compositores da música brasileira, como Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Tom Jobim e tantos outros. Seus registros fonográficos foram lançados em mais de 30 discos—tanto no Brasil quanto no exterior.
Com uma carreira sólida e inabalável por mais de quarenta anos, o Quarteto em Cy se mantém como um dos mais notáveis e expressivos grupos vocais da história da MPB.
[editar]Ligações externas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarteto_em_Cy













Carnaval do Clube de Tênis de Catanduva. (1971)


1971 - Grupo de Catanduvenses presentes ao Carnaval do Clube de Tênis de Catanduva. Estão na foto da esquerda para a direita: Antonio Canhadas, Sidney Carlos Ribeiro dos Santos, Prof. Francisco Tarsitano e Marcos A. Spanazzi. Naquele ano o Prefeito Municipal era o Dr. João Righini, o Rei Momo do Carnaval foi João Elias de Oliveira e a Rainha foi Maria do Carmo Righini. A classificação das Escolas de Samba foi a seguinte: 1º Clube de Tênis, 2º Vila Motta, 3º Coração de Bronze, 4º Cruzeiro do Sul e 5º Bafo da Onça.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=102



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tarcísio Meira e Glória Menezes, um dos casais mais queridos da TV brasileira.



Jô Soares recebe em sua atração, Programa do Jô, da Globo, em maio de  2009, um dos casais mais antigos e queridos da televisão brasileira: Tarcísio Meira e Glória Menezes.Eles falam sobre o casamento, que já dura  46 anos. "Completamos 46 anos de casamento e estamos há 44 anos na Rede Globo. 
Tarcísio ainda conta sobre a relação de trabalho com a mulher. "Acho que Glória foi a pessoa com quem mais contracenei em novelas. Depois vem a Vera Fisher e a Bruna Lombardi", diz ele, que levou a fama de beijoqueiro, em cenas, é claro."Ele é mais beijoqueiro que eu. Fez mais filmes, mais novelas. Beijou mais", brincou.
A paixão da dupla de feras da interpretação começou nos palcos. "Eu estava ensaiando uma peça, a vi passando e me encantei. A primeira vez que contracenamos foi em um teleteatro ao vivo chamado Uma Pires Camargo. Ela era minha parceira no romance", declara Tarcísio. E até hoje essa paixão continua existindo. "Quando fui receber o prêmio em Cannes pelo filme O Pagador de Promessas, ele, aqui do Brasil, me mandou um telegrama com flores onde estava escrito: 'volte, volte, volte...' Hoje em dia, o pessoal manda um e-mail e está tudo certo. É mais rápido", declara.
Tiveram um filho, Tarcísio Filho (Tarcisinho) que tambem é ator

O casal no comercial da Ducal em 1970...



Na comemoração de 44 anos da Rede Globo...


Contracenando no filme "Independência ou Morte". Ele como D PedroI e ela como sua linda e adorada amante Domitila...








Notícias de época- recortes da década de 60.








segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Notícias de época- Execução do Ex coronel da GESTAPO Adolf Eichmann (1962)






Biografia

Adolf Eichmann nasceu e foi educado em Solingen, na Renânia do Norte-Vestfália, Alemanha.
[editar]Alemanha Nazi
Em 1934 Eichmann serviu como cabo da SS no campo de concentração de Dachau, onde, aos olhos de Reinhard Heydrich, se distinguiu. Em setembro de 1937, ele foi enviado para a Palestina com o seu superior Herbert Hagen para averiguar as possibilidades da emigração massiva de judeus da Alemanha para aquela região do médio oriente. Eles chegaram a Haifa, mas só puderam obter um visto de trânsito para o Cairo. Ao chegarem à capital do Egipto, eles encontraram-se com um membro da Haganá mas o conteúdo do encontro é alvo de dúvidas. Também tinham planejado encontrar-se com líderes árabes na Palestina, incluindo o mufti de Jerusalém Amin al-Husayni, mas a entrada na Palestina foi-lhes recusada pelas autoridades britânicas. Hagen e Eichmann escreveram um relatório contrário à emigração de judeus em larga escala para a Palestina por razões económicas e também porque contradizia a política alemã de impedir o estabelecimento de um estado judaico ali.
Eichmann participou na Conferência de Wannsee, ocorrida em 1942, na qual ele foi o responsável pela determinação de assuntos ligados à 'solução final da questão judaica', por ordens de Reinhard Heydrich. Semanas após a conferência, ele recebeu a patente de SS-Obersturmbannführer, tornando-se o chefe do Departamento da Gestapo IV B 4, órgão responsável por toda a logística relacionada com os estudos e execução do extermínio em curso.
Pós-guerra
Eichmann no julgamento
Finda a Segunda Guerra Mundial, Eichmann foi capturado por tropas americanas. No entanto, em 1946 ele conseguiu escapar de um campo de prisioneiros. Depois de muitas viagens (sobretudo pela Itália e pelo Médio Oriente), tendo inclusivamente se servido de um passaporte fraudulentamente obtido junto à Cruz Vermelha Internacional, ele foi para a Argentina em 1950, onde viveu sob o nome de Ricardo Klement, tendo trazido a sua família para o país logo depois.
Em 11 de maio de 1960, Adolf Eichmann foi raptado por uma equipe de agentes secretos israelitas liderados por Raphael Eitan da Mossad (Serviços Secretos Israelitas) após meses de observação. Foi levado para Israel num vôo de avião da El Al em 21 de Maio de 1960.
Adolf Eichmann foi julgado em Israel, num processo que começou a 11 de Abril de 1961. Foi acusado de 15 ofensas criminosas, incluindo a acusação de crimes contra a Humanidade, crimes contra o povo judeu, e de pertencer a uma organização criminosa.
O julgamento causou grande controvérsia internacional. O governo israelita autorizou que as cadeias noticiosas de todo o mundo transmitissem ao vivo o julgamento. Um homem sentado atrás de um vidro à prova de balas e de som, enquanto muitos sobreviventes do Holocausto testemunharam contra ele.
Foi condenado a todas as acusações e recebeu a sentença de morte (a única pena de morte civil alguma vez levada a cabo em Israel) a 15 de Dezembro de 1961 e foi enforcado poucos minutos depois da meia-noite de 1 de Junho de 1962, na prisão de Ramla, perto de Tel Aviv. Foi a única excepção aberta pela lei israelita, a qual não prevê a pena de morte.
Adolf Eichmann durante seu julgamento
por crimes de guerra, em Israel (1962).


A propósito do julgamento de Adolf Eichmann, Hannah
Arendt escreveu o livro "Eichmann em Jerusalém", inicialmente escrito como um contributo para a revista "The New Yorker". Ela cunhou neste livro o termo "Banalidade do Mal".
Adolf Eichmann durante seu julgamento
por crimes de guerra, em Israel (1962).

O ex-coronel da GESTAPO foi executado uma hora após ter seu pedido de clemência negado pelo Presidente Itshak Ben-Zvi.
A execução foi testemunhada por funcionários federais, médico, policiais, jornalistas (inclusive estrangeiros) e pelo pastor protestante canadense William Hull.
Suas últimas palavras foram: “Longa vida à Alemanha... Longa vida à Áustria... Longa vida à Argentina. Estes são os países com os quais mais me identifico e nunca irei esquecê-los. Tive de obedecer as regras da guerra e as de minha bandeira. Parto em paz”.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Eichmann