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terça-feira, 31 de maio de 2011

Chico Anysio, Oscarito e Sônia Mamed - Cena do filme ''Cacareco Vem Aí" ...


Três titãs da comédia reunidos, numa hilária cena do filme "Cacareco Vem Aí" (1960).

Dirigido por Carlos Manga, o encontro histórico - e único - dos comediantes aconteceu nos estúdios da Tv Continental, no Rio de Janeiro. O próprio Chico assinava o roteiro do filme.

Rara oportunidade de apreciar um espetáculo de humor da mais alta qualidade, com três dos maiores nomes da comédia brasileira.

Nesta cena, Cacareco e Maria do Socorro (Oscarito e Sônia) se disfarçam de mulçumanos para despistarem bandidos que os perseguem, dentro de um estúdio de TV. Acabam sendo confundidos com os legítimos mulçumanos, que eram convidados de um talk show que seria realizado, exatamente, naquele instante. Nenhuma alternativa, senão, se passar pelos verdadeiros 'sheiks'.

Henry Mancini e suas maravilhosas trilhas sonoras!


Algumas de suas composições:





















Henry Mancini  
                                                                                                                                     Nome completo Enrico Nicola Mancini
Nascimento 16 de Abril de 1924 Cleveland, Ohio
Data de morte 14 de junho de 1994 (70 anos)
Gêneros Trilha Sonora
Outras ocupações Compositor, Maestro
Henry Mancini, nascido Enrico Nicola Mancini, (Cleveland, 16 de abril de 1924 — Beverly Hills, 14 de junho de 1994) foi um compositor, pianista e arranjador estadunidense. Dono de um apuro estético muito sofisticado no arranjo de suas músicas e tendo sido um melodista excepcional, ele é melhor lembrado como sendo um dos mais conhecidos compositores de trilhas sonoras para a televisão e o cinema, ganhando um número considerável de prêmios Grammy (incluindo um em reconhecimento em 1995





Orquestra de Henry Mancini

Entre os inúmeros músicos que tocaram na Henry Mancini & His Orchestra figuraram o brasileiro Laurindo de Almeida (violão) e trompetistas como o americano Pete Candoli. Era a própria Ginny O'Connor quem fazia a contratação de cantores para o coro de vozes que acompanhava a Orquestra. A Orquestra de Henry Mancini, contratada da RCA Victor (depois BMG) gravou mais de 90 álbuns, muitos deles tiveram a produção fonográfica de Joe Reisman.
Mancini tinha o próprio programa semanal de variedades e música na TV americana, "The Mancini Generation", com seus 40 músicos, sendo que cada programa tinha duração de 30 minutos, entre os anos de 1972 e 1973.
Henry Mancini escreveu dois livros: a autobiografia "Did They Mention the Music?" (escrito em 1989) com Gene Lees e o livro técnico "Sound and Scores", de 1962, sobre orquestração para música popular, em que Mancini desmonta a sua partitura do famoso tema de "Peter Gunn" para ensinar a arte da orquestração, composição e arranjo.
Mancini compôs trilha para mais de 80 filmes, ganhou 4 Oscars da Academia de Hollywood, 2 Prêmios Emmy (O Oscar da TV americana) e 20 Grammys, o prêmio máximo da indústria fonográfica.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Ele era fenomenal, né?






Filho Ilustre de Catanduva




Prof. Dr. PAULO ROBERTO FAGUNDES

Meu grande amigo e companheiro da saudosa juventude em Catanduva.

Possui Graduação em Física pela Universidade Federal de São Carlos (1984), mestrado (1988) e doutorado (1993) em Geofísica Espacial pelo Instituto Nacional de esquisas Espaciais (INPE). Fez doutorado sanduíche na University College London, Londres (03/1991 a 02/1993), trabalhando no grupo de Atmospheric Physics Laboratory. Atualmente é professor / pesquisador adjunto e chefe do grupo de pesquisa em Física e Astronomia da UNIVAP. Coordenador dos observatórios ionosféricos de São José dos Campos (SP), Palmas (TO) e Manaus (AM). Tem experiência na área de Física Espacial, Física da relação Sol-Terra, Física da Atmosfera Superior e Física da ionosfera. Já orientou 2 alunos de doutorado e 6 alunos de mestrado. Um dos organizadores da sessão C1.1 do COMMITTEE ON SPACE RESEARCH (COSPAR - 2006, 2008 e 2010), foi membro do corpo editorial do Advances in Space Research de 2006 a 2008. Atua como revisor do Journal Geophysics Research, Geophysical Research Letters, Journal of Atmospheric and Solar-Terrestrial Physics, Annales Geophysicae, Advances in Space Research, Acta Geophysicae, Earth Planets and Space e Revista Brasileira de Geofísica. De acordo com Web of Science, possui 63 artigos publicados em revistas internacionais com 507 citações (H=13). É bolsista de produtividade do CNPq (nível 1D)

Filhos Ilustres de Catanduva- Wagner Homem




Não poderia deixar de incluir este nosso amigo, Wagner Homem,, como um dos filhos ilustres de Catanduva, no meu modesto Blog.
Estudou no(a) EAESP - FGV. Atualmente mora em São Paulo.

Nasceu em 8 de fevereiro de 1951





Histórias de Canções-Chico Buarque” chegou esta semana às livrarias portuguesas. No Brasil está nos tops e Wagner Homem, o autor, vai até iniciar uma colecção – as próximas histórias serão sobre as canções de Toquinho. Isabel Coutinho, em São Paulo

Numa tarde de Novembro, Wagner Homem entra na sala de um hotel de São Paulo e vai dizendo “moça, você está se queixando do calor mas não ligou o ar condicionado”. Risos para lá, risos para cá e a conversa começa animada. Wagner Homem costuma esconder-se por trás do “site” oficial de Chico Buarque (é também o curador dos “sites” de Maria Bethânia e Mario Prata) mas desde Outubro está na ribalta. Tudo por causa do livro “Histórias de Canções – Chico Buarque” cuja saída em Portugal esteve inicialmente prevista para 2010 (ver Ípsilon de 30-10-09) mas foi antecipada e está nas livrarias numa edição Dom Quixote.

O livro, que é o primeiro de uma colecção dedicada às histórias ligadas às canções de compositores, tem-se aguentado nos tops dos livros mais vendidos no Brasil. Formado em administração de empresas, Wagner Homem, 58 anos, trabalhou em jornais como revisor e redactor, passou pela rádio, mas nunca teve uma actividade ligada à produção literária. Por isso está a estranhar tudo o que lhe tem acontecido (anda imparável a promover o seu livro, dar entrevistas e autógrafos). “Eu tinha só uma certeza: não seria um fracasso. Mas nem de longe poderia supor que tivesse esse desempenho. O que é que acontece? Chico vende, é verdade. Mas existem outros livros com foto e o nome dele na capa que não tiveram a mesma performance”, diz. “O grande lance do livro foi mesmo essa simplicidade: contar historinha. Não tem a pretensão de fazer análise académica, literária, sociológica, psicológica. Conta histórias pura e simplesmente.”

Wagner Homem teve a ideia de fazer este livro por causa das perguntas que lhe enviavam para o “site”. Percebeu que algumas notinhas eram muito visitadas e quando organizou a informação achou que dava para iniciar uma colecção que deve ter continuidade com Toquinho.”
É de Toquinho aliás o prefácio deste livro. “Há uma vantagem de Toquinho em relação ao Chico: Toquinho é um falador. Fala que é uma maravilha! Então o próximo livro da colecção deve ser sobre Toquinho e tem outros que a gente está estudando.” Será o irmão de Toquinho, o escritor João Carlos Pecci (autor da biografia “Toquinho 30 anos de Música”), que escreverá o livro. Homem vai “supervisionar” a colecção.


Chico Buarque não participou em “Histórias de Canções” – estava a escrever “Leite Derramado” – mas leu as provas. Não fez nenhuma restrição em relação a nada do que leu e isso surpreendeu Homem. “Se meteu a corrigir uma ou outra coisinha e eu achava que ele ia torcer o nariz para aquela história da Mônica Salmaso sobre a canção ‘Ode aos Ratos’, achei que ele fosse falar: deixa quieto. Passou sem nenhum problema.” A história conta-se facilmente. Enquanto estava a escrever a letra Chico telefonou a Paulo Vanzolini, compositor e zoólogo, a perguntar coisas específicas sobre os ratos. “O nariz, como é que é? É frio? Quente? Macio? Duro? E a pelagem?”. Vanzolini, matreiro, responde: “- Ô Chico! Você mente tanto sobre mulher…Por que não inventa qualquer coisa também sobre os ratos?”. Chico não se atrapalha: “Pô, Vanzolini…Pelos ratos eu tenho o maior respeito.”

Já na adolescência Wagner Homem gostava de ouvir Chico Buarque. Ao contrário do seu irmão que preferia Simonal e achava Chico “um quadrado”. Mas não era fã incondicional. “Em 1968 fui dirigir no interior a peça ‘Morte e Vida Severina’, o poema de João Cabral de Mello Neto de que Chico fez a música. Eu achava a música ruim. Não gostava, achava que eram muito alegres para a peça.”
E tinha um motivo para isso: na sua opinião “a canção ‘Funeral de um Lavrador’ (‘Esta cova em que estás com palmos medida’…) no disco da peça foi gravada demasiado rápida. Tanto que quando o Chico a gravou [mais tarde num dos seus discos], gravou mais devagarinho.”

Com o passar dos anos Wagner Homem foi-se apercebendo de que entre aquilo que já tinha de Chico, havia coisas raras. Tinha um acervo respeitável. “Com o advento da Internet propus ao Chico fazer o ‘site’, ele topou e estou administrando há 11 anos. Conheci muita gente do mundo inteiro que tinha coisas que eu não tinha. Claro que tem muita roubada, você imagina. Tem muita coisa ruim, mas quando tem coisa boa é para valer.”

Wagner conheceu Chico por causa de ter organizado, em 1989, as letras das canções para o livro de Humberto Werneck “Chico Buarque letra e música”.
“Eu revisava as letras, passava para a editora e esta passava para Chico. Aliás aquela história que conto no livro sobre a letra ‘Meu caro Barão’ foi na decorrência disso. Nesta canção, Chico Buarque “tira o acento de várias palavras e faz com que rimem com outras (faxina com maquina, dizia com ausencia, lotado com sabado, virgula com ridicula, ouvido com palido, etc). Além disso comete, propositadamente, erros de concordância em frases como ‘o santo dos ladrão’ e ‘Deu uma cocega /Nos calo da mão’”.

Um dia Chico ligou-lhe pedindo que conferisse a letra. O texto que Wagner tinha enviado para a editora não era o mesmo que tinha sido enviado para Buarque. Num excesso de zelo, alguém na editora corrigiu os “erros” ortográficos e gramaticais do letrista. “Um cara na editora meteu acento em tudo”, ri-se Wagner a contar a história.

Quando Chico Buarque foi com os pais viver para Roma (aos nove anos) escreveu num bilhete que deixou para a avó: “Vovó Heloísa. Olhe vozinha não se esqueça de mim. Se quando eu chegar aqui você estiver no céu, lá mesmo veja eu ser um cantor do rádio”. E esta determinação parece tê-lo acompanhado ao longo da vida. “É engraçado como ele já moleque, ele já peitava as vacas sagradas [encarava, discutia com]. Em geral com as vacas sagradas você baixa a cabeça mas ele já discutia com Tom [Jobim] e Vinicius [de Moraes] desde o comecinho. Aquela história do tamanco é uma maravilha”, continua Wagner Homem a contar entusiasmado. E de repente desata a cantar o verso original. “Vou coleccionar mais um soneto/ Outro retrato em branco e preto/ A maltratar meu coração”. Numa ocasião Tom Jobim, autor da música, teria dito a Chico que ninguém fala: retrato em branco e preto” e que a expressão correcta seria “preto e branco’. Ao que Chico teria respondido:”Então tá. Fica assim: ‘Vou coleccionar mais um tamanco/outro retrato em preto e branco’.”

“Nessa altura, no final dos anos 60, Chico ainda era um garoto e Tom já era Tom Jobim”, explica Wagner. “Chico sempre tratou todo o mundo no mesmo nível com todo o respeito, você vê a carta dele para Vinicius [publicada no livro], ela é toda cheia de respeito, chamando Poeta, mas defendendo cada vírgula da letra.”

O PÚBLICO viajou a convite da Portugal Telecom

(Entrevista publicada no suplemento Ípsilon, do jornal PÚBLICO de 4 de Dezembro de 2009)

* * *

http://www.ciberescritas.com/?p=6327




segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pantera Cor-de-Rosa, estréia nos anos 60


A Pantera Cor de Rosa que fazia a cabeça em água ao inspector da polícia. Série de Animação que estreou nos anos 60 e ainda hoje mantém uma legião de fãs por todo o mundo e uma enorme gama de merchandizing.

Bill Haley & His Comets, rock and roll com início nos anos 50











Bill Haley & His Comets foi uma banda de rock and roll que teve início nos anos 1950 e que continuou até a morte de Haley em 1981. Esta banda, também conhecida pelos nomes Bill Haley and The Comets e Bill Haley's Comets, foi um dos primeiros grupos de músicos brancos a levar o rock às grandes platéias norte-americanas e ao redor do mundo. Seu líder, Bill Haley, era um músico de country; depois de gravar uma versão country de "Rocket 88", uma cancão de R&B considerada o primeiro Rock and Roll gravado, ele mudou seu estilo para um novo som chamado rockabilly
Embora diversos integrantes do Comets tenham ficado famosos, foi Bill Haley quem permaneceu como o astro. Com sua postura energética ao palco, muitos fãs consideram-nos tão revolucionários para sua época quanto os Beatles e os Rolling Stones foram para as suas.
Mais de 100 músicos tocaram com Bill Haley & His Comets entre 1952 e 1981, muitos tornando-se favoritos dos fãs. Várias tentativas de reunir a banda têm sido feita desde os anos 80.
Os Comets originais, que tocaram com Haley entre 1954 e 1955, iniciaram uma turnê mundial em 2005, tocando em casas de concerto nos Estados Unidos e na Europa. Dois outros grupos também clamam a posse do nome Bill Haley's Comets, e também se apresentam nos Estados Unidos: um trazendo o baterista (de 1965 a 1968) John "Bam-Bam" Lane e o outro o baixista (de 1959 a 1969) Al Rappa.
Em março e julho de 2005 os integrantes do grupo de 1954-55, agora chamados simplesmente de The Comets, fizeram várias aparições em Nova Iorque e em Los Angeles como parte das comemorações dos 50 anos do rock and roll e dos 80 anos de Bill Haley. Durante um concerto em 6 de julho a filha mais nova de Bill, Gina Haley, cantou com a banda; uma aparição similar fora feita em março pelo filho mais velho de Bill, John W. Haley.
O The Comets pretende gravar um novo CD de versões, particularmente de canções do The Who, The Beatles, Bob Dylan e de seus antigos sucessos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Haley_%26_His_Comets





Margarina Saude, anos 50 e 60

domingo, 29 de maio de 2011

O Governo Jânio Quadros (1961)

Visita de Elizabeth II ao Brasil em 1967

Nossa a segurança na Avenida Atlântica RJ super fraca impossível nos dias de hoje, com esse caos em que vivemos.E o pior o terrorismo, ninguém chegaria tão perto como foi em 1967.


Chris Montez cantando seu grande sucesso em 1966.

Anos 60, Conjunto da IÁ no Clube de Tênis

Profª Iacira,ProfªLygia, Profª Lurdinha Cazellato, Roseana, ProfªDianira e Prof Sebastião.
Esta foto mostra bem o estilo de roupas e cabelos usados na época.

Penteados anos 60

Moda dos anos 60´'

sábado, 28 de maio de 2011

A Rússia lança a cadela Laika ao espaço, á bordo do Sputnik 2! (1957)





A cadela Laika, o primeiro ser vivo a orbitar a Terra a bordo do foguete soviético Sputnik 2, em novembro de 1957, não viveu tanto quanto os soviéticos declararam na época.

As autoridades soviéticas contaram na época que Laika morreu sem sofrer nenhum trauma, cerca de uma semana após o lançamento do foguete. 

Mas informações divulgadas recentemente garantem que a cadela morreu de calor e pânico, apenas algumas horas depois do início da missão.

As novas evidências foram reveladas no recente Congresso Mundial Espacial, que aconteceu nos Estados Unidos, por Dimitri Malashenkov, do Instituto para Problemas Biológicos de Moscou.

Calor e pânico

O historiador do espaço Sven Grahn disse à BBC que as novas informações são surpreendentes, e põem um fim a mais de 40 anos de especulações sobre o destino de Laika.

A missão da cadela a bordo do Sputnik 2 impressionou o mundo.

O Sputnik 1, o primeiro satélite do mundo, havia sido lançado há apenas um mês. Tratava-se de uma esfera de metal, pesando cerca de 18 quilos, e era muito mais pesado do que qualquer satélite que os Estados Unidos planejavam lançar.

O Sputink 2 pesava 113 quilos e levava um ser vivo: Laika. A cadela foi capturada nas ruas de Moscou pelas autoridades soviéticas, que a prepararam para ser lançada ao espaço.

Pouco depois do lançamento, os soviéticos declararam que Laika não voltaria à Terra, e morreria no espaço - o que descontentou muitos observadores.

Malashenkov revelou agora novos detalhes sobre a viagem de Laika, que recebia comidas em forma gelatinosa e foi acorrentada para que não se mexesse durante o lançamento.

Havia um sistema de sucção de gás carbônico a bordo, com o objetivo de evitar o acúmulo do gás - assim como um gerador de oxigênio. 

Um ventilador foi automaticamente acionado para deixar a cadela mais confortável. 

De acordo com Malashenkov, os soviéticos tiveram bastante trabalho para adaptar um grupo de cães à apertada cabine do foguete.

Eles foram colocados em ambientes fechados e apertados por períodos de 15 a 20 dias. Três cães foram treinados para o trabalho, mas Laika mostrou-se a melhor preparada.

Sensores médicos inseridos no corpo de Laika mostraram que os seus batimentos cardíacos chegaram ao triplo do normal. 

Morte

Malashenkov revelou ainda como Laika morreu. A temperatura e a umidade da cápsula do Sputnik aumentaram muito após o lançamento do foguete.

De cinco a sete horas depois do lançamento, os soviéticos não receberam mais nenhum sinal de vida de Laika.

Anteriormente, acreditava-se que Laika havia sobrevivido por pelo menos quatro dias no espaço - ou até uma semana, quando o foguete parou de enviar sinais à Terra.

Mesmo tendo sobrevivido por poucas horas, a contribuição de Laika foi enorme para a ciência espacial, provando que um organismo vivo poderia tolerar bastante tempo no espaço, a uma gravidade zero. 

Isso permitiu que seres humanos fossem mais tarde enviados em missões espaciais.

O Sputnik 2 deu 2.570 voltas ao redor da Terra e queimou na atmosfera do planeta, em 4 de abril de 1958.


Meninas bailarinas em Catanduva



Celina Zancaner, Celina Micalli, Nora Cizotto, Tânia Tornatore e Marta Espírito Santo (Esta foto parece ser dos anos 60)

http://www.iaradocarmo.com.br/site/arquivo.php?pagina=14



1965 - Foto do Parque das Américas na região onde  se encontra o Terminal de Ônibus Circular.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=149


Miss Catanduvinha- 1956

25.08.1956 - A Miss São Paulo 1956 e 2ª colocada no Miss Brasil, Regina Maura Vieira desce no Aeroporto de Catanduva em avião da Real e aqui veio coroar a Miss Catanduvinha Maria Estela Soubhia Lima. Estão na foto tirada no Aeroporto: Regina Maura Vieira, Dr. Paulo Louzada - Presidente da Associação Profissional dos Odontologistas de Catanduva e Francisco de Lima Machado - representante do Jornal "Diário de São Paulo", patrocinador do evento. Participaram do Concurso: Maria Estela Soubhia Lima, Celina Rosa e Maria Cristina Clemente. Animou o baile realizado no Clube de Tênis a Orquestra Marajoara de Catanduva. Observem a roupa usada por Regina e o nome Real no avião.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mary Poppins (1964)



Mary Poppins é um filme estadunidense de 1964, do gênero fantasia musical, dirigido por Robert Stevenson, e com roteiro baseado nos livros de mesmo nome de P. L. Travers.

Sinopse

Em 1910, em Londres, o banqueiro Mr. Banks, um homem frio que trata com rigidez Jane e Michael, seus filhos sapecas, não consegue contratar uma babá, pois elas desistem facilmente do emprego.
Numa noite, enquanto redige com sua esposa um anúncio de jornal procurando uma babá, sua filha Jane aparece com uma carta mostrando como seria uma babá perfeita. Esta carta acaba chegando nas mãos de Mary Poppins, que é tudo aquilo que está descrito na carta. Mary Poppins possui poderes mágicos e, com seu amigo faz-tudo Bert, transforma a vida daquela família, com muita música, magia e diversão.

Personagens principais
Julie Andrews .... Mary Poppins - babá com poderes mágicos, que vai trabalhar na casa do Sr. Banks para cuidar de seus filhos; ela chega na casa do patrão voando e usando um guarda-chuva como para-quedas e traz consigo diversas brincadeiras que mudam a vida daquela família.[4]
Dick Van Dyke .... Bert - animado e prestativo, Bert é um velho amigo de Mary Poppins, que abre o filme tocando vários instrumentos sozinhos para ganhar dinheiro das pessoas que assistem; além disso, ele também faz pinturas na calçada e limpa chaminés.
David Tomlinson .... Sr. Banks (George W. Banks) - um homem frio e rígido que tenta manter ordem na casa, é o patrão de Mary Poppins; trabalha no banco Dawes Tomes Mousley Grubbs Fidelity Fiduciary Bank.
Glynis Johns .... Sra. Banks (Winifred Banks) - é a esposa maluca de George Banks; parece ser uma mulher calma e pacata, mas na verdade é uma ativista que quer garantir o direito do voto às mulheres.
Karen Dotrice e Matthew Garber .... Jane e Michael Banks, - os filhos sapecas dos Banks, que fazem as babás desistirem muito rápido de trabalhar em sua casa, até que Mary Poppins chega e elas, além de se divertirem muito, viajam a lugares além da imaginação.

Pesquisa: Wikpédia


Enrique Iglesias & Luciano Pavarotti - Cielito Lindo

Já não se fazem vovó como antigamente.....


Já não se fazem vovó como antigamente......

vovó quando é que você vai ficar bem velhinha, igual a dona Benta, e sentar numa cadeira de balanço pra contar história? A menina vendo a vovó fazendo exercicios fisicos na esteira faz essa pergunta.

 Realmente, eu que já sou avó, estou super ligada na net, MP3 e toda a parafernalha eletrônica, acabou a era da cadeira de e balanço!

Veja que matéria hiper legal:
Matéria de Celina Côrtes 
Com tudo em cima!
As avós mudaram. Em vez de ficar em casa com os netos, cuidam da beleza, namoram e até saem em escola de samba!
Foi-se o tempo em que as avós enrolavam os cabelos brancos em coques, sentavam-se nas cadeiras de balanço para tricotar ou contar histórias aos netinhos. Hoje elas namoram, malham, fazem análise, meditam, organizam torneios esportivos e são até madrinhas de escola de samba. Curtem os netos, sim, mas também cuidam muito bem do corpo e da cabeça. Aos 46 anos, avó de Rodrigo Irineu, três anos, e Pedro Irineu, dois meses, a longilínea e deslumbrante socialite Aparecida Marinho é invejada por qualquer mulher. Com bem distribuídos 61 quilos em 1,79 m, faz power ioga três vezes por semana, se exercita em aparelhos e na esteira. Também malha durante uma hora e meia por dia com seu personal trainner. Além da genética privilegiada – os pais são esguios como ela –, ser uma avó tão jovem na aparência e no espírito se deve a uma vida inteira de terapia e ao trabalho voluntário com crianças doentes. Aparecida acabou virando exemplo para as amigas da filha. “Elas me ligam pedindo sugestões de como se vestir”, conta, orgulhosa.


http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080602193827AAXxqe


Notícia de época. 1960, misses em maiôs Catalina.


O ano era 1960, início de uma década que revolucionou o planeta Terra. 
Maracanãzinho, Rio de Janeiro, sábado, 11 de junho. 
Um público estimado em 28 mil pessoas estavam ali para assistir a eleição da mais bela brasileira do ano, promovida pelos Diários Associados.
As candidatas, em número de 23, oriundas de todas as regiões do país, tinham um sonho, o sonho maior de toda moça daquela época: ser coroada Miss Brasil. 

As misses desfilaram, primeiro, em vestido de baile (criações de CIAESA, sinônimo de Tecidos Flamezin, que se apresenta com o slogan de que "a elegância veste a beleza").
Os penteados do cabeleireiro Ermílio (anticlássico, mas funcional) e a maquillage de N.G.Payot acrescentaram mais beleza às misses. Isto quer dizer que a elegância desfilou também no Maracanãzinho.

As misses mais aplaudidas pela multidão-júri foram as de Minas, Pernambuco, Guanabara e Estado do Rio. Na base do plebiscito leigo - se rumor de palmas significasse diploma de beleza - algumas delas seriam as primeiras colocadas. E Miss Minas, a mais ovacionada, seria Miss Brasil.
Mas o Júri-expert vê as misses através de luneta antropométrica. Há pecados mortais de beleza. Poucos exemplos: ombros caídos, quadris volumosos, coxas grossas, joelhos para dentro, omoplatas salientes, e a indispensável linha reta das pernas, quando os calcanhares ficam unidos. Beleza de miss requer - dizem os que se dizem entendidos - harmonia de linhas, até a ponta dos dedos. Rosto, personalidade e saber andar contam muito. A moça que enche os olhos não é, em verdade, a miss, mas o bom gosto particular. Miss é outra coisa: talvez a combinação de aritmética com poesia e mais algo em código.
(Revista O CRUZEIRO, 25/06/1960, Ano XXXII, Nº37, reportagem de Ubiratan de Lemos e Indalécio Wanderley)


Em maiôs Catalina, as 8 mulheres brasileiras mais belas de 1960. Da esquerda para a direita:
Miss São Paulo, Erica Bertha Lirkus, 8º lugar;
Miss Amazonas, Vanja Nobre Jacob, 7º lugar;
Miss Rio Grande do Sul, Edda Logges, 5º lugar;
Miss Pernambuco, Maria Edilene Torreão, 3º lugar;
Miss Guanabara, Gina MacPherson, 1º lugar;
Miss Brasília, Magda Renate Pfrimer, 2ºlugar;
Miss Minas Gerais, Mercedes Elizabeth del Carmen Carrascosa Von Glehn, 4º lugar;
Miss Estado do Rio, Marzy Moreira, 6º lugar. 


http://passarelacultural.blogspot.com/2009/04/sessao-nostalgia-conc




EXODUS - Drama Épico de 1960


Exodus (mesmo título no Brasil e em Portugal) é um filme estadunidense de 1960, do gênero drama épico, dirigido por Otto Preminger com roteiro de Dalton Trumbo e trilha sonora de Ernest Gold, baseado em romance de mesmo título de Leon Uris.

Sinopse

Ari Ben Canaan é o líder da resistência israelense que lidera trezentos judeus dos campos de detenção no Chipre e os conduz num navio de carga para a Palestina. Mas as forças britânicas são informadas sobre seu plano e insistem para que ele desista. Porém, Ari e os seus passageiros recusam-se a desistir e arriscam suas vidas pelo ideal que perseguem, a independência de Israel.

Elenco

Paul Newman .... Ari Ben Canaan
Eva Marie Saint .... Kitty Fremont
Ralph Richardson .... general Sutherland
Peter Lawford .... major Caldwell
Lee J. Cobb .... Barak Ben Canaan
Sal Mineo .... Dov Landau
John Derek .... Taha
Hugh Griffith .... Mandria
Gregory Ratoff .... Lakavitch
Felix Aylmer .... dr. Lieberman
David Opatoshu .... Akiva Ben Canaan
Jill Haworth .... Karen
Marius Goring .... Von Storch
Alexandra Stewart .... Jordana Ben Canaan
Michael Wager .... David Ben Ami
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Exodus_(filme)#Sinopse

Juca Chaves-Por quem Sonha Ana Maria?


Roberto, Luna, juca Chaves e Agostinho dos Santos.






O Juquinha fazia muitas gozações da situação política e econômica do país (e, também, de si próprio em relação a sua estatura e tamanho do nariz).



Com formação em música erudita, começou a compor ainda na infância. Iniciou sua carreira no fim da década de 1950, tocando modinhas e trovas num estilo suave.
Nos anos 60 montou um circo nas proximidades da Lagoa Rodrigo de Freitas, do Corte de Cantagalo. Ali apresentou seu show Menestrel Maldito. Conforme o próprio Juca, o nome do circo era uma sigla: S de "snob", D de "divino Dener", R de "ralé", U de "uanderful", W de "water-closet", S de "Sdruws mesmo".
O humorista costumava contar a seguinte história sobre o Sdruws, perto do qual ficava uma favela. Juca convidara para o Circo políticos, empresários, também pessoal da alta-sociedade carioca e antes da primeira apresentação resolveu reunir os líderes da favela para lhes falar com franqueza, indo direto ao assunto: "Vim aqui para saber como vai ficar o negócio do roubo?" - Uma mulher baixinha, morena (líder da favela) foi logo respondendo com firmeza: "Olha aqui seu Juca, nós entendemos a sua preocupação e lhe agradecemos pela sinceridade, mas pode o senhor ficar tranqüilo, porque a nossa comunidade já se garantiu, e pediu proteção à Polícia!".
Muitas de suas piadas ficaram famosas, marcaram época. Dentre elas temos:
"a hiena é um animal que come fezes dos outros animais, só tem relações sexuais uma vez por ano e ri… mas ri de quê?"
"Escotismo: um bando de garotos vestidos de idiotas, comandados por um idiota vestido de garoto" (Juca teria pedido desculpas por essa frase).
Juca foi um crítico do Regime Militar, da grande imprensa e do próprio mercado fonográfico. Chegou a ser exilado em Portugal na década de 1970 mas, ao incomodar o governo de Salazar com suas sátiras que então ganhavam espaço nas rádios e televisão locais, transferiu-se para a Itália.
De volta ao Brasil, apresentou programas de televisão. Na década de 1980, lançou sua gravadora independente, a Sdruws Records. Um de seus bordões mais conhecidos é: "Vá ao meu show e ajude o Juquinha a comprar o seu caviar", seguido de sua risada característica.
Dentre suas canções mais conhecidas estão "A Cúmplice", "Menina", "Que Saudade", "Por Quem Sonha Ana Maria" e "Presidente Bossa Nova".
Em 2003 outro sucesso de Chaves nos anos 70 - a canção "Take me Back to Piauí" - foi editado na coletânea "Brazilian Beats Volume 4" da gravadora britânica Mr. Bongo, especializada em música popular brasileira.
Juca Chaves tem duas filhas adotadas e reside na Bahia. Também é conhecido por ser um fanático torcedor do São Paulo Futebol Clube.
Em 2006 lançou-se candidato a senador na Bahia pelo PSDC, ficando em 4º lugar, com 19.603 votos (0,35% do total). Suas propagandas em formato de poesias distinguiam-no dos demais candidatos.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Juca_Chaves


Do debate musical entre Juca Chaves e Jorge Ben. surgiram as famosas criações  da MPB, conforme demonstrado no vídeo abaixo.








quinta-feira, 26 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Trecho da radionovela O direito de nascer (Rádio Nacional - Anos 1950)


Trecho da novela "O direito de nascer", apresentada na Rádio Nacional nos anos 1950.

Censura das Musicas na Ditadura Militar (DCDP)



Na década de sessenta, o Brasil era assolado por um golpe militar de direita contra o qual toda a intelectualidade ligada à esquerda se mobilizou. No campo artístico, passa a ser produzida uma música que protesta por meio da análise de mensagens subliminares embutidas nas canções de protesto. Nessa mesma época foi marcada por efervescência no campo político-social do país. Uma vontade de participar ativamente da política interna é despertada em diversas camadas da sociedade. Os movimentos estudantis são intensificados e passam a agir junto ao povo. Podemos tomar como exemplo os Centros Populares de Cultura (CPCs), da União Nacional dos Estudantes (UNE). Destacamos também a mobilização dos operariados e dos agricultores, que constituem o movimento sindical em torno das Confederações Gerais dos Trabalhadores (CGT) e as Ligas Camponesas.
Em nossa apresentação trataremos a questão das músicas do período ditatorial, evidenciando sua importância dentro da história, sendo parte da nossa memória e cultura.

Paul Mauriat: ♫ L'Amour est bleu (Love is Blue) ♫




Sucesso de Paul Mauriat e sua orquestra em 1968, "L'Amour est bleu" ("Love is Blue") é uma composição de Pierre Cour e André Popp, que a gravou originalmente em 1967. A canção foi enorme sucesso não só na França, mas também em vários países do mundo, e recebeu inúmeras gravações, como as de Caravelli, Claudine Longet, Clementine, Gabor Szabo, Jeff Beck, Los Indios Trabajaras, Michel Fugain, Michele Torr, Ray Conniff, Richard Clayderman, Sandpipers, Santo and Johnny, The Dells, Vicky Leandros e outros. No Brasil foram registrações versões, intituladas "O amor é azul", de Clara Nunes, Celly Campello, Luiz Loy e seu Conjunto e The Jordans. A gravação de Paul Mauriat é o principal hit da carreira deste orquestrador francês nascido em 4 de março de 1925 em Marselha.

O talento de Paul Mauriat é hereditário. Era filho de uma família de músicos, tendo seu pai como primeiro mestre. Aos quatro anos, iniciou seus estudos de piano. Aos dez, entra para o Conservatório de Paris, saindo quatro anos mais tarde decidido a seguir a carreira de concertista. O encontro com o jazz, entretanto, muda os planos iniciais do artista. O novo ritmo decididamente influencia o estilo que o tornaria famoso em todo o mundo.

Mauriat cresceu em Paris e aos dezessete anos, organiza sua própria orquestra, apresentando-se em cabarés e teatros na França e em outros países da Europa. Na década de 50, tornou-se o arranjador preferido de vários cantores franceses, entre os quais se destaca a figura de Charles Aznavour. Fã da Música Popular Brasileira, Mauriat gravou clássicos como Casa no campo (Zé Rodrix - Tavito), Amada amante (Roberto Carlos - Erasmo Carlos), Presepada (Antonio Carlos - Jocafi), Naquela mesa (Sergio Bittencourt), Viagem (J.de Aquino - Paulo César Pinheiro) e outros.

Ele se retirou da profissão em 1998, num último show em Osaka, Japão. Mas a orquestra ainda faz shows pelo mundo, e inclusive fez duas viagens para a China. Em 2002 o escritor e perito na vida do maestro, Serge Elhaik lançou uma biografia autorizada escrita em francês, que se chama "Une vie en Bleu". Esta biografia contém valiosas informações sobre a discografia de Mauriat e muitas fotos dele e de sua orquestra. Nos últimos meses de vida, o maestro ficou residindo em sua casa de verão na cidade de Perpignan. Foi internado no hospital da cidade, muito fraco e, após 2 dias internado, a 1 da manhã do dia 3 de Novembro (horário local) de 2006, Paul Mauriat faleceu aos 81 anos.