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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Peter Allen - I go to Rio (anos 70)



Peter Allen (10 de fevereiro de 1944 — 18 de junho de 1992) foi um cantor, compositor e pianista australiano de música pop e rock. Suas músicas se tornaram famosas na voz de outros artistas, como Elkie Brooks e Olivia Newton-John, como a canção "Arthur's Theme (Best That You Can Do)" tema do filme Arthur, ganhando um Óscar em 1981. Além da carreira musical, trabalhou em muitos musicais na Broadway, inclusive se apresentou no Radio City Music Hall. Seu casamento com Liza Minnelli terminou em divórcio, e seu relacionamento mais significativo foi com Chris Orr, que durou 15 anos.





Em 1976, Allen lançou o álbum Taught by Experts, que alcançou o 1º lugar na Austrália, junto com o singles "I Go to Rio" e "The More I See You".


http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Allen



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Louise Brown, primeira bebê de proveta do mundo (1978)




A notícia do nascimento de Louise Brown, em 1978, deu a volta ao mundo, ao culminar uma década de pesquisas científicas sobre a possibilidade de óvulos fora do corpo humano serem fertilizados. Sua mãe, Lesley, estava havia nove anos tentando ficar grávida quando decidiu se submeter ao pioneiro tratamento no hospital Kershaw Cottage de Lancashire (noroeste da Inglaterra), sob a supervisão dos britânicos Robert Edwards e Patrick Steptoe, lembra o The Times.

Brown nasceu no Hospital Geral de Oldham, no dia 25 de julho de 1978, após uma gestação gerada pela técnica de fertilização desenvolvida pela equipe dos cientistas Robert Edwards e Patrick Steptoe. Sua mãe, Lesley, estava havia nove anos tentando ficar grávida quando decidiu se submeter ao pioneiro tratamento.
 Numa proveta , os especialistas fertilizaram um dos óvulos de Lesley com o esperma de seu marido, John. O embrião resultante foi implantado no útero de Lesley, que, nove meses depois, numa cesariana, deu à luz Louise Brown. O casal teve depois uma segunda filha, Natalie, pelo mesmo processo.



Louise Brown, declarou-se "encantada"  com a atribuição do Prêmio Nobel de Medicina a Robert Edwards, cuja terapia de fertilização in vitro permitiu que ela fosse gerada, em 1978.
O primeiro bebê de proveta do mundo, Louise Brown (na foto, com o filho) hoje com 33 anos de idade,

Ela marcou o início de uma prática muito comum entre casais inférteis, que já gerou 4 milhões de seres humanos nas últimas três décadas.




Capa dos principais jornais do planeta, revolucionou os tratamentos de esterilidade, permitindo que milhões de casais no mundo procriassem por fecundação in vitro (FIV).
» Primeiro bebê de proveta fará 30 anos
»Mulher tem trigêmeos idênticos após inseminação
»Transplante de ovário reverte esterilidade de belga
Louise, que leva uma vida comum junto a seu marido Wesley Mullinder e seu filho, Cameron, de 18 meses, em Bristol - ainda chama a atenção do público.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3030589-EI296,00-Primeiro+bebe+de+proveta+completa+hoje+anos.html
http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/saude/25781-Primeiro-bebe-de-proveta-completa-30-anos


Vejam algumas notícias de 1978, ano em que nasceu a primeira bebê de proveta...








sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pery Ribeiro, deixa saudades...


O cantor e compositor Pery Ribeiro morreu na manhã desta sexta-feira (24), aos 74 anos, vítima de um infarto, no Rio de Janeiro. Ele era filho da cantora Dalva de Oliveira (1917-1972) e do cantor e compositor Herivelto Martins (1912-1992).
De acordo com a esposa de Pery, a empresária Ana Duarte, ele estava internado havia 30 dias no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, na Zona Norte, para tratar de uma endocardite e tinha alta programada para esta semana. "Hoje [sexta-feira] pela manhã fomos surpreendidos com esse infarto fulminante", lamentou Ana, casada há 20 anos com o artista. Ele deixa dois filhos: Paula, do seu primeiro casamento, e o produtor de comerciais Bernardo Martins.
A carreira
Pery iniciou a carreira artística aos três anos, quando fez a dublagem do anão Dengoso em filmes de Walt Disney ao lado de sua mãe, que interpretava a Branca de Neve. Aos 5 anos, em 1942, participou de “It’s all true”, o filme inacabado de Orson Welles, filmado no Brasil. Em 1959, trabalhando na TV Tupi como operador de câmera, foi convidado para participar do programa de Paulo Gracindo na Rádio Nacional.

Assumiu, então, o nome artístico de Pery Ribeiro, seguindo sugestão de César de Alencar. Ainda em 1960, gravou seu primeiro disco, um compacto duplo contendo a canção "Sofri você" (Ricardo Galeno e Paulo Tito), entre outras.
Pery gravou a primeira versão comercial de "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, além de 12 discos dedicados à bossa nova. A partir da década de 1970, se dedicou a trabalhos mais voltados para o jazz, ao lado de Leny Andrade, viajando por México e Estados Unidos, onde atuou também ao lado do conjunto de Sérgio Mendes.
Ganhou mais de 60 prêmios na carreira, incluindo o Troféu Roquette Pinto, o Chico Viola e o Troféu Imprensa. Além da carreira musical, foi apresentador de programas de televisão e participou de filmes no cinema nacional.

Que nesta viajem, ele possa encontrar sua mae e pai! Fazendo entao, o verdadeiro trio que em vida encantou a todos nos brasileiros. 


http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/02/pery-ribeiro-morre-aos-74-anos-vitima-de-um-enfarte.html
Dizem que tem pessoas que nascem com uma estrela. Pery Ribeiro nasceu com duas, ou melhor, da união de duas das maiores estrelas da música brasileira em todos os tempos:
Herivelto Martins e Dalva de Oliveira.
Com uma origem dessas, nada mais natural para esse carioca nascido em 27 de outubro do que alcançar o seu próprio espaço no firmamento. E Pery o fez! Com tanto brilho que, não bastasse ser o primeiro intérprete a gravar, e portanto "descobrir" a clássica "Garota de Ipanema", também lançou sucessos como "Samba de Verão", "Barquinho", "Rio" e "Você" e ainda hoje congrega uma multidão de fãs pelo mundo inteiro que lotam seus shows, que compram seus discos e que retribuem ao ídolo o imenso e genuíno carinho que ele sente por eles.

http://www.peryribeiro.com/

O primeiro cantor a gravar "Garota de Ipanema"








Chain: o catanduvense de pés descalços (Baccanelli)


O popular Chain ficou conhecido por sempre andar com os pés descalços
Catanduva possuiu inúmeras pessoas que até hoje são lembradas por grande parte da população, não por serem poderosos, por possuírem grandes cargos políticos ou ainda por terem realizado “grandes feitos”.
Inúmeros personagens da vida real deixaram suas marcas em nossa cidade pelo jeito único de serem, pelos seus hábitos, costumes e individualidades, fazendo com que eles ficassem conhecidos em sua época e em tempos posteriores.
Podemos aqui citar o negro Osório, homem que vestia uma farda, apito na mão, com direito à quepe e porrete de borracha, que ficava “comandando” o trânsito de nossa cidade em tempos atrás. Diz uma história, que certa vez ele chegou a tomar trinta copos de água de uma vez só.
Muitos ainda se lembram do Muriano, que usando seu sapato velho e furado, cajado na mão e um saco nas costas, andava em Catanduva pedindo esmolas, sempre falando sozinho e causando medo em algumas crianças, embora totalmente inofensivo.
Ainda podemos citar “Joaquim Bolo Fofo”, que era alto e gordo, andava mal trajado e de chinelos, fazendo ponto em frente à “Casa Dois Irmãos” e com seu chapéu arrecadava moedas que lhes eram dadas pela população; também a figura de Andó, caracterizado por sempre usar um paletó azul, camisa abotoada até o pescoço, chapéu, falanmdo sozinho, percorria a cidade com uma pequena enxada nas costas e quando alguém pedia para ele capinar algum quintal, ele sempre respondia: “Amanhã eu vou”.
Todos esses personagens deixaram marcas em nossa cidade e claro que muitos além desses existiram em Catanduva, bem como atualmente contamos com algumas figurinhas marcantes em nosso meio.
Dentro dessa perspectiva, hoje vamos conhecer um pouco da vida de outra figura muito conhecida em Catanduva: Chain Felício Tayar, o homem dos “pés descalços”.


Chain sempre foi muito querido pela população de Catanduva e era  muito conhecido também 

Chain Felício Tayar nasceu na cidade de Catanduva, no dia 02 de novembro de 1933. Filho de Felício Tayar e de Chafica Tayar, de origem libanesa, seu pai exercia a função de pastor, matando cabritos e carneiros e depois vendendo a carne. Além de Chain, o casal ainda possuía mais três filhos: Jamil Tayar, Damus Felício Tayar e Saada Felício Tayar.
Chain, que durante a sua vida exerceu a profissão de corretor de automóveis, ficou muito conhecido em nossa cidade pela característica particular de andar sempre com os pés descalços.
“Esse era um costume que ele tinha desde criança. Não calçava sapato de jeito nenhum, e olha que o pé dele era duro. Muitas vezes quando ele ia vender algum automóvel, ele dava cada chute no pneu do carro para mostrar que era bom, que eu acho que até de botina dava para machucar”, relembra o irmão caçula de Chain, Sr. Jamil Tayar.
Em jornais antigos de nossa cidade, contidos no acervo do Museu “Padre Albino”, foi possível encontrar matéria que classificou Chain como um andarilho, fato que foi negado por seu irmão. “O Chain nunca foi um andarilho, porque ele tinha casa. Como nunca casou, sempre morou com os pais. O que acontecia, é que às vezes ele saía andando pelas ruas e não voltava, dormia em alguns lugares, como a Guarda Municipal, por exemplo”.
E por falar em Guarda Municipal, um dos grandes desejos de Chain era de poder usar o uniforme da corporação. Sua vontade foi cumprida durante a gestão do prefeito municipal Carlos Eduardo de Oliveira Santos, e das mãos do chefe da GCM, Dorival Callegari, recebeu a farda e o apito que tanto queria.
De acordo com o referido prefeito, em matéria do jornal “O Regional”, de 06 de julho de 1999, a doação do uniforme à Chain foi feita com uma condição: de que ele se calçasse. “Ele não usava calçados e seus pés estavam sempre machucados, por isso demos a farda que ele queria com a condição de que, a partir dali, ele usasse sempre sandálias e meias que compramos”, lembrou Carlos Eduardo.


Foto tirada durante a construção do calçadão da rua Brasil, no ano de 1987. Chain sempre estava perto de políticos e pessoas conhecidas da cidade. Na foto, temos, da esquerda para a direita: José Paschoal Figueiredo, José Roberto Louzado, Geraldo Coneglian, Haroldo Gondim Guimarães, José Alfredo Luiz Jorge, Baroni, Thomé e Chain, com os pés descalços

Se por um lado Chain não gostava de cuidar muito de seus pés, grande cuidado dispensava para as mãos. “Ele tinha o costume de lavar muito as mãos. Abria a torneira, gastava quase um sabonete e ficava um tempão esfregando uma mão na outra para poder deixá-las impecáveis. E quando acabava de lavar, não fechava a torneira não, com medo de sujar de novo”, relembra o costume do irmão o Sr. Jamil.
Um dos fatos lembrados por seu irmão foi uma das festas de carnavais, onde Chain desceu a rua Brasil com uma placa que continha os dizeres: “Chain, o maior corretor da praça”.
“Ele gostava muito de carnaval e era nessa época quando ela mais se arrumava, ou melhor, colocava uma bermuda mais arrumada ou uma calça arregaçada na altura das canelas e saía para as noites de festa. Ele podia ter todos os defeitos do mundo, mas uma coisa que era muito forte nele era sua honestidade. Como era corretor de carros, hoje em dia é muito comum vermos as pessoas venderem carros ruins por bons. Chain não: se o carro fosse batido ele não vendia, ou ainda mostrava os defeitos que o carro que estava vendendo possuía. Não enganava ninguém”, finaliza seu irmão caçula.
Chain Tayar faleceu no dia 05 de julho de 1999 devido à problemas respiratórios. Seu corpo foi enterrado com uma farda da Guarda Civil Municipal de Catanduva no cemitério “Nossa Senhora do Carmo”.
Como forma de homenagem à essa grande figura que fez parte da história de Catanduva, o vereador Marquinhos Ferreira apresentou projeto de lei no ano de 2009, denominando que a estrada municipal Ravazi (C.T.V. 382) recebesse a denominação de “Rodovia Municipal Chain Felício Tayar”. O projeto foi aprovado e transformado na Lei Nº 4.911, de 22 de fevereiro de 2010. 



Sr. Jamil Tayar, irmão caçula de Chain: " Eu como era o caçula, de vez em quando eu dava umas broncas  nele e ele não gostava não"

Por Thiago Baccanelli
http://baccanellihistoria.blogspot.com/2012/01/chain-o-catanduvense-de-pes-descalcos.html

Veja tambem neste Blog, mais sobre Chain




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mundo cão - filme de 1962


Até hoje o nome do filme, "Mundo cão", é usado como expressão popular, para designar  um mundo ruim.





Mondo Cane, em idioma português Mundo Cão, é um filme documental realizado em 1962 e dirigido pelos cineastas italianos Paolo Cavara, Gualtiero Jacopetti e Franco Prosperi, que deu origem ao gênero conhecido hoje como Shockumentary.
História

A película narra uma série de viagens por distintas culturas exóticas ao redor do mundo. Foi objeto de numerosas imitações, incluindo o filme Schocking Asia e Faces of Death.
A sua trilha sonora, More, escrita por Riz Ortolani e Nino Oliviero foi indicada, em 1963, ao Oscar na categoria Melhor Trilha Sonora. Foi traduzida ao inglês por Norman Newell e gravada por Roy Orbison e muitos outros artistas e orquestras do mundo inteiro.

(Mondo Cane)
Itália - 1962
Com estas palavras, os diretores deram início ao sucesso internacional de crítica e público deste filme, bem como revolucionaram o gênero documentário para sempre. Filmado em vários rincões do mundo, este épico referencial explora a cultura da vida e da morte, a agonia dos homens e das feras, os tabus do sexo e das religiões, a transformação da civilização doentia em barbárie. Algumas vezes belo, frequentemente horripilante e ainda surpreendente, mantém-se um dos mais perturbadores e controversos filmes de todos os tempos. Este shockumentary - foi o começo de tudo. Este é Mondo Cane. Temos nesta obra, a brilhante trilha musical de Nino Loiviero e Riz Ortolani, que inclui a música tema 'More' ...

Sinopses
por NetMovies
Com estas palavras, os diretores deram início ao sucesso internacional de crítica e público deste filme, bem como revolucionaram o gênero documentário para sempre. Filmado em vários rincões do mundo, este épico referencial explora a cultura da vida e da morte, a agonia dos homens e das feras, os tabus do sexo e das religiões, a transformação da civilização doentia em barbárie. Algumas vezes belo, frequentemente horripilante e ainda surpreendente, mantém-se um dos mais perturbadores e controversos filmes de todos os tempos. Este shockumentary - foi o começo de tudo. Este é Mondo Cane. Temos nesta obra, a brilhante trilha musical de Nino Loiviero e Riz Ortolani, que inclui a música tema 'More', indicada ao Oscar.

Wikpédia, a enciclopédia livre
http://www.netmovies.com.br/filmes/

"More", a Música tema do filme...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

NAO EXISTE PECADO AO SUL DO EQUADOR







O carnaval chegou! Esperado ansiosamente por todas as classes sociais, 
polemizados por especialistas e leigos, o carnaval chega sempre irreverente na sua 
descontração. Não adiantam críticas. Como diz a canção: “... não existe pecado do lado de 
baixo do equador”, as cabeças é que precisam acompanhar a realidade do momento, em que o 
hoje é o ontem do amanhã. E, reforçando este pensamento vem outra canção: “[...] o que 
algum tempo era novo e jovem, hoje é antigo e precisamos todos rejuvenescer.” 

COMPOSITORES CHICO BUARQUE DE HOLANDA e RUY GUERRA -Tocado como marchinha nos carnavais dos anos 70.

A Música ficou famosa na interpretação de Ney Matogrosso.
Veja clicando na telinha abaixo



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Quem se lembra do Carnaval Orniex??? (anos 60)


Relembrando alguns produtos da Orniex...
Lançado pela Orniex em 1955, o ODD fez tanto sucesso que acabou até se tornando sinônimo de detergente para louças no Brasil. A marca sumiu do mercado em 1996, quando foi comprada pela Bombril. 

Esta é uma lata de pomada para calçados da Orniex dos anos 60

Clique na telinha abaixo para assistir o famoso jingle da sheltox, um produto Orniex.






Quem se lembra do incrível Carnaval Orniex (início dos anos 60)? Deveria estar com meus 12 anos de idade... Durante o reinado de Momo, a TV Record mostrava em flashes noturnos imagens do concurso de resistência carnavalesca. Apresentado pelo narrador esportivo Raul Tabajara... O local seria o ginásio situado próximo ao aeroporto de congonhas? Ficávamos assistindo, entrando pela madrugada, cenas absurdas de foliões semi-conscientes que "flutuavam" pelo salão... Haviam figurinhas carimbadas: o índio, o palhacinho, as colombinas e os arlequins desesperados... Todos precisando dançar sem parar nos 4 dias de folia para "beliscar" prêmios prometidos pela organização... Minha mãe aparecia e com ar de censura dizia:
- Filho... Muda de canal... Isso é um "mundo cão" (filme da época)! - mas eu insistia em ver, aquilo era uma loucura transmitida ao vivo, tinha até comentaristas e repórteres (e aí peço ajuda na memória). Vagamente me lembro de um repórter entrevistando, dentro de um suposto vestiário, um concorrente deitado com os pés para cima (me parece que concediam um descanso de 5 minutos a cada hora) e ele perguntava: - Você vai conseguir agüentar firme até a 4ª feira? Vou sim, e espero levar o prêmio de 1º colocado para minha família que deve estar me assistindo e torcendo... O repórter então devolvia a palavra: - Vai daí Tabajara, me parece que ninguém tira o prêmio do Índio nesse carnaval... Ele está animadíssimo!
Quem se lembra? Será que ninguém pode ajudar a resgatar imagens ou mesmo fotos dessa verdadeira raridade da história da TV brasileira? Vamos puxar pela memória, era tudo em preto e branco... Eu imagino que concorriam mais ou menos uns 800 malucos e também que a certa altura, e mesmo no final, os músicos mandavam até de forma sádica: frevos alucinantes para derrubar mais uma leva de espertinhos que eram retirados de maca, estavam apenas fingindo a dança (na verdade muitos dormiam em pé). A expectativa ia aumentando e na última noite sobravam quase sempre os mesmos, ficavam apenas uns 15 ou 20 e não mais do que isso, ali naquele martírio, naquele covil de hienas, naquela reta final delirante... O repórter aparecia agora ao lado do folião todo suado e carcomido após tantas horas acompanhando ritmos variados...
- Como é? Tudo bem? - E a resposta vinha apenas por sinais de um ser moribundo, mas ao mesmo tempo, feliz pelo "dever cumprido"...

http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=1567

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Lembram do Frevo dos vassourinhas?








Esta tocava nas matinês dos meus carnavais de criança!


"Vassourinhas"(Matias da Rocha e Joana Batista Ramos),1949,,frevo composto para o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas. "Fogão" (Sérgio Lisboa) Podem ser consideradas as músicas mais tocadas nos carnavais das duas cidades irmãs Recife e Olinda. Pela Orquestra Tabajaras.

1978 - Carnaval de Catanduva

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Lindomar Castilho, uma triste história.


Lindomar Castilho

Lindomar Castilho,cujo nome verdadeiro é Lindomar Cabral, (nascido em 21 de janeiro de 1940, Rio Verde, GO) é cantor e instrumentista, sendo mais conhecido pela música-baião "Chamarada", pelos bem-humorados boleros "Você é doida demais" que ficou conhecido no Brasil inteiro graças a série da Rede Globo Os Normais e "Eu amo a sua mãe" e também pelo samba-canção bem lírico Tudo tem a Ver.
Seu último CD, Lindomar Castilho ao Vivo foi lançado pela Sony Music em 2000 no auge do fenômeno musical forró.
Lindomar também ficou conhecido pelo fato de ter assassinado a segunda esposa (a primeira faleceu em um acidente de trânsito), Eliane de Grammont. O crime ocorreu em 30 de março de 1981, quando Lindomar e Eliane já estavam separados havia um ano. Lindomar foi a uma bar em que Eliane se apresentava como cantora ao lado de Carlos Randal, primo do ex-marido de Eliane. Lindomar desferiu 5 tiros da platéia em direção ao palco, sendo que um deles matou Eliane. Randal ficou ferido. Lindomar foi condenado pelo assassinato de Eliane e permaneceu 7 anos na prisão.
Enquanto estava preso gravou um disco com o título "muralhas da solidão" na penitenciária goiana.
Lindomar construiu uma carreira de sucesso com os seus boleros e sambas-canções românticos. Um dos maiores vendedores de disco no Brasil da década de 70. Seu estilo influenciou toda uma geração de cantores. Seus discos eram lançados simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos.

“Ele estava a quase dois metros dela quando disparou. Levantei do banco e atirei o violão no rosto do assassino... Somente mais tarde percebi que também estava ferido, com uma bala na barriga. Mesmo assim, acompanhei Eliana, que chegou morta no hospital.” A descrição é do violonista Carlos Roberto da Silva, parceiro musical da vítima, Eliana de Grammont, que tinha 26 anos, e primo do assassino, o músico Lindomar Castilho.

O crime aconteceu em 1981 no bar Belle Époque, em São Paulo. Lindomar alvejou a ex-mulher e cantora no peito. “Não há registro do que aconteceu em minha cabeça. Eu a amava com certeza total”, disse Lindomar a Gente, de Goiânia, onde mora atualmente. “Qualquer pessoa sob forte emoção é capaz de fazer o mesmo. Me desliguei da realidade por causa de uma violenta emoção.”

Eliana e Lindomar se casaram dois anos antes do crime. O cantor, como é dito no livro, era agressivo, ciumento, bebia sem moderação. Quando Eliana foi morta, fazia 20 dias que o desquite havia sido formalizado. Lindomar descobriu que a ex-mulher tinha um caso com seu primo Carlos e ainda o culpa: “Esse parente meu foi o causador de tudo, de desavenças, de problemas”. O cantor foi condenado a 12 anos e dois meses e cumpriu parte da pena em liberdade.

Hoje, aos 62 anos, ele conta o que aprendeu: “No momento de desespero não conte até dez. Conte até dez bilhões e, depois, vá até a praia contar grão por grão de areia.”

Uma triste história...




Wikpédia, a enciclopédia livre

http://www.blogger.com/publish-confirmation.g?blogID=2816076097610271530&postID=643684266157669063&timestamp=1329506515079&javascriptEnabled=true&smallHeader=true


Lindomar e Eliane se casaram e Eliane abandonou a carreira de cantora e compositora, para se dedicar unicamente ao lar e a filha, fruto da união do casal. O casamento não durou e ela pediu a separação contra a vontade de Lindomar, e reassumiu então, sua carreira artística. 










1º encontro de amigos do Nicola (vídeo)



Vídeo feito por Valéria Pagliarini Costa

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Je T'aime Moi Non Plus, polêmica em 1969


"A indecente balada que chocou o Vaticano"




Na França, Gainsbourg é um ícone cultural, reverenciado por cinco gerações. Deveria também ser no resto do mundo, mas uma maioria ainda o associa exclusivamente a "Je T'Aime... Moi non plus" (1969), a indecente balada que chocou o Vaticano e se tornaria seu único hit internacional.

Birkin é inglesa de Londres, nascida em 1946 que, entre 1965 e 1968, foi casada com o compositor das trilhas dos filmes de James Bond de Sean Connery, John Barry. Bonita, magra, branca, com belíssimos olhos verdes, despontou no cinema com uma pequena participação em Blowup de 1966, dirigido por Michelangelo Antonioni. Em 1968, sem saber francês, a menina foi para a França disputar o papel principal no filme Slogan de Serge Gainbourg. Ganhou a personagem e o diretor.

Serge vinha de um tórrido affair com Bardot e foi com ela que gravou a versão original de ‘Je t’aime… moi non plus’, aquela música que reproduz o diálogo de dois amantes e a mulher fica sussurrando e tendo orgasmos. O lance é que Bardot se casou com o industrial alemão Gunther Sachs, que não queria ficar escutando sua dileta esposa gemendo nas rádios e proibiu seu lançamento (uma das histórias que rolou na época é que os dois haviam gravado a canção fazendo sexo de verdade, ao que Gainsbourg comentou: “se tivesse sido assim, a música seria um lado inteiro de um long-play”).

Assim, abandonado por Brigitte e apaixonado por Birkin, Serge regravou ”Je T´Aime’  com seu novo amor e o casal e a música estouraram nas paradas, mais pela polêmica, do que pela qualidade musical. A canção foi condenada pelo Vaticano, proibida em vários países (o Brasil militar, inclusive, mas também pela Inglaterra, EUA, Itália etc) e muito tempo depois f0i regravada por Donna Summerf pela orquestra de Ray Connif.

http://www.valor.com.br/cultura/1191204/gainsbourg-e-suas-mulheres

Com Brigitte Bardot..


Por Ray Conniff..


Feliz Carnaval!!!




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Fotos antigas de Catanduva (vídeo )


(Clique no centro da telinha acima)


Este é um pequeno álbum de fotos antigas de Catanduva, feito por mim.

Foram retiradas fotos do acervo deste blog, que mostram algumas características de escolas praças e pontos principais  da cidade nos anos 50, 60 e 70.
Trata-se de um vídeo caseiro, o primeiro feito por mim, portanto perdoem-me pelas falhas e  simplicidade de recursos.
Considerem que foi feito com muito amor e emoção, pela saudade que sinto ao visualizar os lugares que vivi nos meus tempos de criança e adolescência.

Os Doze Condenados- Filme de 1967


Atuação de Triny Lopez neste filme









Sinopse


Eles são militares condenados, psicóticos, estúpidos, perdedores - e campeões de bilheteria e na tradição do cinema. Décadas após terem arrebentado nas telas, Os Doze Condenados permanece como um marco irremovível na história dos filmes de ação. Lee Marvin interpreta um major durão e rude que voluntaria-se - à maneira do Exército - para comandar um esquadrão de desajustados em uma missão suicida contra os nazistas. Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Trini Lopes, Telly Savallas, Donald Sutherland e Clint Walker estão entre os doze prisioneiros que conquistarão a liberdade se sobreviverem à missão. E Robert Aldrich (O Que Terá Acontecido a Baby Jane?) dirige, dosando situações cômicas com seqüências explosivas. Indicado ao Oscar, Os Doze Condenados ganhou o de Melhor Efeitos Sonoros.

Título original: (The Dirty Dozen)
Lançamento: 1967 (EUA)
Direção: Robert Aldrich
Atores: Lee Marvin, Ernest Borgnine, Charles Bronson, Jim Brown.
Duração: 150 min
Gênero: Guerra

Elenco

Ernest Borgnine
(General Worden)
Lee Marvin (Major John Reisman)
Charles Bronson (Joseph T. Wladislaw)
Jim Brown (Robert T. Jefferson)
John Casavetes (Victor Franco)
Richard Jaeckel (Sargento Clyde Bowren)
George Kennedy (Major Max Ambruster)
Trini López (Pedro Jiminez)
Ralph Meeker (Capitão Stuart Kinder)





Lopez nasceu em Dallas no no Estado do Texas, na Ashland Street, bairro Little Mexico. Aos 12 anos ganhou uma guitarra de seu pai, e já aos quinze tocava em uma boate chamada Cipango. Fez sucesso com diversos hits, tais como, If I Had A Hammer, La Bamba, Lemon Tree, Corazón de Melón, entre outros.
Participou também de filmes, como "Os Doze Condenados" (The Dirty Dozen) em companhia de, entre outros, Lee Marvin e Telly Savallas.
Lopez ganhou diversos prêmios dentre eles o "Lenda Viva" do ano de 2007. Até hoje Trini Lopez canta e recentemente lançou um novo álbum, chamado Ramblin Man, provando que o tempo só fez melhorar sua qualidade e seu encanto com a música.

http://www.interfilmes.com/filme_20204_os.doze.condenados.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Trini_Lopez
http://www.adorocinema.com/filmes/12-condenados/

O BAILE DA VIDA







OS VELHOS BAILES ERAM MAGNÍFICOS AO SOM DO GRANDE MAESTRO
RAY CONNIFF , ASSIM QUE A ORQUESTRA COMEÇAVA TOCANDO BESAME MUCHO, LA MER ENTRE OUTRAS LINDAS CANÇÕES, OS CASAIS SE LEVANTAVAM PRA DANÇAR.COMO QUE ENVOLVIDOS PELO RITMO E AS LINDAS MELODIAS.
O BAILE: MÚSICA LA MER A MUSICA PREFERID ADO VELHO MAESTRO
RAY CONNIFF QUE HOJE DEVE ESTAR REGENDO A ORQUESTRA CELESTIAL,

1960 - Rainha e Rei Momo do Carnaval


1960 - A foto é da Rainha do Carnaval Maria Inês Patriani e do Rei Momo Milton Dall'Áglio e foi tirada na Pérgula da Praça da República.  Eles chegaram de trem  e foram recepcionados na  Estação da Estrada de Ferro pelo prefeito da cidade  Sr.  Antônio Stocco, que  entregou ao Rei Momo a  chave da cidade   e depois todos juntos foram em cortejo até a pérgula da Praça da República onde ocorreu a coroação.  

Nelson Bassanetti

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

"Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima".


Volta por cima
(1962)
 Composição: Paulo Vanzolini
 Interpretação: Noite Ilustrada

Música composta em 1962, gravada em 1963 por Noite Ilustrada no LP "Noite Ilustrada".


Representante do samba de São Paulo, ao lado de Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini deixou para a música brasileira cerca de 60 composições. Duas delas viraram clássicos do nosso cancioneiro - "Ronda" e "Volta por Cima". Esta última criou a expressão utilizada pelos brasileiros quando querem falar sobre a superação de uma crise, principalmente as amorosa: "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima".

http://raizesmpb.folha.com.br/vol-16.shtml





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

1978 - Carnaval de Catanduva (vídeo)



Kolynos ah...melhor do que nunca!





Anúncio da Kolynos publicado no Jornal do Brasil em 1940

A marca Kolynos, uma das mais célebres na área de cremes dentais no Brasil, surgiu nos Estados Unidos em 1908. Naquele ano, o dentista Neal Jenkins lançou sua fórmula, empregada em escala industrial pela Kolynos Company, baseada na cidade de New Haven, Connecticut. O produto chegou ao Brasil em 1917, importado, e mais tarde ganhou fábrica no país devido ao sucesso das vendas. Quanto ao nome Kolynos, que se tornou líder da categoria, tudo indica que tem origem latina, em que "collino" significa untar com, friccionar, esfregar. O primeiro anúncio do Kolynos no Brasil apareceu na revista Selecta, no mesmo ano de 1917, e trazia o slogan "limpa os dentes e a escovinha também". Tão tradicional quanto a marca é a embalagem de Kolynos, que sempre manteve fidelidade ao verde e ao amarelo - ora mais pálidos, ora vibrantes.
Sua compra aconteceu em uma época em que o mercado brasileiro começava a ficar atraente, com sua abertura ao mercado exterior. A compra da Kolynos, feita pela Colgate-Palmolive, empresa norte-americana, envolveu uma transação de US$ 1,040 bilhão, em que US$ 760 milhões foram destinados ao mercado brasileiro.
Na época, protestos das concorrentes, principalmente Procter & Gamble (P&G), grande interessada na compra, trouxeram à mídia uma série de discussões a respeito da lei antitrust e sobre a atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), conselho responsável por defender, dentre outras coisas, a competitividade da economia no Brasil.
A Procter & Gamble protestava com base na informação de que a união das duas companhias as tornariam detentoras de 52% do mercado de higiene e beleza. A Colgate, até então possuidora da incrível marca de 27% do market share (participação no mercado), passaria a deter a maior parte; saltaria para uma marca incrível de 79% do setor de higiene bucal, o que poderia ir completamente contra ao estabelecimento de uma competição saudável.
[editar]Marca



Gráfico comparativo refletindo os resultados do Top of Mind entre 1991 e 2003: Permanência da marca Kolynos na ponta da língua dos consumidores mesmo após ter sido retirada das gôndolas dos supermercados
Kolynos é uma marca de pasta-de-dente muito famosa no Brasil, que foi extinta e substituída na fusão, pela então recém-criada Sorriso.
O creme dental Kolynos é um exemplo de como a construção da marca com o devido sucesso tem o poder de fixar na memória do consumidor um determinado produto. O processo envolve um trabalho de memorização da marca, com ações que englobam da embalagem ao caminhão.
Todos que a conheceram lembram da sua clássica embalagem amarela e da propaganda na televisão, dos merchandisings em programas como Domingão do Faustão e nos intervalos comerciais de programas diversos nos mais diversos horários. O alvo destas propagandas eram os públicos AB.
A força desta marca era tão grande que apenas recentemente, em 2003, quando indagados por uma pesquisa, que tinha o objetivo de tabular as marcas mais lembradas na cabeça do consumidor (Top of Mind), a Kolynos perdeu a primeira posição para sua substituta, a Sorriso. Um fato incrível já que desde 1997 a marca havia sido extinta.

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Brenda Lee


SEU HIT, "I'M SORRY"




Eu sou pesaroso (Brenda Song Lee)

"Estou Sorry" é uma 1960 canção de 15-year-old americano país pop cantora Brenda Lee . Ele chegou ao número um na Billboard Hot 100 singles chart em julho de 1960. Allmusic guia escreveu que é "a canção definitiva" a estrela pop, e um dos "melhores canções pop teen de sua época". Foi escrito por Dub Albritton e Auto Ronnie . [1] No UK Singles Chart , a canção atingiu o número 12.
Segundo o Livro do Billboard Number One Hits por Fred Bronson , Brenda Lee gravou a música no início de 1960, mas sua gravadora, a Decca Records , segurou-a da liberação de vários meses com a preocupação de que uma menina de 15 anos não era madura o suficiente a cantar sobre amor não correspondido. Quando a música finalmente foi lançado, ele foi considerado o outro lado da mais uptempo "Isso é tudo que você tem que fazer." Embora "Isso é tudo que você tem que fazer" era um sucesso nas paradas em sua própria direita, atingindo o número seis no Hot 100, que era "eu sou pesaroso" que se tornou o grande sucesso eo padrão. [2] Em outras cartas, " Eu sou pesaroso "chegou ao número quatro na parada R & B e" Isso é tudo que você tem que fazer "atingiu um pico de 19 número nas paradas de R & B. [3]
Embora nunca foi lançado para rádio do país como um single, "Eu sou pesaroso", com o tempo tornam-se aceito pelos fãs país como um padrão do gênero. A música - um dispositivo elétrico em muitos " oldies país "programas - foi um dos primeiros exemplos do novo" som Nashville ", um estilo que enfatiza um som de cordas instrumentais e vocais de fundo [. carece de fontes? ]
Alvin e os Esquilos cobriu a canção para a sua série de TV episódio de "The Secret Life of Dave Seville".
Ben Vaughn referenciada em sua canção "Eu sou pesaroso (mas assim
que é Brenda Lee)".


Brenda Mae Tarpley (Atlanta, 11 de Dezembro de 1944) mais conhecida por Brenda Lee, é uma cantora estadunidense que cantou rockabilly, pop e country. Teve 37 hits gráficos estadunidenses durante a década de 1960, um número superado apenas por Elvis Presley, The Beatles, Ray Charles e Connie Francis[1]. Ela é mais conhecida por seu hit 'I'm Sorry" (1960) e "Rockin' Around the Christmas Tree" (1958), um padrão de férias por mais de 50 anos nos Estados Unidos.
Com 1m44 de altura, ela recebeu o apelido de Little Miss Dynamite, em 1957, após gravar a canção "Dynamite", e foi um dos primeiros astros da música pop a ter uma importante carreira contemporânea internacional.
A popularidade de Lee diminuiu no final dos anos 1960, a sua voz amadureceu, porém ela continuou fazendo uma carreira musical de sucesso, retornando às suas raízes como uma cantora de música country com uma sequência de hits nas décadas de 1970 e 1980. Ela é membro da Rock and Roll, Country Music e Rockabilly Hall of Fame, e atualmente vive em Nashville (Tennessee)



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Outros sucessos...









quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"Bread", um sucesso inesperado em 1969




Vinil- 1972
Bread é um grupo de norte-americano de rock, formado em 1968, em Los Angeles, na California. O grupo foi um dos mais populares do início da década de 1970, que se notabilizou por belas composições melódicas e harmonia bem trabalhada...

O primeiro single da banda, "Make It With You", alcançou o primeiro lugar da parada norte-americana da Billboard, em 1970. O sucesso inesperado com o álbum "Bread", de 1969, fez com que a banda começasse a realizar apresentações ao vivo pelosEstados Unidos.
O soft-rock de fácil assimilação conquistou as paradas norte-americanas, com destaque para "If", "Everything I Own", "Baby I'm-A Want You", "Guitar Man, "Diary" e "Aubrey". Ao mesmo tempo, criou-se um choque de egos entre seus componentes Gates e Griffin. A banda iria acabar em 1973.
Três anos mais tarde, reencontraram-se para lançar um último trabalho, "Lost Without Your Love", também bem recebido pela crítica e público.

















quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Morreu hoje o cantor Wando e deixa saudades....


O cantor Wando morreu na manhã desta quarta-feira, 8/02/2012 no Centro de Tratamento Intensivo do Biocor, em Nova Lima, Minas Gerais, onde estava internado desde o último dia 27 de janeiro. De acordo com o médico João Carlos de Souza Dionísio, Wando, que estava com 66 anos, teve uma parada cardiorrespiratória por volta das 8h.
O cantor, que morava no Rio, estava em Belo Horizonte a passeio quando passou mal. Após ser atendido pelo hospital da região, ele foi submetido a uma angioplastia coronariana em caráter de urgência para desobstrução das artérias do coração. Vanderley Alves dos Reis nasceu em 2 de outubro de 1945 em Cajuri, Minas Gerais.

Que descanse em paz!

Veja mais sobre Wando em postagem anterior:




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Por onde anda Jerry Lewis?




Jerry Lewis no Festival de cinema em 2009

Por onde anda Jerry Lewis?


O pessoal das “antigas” costumam dizer, “quem já não riu e muito com as trapalhadas de Jerry Lewis?
Joseph Levitch conhecido pelo seu nome artístico Jerry Lewis é um ator comediante norte americano. Fez alguns filmes de sucesso como a primeira versão de “Professor Aloprado”.

Jerry Lewis hoje (novembro/2009) tem 83 anos e dedica-se a trabalhos humanitários. Em 2009 ganhou o prêmio Jean Hersholt, por ter contribuído para a criação da Associação de Distrofia Muscular.
Teve sérios problemas de saúde. Recentemente ele comandou uma maratona televisiva para arrecadar dinheiro para uma instituição (foi ele quem criou os chamados teletons há muitos anos).


Últimas notícias:

Lucas Mendes
De Nova York para a BBC Brasil
Atualizado em  22 de março, 2012 - 05:02 (Brasília) 08:02 GMT
Fui ao aniversario de 86 anos do Jerry Lewis e durante quase duas horas ri como nunca tinha rido nos filmes dele. Parecia um passo além do absurdo.
Fui como convidado com quase mil fãs pagantes no teatro da YMCA, da rua 92, um antro de artes e entretenimento.
Colunas anteriores
Lucas Mendes: Menos castigo, menos crime
Lucas Mendes: Aids e o namoro do bode
Lucas Mendes: Desinfetante latino
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Vimos primeiro uma edição curta do documentário Method of Madness of Jerry Lewis onde uma procissão de grandes atores e diretores colocam Lewis no pedestal dos gênios, mas naquela plateia ninguém precisava ser convencido da genialidade do comediante. Rolava um bom humor geral. Nas poucas cenas dos filmes no documentário a audiência explodia em aplausos espontâneos.
Jerry Lewis, depois de breve introdução do ator Richard Belzer, entrou no palco e sentou numa destas cadeiras de diretor.
Um pouco curvado mas sem outros sinais de decadência, está com uma rapidez mental e um senso de humor que causam inveja a sessentões como eu.
Ele sobreviveu a câncer de próstata, gravíssima fibrose pulmonar, um ataque cardíaco quase fatal, dores brutais na coluna provocadas por anos de quedas nos filmes e palcos e controlada, durante décadas, por 13 pílulas diárias de Percodan que criaram uma dependência. Ele se libertou das pílulas graças a um marca-passo eletrônico que funciona por controle remoto. Quando dói, ele clica, e bye bye dor.
O ator Richard Belzer que chama Jerry Lewis de "pai" conduziu uma conversa sobre os altos e baixos da carreira do comediante que começou aos 5 anos com os pais, um casal vaudeviliano.
O pai, imigrante judeu russo era mestre de cerimônias. A mãe, também imigrante russa, era a pianista. Na sua primeira entrada num palco Jerry Lewis, ao agradecer os aplausos, pisou, sem querer, numa lâmpada que explodiu. A plateia veio abaixo: "Eu vou fazer aquilo de novo", disse aos velhos.
Desde então, deu poucos passos em falso na carreira que disparou quando fez dupla com Dean Martin em 1946. Em um ano eles saíram de US$ 175 para US$ 30 mil por semana e os shows da dupla provocavam reações de histeria semelhantes às dos Beatles. Dean Martin tinha os encantos e a voz, Jerry Lewis, as macaquices.
Eu entrevistei Jerry Lewis em Times Square, em 1995, para a TV Cultura. Ele tinha 69 anos, um pouco mais do que eu tenho hoje e acabava de estrear na peça Damn Yankees. Fazia o papel do Diabo. A plateia vinha abaixo quando ele entrava em cena. Cantava e dancava. Foi o ano da morte de Dean Martin, seu parceiro de dez anos de shows, televisão, rádio, cabarés e 14 filmes.
O rompimento foi em 56. Deixou Lewis arrasado e nenhum dos dois deu explicações. Uma reconciliação temporária foi orquestrada por Frank Sinatra, amigo comum, mas só voltaram a ser amigos quando o filho de Dean Martin morreu num acidente de avião e o ex-parceiro trocou o suco de maçã pelo álcool. O fim foi rápido.
Ate então a embriaguês era uma imagem falsa e debochada que Dean Martin cultivava porque dava bons dividendos. Bebia pouco. O verdadeiro vício dele, diário, era o golfe. Jerry Lewis se lembra Dean Martin com culpa e profundo afeto. Dean Martin saiu porque cansou de ser escada, da falta de reconhecimento e porque não precisava do afeto do público, como Jerry Lewis.
Ambos tiveram carreiras bem sucedidas depois da separação mas a do comediante explodiu, como showman, ator, diretor, roteirista e inventor do video assist, um precursor do video tape que permitia ver a cena gravada instantaneamente. A partir daí sempre terminava seus filmes dentro dos prazos e orçamentos.
Ele conta, com grande prazer, a história do filme Bell Boy que, a pedido da Paramount, filmou em tempo recorde no hotel Fountainebleau, em Miami. A distribuidora recusou o filme porque era mudo. Jerry Lewis bancou os US$ 950 mil e o filme ja rendeu US$ 650 milhões.
Jerry se lembra com tristeza de um fracasso que só foi visto por uma dúzia de pessoas. Ou menos e não quer que seja visto. The Day the Clown Cried, de 1972, conta a história de um palhaço que leva crianças judias para a câmara de gás e, um dia, o palhaço entra na câmara e morre junto com elas. Jerry Lewis, um judeu, não teve o talento para colocar humor num campo de concentração como Roberto Benigni, em A Vida é Bela.
Ladies Man, Patsy, Nutty Professor, os filmes são tantos e cada um tem uma historia engracada ou dramatica. Jerry Lewis esta produzindo e dirigindo uma versao do Nutty Professor para a Broadway que deve estrear ainda este ano e assinou um contrato no começo do ano passado para co-produzir The Bell Boy, Cinderfellaw e The Family Jewels, um filme onde ele fez sete papéis diferentes.
Jerry Lewis queria fazer tudo em Hollywood, da direção a carregador de cenários mas os sindicatos não deixavam a menos que ele fosse membro. Ele pagou e tem carteirinhas de 14 sindicatos de Hollywood, outro recorde.
Mas e o humor da noite? A última hora foi na base do improviso, a especialidade dele. Mais de cem pessoas se enfileiraram nas duas alas do teatro para fazer perguntas. Jerry Lewis fez um alerta: "Por favor, não me digam que me adoram, que me amam desde a infância quando viam meus filmes com seus pais. Eu já ouvi isto milhares de vezes e, acreditem, eu acredito. Por favor, vamos ao ponto."
Na primeira pergunta, a mulher começou: "Nós adoramos você na minha casa..."
Jerry Lewis rodou os olhos. "Próxima pergunta", disse.
De mais de cem perguntas, ele teve pena de meia dúzia de fãs, entre eles um paraplégico que pediu um abraço. Outro fã, que contou uma boa história e pediu um perto de mão, teve o desejo satisfeito mas Jerry Lewis aproveitou para arrancar risadas com uma piada sobre o passado gay. Eu confesso minha falta de talento para transcrever o humor de Jerry Lewis. Gravei a noite mas sem as expressões e o ritmo dele, o humor perde a graça. A genialidade dele não esta no texto, não pode ser separada da pessoa. Jerry Lewis é Jerry Lewis.
Qual o segredo desta longevidade saudável e promissora que venceu tantas doenças? Uma gargalhada por dia vale dez anos de vida, ele garante.
Antes daquela noite não me lembro da minha última gargalhada. Uma tragédia.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120322_lucasmendes_ra.shtml
http://eporondeandam.blogspot.com/2009/11/jerry-lewis-por-onde-anda.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120322_lucasmendes_ra.shtml


Abaixo, algumas cenas de filmes deste incrível e inesquecível comediante...










Veja tambem Jerry Lewis neste Blog:

http://clubedosentasdecatanduva.blogspot.com.br/2010/12/origem-wikipedia-enciclopedia-livre.html


PORTINARI, PAINÉIS GUERRA E PAZ NA ONU.


Painel Guerra de Portinari, 14 metros de altura por 10 metros de largura


Painel Paz, de Portinari, 14 metros de altura por 10 metros de largura






Em 1952, Portinari  inicia os estudos para os painéis GUERRA E PAZ, oferecidos pelo governo brasileiro à nova sede da Organização das Nações Unidas. Concluídos em 1956, os painéis, medindo cerca de 14x10 m cada - os maiores pintados por Portinari - encontram-se no "hall" de entrada dos delgados de edifício-sede da ONU,

Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Cândido Portinari, entre 1952 e 1956. Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek.
Os primeiros estudos para a obra surgiram em 1952, quando Portinari realizava uma outra encomenda, feita pelo Banco da Bahia, com a temática de retratar a chegada da família real portuguesa à Bahia. Com o auxílio de Enrico Bianco e de Maria Luiza Leão, os painéis Guerra e Paz foram pintados a óleo sobre madeira compensada naval. Enquanto um é uma representação da guerra, o outro representa a paz. Por seu trabalho com os painéis, Portinari foi agraciado em 1956 com o prêmio concedido pela Solomon Guggenheim Foundation de Nova York. Naquela ocasião, o crítico de arte Mario Barata publicou a seguinte nota no Diário de Notícias:
Nunca, na arte moderna do mundo inteiro, um pintor viu as suas obras substituírem-se aos acorde de Wagner e Verdi, à fantasia dos ballets de Chopin, à majestade das orquestras sinfônicas. Pela primeira vez no século XX, o maior teatro de uma cidade transforma-se em templo da pintura
— Mario Barata
Cinquenta e quatro anos depois, em dezembro de 2010, os painéis deixaram a sede da ONU e retornaram ao Brasil para uma restauração que ocorrerá no Palácio Gustavo Capanema, de fevereiro a maio de 2011, em ateliê aberto ao público. Graças aos esforços do Projeto Portinari, do Governo Federal, através do Ministério da Cultura e do Itamaraty, de instituições internacionais e de empresas estatais e privadas, a obra será exposta no Brasil e no exterior até agosto de 2013, enquanto a sede da ONU sofrerá uma grande reforma.
No retorno ao Brasil, contou com uma exibição franca que foi de 22 de dezembro de 2010 até 6 de janeiro de 2011, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.[5] A exposição foi visitada por mais de 40 mil pessoas.[6] Do Rio, os painéis seguirão um itinerário que deve passar pelo Grand Palais, em Paris, pelo Memorial da Paz de Hiroshima, no Japão, pelo Auditório Municipal de Oslo, onde ficarão expostos durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz, e pelo Museu de Arte Moderna de Nova York
(Wikpédia)
O samba-enredo, de autoria de Diego Nicolau, Gabriel Teixeira e Gustavo Soares:

"Por Ti, Portinari. Rompendo a tela, a realidade"


Veja tambem neste Blog :
Vida e Obras de Candido Portinari


http://clubedosentasdecatanduva.blogspot.com/2011/06/vida-e-obras-de-candido-portinari.html