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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Trini Lopez no tempo da Jovem Guarda





Comp:Carlos e Mario Rigual(1965)


Lopez nasceu em Dallas, Texas , em Ashland Street, no Little Mexico bairro. Ele começou sua carreira de entretenimento em Dallas jogar no clube Vegas, uma casa noturna de propriedade de Jack Ruby . [1] Ele fez seu nome no circuito de clubes do sudoeste dos Estados Unidos antes de ser "descoberto" em 1962 jogando na PJ clube em Hollywood , da Califórnia , por o produtor Don Costa . Costa foi levado com Lopez Latinized versões contemporâneas sucessos e assinou-o até Frank Sinatra 's gravadora , a Reprise Records . Sua estréia álbum , Trini Lopez Live at PJ (R / RS 6093), foi lançado em 1963. O álbum incluiu uma versão de " If I Had a Hammer ", que chegou a número um em 36 países (No. 3 nos Estados Unidos) e foi um rádio favorito por muitos anos. Ele vendeu mais de um milhão de cópias e foi premiado com um disco de ouro . [2] Ele também realizou a sua própria versão do tradicional mexicana canção " La Bamba "no álbum, sua gravação da música foi relançado posteriormente como um único em 1966.
Sua popularidade levou a Corporação guitarra Gibson para perguntar-lhe em 1964 para projetar uma guitarra para eles. Ele acabou projetando dois: O Trini Lopez Standard, [3] um rock and roll modelo baseado na ES-335 Gibson corpo semi-oco, o Deluxe e Lopez, [4] uma variação de uma guitarra Gibson jazz concebido por Barney Kessel . Ambas as guitarras estavam em produção desde 1964 até 1971 e agora são muito procurados entre colecionadores. [ carece de fontes? ] Alguns proprietários da guitarra incluir Dave Grohl dos Foo Fighters e Noel Gallagher do Oasis . [ carece de fontes? ]
Ele marcou thirteen chart de singles até 1968, incluindo " Lemon Tree "(1965)," eu sou Comin 'Home, Cindy "(1966) e" Sally Was a Girl Good Old "(1968). No gráfico adulto contemporâneo, ele classificou-se 15 hits, incluindo o Top 10 singles "Michael" (1964), "Gonna Get Along Sem Ya" Now "(1967) e" The Bramble Bush "(1967). Além de seu sucesso no registro , ele se tornou um dos top do país boate artistas da época, regularmente headlining em Las Vegas , Nevada . Em 1968, ele gravou um álbum em Nashville, intitulado Welcome to Trini País (R / RS 6300).
Durante os anos 1960 e 1970, Lopez mudou-se para agir , embora seu filme da carreira não foi tão bem sucedido quanto sua música. Seu primeiro papel no cinema foi em O casamento on the Rocks (1965), na qual ele fez uma breve aparição em uma cena noturna; Lopez trilha sonora canção , "Sinner Man", tornou-se um único hit ( n º 54 pop / n º 12 adulto contemporâneo ). Ele foi um dos The Dirty Dozen (1967) e estrelou Antonio (1973). Ele fez duas aparições (interpretando personagens diferentes) sobre o programa de televisão , Adam 12 Ele continuou sua carreira musical com extensa. excursões da Europa e América Latina durante este período; uma tentativa de sair lançando um disco álbum em 1978 provou ser um flop. Lopez produziu uma única promoção da Coca-Cola de refrigerantes Fresca , em 1967.
Desde então, Lopez fez caridade trabalho e recebeu honras como ser introduzido no Salão Internacional de Música Latina of Fame em 2003. Em 2002, Lopez fez equipa com Art Greenhaw para Legacy: Raízes My Texas. O álbum usou o "Texas Combo Roots" incluindo Lopez, Greenhaw e irmão Lopez ', Jesse. Disse Steve Leggett revisor da All Music Guide, "O álbum tem um descontraído sinto muito semelhante ao clássico Lopez 'sets ao vivo a partir da década de 1960, só que as rochas um bom negócio mais difícil."
Ele ainda estava de gravação e aparecer ao vivo na década de 2000. Ele participou de um show beneficente para arrecadar dinheiro para as vítimas do terremoto no Oceano Índico em 2004 e tsunami .

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-

Clique nas telinhas abaixo para ouvir e recordar algumas das músicas tocadas em nossos antigos bailes. 












Quando Elvis estréia em cadeia nacional-"Stage Show"1956



Graças ao baby-boom do pós-guerra, o mundo no início da década de 60 estava repleto de jovens. Só que, ao contrário daqueles das gerações anteriores, agora eles eram mais instruídos e tinham poder de consumo. E, naturalmente, sonhavam com um mundo diferente daquele que tinham herdado e que, de preferência, tivesse uma nova “trilha sonora” como acompanhamento. Afinal o rock’n’roll dos anos 50 já não parecia tão transgressor como quando Elvis Presley apareceu rebolando pela primeira vez. E cá entre nós, Elvis sempre foi o tipo de artista que criava rebuliço entre as mulheres!

Em 28 de janeiro de 1956, Elvis estréia em cadeia nacional, aparecendo no programa “Stage Show”, da CBS, produzido pelo ator e comediante Jackie Gleason e estrelando Tommy e Jimmy Dorsey. Até março, ele terá feito seis participações no programa e criado uma pequena sensação ao redor do país em torno de seu nome.
http://grupodedancaoffthewall.blogspot.com/2010/03/musica-jovem-nos-anos-60.html


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Raras imagens da abertura dos Jogos Panamericanos em S Paulo-1963



imagens raras da abertura dos jogos panamericanas em 1963 em S.Paulo.

Imagens da TV Tupi com som NÃO-ORIGINAL, com cenas da cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de 1963, os primeiros realizados no Brasil, na cidade de São Paulo, em 20/04/63.
-Tendo em vista que muitos dos arquivos da extinta TV Tupi não conservaram o áudio original, as raras imagens da abertura da competição aqui são apresentadas com o tema "Garota de Ipanema", clássico da bossa-nova, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, na interpretação a Orquestra Tabajara.
-Inclui imagens dos desfiles das delegações do Brasil, Canadá, Argentina, Chile e Cuba, entre outros, no estádio do Pacaembu.


Doris Day - Que Sera Sera (1956)





Que sera sera, Whatever will be will be, The future’s not ours to see, Que sera sera…” canta a fantásticaDoris Day em O Homem Que Sabia Demais de 1956, regravação do próprio Alfred Hitchcock do seu filme lançado em 1936. Filme onde James Stewart e Doris Day procuram desesperadamente seu filho que foi seqüestrado por cause que seu pai sabia sobre uma conspiração para matar um diplomata. Para mim, um dos melhores filmes do mestre Hitchcock, sempre imitado, sempre copiado, mas eternamente único!

Sinto muita saudade de minha mãe quando ouço esta música, pois ela gostava muito de cantá-la!
Mariangela Cândido

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CLUBE DOS "ENTAS" DE CATANDUVA: Lembranças de infância - Natal

CLUBE DOS "ENTAS" DE CATANDUVA: Lembranças de infância - Natal: Comente aqui suas lembranças mais bonitas de natal, do seu tempo de criança! Márcia Rodondo Já começo a sentir "cheiro de natal". Alguém...

A Musa Inspiradora de "Morena dos Olhos D'Água" (Chico Buarque- 1966)


Chico Buarque - Morena dos Olhos D'água





Morena, dos olhos d'água, 
Tira os seus olhos do mar. 
Vem ver que a vida ainda vale 
O sorriso que eu tenho 
Pra lhe dar. 

Descansa em meu pobre peito 
Que jamais enfrenta o mar, 
Mas que tem abraço estreito, morena, 
Com jeito de lhe agradar. 
Vem ouvir lindas histórias 
Que por seu amor sonhei. 
Vem saber quantas vitórias, morena, 
Por mares que só eu sei. 

Morena, dos olhos d'água, 
Tira os seus olhos do mar. 
Vem ver que a vida ainda vale 
O sorriso que eu tenho 
Pra lhe dar. 

O seu homem foi-se embora, 
Prometendo voltar já. 
Mas as ondas não tem hora, morena, 
De partir ou de voltar. 
Passa a vela e vai-se embora 
Passa o tempo e vai também. 
Mas meu canto ainda lhe implora, morena, 
Agora, morena, vem. 

Morena, dos olhos d'água, 
Tira os seus olhos do mar. 
Vem ver que a vida ainda vale 
O sorriso que eu tenho 
Pra lhe dar. 
Vem ver que a vida ainda vale 
O sorriso que eu tenho 
Pra lhe dar. 


A musa da música é a Eleonora Mendes Caldeira, uma psicanalista de olhos exageradamente verdes, cabelos negros, pele clara pela qual Chico foi muito apaixonado, segundo amigos. Mesmo sendo da "high society", Eleonora sempre foi considerada uma pessoa de uma simplicidade ímpar, muito afável e de uma bagagem cultural pesada, diferente das socialites de Sampa. Ela é a autora do livro "Cultura e Elegância". 

Chico não chegou a assumir publicamente que escreveu a canção para ela, mas, timidamente, soltou num dvd (o qual não me recordo com certeza agora) que houve, sim, a existência da musa, mas pediu para que o diretor não colocasse esse trecho da entrevista no dvd, porque sabia que hoje ela é uma senhora e, acima de tudo, muito bem casada! 

Chico compôs toda a música com apenas 22 anos, em 1966. A melodia é bem simples e muito tranquilizadora (sem trema agora, né?). É uma melodia bem mar. Vai e vem; sobe e desce. Certa vez, Dorival Caymmi durante uma entrevista foi perguntado sobre Chico e, na sua resposta, fez questão de frizar de que sua (Chico) melhor música é Morena dos olhos d'água.
   
Deslumbrante aos 62anos
A psicanalista Eleonora Mendes Caldeira, 62 anos, continua fazendo jus ao título de musa de Chico Buarque - foi ela a fonte de inspiração para Morena dos olhos d'água, de 1966.

. Deslumbrante num longo off-white do estilista Guilherme Guimarães e ostentando um colar de águas-marinhas e pérolas (presente do noivo), ela se casou com o empresário Ivo Rosset, 66,  cercada por amigos. O pedido foi feito em janeiro, em Paris, depois de mais de 15 anos juntos. Agora, a elegante senhora passa a assinar Eleonora Rosset.
http://ame-o-poema.blogspot.com/2009/01/morena-dos-olhos-dgua-chico-buarque.html 
http://www.istoe.com.br/reportagens/4318_DESLUMBRANTE+AOS+62





domingo, 27 de novembro de 2011

JOÃO XXIII -" O Papa Bom" (1958-1963)


Papa João XXIII

Beato João XXIII, O.F.S.
261º papa
Beato João XXIII
Nome de nascimento Angelo Giuseppe Roncalli
Nascimento Sotto il Monte, Itália,
25 de Novembro de 1881
Eleição 28 de Outubro de 1958
Entronização 4 de Novembro de 1958
Fim do pontificado 3 de junho de 1963 (81 anos)
Antecessor Pio XII
Sucessor Paulo VI
O Beato Papa João XXIII, OFS, nascido Angelo Giuseppe Roncalli (Sotto Il Monte, 25 de Novembro de 1881 — Vaticano, 3 de Junho de 1963) foi Papa e líder mundial da Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 28 de outubro de 1958 até à data da sua morte. Pertencia à Ordem Franciscana Secular (OFS) e escolheu como lema papal: Obediência e Paz.
Sendo um sacerdote católico desde 1904, ele iniciou a sua vida sacerdotal em Itália, onde foi secretário particular do bispo de Bérgamo D. Giacomo Radini-Tedeschi (1905-1914), professor do Seminário de Bérgamo e estudioso da vida e obra de São Carlos Borromeu, capelão militar do Exército italiano durante a Primeira Guerra Mundial e presidente italiano do "Conselho das Obras Pontifícias para a Propagação da Fé" (1921-1925). Em 1925, sendo já um arcebispo-titular, iniciou-se a sua longa carreira diplomática, onde o levou à Bulgária como visitador apostólico (1925-1935), à Grécia e Turquia como delegado apostólico (1935-1944) e à França como núncio apostólico (1944-1953). Em todos estes países, ele destacou-se pela sua enorme capacidade conciliadora, pela sua maneira simples e sincera de diálogo, pelo seu empenho ecuménico e pela sua bondade corajosa em salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1953, foi nomeado cardeal e Patriarca de Veneza.[1][3]

Foi eleito Papa no dia 28 de Outubro de 1958. Considerado inicialmente um Papa de transição, depois do longo pontificado de Pio XII, ele convocou, para surpresa de muitos, o Concílio Vaticano II, que visava à renovação da Igreja e à formulação de uma nova forma de explicar pastoralmente a doutrina católica ao mundo moderno. No seu curto pontificado de cinco anos escreveu oito encíclicas, sendo as principais a Mater et Magistra (Mãe e Mestra) e a Pacem in Terris (Paz na Terra).
Devido à sua bondade, simpatia, sorriso, jovialidade e simplicidade, João XXIII era aclamado e elogiado mundialmente como o "Papa bom" ou o "Papa da bondade". Mas, mesmo assim, vários grupos minoritários de católicos tradicionalistas acusavam-no de ser maçom, radical esquerdista e herege modernista por ter convocado o Concílio Vaticano II e promovido a liberdade religiosa e o ecumenismo. Imune a todas estas controvérsias mal fundamentadas, ele foi declarado Beato pelo Papa João Paulo II no dia 3 de Setembro de 2000, confirmando assim a sua santidade. É considerado o patrono dos delegados pontifícios e a sua festa litúrgica é celebrada no dia 11 de Outubro.

Críticas, controvérsias e teorias de conspiração
envolvendo o Papa João XXIII

Apesar de ser amado, aclamado e homenageado por muitos, o Papa João XXIII é também alvo de várias críticas, acusações e teorias de conspiração, que são feitas e defendidas maioritariamente por alguns grupos de católicos tradicionalistas, entre os quais se destacam os sedevacantistas e os conclavistas. Como por exemplo, estes grupos minoritários e marginalizados defendem que João XXIII era maçom ou rosacruciano; era simpatizante ou cúmplice do comunismo, do socialismo e de correntes radicais anticatólicos; e era um herege modernista por defender o ecumenismo, a liberdade religiosa e a realização do Concílio Vaticano II.[9] Por acusá-lo de ser um herege, alguns até defendem a teoria conspiratória de que João XXIII era um antipapa que usurpou ilegalmente a cátedra de São Pedro, que devia pertencer ao cardeal Giuseppe Siri.

Existem também alguns grupos, ligados à ufologia ou à deteção e crença de profecias apocalípticas, que defendem que João XXIII teve vários contatos com extraterrestres e redigiu um conjunto de profecias com muitas metáforas que abrangem desde a Segunda Guerra Mundial até ao fim do mundo. Parte destas profecias obscuras foram registadas no livro "As Profecias do Papa João XXIII", de Pier Carpi.

Os principais grupos católicos não acreditam ou negam todas estas críticas, teorias e especulações conspiratórias supramencionadas. Eles defendem-se dizendo que estas acusações, vindas de grupos marginalizados e ávidos de teorias de conspiração, são tão vagas e mal fundamentadas que a Igreja Católica nunca se deu ao trabalho de refutá-las. Eles defendem que todas as dúvidas importantes acerca da santidade, catolicidade e conduta de João XXIII foram clarificadas ou refutadas directa ou indiretamente pela sua beatificação. Eles também mencionam que a Igreja conseguiu beatificá-lo sem grandes problemas e escândalos, sendo um forte sinal revelador do pouco impacto que estas críticas e acusações conspiratórias causaram.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Jo%C3%A3o_XXIII

FILME COMPLETO SOBRE A HISTÓRIA DO PAPA JOÃO XXIII





"Decálogo da Serenidade"

Legado deixado pelo Papa João XXIII. Trata-se de mandamentos para obtenção da paz interior.



Coca Cola - comercial dos anos 50 com Dóris Monteiro


Coca Cola - comercial dos anos 50 com Dóris Monteiro

Evinha no Festival Internacional da Canção (1969): Cantiga por Luciana


O Bem-Amado - Elenco (Quase) Completo (1973)



Cena do último capitulo da novela O Bem-Amado (1973), escrita por Dias Gomes e dirigida por Régis Cardoso, para às 22 horas na Rede Globo.

A Fonte dos Desejos , um lindo filme de 1954.







Filme de 1954. Ganhou 2 oscar, melhor canção original e fotografia. "Three Coins In The Fountain".
 



Pais: Estados Unidos
Gênero: Melodrama
Direção: Jean Negulesco
Roteiro: John Patrick
Produção: Sol C. Siegel
Música Original: Victor Young, Jule Styne
Fotografia: Milton R. Krasner
Edição: William Reynolds
Direção de Arte: Lyle R. Wheeler, John DeCuir
Figurino: Dorothy Jeakins
Guarda-Roupa: Charles Le Maire, Sam Benson
Maquiagem: Ben Nye
Efeitos Sonoros: Roger Heman Sr., Eugene Grossman
Nota: 8.4
Filme Assistido em: 1955
ELENCO

Jean Peters Anita Hutchins
Dorothy McGuire Srta. Frances
Maggie McNamara Maria Williams
Clifton Webb John Frederick Shadwell
Louis Jourdan Príncipe Dino di Cessi
Rossano Brazzi Giorgio Bianchi
Howard St. John Sr. Burgoyne
Kathryn Givney Sra. Burgoyne
Celia Lovsky Baronesa
Cathleen Nesbitt A princesa
Luciana Paluzzi Angela Bianchi
Alberto Morin Garçom
Charles La Torre Motorista
Vincent Padula Dr. Martinelli
Jack Mattis Funcionário do Consulado
Willard Waterman Sr. Hoyt
Renata Vanni Anna, empregada de Frances
Grazia Narciso Louisa, empregada de Shadwell
PRÊMIOS

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Canção Original (Three Coins in the Fountain)
INDICAÇÕES

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Filme
SINOPSE

Três americanas sonham encontrar em Roma amor e romance, mas talvez isso não se aplique a secretárias.  A primeira delas é Anita Hutchins, que está deixando o emprego na USDA, uma importante empresa do governo americano, alegando que precisa voltar aos Estados Unidos para se casar.  Na verdade, ela se acha apaixonada por Giorgio Bianchi, um colega de trabalho, mas a empresa não permite o envolvimento entre funcionários.  Assim, essa foi a forma que ela encontrou para se afastar desse ambiente repressivo.  Giorgio que, por sua vez, nutre por ela uma paixão não expressa, resigna-se por a ter perdido, ao saber de seu 'noivado' nos Estados Unidos.  A segunda é Maria Williams, que ainda sonha, pois veio recentemente para Roma a fim de substituir Anita.  A última é Miss Frances, que por 15 anos trabalhou para John Frederick Shadwell, um escritor americano que há 20 anos vive em Roma. Frances sempre foi apaixonada por Shadwell, que nunca notou e a vê só como uma boa amiga. 

Em pouco tempo, Maria conhece o príncipe Dino di Cessi em uma festa na casa do seu chefe e ele, um mulherengo, a convida para voar até Veneza em seu avião particular.  Na hora de partir, Frances pede uma carona, para atrapalhar os planos de Dino.  Apaixonada pelo príncipe, Maria faz de tudo para conquistá-lo, descobrindo seus gostos, seja na pintura, comida ou música.  Quando Dino acredita que tem vários pontos em comum com ela, a convida para conhecer sua mãe, o que significa o primeiro passo para chegar ao altar.

No seu último fim-de-semana em Roma, Anita aceita o convite de Giorgio para ir a uma festa na fazenda da família, onde será celebrado o casamento da irmã dele.  Os dois viajam em um caminhão surrado, sem buzina nem freios, lotado de irmãos, primos e sobrinhos da noiva.  Ao assistir ao casamento da irmã de Giorgio, Anita quase lhe diz que seu 'noivo americano' é fictício.  Em contrapartida, ele termina por confessar seu amor por ela.

O problema é que os dois foram vistos juntos, pelo Sr. Burgoyne, quando deixavam a cidade.  Implacável, este demite Giogio por ferir as normas da empresa, deixando Anita desconsolada.  Por sua vez, Giorgio não se sente muito à vontade, pois nada pode oferecer a ela, principalmente agora que foi demitido.  Tal fato leva Shadwell a usar de toda sua influência para tentar desfazer o ato de Burgoyne e reunir os dois jovens apaixonados.

Enfim, para que cada uma delas consiga seus objetivos, vai ser preciso que as moedas jogadas na 'Fontana di Trevi' ajam de forma mágica, conforme diz a lenda.

http://www.65anosdecinema.pro.br/2154-A_FONTE_DOS_DESEJOS_(1954)





sábado, 26 de novembro de 2011

As Antigas Flâmulas


Flâmula dos Independentes - 1955

Não é à toa que o rodeio de Barretos é considerado o maior do Brasil. Por trás das estrelas da festa, existem os organizadores, um competente grupo que a cada ano investe mais no evento, justificando o atual status que tem a cidade de Barretos. Esse grupo se chama “Os Independentes”, e foi criado no dia 15 de julho de 1955.
Flâmula dos Independentes - 1955
Era um grupo de rapazes solteiros e ligados à atividade pecuária local, que fundou o clube com o intuito de promover festas inspiradas nos trabalhos de fazenda. O grande objetivo era arrecadar fundos para entidades assistenciais da região. O nome “Independentes” vem justamente pelo fato dos membros do clube serem solteiros e com boa situação financeira. Antigamente quem casasse era retirado do clube, mas os tempos passaram e hoje muitos membros do clube já subiram ao altar.

“As flâmulas antigamente eram usadas para comemorar qualquer tipo de evento, seja ele esportivo, político, religioso, comemoração de aniversário de cidades, aniversário de empresas, eventos de futebol, Copas do Mundo e quase tudo o mais”.

Hoje estão em desuso mas ficaram guardadas na memória de muitos. Abaixo algumas lembranças de flâmulas.

No início dos anos 60, garoto que era, ia a vários jogos de futebol e sempre que podia comprava uma flâmula inédita, que não tinha. No meu quarto, na parede da minha cama eu colocava todas em forma de semi circulo. Infelizmente acho que minha mãe jogou todas fora.

http://cacellain.com.br/blog/?p=10246

Algumas antigas  flâmulas esportivas





















Wilson Simonal Jingle de Natal da Esso anos 60

Falando em natal, vi mamãe beijar Papai Noel !





A música "Vi mamãe beijar Papai Noel", gravada em 1960 por Celly Campello, é uma rara versão de "I Saw Mommy Kissing Santa Claus", com letra e música de Tommie Connor. Trata-se de um clássico da música natalina e foi gravada originalmente em 1952 por Jimmy Boyd. Comenta-se que, no ano de lançamento, a canção atraiu a atenção da Igreja Católica quando a loja Neiman Marcus encomendou a trilha para a sua promoção natalina por considerá-la imprópria para o Natal.


O fato é que a música vem ganhando novas roupagens ao longo dos anos e já foi gravada e interpretada por inúmeros artistas, como Jessica Simpson, John Cougar Mellencamp, The Cheetah Girls, Amy Winehouse, Billy Cotton & his band, Michael Jackson (Jackson Five), The Ronettes Anne Lloyd, The Sandpipers, Mitch Miller and Orchestra, Teresa Brewer e outros, como fez recentemente o grupo The Pretenders.


No Brasil, a única versão que se tem conhecimento é a de Celly Campello, a primeira grande musa do rock nacional, que a gravou num disco de 78 rpm (também lançada em vinil de 45 rpm) especialmente para o Natal de 1960. Essa gravação se mantém inédita em CD até hoje e nunca foi relançada em vinil de 33 rpm. 


Celly Campello iniciou a carreira em 1958 e obteve sucesso absoluto em 1959 com a canção "Estúpido Cupido" (versão de Stupid Cupid, de Neil Sedaka e Howard Greenfield). Ao lado do irmão Tony Campello, outro ídolo dos primórdios do rock, Celly apresentou o programa Crush em Hi-fi, primeira atração televisiva dedicada exclusivamente ao rock no Brasil, exibida pela TV Record, a mesma que lançaria em 1965 o programa Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. 


A cantora tem em seu currículo um rosário de hits, como "Banho de Lua", "Túnel do Amor", "Lacinhos Cor-de-Rosa", "Broto Legal" e "Hei Mama", entre outros. Foi eleita a Rainha do Rock (o rei era Sergio Murillo) em 1960 pela Revista do Rock. Dois anos depois, no auge do sucesso, decidiu encerrar a carreira para contrair matrimônio, e se despediu dos discos com outro sucesso, a música "Canário", em dueto com o irmão Tony. Chegou a ser convidada para apresentar o Jovem Guarda com Roberto Carlos, mas manteve-se firme com a idéia de se dedicar ao lar. 


Em 1968, porém, aceitou convite da Odeon, sua antiga gravadora, apenas para gravar um LP em comemoração aos 10 anos do seu ingresso no disco. Voltou a gravar três compactos em 1971 para a Continental, mas em 1976 voltou às paradas de sucesso com o lançamento da novela e da trilha sonora de Estúpido Cupido, pela Rede Globo. Regravou a canção para um LP pela RCA e lançou alguns compactos, encerrando definitivamente a carreira em 1979. Morreu aos 60 anos, em 4 de março de 2003, vítima de câncer de mama.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Evita Perón (1919-1952)




María Eva Duarte de Perón, conhecida como Evita, (província de Buenos Aires, 7 de Maio de 1919 — Buenos Aires, 26 de Julho de 1952) foi uma atriz e líder política argentina. Tornou-se primeira-dama da Argentina quando o general Juan Domingo Perón foi eleito presidente.
"Só me casarei com um príncipe ou um presidente", dizia Maria Eva Duarte quando vivia em Los Toldos, sua cidade natal no meio do pampa. Desprezada por todos como filha ilegítima, a criança almejava um futuro radiante como ouvia nas novelas de rádio, lia nas revistas de cinema e via nos filmes de Hollywood. O pai, don Juan Duarte, proprietário de terras, havia literalmente comprado sua mãe, a bela Juana Ibarguren, em troca de um jumento e uma carroça. Da união nasceram quatro meninas e um menino. Evita, a caçula, em 7 de maio de 1919. Ela mal conheceu o pai, que em seguida regressou ao católico lar onde o esperavam a esposa e filhos legítimos.Dona Juana enfrentou sozinha as vicissitudes e, quando a caçula Evita estava com 11 anos, mudou-se com os filhos para Junín, uma vila na mesma província de Buenos Aires. O preconceito, porém, era igual. Os colegas de escola, por exemplo, não tinham permissão de cortejar Evita, em razão da origem. Não obstante, suas três irmãs mais velhas progrediram socialmente. Encontraram trabalho e fizeram bons casamentos.Restaram os rebeldes: Juancito e Eva, a sonhadora decidida a tentar a vida no mundo do espetáculo. Humilhações demais lhe renderam um caráter duplamente genioso e uma vontade indomável. Aos 15 anos, em um dia 2 de janeiro de 1935, ela partiu para a capital, Buenos Aires. Apelidada de "Paris da América do Sul", a cidade fora arruinada pela crise mundial de 1929-30 e dependia das exportações de carne e de trigo, Eva, pálida e morena, batia incansavelmente às portas dos teatros. Seu único trunfo, a obstinação. Fora a teimosia que se tornou lendária, ela não tinha grande coisa a oferecer. Sem real talento artístico nem extraordinária beleza, ela era ignorante, arredia. Às humilhações vividas, somaram-se outras. Histórias bastante banais: diretores que exerciam a sedução, amantes de algumas horas. À mãe e às irmãs, que lhe suplicavam a volta para Junín, respondia sempre: "Primeiro, a celebridade".[1]

Em janeiro de 1935, com apenas quinze anos de idade e acompanhada de Agustín Magaldi, cantor de tangos e amigo da família, considerado o Gardel do interior argentino, Eva partiu para a capital com uma malinha contendo suas poucas roupas, talvez apenas com um vestido "de sair" e mais uns trapinhos cuidadosamente lavados e engomados por Dona Juana. Com dezesseis anos, decidiu seguir a carreira artística em Buenos Aires. Em 1937 estreou no cinema no filme Segundos Afuera e, em seguida, foi contratada para fazer radionovelas.
Em 1944 conheceu Juan Domingo Perón, então vice-presidente da Argentina e ministro do Trabalho e da Guerra. No ano seguinte, Perón foi preso por militares descontentes com sua política, voltada para a obtenção de benefícios para os trabalhadores. Evita, então apenas a atriz Eva Duarte, organizou comícios populares que forçaram as autoridades a libertá-lo. Pouco depois se casou com Perón, que se elegeu presidente em 1946.


UMA HISTORIA MUITA BONITA E TRISTE.O POPULISMO LATINO AMERICANO FOI O PERONISMO ARGENTINO, MOVIMENTO QUE AINDA HOJE APRESENTA GRANDE CAPACIDADE DE MOBILIZAÇAO, TENDO SIDO RESPONSAVEL PELA ELEIÇAO DO PRESIDENTE NESTOR KIRCHNER EM ABRIL DE 2003.
O PERONISMO SURGIU EM MEADOS DO SECULOS XX, EPOCE EM QUE A ARGENTINA ERA A NAÇAO MAIS RICA E INDUSTRIALIZADA DA AMERICA LATINA.EM 1943, OS MILITARES ASSUMIRAM O PODER POR MEIO DE UM GOLPE DE ESTADO E NOMEARAM PARA MINISTRO DO TRABALHO O CORONEL NACIONALISTA JUAN DOMINGO PEROM.
AO PROMOVER MELHORIAS SALARIAIS, ESTIMULAR A SINDICALIZAÇAO E CRIAR A LEGISLAÇAO TRABALHISTA, PERON CONQUISTOU O POVO ARGENTINO, PRINCIPALMENTE A CLASSES MAIS POBRES EVITA ERA UMA MULHER POBRE QUE VEIO DE SUA CIDADE NATAL SEM DESTINO,€ABOU VIRANDO ATRIZ,TIPO CAMBARE, AI CONHECEU O MINISTRO PERON.ACABOU CONQUISTANDO O CORAÇAO DE PERON, E DOS ARGENTINOS;
EM 1946 PERON, ELEGEU PRESIDENTE E ADOTOU UMA FORTE POLITICA NACIONALISTA, QUE GARANTIU SUA REELEIÇAO EM 1951, GRAÇA A POPULARIDADE DE SUA ESPOSA EVITA PERON.
EVA PERON, CONHECIDA COMO EVITA, APARECIA COMO DEFENSORA DOS SETORES POBRES DA POPULAÇAO.TEVE UM GRANDE ELO COM OS ARGENTINOS.
EM 1952, EVITA FICOU DOENTE, AOS 32 ANOS DE IDADE, ENQUANTO SE TRATAVA DE SUA DOENÇA OS ARGENTINOS REZAVAM PELA SUA RECUPERAÇAO.UM DIA DEITADA EM SUA CAMA, SAIU NA SACADA E LA EM BAIXOS OS ARGENTINOS REZAVAM POR ELA, AI ELA COMEÇOU A CANTAR NAO CHORES POR MIM ARGENTINA.EVITA MORREU EM 1952, DEIXANDO OS ARGENTINOS A CHORAR.

O outro lado de Evita

Valendo-se do seu carisma sexual, Evita mantinha controle sobre uma rede de homens em postos estratégicos no regime de seu marido. E castrou, direta ou indiretamente, muitos revoltosos. Os adversários eram torturados com choques elétricos nos genitais, que os deixavam impotentes. Ela também assumiu a responsabilidade direta pela castração de líderes rebeldes. Os testículos das vítimas eram conservados num recipiente de vidro que ficava em cima de sua escrivaninha - o que obviamente causava uma considerável impressão nos ministros, oficiais e delegados dos sindicatos que a procuravam com petições.

Morte
Morreu aos 33 anos, de câncer uterino. Embalsamado, seu corpo ficou exposto à visitação pública até que, durante o golpe de Estado que derrubou Perón em 1955, seu cadáver foi roubado e enterrado em Milão, Itália. Dezesseis anos mais tarde, em 1971, o corpo foi exumado e transladado para a Espanha. Ali foi entregue ao ex-presidente Perón, que vivia exilado em Madri. O médico argentino que embalsamou Evita revelou que fora um trabalho perfeito, uma vez que, Evita parecia "uma boneca" devido a sua baixa estatura, pele alva e vestido de cetim branco. Após a vinda do esquife da Espanha numa caixa de vidro...Evita parecia adormecida.
"Evita havia se diluído, estava em todos os lugares! A sua identificação à sua pátria fora tão completa e consumada que agora, morta enquanto integridade física coesa, ela vivia, enquanto mito, em todos os recantos da Argentina."
Perón voltou à Argentina em 1973 e foi reeleito presidente, tendo a terceira mulher, Isabelita Perón, como vice. Após sua morte, em 1974, Isabelita Perón trouxe o corpo de Evita para a Argentina onde foi exposto novamente por um breve período. Foi então enterrada novamente no mausoléu da família Duarte no cemitério da Recoleta, na cidade de Buenos Aires.

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/477008-evita-peron/#ixzz1eleoWt00
http://pt.shvoong.com/humanities/477008-evita-peron/
wikipedia.





Don't cry for me Argentina- Julie Covington (1976)





Don't Cry for Me, Argentina (em português: Não Chores Por Mim, Argentina) é a canção mais conhecida da peça musical de 1978 intitulada Evita, com música de Andrew Lloyd Webber e letras de Tim Rice. Cantada pela personagem principal, Eva Perón, foi originalmente intitulada como "It's Only Your Love Returning", antes de Rice ter colocado o título atual. A música foi gravada primeiramente por Julie Covington em estúdio no ano de 1976 e interpretada por Elaine Paige nos palcos em 21 de junho de 1978, quando a peça estreiou.


A música "Don't Cry For Me Argentina", mais reconhecida pela peça musical Evita e posteriormente transportada para o cinema pela cantora Madonna, foi gravada por Celly Campello em 1977. Foi incluída no repertório de vários artistas através dos anos, incluindo The Carpenters, Olivia Newton-John, os Shadows (todos em 1978), Joan Baez (em 1980), Sinead O'Connor (em 1992), Sarah Brightman, Mike Flowers Pops (ambos em 1996,) Me First and the Gimme Gimmes (em 1999), Paloma San Basilio, Valeria Lynch e Nacha Guevara, entre outros.

Pesquisa:Wikpédia, a enciclopédia livre
You Tube

"Festa de Arromba", o mais importante programa musical dos anos 60.





Inicialmente "Festa de Arromba", o mais importante programa musical dos anos 60, terminou por chamar-se "Jovem Guarda", por sugestão do publicitário Carlito Maia, da MM&P. O novo nome foi extraído de uma frase do revolucionário soviético Lenin: "O futuro pertence à Jovem Guarda porque a velha está ultrapassada". Apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, a idéia original era ter ao lado de RC a "rainha do rock" Celly Campello, que não aceitou retornar à vida artística. O programa entrou no ar em 1965, aos domingos à tarde, substituindo a transmissão ao vivo dos jogos do Campeonato Paulista de Futebol.

Era de lei. Boa parte da juventude brasileira dos anos 60 passava as tardes de domingo em frente à televisão. Olhos grudados na tela, ninguém perdia a performance dos apresentadores da Jovem Guarda, programa exibido pela TV Record de 1965 a 1968. Naquelas tardes, Roberto Carlos reinava ao lado de astros como Wanderléa, a Ternurinha, e Erasmo Carlos, o Tremendão. Foi quase ao acaso que surgiu o nome do programa, até hoje na ponta da língua do público.
Aliás, foi quase por acaso que o programa foi ao ar. Não fosse a proibição para veicular jogos de futebol ao vivo nos domingos, talvez a história tivesse tomado outro rumo. Mas o fato é que, diante do problema, a emissora teve de se virar para preencher essa lacuna na programação. A princípio a idéia era substituir a transmissão da partida por um programa chamado Festa de Arromba. “Era um nome horrível”, diz Carlito Maia, publicitário que criou o nome da atração, no livro Jovem Guarda – Em Ritmo de Aventura (Editora 34, 2000), do jornalista Marcelo Fróes. A expressão que se tornou símbolo de uma época surgiu pouco depois e, por mais estranho que possa parecer, saiu de uma frase pronunciada pelo líder russo Lênin (1870-1924): “O futuro do socialismo repousa nos ombros da jovem guarda”. Nascia, assim, a nossa jovem guarda, em 5 de setembro de 1965. “Em sentido restrito, foi apenas um programa de televisão”, afirma Fróes. “Mas, com o distanciamento, o sentido amplo falou mais alto e é o definitivo. A jovem guarda define um momento musical perpetuado pela atividade de seus muitos artistas e pelo interesse do vasto público que os acompanha”,





"Quero que vá tudo pro inferno",  foi um dos hinos da Jovem Guarda, e é referência obrigatória para qualquer "revival" dos anos 1960. Lançada na RGE por Erasmo Carlos, em compacto simples de abril de 1965, integrou-se a seu primeiro álbum-solo, "A pescaria". O Tremendão fez novos registros de "Festa de arromba" em outras oportunidades.


Muitos consideram o fim do movimento juntamente com o fim do programa, em 1968, mas podemos dizer que se estendeu até meados de 1970.

Entre os artistas do movimento destacaram-se Nalva Aguiar, Celly Campelo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos,Wanderléa, Vanusa, Eduardo Araújo, Silvinha, Martinha, Arthurzinho, Ronnie Cord, Ronnie Von, Paulo Sérgio, Wanderley Cardoso, Bobby di Carlo, Jerry Adriani, Rosemary, Leno e Lilian, Demétrius, Os Vips, Waldirene, Diana, Sérgio Reis, Sérgio Murilo, Trio Esperança, Ed Wilson, Evaldo Braga e as bandas, Os Incríveis, Renato e Seus Blue Caps, Golden Boys e The Fevers. Entre os principais sucessos estão "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno"; "Festa de Arromba"; "Pare o Casamento"; "Garota do Roberto"; "Biquíni Amarelo"; "Meu Bem"; "Eu Daria a Minha Vida"; "O Bom"; "Roda Gigante"; "Rua Augusta"; "Namoradinha de um Amigo Meu"; "Ternura"; "O Caderninho"; "Tijolinho"; "Feche os Olhos"; "A Festa do Bolinha"; "O Bom Rapaz" e "Menina Linda". A partir dos anos de 1990, regravações da Jovem Guarda feitas por outros grupos fizeram sucesso entre os adolescentes.

http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?edicao_id=233&Artigo_ID=3639&IDCategori


Foi "uma brasa mora", né gente?
mariangela Cândido


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Luz Del Fuego , a primeira mulher a implantar o nudismo no Brasil em 1954.



Vídeo raríssimo de luz Del Fuego dançando em 1949





Luz del Fuego, nome artístico de Dora Vivacqua, (Cachoeiro de Itapemirim, 21 de fevereiro de 1917 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 1967) foi uma bailarina, naturista e feminista brasileira. Dora foi a décima quinta filha de Etelvina e Antonio Vivacqua, de famílias oriundas da imigração italiana no Espírito Santo. Foi irmã do senador Attilio Vivacqua.
Luz del Fuego teve sua vida levada para o cinema em um filme estrelado por Lucélia Santos, que no entanto não retrata nem de perto o que foi a vida desta lutadora.

Dança

Em 1944 inicia suas apresentações como bailarina, usando o nome artístico "Luz Divina", no picadeiro do circo "Pavilhão Azul". Posteriormente por sugestão do amigo e palhaço Cascudo, mudaria o nome para Luz del Fuego, nome de um batom argentino recém-lançado no mercado. Ele acreditava que o nome em espanhol atrairia o público.
Depois de um tempo estudando na Europa, Luz del Fuego volta ao Brasil em 1950 e começa a revolucionar os costumes do povo brasileiro.

Naturismo

Ela traz da Europa algo que de imediato associou com a história dos primeiros brasileiros (os índios). Luz del Fuego apresentava-se seminua com uma ou às vezes duas cobras jibóias enroladas em seu corpo e ficou muito famosa em sua época. Adepta da alimentação vegetariana e do nudismo, não fumava, nem ingeria bebidas alcoólicas e, através de uma concessão da Marinha, obteve licença para viver na ilha Tapuama de Dentro, que foi por ela rebatizada como "Ilha do Sol" e onde fundou o primeiro clube naturista do Brasil, o "Clube Naturalista Brasileiro".
Luz del Fuego, devido a sua coragem para enfrentar o preconceito de sua época com relação ao nudismo, e pelo pioneirismo na criação do primeiro clube naturista do Brasil, tem hoje sua data de nascimento, 21 de fevereiro, lembrada e comemorada entre os naturistas brasileiros, como "Dia do Naturismo".
Sua famosa frase que retrata bem o seu pensamento: "Um nudista é uma pessoa que acredita que a indumentária não é necessária à moralidade do corpo humano. Não concebe que o corpo humano tenha partes indecentes que se precisem esconder".
Na primeira metade dos anos 1950 ela fundou um Partido Político chamado Partido Naturalista Brasileiro e se candidatou a Deputada Federal por este partido.
Importante observar que atualmente, o termo naturalismo é apropriado para quem é especialista em história natural, ficando o termo naturismo associado para as pessoas que praticam o chamado "nudismo social".

Ilha do Sol


Ainda em 1954 Dora Vivacqua criou o que viria a ser a primeira área de naturismo no Brasil. O Clube Naturista Brasileiro que funcionava na ilha de Tapuama de Dentro que fica na Baía de Guanabara no Rio de Janeiro. A esta ilha de 8 mil metros quadrados deu o nome de Ilha do Sol.
Várias personalidades de Hollywood estiveram na Ilha do Sol, dentre elas: Errol Flynn, Lana Turner, Ava Gardner, Tyrone Power, César Romero, Glenn Ford, Brigitte Bardot e Steve MacQueen. Porém mesmo estrelas do porte de Jayne Mansfield foram barradas no pier por não quererem ficar nuas.
A nudez era obrigatória e total na Ilha do Sol. Ninguém, nem mesmo autoridades e personalidades podia entrar na ilha sem deixar toda e qualquer peça de roupas ainda no pier.
Em 1955 a INF-FNI - Federação Internacional de Naturismo, reconheceu oficialmente o surgimento do movimento naturista no Brasil adicionando a Ilha do Sol e o Clube Naturista Brasileiro como um de seus afiliados.
Durante a década de 1960, Luz del Fuego e seus amigos naturistas começaram a frequentar também, uma praia deserta que hoje se chama Abricó. A Praia do Abricó era uma segunda opção para quem gostava do naturismo, e até a hoje é utilizada pelos naturistas.

Morte

Em 1967, Luz del Fuego e seu caseiro foram assassinados, seus corpos foram amarrados em pedras e depois lançados para o fundo do mar. Após a sua morte, a Ilha do Sol voltou a ficar desabitada. A construção resiste ao tempo, com as paredes e a laje em perfeitas condições, onde inclusive, ainda se podem ver desenhadas na laje as duas cobras que ajudaram a eternizar a imagem da dançarina.
De acordo com o depoimento de Alfredo Teixeira Dias, revelou-se que no dia 19, por volta das 18 horas, partiu com o irmão para a Ilha do Sol, onde não puderam desembarcar porque os cães da ex-vedete logo notaram a presença de estranhos. Conseguiram entretanto, com todo cuidado, cortar a corda que amarrava uma canoa de Luz del Fuego. Levaram-na até a Ilha das Capuanas, já planejando atrair a ex-vedete para uma armadilha.
Mozart Gaguinho gritou então, chamando Luz del Fuego, que logo apareceu, de calça, à beira do cais, com um revólver calibre 38 na mão e perguntando o que "havia". Gaguinho respondeu que a sua canoa se afastara.
Disse Alfredo que Luz del Fuego não relutou em embarcar na canoa dos dois, a fim de recuperar a dela. Pouco depois, Mozart Gaguinho pediu que Luz del Fuego lhe entregasse a arma. Nesse momento, Alfredo deu uma pancada em sua cabeça, com um cacetete. Em seguida, mais dois golpes fatais.
Deixaram o corpo na Ilha das Capuanas de Baixo e voltaram à Ilha do Sol, onde chamaram o vigia Edgar. Pediram que ele trouxesse uma corda e um remo, a fim de que a canoa de sua patroa fosse rebocada. Edgard, segundo disse Alfredo, não veio com os objetos solicitados, mas com uma foice. Hesitou um pouco, mas decidiu entrar no barco de Alfredo e Gaguinho, sentando-se entre os dois.
Os dois cadáveres, colocados em uma baleeira com algumas manilhas e duas enormes pedras, depois de retiradas as vísceras, à faca, foram ao fundo a 200 metros da Ilha do Sol para onde, em seguida, Alfredo e seu irmão se dirigiram, assaltando a casa da vítima. Levaram para a Ilha do Pontal tudo que haviam encontrado de valor - uma radiovitrola, dois rádios de pilha portáteis, uma máquina de costura e NCr$ 80,00 (oitenta mil cruzeiros antigos), encontrados numa bolsa, sob um travesseiro. Apanharam ainda um lampeão a gás, várias tarrafas de nylon, um binóculo e os óculos de Luz del Fuego.
Alfredo ainda afirmou que, na madrugada do dia 21, Mozart Gaguinho o levou da Ilha do Pontal para a Ilha do Governador.
Disse que há cerca de sete meses, Luz del Fuego indicou à Polícia o lugar onde ele, foragido do Presídio-Geral do Estado, estava escondido. Entretanto, Alfredo conseguiu "enganar as autoridades". Quanto ao irmão, Luz del Fuego entregou-o certa vez à Polícia Marítima, que só não o prendeu devido a uma interferência do guarda portuário Hélio Luís.

Legado

Seu legado permanece até hoje, e o naturismo brasileiro tem grande orgulho de ter Luz del Fuego como uma de suas personagens históricas.
Também o movimento feminista brasileiro deve muito a esta mulher de garra que na década de 1950 já lutava pela liberdade feminina, sendo muito conhecida uma frase que repetia, a de que "daqui a 50 anos serei lembrada", talvez porque já naquele tempo conhecesse as propriedades medicinais da Helioterapia e Aeroterapia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz_del_Fuego

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O Programa "Crush em Hi-Fi "pelos irmãos Tony e Celly Campello (1959)




Revista do Rock, revista importante  da época


A pequena Célia se espelhava em cantoras como Ângela Maria e Doris Monteiro, e era delas que a menina tirava o seu repertório.


No programa Crush em Hi-Fi na Rede Record, o mais importante programa de televisão comandado por jovens 

Em 1959, surge o mais importante programa de televisão comandado por jovens: o ' Crush em Hi-Fi ' ( Crush era uma marca de refrigerante tipicamente paulista ), e tinha como apresentadores os irmãos Tony e Celly Campello 

Foi um marco histórico do nascimento do rock nacional  o 78rpm com as músicas Forgive Me/Handsome Boy (vendeu 38 mil cópias), gravado em 1958 pelos irmãos Tony Campello e Celly Campello, vindos do interior de São Paulo, que abriu definitivamente o caminho do disco, dos programas de rádio e televisão e shows.

Celly Campello
Tony gravaria mais dois singles até seu álbum em 1959, e Celly estourou em 1959 com “Estúpido Cupido” (120 mil cópias vendidas), chegando a ter boneca própria (com a qual aparece na capa de seu LP “Celly Campello, A Bonequinha Que Canta”).

Os Campello também apresentariam Crush em Hi-Fi na Rede Record, programa totalmente voltado para a juventude, que revelou diversas bandas.Outros programas também surgiram para aproveitar a “febre” como Ritmos para a Juventude (Rádio Nacional-SP), Clube do Rock (Rádio Tupi -RJ) e Alô Brotos! (TV Tupi). Em 1960, surgira até a Revista do Rock.

http://eddyteddy.wordpress.com/2010/03/17/os-primordios-do-rock-roll-no-brasil/







CELLY CAMPELLO, VOCÊ NÃO MORREU DENTRO DE NOSSOS CORAÇÕES E DE NOSSAS LEMBRANÇAS! PARA NÓS, VOCÊ CONTINUARÁ SEMPRE A RAINHA DO ROCK NACIONAL!
Mariangela Cãndido




terça-feira, 22 de novembro de 2011

ADRIANO REYS (1934-2011). Uma homenagem ao ator.






O ator Adriano Reys, de 78 anos, morreu na manhã deste domingo no Hospital Copa D'Or, na zona sul do Rio de Janeiro. A assessoria de imprensa do hospital informou que ele estava internado há 10 dias para tratar de um câncer no fígado e no peritônio. O ator morreu às 9h30. O velório será às 14h deste domingo, entre 14h e18h, na capela 2 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. O corpo de Reys será cremado no Crematório do Caju.

O ator ficou afastado das novelas de 1996, quando fez A Idade da Loba, até 2003. Sua reaparição foi em Kubanacan para a comemoração de seus 50 anos de carreira. Depois disso, participou de Paixões Proibidas, da Bandeirantes, e A Lua me Disse, da Rede Globo. A estreia de Reys foi em 1953 no filme Os Três Recrutas. Ele também atuou nos filmes Malandros da quarta dimensão, Os Três Recrutas, Leonora dos Sete Mares, No Tempo dos Bravos, Garota de Ipanema, entre outros.

Na década de 1970, após fazer carreira no cinema, foi para a TV TUPI de São Paulo. Na emissora, atuou em algumas novelas como O Direito de Nascer, A Viagem e Éramos Seis. Reys foi para a TV Globo na década de 80, onde fez parte do elenco de Barriga de Aluguel, Mulheres de Areia e Vale Tudo.

Agradecemos pelos maravilhosos momentos que nos propiciou através de seu magnífico desempenho no cinema, teatro e televisão, bem como de fazer parte de nossa história cultural ,
Descanse em paz!
Mariângela Cândido


O Teatro de Revista (Teatro Rebolado)

So n i a    M a m e d e 






Teatro de revista

A Revista é um género de teatro, de gosto marcadamente popular, que teve alguma importância na história das artes cénicas, tanto no Brasil como em Portugal, que tinha como caracteres principais a apresentação de números musicais, apelo à sensualidade e a comédia leve com críticas sociais e políticas, e que teve seu auge em meados do século XX.

No Brasil

O Teatro de Revista no Brasil, também chamado simplesmente "Revista",[1][2] e com produção das companhias como as de Walter Pinto e Carlos Machado, foi responsável pela revelação de inúmeros talentos no cenário cultural, desde a cantora luso-brasileira Carmem Miranda, sua irmã Aurora, às chamadas vedetes de imenso sucesso como Wilza Carla, Dercy Gonçalves, Elvira Pagã e outras - na variante conhecida como Teatro rebolado - e compositores do jaez de Dorival Caymmi, Assis Valente, Noel Rosa, etc.

Histórico

Desenho de Agostini, de 1884, representando uma atriz de Revista a desfilar no Carnaval.
Seu início remonta a 1859 quando, no Rio de Janeiro, foi apresentada a peça "As Surpresas do Sr. José da Piedade", de Justiniano de Figueiredo Novaes, baseado nas operetas que então se apresentavam em França. O modelo carregava nas paródias e críticas de costume. E, como não poderia deixar de ser, sofriam críticas dos moralistas.[3][4]
A Revista brasileira pode ser dividida em 3 fases distintas:
A Revista do século XIX, que prende-se mais no texto que na encenação; tem seu ápice na obra de Artur Azevedo. A cada ano eram apresentadas revistas comentando os fatos do ano anterior, numa retrospectiva crítica e bem-humorada. No coro, acompanha uma orquestra de cordas.
Década de 20 e 30 - com incorporação da nudez feminina (introduzida pela companhia francesa Ba-ta-clan). A orquestra cede lugar a uma banda de jazz. Seu maior nome é o empresário teatral Manoel Pinto. As peças têm destaque igual para as paródias e para a encenação.
Féerie - Realce para os elementos fantásticos da peça; Walter Pinto substitui, em 1938, a seu pai. Surgem as companhias. As apresentações tornam-se verdadeiros espetáculos, onde o luxo está presente em grandes coreografias, cenários e figurinos. Tornando-se cada vez mais apelativa, começa a decair, até praticamente desaparecer, no final dos anos 50 e começo da década seguinte.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_de_revista#cite_note-0




Elvira Pagã, vedete dos teatros de revista na década de 50, um dos mitos sexuais do Rio de Janeiro, foi das primeiras brasileiras a explorar o impacto do nudismo, nos anos 50 e 60, disputando com Luz del Fuego o espaço nos noticiários da época. Com seu corpo perfeito para os padrões da época, Elvira Pagã mexeu com a cidade, promoveu Copacabana internacionalmente e foi a primeira Rainha do Carnaval Carioca.








A MAIS BELA VEDETE DO TEATRO DE REVISTAS DA DECADA DE 1950
VIRGÍNIA LANE, "A VEDETE DO BRASIL" 

( Título lhe conferido pelo Presidente Vargas) 

ANILZA LEONI
Nos anos 50 consagrou-se como uma das maiores vedetes do teatro de revista, o "teatro rebolado" atuando em espetáculos produzidos por Walter Pinto e Carlos Machado.

WILZA CARLA
Sucesso com seu corpo "tipo violão", como era chamado nos anos 50.

No Brasil, vindo de Portugal, esse tipo de representação cativou o público, transformando-se numa das mais espantosas manifestações culturais, com sua forma satírica acompanhada de música e dança durante as cenas.

Houve uma época dourada na história da dramaturgia nacional em que a grande vedete era o Teatro de Revista e brilhavam astros e estrelas como Grande Otelo, Oscarito, Dercy Gonçalves, Bibi Ferreira, Zezé Macedo, Walter D’Ávila. Nomes que imprimiram sua marca no teatro e freqüentemente são citados quando o assunto é a produção cultural brasileira.