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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Já não se fazem mais ladrões de galinha como antigamente!





Certa vez, um ladrão foi roubar galinhas
justamente na casa do escritor Rui Barbosa.
O ladrão pulou o muro, e cercou as galinhas.
Naquele alvoroço, Rui Barbosa acordou de seu
profundo sono, e se digirigiu até o galinheiro.
Lá chegando, viu o ladrão já com uma de suas
galinhas, e disse:
"-Não é pelo bico-de-bípede, nem pelo valor
intrínsico do galináceo; mas por ousares transpor
os umbrais de minha residência. Se for por mera
ignorância, perdôo-te. Mas se for para abusar de
minha alma prosopopéia, juro-te pelos tacões
metabólicos de meus calçados, que darte-ei tamanha
bordoada, que transformarei sua massa encefálica,
em cinzas cadavéricas."
O ladrão todo sem graça se virou e disse:               
"-Cumé seu Rui, posso levar a galinha ou não???"

O juiz e o ladrão de galinhas
07/04/2008 às 14h43min Paulo Gustavojuízes

Em 16 de novembro de 1987, o então juiz auxiliar da Comarca de Varginha (MG), Ronaldo Tovani, recebeu em seu gabinete um processo referente a delito ocorrido no termo judiciário de Carmo da Cachoeira, praticado por um rapaz apelidado de “Rolinha”, acusado do furto de duas galinhas.

Para absolvê-lo, exarou a seguinte sentença, redigida em versos:

Esse é o ladrão de galinha atual!
Poder Judiciário
Comarca de Varginha
Estado de Minas Gerais
Autos nº 3.069/87; Criminal
Autora: Justiça Pública
Indiciado: Alceu da Costa, vulgo “Rolinha”

Vistos, etc…

No dia cinco de outubro
do ano ainda fluente,
em Carmo da Cachoeira
terra de boa gente,
ocorreu um fato inédito
que me deixou descontente.

O jovem Alceu da Costa,
conhecido por “Rolinha”,
aproveitando a madrugada,
resolveu sair da linha,
subtraindo de outrem
duas saborosas galinhas.

Apanhando um saco plástico
que ali mesmo encontrou,
o agente muito esperto
escondeu o que furtou,
deixando o local do crime
da maneira como entrou.

O senhor Gabriel Osório,                
homem de muito tato,
notando que havia sido
a vítima do grave ato,
procurou a autoridade
para relatar-lhe o fato.

Ante a notícia do crime,
a polícia diligente
tomou as dores de Osório
e formou seu contingente,
um cabo e dois soldados
e quem sabe até um tenente.

Assim é que o aparato
da Polícia Militar,
atendendo a ordem expressa
do delegado titular,
não pensou em outra coisa
senão em capturar.

E depois de algum trabalho
o larápio foi encontrado
num bar foi capturado.
Não esboçou reação,
sendo conduzido então
à frente do delegado.

Perguntado pelo furto
que havia cometido,
respondeu Alceu da Costa,
bastante extrovertido:
“Desde quando furto é crime
neste Brasil de bandidos?”

Ante tão forte argumento
calou-se o delegado,
mas por dever do seu cargo
o flagrante foi lavrado,
recolhendo à cadeia
aquele pobre coitado.

E hoje passado um mês
de ocorrida a prisão,
chega-me às mãos o inquérito
que me parte o coração.
Solto ou deixo preso
esse mísero ladrão?

Soltá-lo é decisão
que a nossa lei refuta,
pois todos sabem que a lei
é pra pobre, preto e puta…
Por isso peço a Deus
que norteie minha conduta.

É muito justa a lição
do pai destas Alterosas.
Não deve ficar na prisão
quem furtou duas penosas,
se lá também não estão presas
pessoas bem mais charmosas.

Desta forma é que concedo
a esse homem da simplória,
com base no CPP,
liberdade provisória,
para que volte para casa
e passe a viver na glória.

Se virar homem honesto
e sair dessa sua trilha,
permaneça em Cachoeira
ao lado de sua família,
devendo, se ao contrário,
mudar-se para Brasília!!!

P. R. I. e
expeça-se o respectivo alvará de soltura.

Ronaldo Tovani

Antigamente ladrões desse "naipe" eram considerados no Brasil os chamados "ladrões de galinha", ou seja, a gente sabia que existiam mas a gente tinha uma nítida impressão que eram "inofensivos" ou melhor dizendo,menos cruéis e violentos. Eu chegava até a me "divertir" quando assistia na tv o programa O HOMEM DO SAPATO BRANCO, quando o apresentador fazia matérias enfocando os crimes desses bandidos, tidos como "rameiras", caricatos e até certo ponto, atrapalhados.

O nosso CÓDIGO PENAL praticamente é o mesmo em relação aqueles anos, muito pouco se modificou, mas algo me chama a atenção... A mudança de comportamento do bandido que hoje sai para assaltar à mão armada. Nota-se que algo mudou dentro dessa cabeça do mau pensante. Antes o ladrão roubava e até se contentava com um bujão de gas, um engradado de cerveja ou até mesmo porcos e/ou galinhas tiradas do alheio. Hoje esse tipo de verme humano sai para assaltar JÁ com o pensamento da crueldade dentro de si, e MATAR para ele já se tornou passatempo. Começo até a pensar que o ladrão ASSASSINO e sua confraria  de LATROCIDAS estão se mirando nos famigerados e idiotas PICHADORES que existem por aí., ou seja, quanto mais MORTES EM SEU CURRÍCULO, mais eles pensam que com isso chegarão ao topo da COMUNIDADE ASSASSINA. Querem ser o NÚMERO 1 DO CRIME!. É a confraria da IMPUNIDADE que se instala em nosso país de forma assustadora e ante a permissividade dos juristas, dos parlamentares que insistem em manter o nosso Código Penal do jeito que está.

1. Menores MATAM, depois passam pouco tempo em casas reformatórias e saem livremente impunes.,
2.Idiotas, muitas vezes embriagados, MATAM inocentes no trânsito, mas na maioria das vezes(ou sempre)
   não são julgados ou condenados, ficam livres, impunes e vão continuar MATANDO NO TRÂNSITO.,
3.Salvo-Condutos concedidos à presos em datas especiais. Eles saem da prisão, não retornam e ainda vão
   em alguns casos, MATAR uma pessoa nas ruas. Por quê a justiça brasileira é tão cega e não vê que esse
   tipo de benefício deveria ser EXTIRPADO de nosso Código Penal?
4.Redução de Pena...Que raios de justiça é essa, que um assassino MATA uma pessoa inocente, é
   condenado a uma pena de trinta anos, mais sai quando cumpre l/3 da pena por bom comportamento? Pelo
   que sei ainda não fez trinta anos que Daniela Perez foi covardemente ASSASSINADA por Guilherme de
   Pádua e sua mulher Paula Tomáz...mas esses dois assassinos nem 1/3 cumpriram de pena e hoje vivem
   livres no Rio de Janeiro.

Isso tudo são retratos de uma IMPUNIDADE DESLAVADA de um país que tem um CÓDIGO PENAL NEFASTO, ARCAICO, DEFASADO, INOPERANTE,EM DESUSO,DÉMODÉ e que ao meu ver parece mais  a chamada "CASA DA MÃE JOANA".

Parafraseando um político hoje já em baixa no Brasil, eu queria ver um POLÍTICO DE SACO ROXO vir à público e puxar para si as REFORMAS URGENTES NO CÓDIGO PENAL. Abraçar a causa, fazer campanha por REFORMAS NA CONSTITUIÇÃO...Mas acho que em face do  atual momento brasileiro, a maioria dos nossos políticos estão preocupados é com o ESTATUTO DELES, da nova CONFRARIA que eles fundaram em nosso belo país tropical...e ESSA, acho que todos vocês já conhecem!

É da moda, é de momento...tá no "Face", no "Orkut", "Google", "Twitter" e etc.etc.




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Filmes antigos - as grandes musas do cinema

Cartazes de Filmes Antigos

1954- Dalva de Oliveira em Catanduva


1954 – A cantora Dalva de Oliveira em destaque na televisão com a minissérie “Dalva e Erivelto”  esteve em Catanduva com o seu segundo marido o cantor argentino Tito Clemente com o qual viveu de 1949 a  1963. Eles se apresentaram no Cine República e no Clube de Tênis de Catanduva em  evento organizado pela “Associação das Damas de Caridade” e “Lar Ortega e Josué” - Foto: Reprodução.

http://www.noticiadamanha.com.br/capa/lenoticia.asp?ID=51021



Á partir dos anos 50, os furacões recebem nomes de mulheres.


Você deve ter visto na TV ou nos jornais: no final do mês de agosto, um furacão destruiu boa parte da cidade americana de Nova Orleans. Era o Katrina. Pouco tempo depois, os Estados Unidos enfrentaram outro furacão, o Rita, que causou mais estragos.

Com certeza, após a passagem desses fenômenos devastadores, as meninas que se chamam Rita – ou mesmo Katrina, pois esse nome é comum em outros países – ficaram se perguntando: como são escolhidos os nomes dos furacões? Por que logo o delas foi selecionado? Ciência Hoje das Crianças traz, agora, a resposta!

Já virou tradição batizar com nomes próprios furacões que ocorrem nos países voltados para o oceano Atlântico. Pouca gente sabe, no entanto, que é definido com antecedência como um furacão irá se chamar.

Pois é: existem seis listas, elaboradas por especialistas da Organização Meteorológica Mundial, que trazem 26 nomes cada, um para cada letra do alfabeto. A cada ano, uma delas é empregada e quando todas já foram utilizadas, volta-se a usar a primeira! Assim, a lista dos nomes desse ano será a mesma a ser utilizada em 2011.

Quando um furacão parece estar se formando sobre o oceano, a lista do ano em questão é consultada para que um nome seja dado a ele. Essa denominação, no entanto, não é escolhida ao acaso. É seguida a ordem alfabética. “Dessa forma, pelo nome, descobrimos qual número corresponde à letra inicial e podemos saber se aquele é o primeiro, o segundo ou o terceiro furacão do ano. Por exemplo: a letra K, de Katrina, é a décima primeira do alfabeto. Isso quer dizer que esse furacão foi o décimo primeiro desse ano”, explica o meteorologista Marcelo Seluchi, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

Em geral, não passa de 26, o total de letras do alfabeto, o número de furacões por ano. Mas caso esse limite seja ultrapassado, serão utilizadas letras do alfabeto grego, como alfa, beta, gama etc.

A prática de batizar os furacões com nomes próprios começou na década de 1950, quando os especialistas passaram a identificar o fenômeno por meio das imagens de satélites. Até então eles eram chamados por números e por vezes nem chegavam a ser detectados, sobretudo quando nasciam e morriam sobre o oceano.

A partir de 1950, todos os furacões passaram a receber nomes – e femininos. O primeiro, por exemplo, foi chamado de Able. Esse fato levou várias mulheres da época a protestar. Afinal, não é nada elegante chamar um fenômeno tão devastador de Rita ou Wilma, não acha? Os meteorologistas, então, modificaram a regra. Assim, desde 1979, os nomes se alternam entre femininos e masculinos.

Nem todos os nomes das listas feitas pela Organização Meteorológica Mundial, no entanto, ficam conhecidos pelo público em geral, como Rita e Katrina. “Isso acontece porque os nomes são dados quando o fenômeno está em formação: antes de se tornar um furacão propriamente dito”, explica Carlos Nobre, meteorologista do CPTEC. “Como muitos não passam de tempestades tropicais que acontecem ainda em alto-mar, eles não chegam a ser divulgados, já que não causam destruições no continente.”

Também não são todos os nomes que serão usados novamente, quando as listas voltarem a ser empregadas. “Katrina, por exemplo, sairá da listagem porque a passagem desse furacão foi tão marcante que sempre será lembrada”, conta Marcelo. Nos últimos 50 anos, por exemplo, 62 furacões muito fortes passaram pelos mares do Caribe, pelo oceano Atlântico e pelo Golfo do México. Seus nomes, retirados das listas, são lembrados até hoje.

http://chc.cienciahoje.uol.com.br/revista/revista-chc-2005/163/como-sao-dados-os-nomes-dos-furacoes




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Chega de Saudade ( 1958 )


Chega de Saudade é uma canção escrita por Vinícius de Moraes (letra) e por Antonio Carlos Jobim (música), em meados dos anos 50.
Foi gravada pela primeira vez em 10 de julho de 1958, na voz de Elizeth Cardoso, que a gravou com arranjos do maestro Antonio Carlos Jobim, acompanhada também pelo violão de João Gilberto. Mais tarde, esta gravação antológica ficou reconhecida como o primeiro registro fonográfico da bossa nova.
A versão de Elizeth foi lançada em maio daquele mesmo ano no álbum-projeto Canção do Amor Demais pelo selo Festa (LDV 6002), no qual pela primeira vez se ouviu aquilo que receberia o nome de batida da bossa nova.
Alguns meses depois, a canção recebeu novas versões, primeiro pel'Os Cariocas, através de disco Columbia e também por João Gilberto, num 78 rotações lançado pela Odeon em julho que tinha, no lado B, a música Bim Bom, de autoria do cantor.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Chega_de_Saudade

Letra:

Vai minha tristeza,
e diz a ela que sem ela não pode ser,
diz-lhe, numa prece
Que ela regresse, porque eu não posso Mais sofrer.
Chega, de saudade
a realidade, É que sem ela não há paz,
não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca,
dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de você longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver sem mim

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Maysa, se todos fossem iguais a você! ( 1957)


Se todos fossem iguais a você
(1957)
Samba-Canção
Vinícius de Moraes e Tom Jobim

Vai tua vida
Teu caminho é de paz e amor
A tua vida
É uma linda canção de amor
Abre os teus braços e canta a última esperança
A esperança divina de amar em paz
Se todos fossem..... iguais a você
Que maravilha.....viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar / Uma cidade a cantar
A sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol...como a flor... como a luz
Amar sem mentir....sem sofrer
Existiria a verdade / Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo
Iguais a você
Existiria a verdade / Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo
Iguais a você ...

TÂNIA ALVES - MOLAMBO ( 1953)



Molambo (1953)

Samba canção

Jayme Tomás Florence (Meira) e Augusto Mesquita

Interpretação Tânia Alves

Eu sei que vocês vão dizer

Que é tudo mentira, que não pode ser

Porque depois de tudo que ele me fez

Eu jamais deveria aceitá-lo outra vez


Bem sei que assim procedendo

Me exponho ao desprezo de todos vocês

Lamento, mas fiquem sabendo

Que ele voltou e comigo ficou


Ficou pra matar a saudade

A tremenda saudade que não me deixou

Que não me deu sossego um momento sequer

Desde o dia em que ele me abandonou


Ficou pra impedir que a loucura

Fizesse de mim um molambo qualquer

Ficou desta vez para sempre

Se Deus quiser


Gal Costa - Esquecendo Você ( 1959 )


Esquecendo você
(1959)
Composição : Tom Jobim
Interpretação : Gal Costa
Eu vou ter que passar minha vida
Cantando uma só canção
Eu vou ter que aprender a viver
Sozinha na solidão

Eu vou ter que lembrar tantas vezes
O riso dos olhos seus
Eu vou ter que passar minha vida
Tentando esquecer este adeus

Eu vou ter que esquecer seu sorriso
E o pranto dos olhos meus
Eu vou ter que esquecer seu olhar
Na hora do adeus

Eu vou ter que esquecer minha vida
Só você não percebe por que
Eu vou ter que passar minha vida
Esquecendo você


Eu vou ter que esquecer seu sorriso
E o pranto dos olhos meus
Eu vou ter que esquecer seu olhar
Na hora do adeus

Eu vou ter que esquecer minha vida
Só você não percebe por que
Eu vou ter que passar minha vida
Esquecendo você

1958 - Agostinho dos Santos - Balada Triste


Balada triste
(1958)
Composição : Dalton Vogeler e Esdras Silva
Interpretação :Agostinho dos Santos
Balada triste
Que me faz lembrar de alguém
Alguém que existe
Que outrora foi meu bem
Balada triste
Melodia do meu drama
Este alguém já não me ama
Esqueceu você também.
Não há mais nada
Foi um sonho que findou
Triste balada
Só você me acompanhou
Fica comigo
Velha amiga e companheira
Vou cantá-la a vida inteira
Pra lembrar o que passou.

Não ,não ,não há mais nada
Foi um sonho que findou
Triste balada
Só você me acompanhou
Fica comigo
Velha amiga e companheira
Vou cantá-la a vida inteira
Pra lembrar o que passou.

Dick Farney - Este Seu Olhar ( Românticos anos 50)


Este seu olhar
(1959)
Samba-canção
Composição: Tom Jobim
Interpretação: Dick Farney
Este seu olhar quando encontra o meu
Fala de umas coisas
Que eu não posso acreditar
Doce é sonhar, é pensar que você
Gosta de mim como eu de você
Mas a ilusão quando se desfaz
Dói no coração de quem sonhou
Sonhou demais,
ah! se eu pudesse entender
O que dizem os seus olhos
Este seu olhar quando encontra o meu
Fala de umas coisas
Que eu não posso acreditar
Doce é sonhar, é pensar que você
Gosta de mim como eu de você
Mas a ilusão quando se desfaz
Dói no coração de quem sonhou
Sonhou demais,
ah! se eu pudesse entender
O que dizem os seus olhos
.



Música anos 50 - Meus tempos de criança (1956)


MEUS TEMPOS DE CRIANÇA
(Composição: Ataulfo Alves)


Eu daria tudo que eu tivesse
Pra voltar aos dias de criança
Eu não sei pra que que a gente cresce
Se não sai da gente essa lembrança

Aos domingos, missa na matriz
Da cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí

Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor, onde andará?

Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botões sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia

Músicas Brasileiras - Anos 50.


Músicas Brasileiras


A Década de 50


Ele , no final da década de 50,
já mais liberal, mais boêmio
de terno  escuro e ainda conservando o hábito de usar um chapéu marrom
pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela canção:
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E o abandono das flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
O romantismo imperou nesta década e por mais que nos esforcemos não conseguiremos retratar com palavras o que sentiu quem viveu intensamente a década de 50 onde ainda existia a "Pureza do Sentimento

Marilene
 Ninguém Me Ama( 1952)
Eu Sei Que Vou Te Amar (1958)
Saudosa Maloca ( 1955)
Chega de Saudade ( 1958 )
Conceição ( 1956)
Desafinado (1958)
Esse seu olhar(1959)
Iracema(1956)
Dindi (1959)
Ronda(1953)Evocação nº1(1957)
Eu não existo sem você(1958)
A voz do morro (1955)
Café Soçaite(1955)
Fim de caso(1959)
É luxo só (1957)
Só em teus braços(1959)                                                                                                                 Meus Meus tempos de criança(1956)
Manhã de carnaval (1958)
Guarde a sandália dela (1958)
Me deixa em paz (1951)
Meu vício é você(1956)
Ninguém Me Ama( 1952)                                                             
Eu Sei Que Vou Te Amar (1958)
Saudosa Maloca ( 1955)
Chega de Saudade ( 1958 )
Conceição ( 1956)
Desafinado (1958)
Esse seu olhar(1959)
 Iracema(1956)
Dindi (1959)
Ronda(1953)
 Evocação nº1(1957)
Qui nem jiló(1950)
Risque (1952)
 Folha morta(1950)
Nem eu (1952)
Esquecendo você(1959)
Cadeira vazia (1950)
Balada triste (1958)
Abandono (1955)
 Canção da Volta(1955)
Suas mãos( 1958)
 Pensando em ti (1957)
De cigarro em cigarro (1953)
A felicidade(1959)
Por toda a minha vida (1959)
Barracão (1953)
Escuta (1955)
Negro Telefone (1953)
Falsa Baiana (1957)
Pois é (1955)
 A Noite Do Meu Bem(1959)
 Se Todos Fossem Iguais a Você (1957)
Castigo ( 1958)
Ouça ( 1957)
Lábios de Mel ( 1955)
Molambo  ( 1953 )
Estrela do Mar(1952)
Tereza da praia(1954)
Alguém como tu(1952)
 Evocação nº2(1958)
 E daí?(1959)
Chove lá fora(1957)
Olhos Verdes(1950)
Na Subida do morro(1952)
Meu mundo caiu(1958)
Sábado em Copacabana (1955)
Errei sim(1950)
Por causa de você (1957)
Escultura(1958)
 Tudo acabado(1950)
Chalana (1950)
 Orgulho(1953)
Caminhos cruzados(1958)
A volta do boêmio(1957)
 Estrada do sol(1958)
Mocinho bonito(1956)
Madame fulano de tal(1958)

 Vida de bailarina(1954)
Fósforo queimado(1953)
Estatutos da Gafieira(1954)
Ciclone (1954)
 Bom dia tristeza ( 1957)
 Mulata assanhada (1957)
 Serenata do adeus (1958)
 Ela disse-me assim (1959)
 Pistom de gafieira(1959)
Lampião de gás (1958)
Atiraste uma pedra (1958)
Sabes mentir (1951)
Deixe que ela se vá (1958)


A década de 50 foi marcada por grandes transformações na cultura musical brasileira : influência do pós-guerra, início da televisão com forte presença dos meios de comunicação, aumento da participação de intelectuais junto às bases populares da música brasileira, melhoria econômica da população e apelo nacionalista iniciado pelo governo de Getúlio Vargas.

As elites intelectuais brasileiras, principalmente no Rio de Janeiro, começaram a participar mais ativamente dos movimentos de música popular brasileira, onde até os anos 40 predominavam compositores de muita sensibilidade porém com pouca bagagem intelectual.

 Dessa maneira as músicas brasileiras passaram a ter mais atenção por parte da comunidade musical que as estrangeiras como boleros e tangos.

Nesse contexto nasceu a Bossa Nova, durante final da década de 50.

 Os principais artistas e compositores iniciadores da bossa nova foram :  Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, João Gilberto, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Baden Powell, Luizinho Eça, os irmãos Castro Neves, Newtom Mendonça, Chico Feitosa, Durval Ferreira, Nara Leão, Sylvia Telles, Luis Carlos Vinhas, Johnny Alf e muitos outros. 

 Impossível precisar o início da Bossa Nova, mas admite-se que o lançamento em 1958 do LP Canção do Amor Demais com Elizeth Cardoso interpretando Chega de Saudades de Tom e Vinicius, entre outras, tenha sido o marco inicial da Bossa Nova; nesse LP João Gilberto surpreendeu a todos com sua nova batida de violão; foram experiências musicais de vários artistas, principalmente da turma que frequentava a casa de Nara Leão; admite-se a influência do jazz na batida da Bossa Nova.
Sucederam-se "Samba de uma nota só" de Tom e Newton Mendonça, "Desafinado", "Garota de Ipanema", "Só danço samba" estas últimas de Tom e Vinícius e muitas outras, marcando definitivamente a Bossa Nova como o grande movimento da moderna Música Popular Brasileira.

Dárcio

Música:Se todos fossem iguais a você

mportante:
Resgatar e preservar as músicas populares brasileiras é nosso objetivo. Através da internet estamos propiciando a todas as pessoas, em qualquer lugar do mundo, o acesso às belíssimas músicas, muitas delas relegadas ao esquecimento.
Música Popular Brasileira é um dos aspectos mais ricos e importantes da cultura brasileira, retratando costumes, idéias e valores de cada época.
Nosso único compromisso é com os compositores, cantores e suas obras.
Não temos nenhum objetivo comercial e financeiro; as imagens, músicas e suas  letras  são obtidos nos diversos sites da  internet; nosso trabalho é puramente de pesquisa e a seleção das músicas são escolhidas e  julgadas por nós as mais significativas em cada década.
Numa primeira etapa incluímos algumas composições em suas respectivas décadas de lançamento, mas pretendemos continuar incluindo outras músicas porventura ainda não incluídas, num trabalho contínuo e de longo prazo.
 http://www.paixaoeromance.com/50decada/aber50/haber50.htm

Enviado por Nelson Bassanetti


terça-feira, 23 de agosto de 2011

EL CID, um filme sucesso de 1961.


El Cid é um filme ítalo-estadunidense de 1961, do gênero drama histórico e épico, dirigido por Anthony Mann.
Parte do filme foi rodada no Castelo de Peníscola.

Charlton Heston e Sophia Loren estrelam esta super produção sobre a história do lendário herói espanhol El Cid. No século XI o herói cristão procura celebrar a paz entre os membros da realeza visando promover a unificação da Espanha, sendo depois chamado para comandar a resistência contra os invasores mouros. Incríveis cenas de batalhas e uma meticulosa reconstituição de época conferem a este filme um caráter de grandiosidade poucas vezes visto no cinema. Imperdível.


Elenco principal

Charlton Heston .... El Cid (Rodrigo Díaz de Vivar)
Sophia Loren .... Jimena
Raf Vallone .... Conde Ordóñez
Geneviève Page .... Princesa Urraca
John Fraser .... Príncipe Alfonso
Gary Raymond .... Príncipe Sancho
Hurd Hatfield .... Arias
Massimo Serato .... Fanez
Frank Thring .... Al Kadir

Principais prêmios e indicações

Oscar 1962 (EUA)
Indicado nas categorias de melhor direção de arte - a cores, melhor trilha sonora e melhor canção (Love theme from El Cid (The falcon and the dove)).
Globo de Ouro 1962 (EUA)
Recebeu o prêmio mérito especial.
Indicado nas categorias de melhor filme - drama, melhor diretor de cinema e melhor trilha sonora de cinema.

http://pt.wikipedia.org/wiki/El_Cid_(filme)#Sinopse






1962 - Angela Maria Canta Para O Mundo







Angela Maria, uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. Conhecida como "sapoti", apelido oriundo de uma frase dita pelo então presidente Getúlio Vargas sobre ela, certa vez: "Menina, você tem a voz doce e a cor do sapoti". Sagrada "Rainha do Rádio", em 1954, Angela Maria se tornou uma das mais populares cantoras da época de ouro do rádio, batendo recordes de vendas de discos e consagrando vários sucessos, como "Babalu", "Lábios de Mel" e "Canto Paraguaio", dentre outros.

http://blogdamusicabrasileira.blogspot.com/2010/09/1962-angela-maria-canta-para-o-mundo.html







segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Os Amores de Roberto Carlos.

Roberto já era um ídolo quando se casou, em 1968, na cidade de Santa Cruz De La Sierra, na Bolívia, com Cleonice Rossi. Ela era um ano mais velha que ele, desquitada ( na época, não havia divórcio no Brasil) e mãe de uma filha de 3 anos. O repórter da revista Contigo, que viajou no mesmo avião, conta que Roberto chegou atrasado ao aeroporto e Nice brincou que estava aflita porque muitos noivos fugiam na última hora. Ao que Roberto respondeu: "Não brinca assim, Nicinha, esperei tanto por esta hora..."




Nice ficou grávida logo depois do casamento. Roberto Carlos Braga II, Segundinho ou Dudu como é chamado, nasceu em 14 de dezembro de 1969. Já na maternidade Pró-Matre, em São Paulo, o casal ficou sabendo que o filho sofria de glaucoma congênito.








Dois anos depois, em 1971, nascia Luciana para felicidade de Roberto e Nice. Filha de rei, a menina era chamada de princesa pelos amigos. Luciana, hoje, é jornalista especializada em moda, mas nunca deu palpite nas roupas do pai: "No estilo dele ninguém mexe", admitiu em entrevista publicada no portal AOL, em 2003.




Nice e Roberto recorreram a todos os recursos que a ciência oferecia para que o filho não perdesse a visão e, durante muitos anos, o menino pôde ter uma vida normal. "Minha mãe falava: "Vai lá, joga bola, pega onda! E meu não era superprotertor", Palavras de Dudu à revista Trip, em 2008. Ele surfou até ficar apenas com 5% de visão no olho esquerdo, aos 24 anos. 




O casamento de Roberto e Nice durou 11 anos. A separação, em 1979, foi amigável e os dois nunca tiveram nenhum desentendimento público que se tenha notícia. Quando Nice ficou doente, com câncer, Roberto fez questão de apoiá-la até sua morte em maio de 1990. 







Roberto e Myriam Rios se conheceram num voo da ponte aérea em 1979. Em dezembro do ano seguinte, ele assumiu publicamente o romance com a atriz. Ela conta como tudo começou: com um telefonema no meio da noite. - Oi, é o Roberto. - Que Roberto? - Roberto Carlos. -Ah, meu filho, pelo amor de Deus, você me acorda no meio da noite para dizer que é o Roberto Carlos? Não tem mais o que fazer? Do outro lado, a gargalhada inconfundível: - Myriam, é o Roberto. 


Myriam tinha 22 anos quando se apaixonou pelo rei. Ele tinha 38. Depois de 8 meses de namoro a atriz mudou-se para a casa de Roberto. Para acompanhar o marido, abandonou a carreira na Globo e no teatro. O casamento durou 11 anos. 




Em 1977, Roberto conheceu, em um show que fazia na cidade de Campos do Jordão, interior de São Paulo, uma menina de 16 anos. E se apaixonou. Os pais de Maria Rita Simões não permitiram o namoro com um homem 20 anos mais velho. O reencontro aconteceu 14 anos depois, mais uma vez num show do rei. E como sempre fazia, Roberto tentou esconder de todos os modos seu novo relacionamento. A imprensa só soube quando a pedagoga Maria Rita mudou-se para o apartamento de Roberto no Rio. 

"A década mais feliz da minha vida"
Foi o próprio Roberto quem disse. Ao lado de Maria Rita, o rei parecia mesmo ter encontrado sua alma gêmea. Ela foi a única mulher com quem Roberto se casou no civil. Maria Rita acompanhava o amado em todos os shows, colocava flores no camarim e só o chamava de "bonitinho". 
Em 1998, Maria Rita foi diagnosticada com um câncer na região pélvica. Movido por uma forte religiosidade, o casal jamais duvidou da cura. Roberto praticamente abandonou a carreira para dedicar-se à mulher. Só relaxou quando houve remissão da doença. Mas o câncer voltou de forma violenta quatro meses depois. Maria Rita morreu no dia 19 de dezembro de 1999, aos 38 anos. 

 http://mdemulher.abril.com.br/tv-novelas-famosos/fotos/acontece/roberto-carlos-50-anos-carreira-os-amores-do-rei-450403.shtml#1






domingo, 21 de agosto de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

Bebê a bordo da cegonha!!!


VAI ME DIZER QUE ESTA IMAGEM NÃO FEZ PARTE DE SUA INOCENTE CRENÇA INFANTIL???

Quando perguntávamos á nossa mãe, como viemos á este mundo, ela envergonhada, optava por uma das 
 várias hipóteses de como os bebês surgiram em nosso planeta. A mais comum é a de que viemos da cegonha. Era sempre a mesma história. As cegonhas pegam os bebês já prontinhos, embalam numa fraldinha branca e saem voando pelos céus em direção às suas casas e aos seus pais. Estes não sabiam ao certo se os filhos acreditavam na história, mas, mesmo assim, falavam.

Depois veio a história da sementinha: o papai planta uma semente no umbiguinho da mamãe, espera nove meses, a plantinha cresce e o neném nasce. Acontece que essa e outras inúmeras histórias só servem para uma coisa: chegarem à conclusão de que seus pais têm uma imaginação fértil. E bota fértil nisso! Vendo pelo lado dos pais, até que é meio dificíl explicar, aos seus filhos, o verdadeiro processo da reprodução humana e tentam sair pela "culatra" inventando novas histórias a cada dia que passa.



Desde os tempos mais antigos que é assim. Mas também pudera, né!? Na sociedade em que nascemos, cheia de pré-conceitos, (conceitos que adquirimos ao longo de nossas vidas, já existentes antes mesmo de nascermos) é quase impossível de se dizer para um "pequenino" como o papai e a mamãe têm que ficar e o que têm que fazer para que tudo ocorra.
Normalmente, descobríamos através de outras pessoas e de forma  maliciosa,como de fatos chegamos á este mundo.

A lenda da cegonha surgiu na Escandinávia. Conta-se que, na época em que os bebês costumavam nascer em casa, às mães diziam aos filhos que os bebês haviam sido trazidos pela cegonha justificando o aparecimento repentino de um novo membro na família. Para explicar o descanso da mãe depois do parto, dizia-se que, antes de partir, a cegonha havia bicado sua perna.

A escolha da cegonha como símbolo foi devido a sua característica dócil e protetora, que dedica atenção especial e carinho às aves doentes ou mais velhas. Os antigos romanos criaram uma lei incentivando as crianças a cuidarem dos idosos, denominada Lex Ciconaria (Lei da Cegonha).

Além desse motivo, há o do fato das cegonhas costumarem fazer seu ninho ao lado da chaminé das casas e voltarem sempre para o mesmo lugar, para pôr ovos e cuidar dos filhotes. A mistura de generosidade e fidelidade ao ninho criou um símbolo perfeito. A lenda se espalhou pelo mundo no século XIX, através dos contos do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

http://www.brasilescola.com/curiosidades/origem-da-lenda-da-cegonha.htm

As cegonhas (Ciconia spp.) são aves migrantes da família Ciconiidae. As cegonhas têm cerca de 1 metro de altura e 3 kg de peso. O seu habitat é variado e a alimentação inclui pequenos vertebrados. São animais migratórios e monogâmicos. As cegonhas não têm faringe e por isso não emitem sons vocais, emitem sons batendo com os bicos, actividade a que se dá o nome de gloterar.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cegonha






sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Abre a porta Mariquinha! De Zé do Rancho.




João Isidoro Pereira, Intérprete e Compositor, nasceu em Guapiaçu-SP no dia 04/06/1927. Com 8 anos, era engraxate e também fazia carretos na feira livre em São José do Rio Preto-SP, além de já tocar Cavaquinho nos bailes. 
João Isidoro iniciou a carreira artística aos 17 anos de idade em circos onde se apresentava como instrumentista, cantor e também ator de dramas e comédias, tendo adotado o nome artístico de Bonifácio. E foi num circo que formou uma dupla com Cacau do Sertão que foi quem lhe sugeriu um nome mais sertanejo: "...você é João. Que tal João do Campo? ... Não! Zé do Rancho!!"
Tocou guitarra elétrica e cantou.na Orquestra Nelson de Tupã-SP.
A convite da Rádio Tupi e passou a participar do famoso trio juntamente com Serrinha e Riellinho, tendo Zé do Rancho substituído o Caboclinho, que já apresentava problemas de saúde. 
Zé do Rancho participou do "Trio Mais Querido do Brasil" de forma intermitente até 1957,

Sandy e Júnior, netos de Zé do Rancho.

Em 1962, com a aposentadoria de Serrinha, a esposa de Zé do Rancho, Maria Vieira da Silva (nascida em Bauru-SP em 07/02/1939 e que Zé do Rancho havia conhecido em 1957) passou a integrar o trio que, por sua vez, foi desfeito em 1965. A nova dupla "Zé do Rancho e Mariazinha" foi depois para a Rádio Nacional (hoje Globo) de São Paulo-SP, na qual permaneceu de 1969 até 1971.                                                                                   "Zé do Rancho e Mariazinha" gravaram 4 LP's até 1972. O maior sucesso da nova Dupla foi sem dúvida a bem humorada Composição "Abra A Porta Mariquinha (Resposta Da Mariquinha)" (Zé Batuta - Quintino Eliseu - Zé do Rancho) , gravada na RCA (hoje BMG) em 1969. Vale lembrar que a mesma Música também chegou a ser gravada pelos então iniciantes "Sandy e Junior", que são seus netos, já que Zé do Rancho é o sogro de Xororó (que canta em dupla com Chitãozinho), que é casado com sua filha Noely, mãe de Sandy e Junior.
 http://www.boamusicaricardinho.com/zedorancho_41.html










Um lindo romance de 1957- A Flor do Pântano.







Informações Técnicas
Título no Brasil:  A Flor do Pântano
Título Original:  Tammy and the Bachelor
País de Origem:  EUA
Gênero:  Romance
Tempo de Duração: 89 minutos
Ano de Lançamento:  1957
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:  Joseph Pevney
 
Elenco
Debbie Reynolds ... Tambey 'Tammy' Tyree
Leslie Nielsen ... Peter Brent...

Sinopse


Quando o avião de Pete cai no pântano, ele é salvo pela jovem Tammy, uma garota do interior que vive com seu avô. Recuperado, Pete retorna para sua casa e para sua noiva. Mas o avô de Tammy vai para a cadeia e ele envia a neta para ficar com Pete. Sua culinária e personalidade alegre transformam a família de Pete e ele próprio

http://interfilmes.com/filme_20078_A.Flor.do.Pantano-(Tammy.and.the.Bachelor).html


Música na voz de Pat Boone ( memória musical e filmográfica)


Esquadrão da Morte


O Esquadrão da Morte foi uma organização paramilitar surgida no final dos anos 1960 cujo objetivo era perseguir e matar supostos criminosos tidos como perigosos para a sociedade.
Começou no antigo estado da Guanabara comandado pelo detetive Mariel Mariscot, um dos chamados "12 Homens de Ouro da Polícia Carioca", e se disseminou por todo o Brasil. Em geral, os seus integrantes eram políticos, membros do Poder Judiciário, policiais civis e militares e era mantida, via de regra, pelo empresariado.
A mais famosa organização foi a "Scuderie Le Cocq", cujo nome homenageava o detetive Milton le Cocq, que foi perdendo importância ao longo da década de 1990 no estado do Rio de Janeiro devido a ação de membros que agiam sem controle, bem como faziam a segurança de contraventores.
Há indícios de que atue, ainda, no estado do Espírito Santo, mais precisamente na região da Grande Vitória.

Eu matei Lúcio Flávio é um filme de 1979 que relata os crimes cometidos pelo Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro na década de 70 comandado pelo policial Mariel Maryscötte de Mattos.
Nessa produção, o personagem Lúcio Flávio é apenas um coadjuvante.

Lúcio Flávio Vilar Lírio entrou para a lista de bandidos famosos do Brasil. Nasceu em 1944. Foi morto em 1975. Pouco antes, contou sua vida para o repórter Jorge Oliveira. A partir desse relato, José Louzeiro escreveu o livro Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia, publicado em 1976, do qual nasceu o filme homônimo de Hector Babenco, de 1977.

“Polícia é polícia, bandido é bandido. Não devem se misturar, igual água e azeite.” A frase é de um dos criminosos mais famosos do Brasil, Lúcio Flávio, que apavorou o Rio de Janeiro durante os anos 1970.

De família de classe média alta, começou a “carreira” ainda adolescente. Tornou-se líder de uma quadrilha de roubo a banco, carros e lotéricas. Mas ficou famoso pelas 18 fugas espetaculares, inclusive de presídios de segurança máxima.

Pouco antes de morrer, em 1975, aos 31 anos, denunciou policiais que participavam de grupos de extermínio, ajudando a desmantelá-los.

Com QI acima da média (131), Lúcio Flávio Vilar Lírio virou bandido em 1968, depois de ver interrompida sua candidatura a vereador em Vitória (ES-BRASIL) pelo golpe militar. Aos 30 anos, colecionava 32 fugas, 73 processos e 530 inquéritos por roubo, assaltos e estelionato.
Dizia que seus vários crimes foram originados pela raiva à polícia e à ditadura militar, depois que policiais do DOPS invadiram uma festa de casamento de sua família na época de sua adolescência, espancando e humilhando seus pais. Cometeu vários roubos à banco e assaltos, foi preso e passou a maior parte de sua mocidade no presídio de Dois Rios, na Ilha Grande, hoje desativado. Foi assassinado por um companheiro de cela em 1975. 

Lúcio Flávio
Lúcio Flávio, o bandido, foi bem mais que um marginal de sucesso. Filho de uma família da classe média (o pai Oswaldo, funcionário público, trabalhou como cabo eleitoral de Juscelino Kubitschek), teve opções na vida. "Ele podia pintar quadros e lia Fernando Pessoa na prisão", conta o escritor José Louzeiro, autor do livro no qual o filme se baseia, "O Passageiro da Agonia", lançado em 1975. Segundo Louzeiro, não foi apenas por uma questão de carisma que Lúcio Flávio chegou a liderar uma quadrilha de cinqüenta elementos, dos quais 49 foram mortos. "Ele era um assassino frio e extremamente violento", acrescenta, com o conhecimento de quem entrevistou Lúcio Flávio várias vezes nos presídios do Rio.

HISTÓRIA:
Em 1969, é desbaratada uma nova quadrilha de ladrões de carro, no Rio de Janeiro, e Lúcio Flávio é identificado como membro. Não apenas como simples integrante, mas como figura principal, posição que ocupou após o assassinato do líder da quadrilha Marcos Aquino Vilar, crime do qual Lúcio era o principal suspeito.

Mariel Mariscot
Foi nesse homicídio que pela primeira vez apareceu ao lado do corpo o desenho da caveira, que mais tarde foi identificado como o símbolo do Esquadrão da Morte. É dessa época que vêm as ligações de Lúcio Flávio com um dos policiais acusados de pertencer ao Esquadrão da Morte, Mariel Mariscot de Matos. 

Mariscot foi expulso da "Scuderie Le Cocq" na década de 1970. Esteve detido no Presídio da Ilha Grande. Namorou ainda a atriz Darlene Glória.
Mariel foi morto em 1981, no centro do Rio de Janeiro, quando estacionava o carro para uma reunião com bicheiros.






Esquadrão Le Cocq
                                                                                               Scuderie Detetive Le Cocq ou Esquadrão Le Cocq foi uma organização extra-oficial criada por policiais no Rio de Janeiro, por volta de 1965, e que atuou nas décadas de 60, 70, 80 e começo de 90. O grupo teria dado origem ao Esquadrão da Morte.


A Scuderie Le Cocq foi criada para vingar a morte em serviço de Milton Le Cocq, de origem francesa, famoso detetive de polícia do estado do Rio de Janeiro, (antigo Distrito Federal), e integrante da guarda pessoal de Getúlio Vargas. Ele foi morto por Manoel Moreira, conhecido como "Cara de Cavalo", marginal que atuava na Favela do Esqueleto, onde se encontra atualmente a UERJ, na década de 1960


http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquadr%C3%A3o_da_Morte

http://andrigomania.blogspot.com/2010/12/lucio-flavio-o-passageiro-da-agonia


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

"Trio Los Panchos"sucesso no Brasil nos anos dourados.





Los Panchos (conhecidos também como Trío Los Panchos) é o nome de um trio musical de México constituido por um porto-riquenho e dois mexicanos radicados em Nova York. O trio criado em 1944, era formado por Alfredo Gil e Chucho Navarro, mexicanos e Hernando Aulez, de Porto Rico. O. 
O Bolero, em princípio, parecia destinado somente a solistas, até que em 14 de de maio de 1944, no Teatro Hispânico de Nova York, dois mexicanos e um porto-riquenho interpretam o bolero de maneira diferente, a três vozes, com o máximo requinte. 
O êxito não se faz esperar e o grupo ganha fama com o pseudônimo de "Trio Los Panchos". Entre 1945 a 1948 cantam por todas as Américas, onde em intervalos, cantam também na Radio City Music Hall(1946). 
Em 1948 realizam sua primeira viagem ao Brasil que dura três meses. Ao regressarem para Nova York seus discos não paravam de tocar nas ilhas de Cuba, Porto Rico, Santo Domingo, norte do México e sul dos Estados Unidos, começando a época de ouro para esse trio. 
Depois desse triunfo nos Estados Unidos, mudam-se para o México, onde e amissora XEW, que era então a mais poderosa nesse país, lhes dá espaço (Programa Nestlé) e apresentações em diversos centros noturnos de categoria como "El Patio" e Teatro T’ivoli simultâneamente; desta forma captam a admiração e o coração dos mexicanEm 1951 começam uma longa turnê pelo Caribe e América do Sul; visitam o Panamá, Guatemala, Cuba, Porto Rico, Santo Domingo, Venezuela, Colômbia, Equador, Perú e Chile . Durante seus cinqüenta anos de história participaram em mais de 35 filmes. 
A cantora americana Eydie Gorme (Nova York) que estreou como cantora em 1950 com a orquestra de Tommy Tucker, se agregou ao conjunto musical TRIO LOS PANCHOS, e se apresentaram por décadas no Brasil, aonde tinha um grande publico para apresentações e para gravações, sendo um dos principais interpretes da canção romantica latino-americana no Brasil. 

Em 1957 Eydie casou-se com o apresentador de shows de TV Steve Lawrence. Eydie Gorme ganhou o GRAMMY e o EMY, os dois principais premios da musica pop nos EUA e tinha como grife musical duas canções simbolos: 
"Sabor a Mi" e "Piel Canela". 

http://www.letras.com.br/biografia/trio-los-panchos






La Malagueña,  uma homenagem á Sarita Montiel
















quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ray Conniff- Bailes anos 60 e 70


OS VELHOS BAILES ERAM MAGNÍFICOS AO SOM DO GRANDE MAESTRO
RAY CONNIFF , ASSIM QUE A ORQUESTRA COMEÇAVA TOCANDO BESAME MUCHO, LA MER ENTRE OUTRAS LINDAS CANÇÕES, OS CASAIS SE LEVANTAVAM PRA DANÇAR.COMO QUE ENVOLVIDOS PELO RITMO E AS LINDAS MELODIAS. 
O BAILE: MÚSICA LA MER A MUSICA PREFERID ADO VELHO MAESTRO
RAY CONNIFF QUE HOJE DEVE ESTAR REGENDO A ORQUESTRA CELESTIAL,

Amigos

Ray Conniff continua impagável.
Sómente para os “ Pé de Valsa “   ..........
 impossível ouvir uma só vez...Liga o som!
Abraços

Nelson Bassanetti
http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/

músico e maestro Ray Conniff, 85 anos, morreu dia 12 de outubro de 2002, nos Estados Unidos em consequência de um derrame. Seis meses antes, o maestro estava com o lado direito do corpo paralisado devido a outro derrame. Conniff sentiu-se mal quando saía de um restaurante em Los Angeles e foi levado ao hospital, onde morreu.  O maestro, que completaria 86 anos no dia 6 de novembro de 2002, herdou dos pais a paixão pela música. Seu pai era mestre e trombonista e sua mãe tocava piano.
No Brasil, esteve 12 vezes e seu último show foi realizado no país no final do ano passado. Na época, o músico estava promovendo um disco que fez só com arranjos orquestrais para sucessos do cantor Roberto Carlos.

A primeira experiência como músico de orquestra foi no ginásio Attleboro. Começou como trombonista e com o tempo passou a fazer arranjos até tornar-se orquestrador da banda local. Seu primeiro emprego como músico profissional foi com o "Musical Skippers", de Dan Murphy, em Boston. Começou tocando trombone, orquestrando e dirigindo o caminhão do grupo. Depois, mudou-se para Nova York. Em Nova York trabalhou como trombonista-arranjador de Bunny Berrigan. Em 1939 começou a trabalhar com Bob Crosby e os "Bobcats". Um ano depois foi contratado por Artie Shaw e depois, por Glen Gray. Após essas duas experiências, Conniff começou a fazer arranjos para o serviço de rádio das Forças Armadas dos EUA, onde ficou até 1946. Saiu do Exército e foi orquestrar para Harry James, com quem trabalhou até o final da década de 40.

Os últimos anos da década de 40 foram os mais apagados da história de Conniff. Ele parou de fazer arranjos e ganhava a vida - na época era casado e já tinha três filhos- como orquestrador free-lance e fazendo trabalhos fora da área musical. A sua grande oportunidade surgiu no começo da década de 50 quando conheceu Mitch Miller, da Colúmbia Records. Na gravadora, começou a fazer arranjos e orquestração para outros músicos e para os discos da Colúmbia. Os maiores sucessos foram "Walkin'In The Rain", "Moonlight Gambler", entre outros. O sucesso obtido por Conniff em outros discos incentivou a Colúmbia a lançar um álbum de autoria do maestro. Foi então que surgiu "'S Wonderful", que ficou na lista dos discos de maior sucesso por nove meses. Na primavera de 1960, Conniff fez uma turnê de 11 dias e lotou as principais casas noturnas de Los Angeles e São Francisco. Nesses concertos, o maestro começou a desenvolver o seu estilo musical, que o distinguiu como um talentoso arranjador-regente. Ray começou a fazer uso de um coro vocal como naipe da orquestra e em vez de tocar instrumentos, os vocalistas soltavam síladas tais como: ba-ba e du-du, que juntas ao som de um ritmo musical contribuíram para tornar o estilo de Conniff mundialmente conhecido. 

Suas interpretações de clássicos como "Bésame Mucho", "New York, New York" e "S' Wonderful" foram ouvidas em todo o mundo. Durante uma carreira que se estendeu por seis décadas, Conniff conquistou com seus sucessos 10 discos de ouro e dois de platina.

Como arranjador, tornou-se um dos grandes mestres do "easy listening" e um campeão absoluto dos salões de bailes. Foi também bastante criticado pelos arranjos suaves e adocicados que dispensava a clássicos como Besame Mucho, New York, New York, Pretty Woman, que o ajudaram a vender 85 milhões de discos. Seus críticos enxergavam em seus arranjos, pródigos em metais, uma mesma interpretação pobre e pasteurizada para os mais diversos gêneros, como jazz, bossa, rock, bolero, swing etc. Daí porque passou a ser ironizado, ao lado de Glenn Miller, Burt Bacharach, Chris de Burgh e outros, como rei dos elevadores, consultórios médicos e salas de espera em geral. Conniff dizia não ligar. "Não tenho controle sobre o que escrevem."

O fato é que seus arranjos para músicas como Smoke Gets in Your Eyes e Strangers in The Night embalaram bailinhos de várias gerações, em muitas partes do mundo, incluindo o Brasil, país pelo qual tinha um carinho especial. Sua primeira visita ao País foi na década de 60, quando, ao lado de Henry Mancini, tocou Aquarela do Brasil, Besame Mucho e Somewhere my Love. Voltaria mais de dez vezes. "Não sei a razão, mas gosto muito de saber que no Brasil três gerações dançam com minhas músicas", disse em 1999. No mesmo ano, lançou um disco dedicado à música sertaneja brasileira. Em Ray Conniff's Country (1999), gravado na Califórnia, o maestro rearranjou Pense em Mim, É o Amor, Festa de Rodeio, Luar do Sertão, Bem te Vi, No Rancho Fundo, Entre Tapas e Beijos, entre outras. O disco entrou para sua longa série de álbuns "regionais", que já incluía homenagens à Rússia, Venezuela, Grã-Bretanha, além do Brasil em Amor, Amor (1982), Fantástico (1983), Ray Conniff Live in Rio (1996).

Sua última passagem foi em setembro de 2001, para duas apresentações no Credicard Hall, tendo no repertório músicas de Frank Sinatra, Bee Gees, The Carpenters e Beatles. Estão entre suas últimas aparições públicas.

Ray Conniff, alegre, extrovertido, simpático. Era assim a sua figura. Fez alegria, romance e encantamento de muitas gerações. Muitos romances foram embalados por "La Mer", "Love Is A Many-Splendored Thing", "Love Letters", "Green Eyes" (Aqueles Olhos Verdes), e muitas outras canções...

Ray, onde você estiver, um beijo... e saudades.

http://www.comamor.com.br/conniff.asp