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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Samba Em Preludio - Vinicius de Moraes ,Maria Creuza y Toquinho




Eu me sinto  privilegiada por fazer parte da geração de ouro da MPB. Foi o "canto do cisne" da música brasileira na qual faziam parte Tom, Vinicius, Francis Hime, Baden, Carlos Lira, Boscoli, Menescal, Os Cariocas, João Gilberto, etc. Os meus ouvidos foram muito bem educados, no bom gosto musical, em letras de poesia pura...
Eu sem você não tenho porque
porque sem você não sei nem chorar
Sou chama sem luz
jardim sem luar
luar sem amor
amor sem se dar



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

TODDY 1958





Primeira Propaganda do Toddy na Televisão.

A propaganda do Toddy, realizada em 1958, pela Agência McCann Erickson, abusava da repetição do nome do produto e no excesso de referências aos atributos do achocolatado, uma forma de fixar a marca no inconsciente das pessoas.

Vários sites e blogs identificam as atrizes da abertura como: Norma Benguell, a primeira atriz a protagonizar uma cena de nu frontal no Brasil, no filme Os Cafajestes. Benguell faleceu de câncer de pulmão, no dia 09 de outubro de 2013. A outra atriz da abertura é a saudosa Márcia de Windsor, destacada jurada dos programas Flávio Cavancanti e Sílvio Santos. Dona de uma elegância e gentileza impar, a atriz era conhecida por dar nota dez para todos os calouros. Márcia faleceu em 1982, ainda jovem, aos 49 anos.

Quem apresenta o texto principal é a famosa garota propaganda dos anos 60, Branca Ribeiro, dona de uma bela voz, que a levaria a apresentar vários programas e jornais na televisão. Branca, faleceu em 2007, aos 70 anos. Infelizmente não consegui identificar os demais participantes do comercial, portanto, está lançado o desafio aos leitores e pesquisadores.

http://www.drzem.com.br/2009/07/propaganda-do-toddy-realizada-em-1958.html


domingo, 10 de novembro de 2013

Saudade do papel higiênico rosa!


A velha toada de criança diz que quem não tem papel se limpa com jornal. Verdade? Mais que isso.             Além das notícias impressas, os seres humanos já tiveram que se virar de outras maneiras. 

Pensando neste tema, dei-me conta de uma discreta, porém fundamental, mudança na cenografia do cotidiano: o papel higiênico rosa não existe mais. Os purpúreos rolos, outrora onipresentes em muitos lares desprivilegiados e privadas públicas deste Brasil, deixaram a vida para entrar na história. 

A história mais comum a respeito do surgimento do papel higiênico, essencial para a higiene pessoal de todas as pessoas, é que algo bem próximo ao papel higiênico tenha sido criado na China, por volta 875.

O papel higiênico como conhecemos hoje em dia surgiu em 1857 por Joseph Gayetty, que tentou vender pacotes com folhas separadas, porém o produto foi um desastre de vendas, pois era caro e com poucas folhas. Já em 1879, os irmãos Edward e Clarence Scotts iniciaram um negócio de objetos descartáveis, incluindo um papel muito macio e de fácil desintegração, o que podemos dizer que foi a primeira tentativa bem-sucedida de massificar o uso do papel 

Antes de seu surgimento

Depois de se perguntar como foi seu surgimento,nos deparamos com uma simples curiosidade:e antes dele surgir? Como as pessoas faziam para se limpar?
Os gregos usavam pedras ou argila. Os romanos, esponjas embebidas em água salgada. Os árabes, a mão esquerda, considerada impura. Ao longo dos tempos, e conforme os locais, usaram-se pedras, folhas de maçarocas, penas de aves, relva, trapos, cascas de mexilhão, folhas de plantas e, já no século XIX, folhas de jornais ou de catálogos de vendas, muito comuns naquele tempo.

No Brasil as pessoas pessoas costumavam fazer a sua limpeza com folhas de alface, água e por vezes sabugos de milho. A palha de milho foi muita utilizada na década de 50: de preferência, as folhas verdes, que não eram ásperas, apesar de hoje existir certas marcas de papéis higiênicos que mais parecem lixa.
Porém, o mais prático e simples era usar o próprio rio, já que facilitava todo trabalho. Já parou para imaginar isso, para imaginar essa cena? Pois é, até hoje acontece isso em locais próximos ao rio São Francisco. E pode acreditar!


1928 – Primeiro papel higiênico

A Melhoramentos muda a situação com o lançamento do Sul América, primeiro papel higiênico fabricado na América Latina. Na mesma época, a Companhia lança a toalha Volga, primeira toalha de papel do mercado brasileiro. O revolucionário produto era embalado em um pacote com folhas soltas, e o público-alvo inicial foram as barbearias.
1965 – Mimoso
É lançado o primeiro papel higiênico decorado do Brasil, o Mimoso, mais uma novidade para o mercado.
1988 – Papel Sublime

Marcas tambem muito conhecidas nas décadas de 50, 60 e 70 eram:

Quem não se lembra do papel higiênico Primavera? O famoso papel higiênico cor-de-rosa. Por ter uma qualidade inferior e também por ser encontrado nos mercados em embalagens unitárias tinha um baixo custo ao consumidor, tanto que em escolas públicas sempre era encontrado o papel Primavera nos banheiros.

"Primavera é super macio, primavera, papel primavera" 
Era uma lixa!!!


A primeira propaganda produzida para o Papel Higiênico Primavera, uma das primeiras do Brasil d
segmento. Animação com a Menina Primavera. Jingle e propaganda marcante.




Papel Higiênico Tico Tico

Ninguém se apercebia da relação do pequeno pássaro com a a higiene.
O chique então era usar papel tico-tico , lembram-se? Era tão áspero que quando criança a gente dizia que o tico-tico bicava o fiofó da gente... rsrsrs.....



Processo de fabricação de papel higiênico:


São produzidos com celulose proveniente do processamento da madeira. A mistura das matérias-primas é feita em uma espécie de caldeirão, no qual se forma uma pasta aquosa, que depois recebe tratamento químico para ser branqueada. Depois, a massa preparada no caldeirão é levada para máquinas refinadoras que distribuem as fibras de forma homogeneizada, formando uma película disposta em uma tela especial. Na seqüência, a máquina promove a secagem do papel em cilindros e capotas de ar aquecidas. Para eliminar a presença de microorganismos nocivos à saúde humana, todos os papéis passam por um tratamento químico especial. Após a secagem, Ele é, então, acondicionado na forma de grandes bobinas e, em pouco tempo, segue para as máquinas conversoras, que transformam os enormes rolos em produtos acabados.

O papel higiênico rosa podia ser feio, meus amigos, podia ser rude e agressivo,até comparado a uma "lixa", mas funcionava. Éramos felizes e não sabíamos. Éramos livres e não sabíamos. Saudades do papel higiênico rosa.

http://vinicblog.blogspot.com.br/2011/06/curiosidades-do-papel-higienico.html
http://pollysoraggi.blogspot.com.br/
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/papel-higienico-433706.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/1148629-papel-higienico-rosa.
jornalpenalivre.blogspot.com.br/2013/08/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x_21.html
http://coisasolds.blogspot.com.br/2011/12/papel-primavera.html





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Zé Arigó e suas incríveis curas mediúnicas.




Houve um tempo, entretanto, que o maior número de visitantes vinham movidos pela fé, esperança de cura de várias doenças, até mesmo as consideradas incuráveis. Vinham porque acreditavam na força paranormal de Zé Arigó, o maior fenômeno mediúnico do Brasil.

Em Congonhas, Zé Arigó realizou durante mais de 20 anos, as curas mais surpreendentes. Através do espírito do médico alemão, Adolf Fritz, diagnosticava, dava receitas e até operava, se necessário fosse, mas não permitia nunca que um paciente voltasse sem a sua assistência.

Nascido em uma fazenda na periferia de Congonhas-MG, José Pedro de Freitas, o Zé Arigó (1918-1971), era o primogênito de uma família de dez irmãos. Desde pequeno viu-se assombrado por imagens macabras que o perseguiam por onde quer que fosse. Já na adolescência recebia a visita nada palpável de um homem que se dizia um médico alemão - Dr.Fritz - já falecido, que tinha a incumbência de praticar a cura de enfermos utilizando o corpo de Zé Arigó. Depois de muito resistir Arigó acabou por se submeter aos apelos do tal espírito. 
O apelido foi dado por amigos frequentadores de um bar que Arigó tinha, no centro da cidade.

Por volta de 1950, Zé Arigó começou a apresentar alguns distúrbios que o perturbavam de modo peculiar: fortíssimas dores de cabeça, insônias, transes e visões que o levaram perto da loucura. E uma voz que o acompanhava onde quer que fosse. Apesar de visitar diversos médicos, sofreu durante três anos tais perturbações. Um dia, a voz que o perseguia, tomou seu corpo e ele pode ver um personagem calvo, vestido de avental branco e supervisionando uma equipe de médicos e enfermeiros em uma enorme sala de cirurgia. Apesar desta figura falar uma língua que Arigó não conhecia, ele o compreendia perfeitamente. Dr. Fritz o escolhera para realizar as curas e fez das suas mãos rudes acostumadas a lidar com grosseiros instrumentos de trabalho, mãos hábeis, capazes de manejar bisturis e agulhas. A partir daí, Congonhas passou a receber milhares de pessoas e caravanas do Brasil e do exterior, em busca de cura onde a medicina tradicional falhou.


Acima, quando foi recebido pelo presidente João Goulart, em 1963.
Em 1968, recebeu a visita do presidente Juscelino Kubitscheck.
Em 1970, Zé Arigó tratou do filho de Roberto Carlos, que esteve na cidade junto com sua mulher Nice e Cidinha Campos.


Arigó enfrentou diversos problemas de ordem religiosa e legal. Numa cidade tradicionalmente católica como Congonhas, não foi fácil romper barreiras e trabalhar dentro da linha do espiritismo, mesmo assim, ele não criou inimizades com o clero. Já no plano legal as coisas foram mais complicadas. Foi processado em 1956 pela Associação Médica de Minas Gerais, acusado de curandeirismo. Foi condenado a 15 meses de prisão e recebeu indulto do Presidente Juscelino Kubitscheck. Em 1962 foi preso durante sete meses em Conselheiro Lafaiete, por exercício de medicina ilegal. Voltou a Congonhas ainda mais prestigiado. Vários médicos renomados do mundo inteiro (inclusive da NASA) estiveram em Congonhas estudando o fenômeno e constataram que 95% dos diagnósticos de Zé Arigó eram corretos e seus feitos somente explicados através da parapsicologia.

Quando Arigó foi preso por exercício ilegal da medicina, mesmo na cadeia manteve a atividade: atendia internos, parentes, carcereiros e até um delegado da época levou sua mãe para ser operada da coluna. Artistas da televisão, cantores e outras celebridades enfrentavam filas quilométricas para receber o atendimento oferecido pelo médium. 
Políticos como JK e Jango também se aproximaram dele que era um dos personagens mais populares do país na segunda metade do século passado. Alguns jornalistas, ávidos por desmascarar o curandeiro, se infiltraram nas filas, se passando por doentes. Sem obter sucesso, alguns acabaram se tornando seus amigos. 

Sua morte, em janeiro de 1971, foi prevista pelo próprio Zé Arigó. Ela aconteceu de forma abrupta após um acidente na Rodovia BR 040. Por causa das suas convicções Espíritas, que acredita na teoria da reencarnação, a Igreja Católica não permitiu que seu velório fosse realizado em qualquer das igrejas de Congonhas. Trinta e quatro anos depois da sua morte, a ciência ainda se recusa a admitir que o fenômeno Arigó estivesse além do curandeirismo ou charlatanismo. Contestam aquilo que as imagens fartamente gravadas pelas câmeras de TV não permitem esconder.

Morreu aos 50 anos depois de dedicar mais de 20 a curas mediúnicas utilizando-se de equipamentos nada ortodoxos. Sem assepsia ou anestésicos, Arigó cortava a pele de pacientes que se enfileiravam à sua porta e extirpava tumores, cistos ou lipomas sem provocar dor ou sangramento. Suas curas chamaram a atenção de médicos de todo o mundo que foram à Congonhas estudá-lo. Por outro lado recebeu uma forte oposição da classe médica e também dos padres católicos - muito embora alguns poucos tenham recorrido às suas curas.


Dr Fritz


Todas as informações acerca de Fritz provêm de supostas comunicações mediúnicas com o plano espiritual. Nenhum pesquisador jamais documentou a sua vida terrena.1 Das descrições esparsas colhidas em comunicações através de diversos médiuns ao longo dos anos, emerge uma versão popularmente aceita de que [carece de fontes] a entidade, em vida, teria usado o nome de Adolf Fritz,1 nascido em Munique, na atual Alemanha, cerca de 1876. Seu pai, asmático, recebeu recomendação médica para mudar de clima. Por essa razão, a família mudou-se para a Polônia, quando Adolf teria quatro anos de idade. Forçado a trabalhar desde cedo pela morte prematura de seus pais, custeou os próprios estudos, vindo a se formar em Medicina. Um mês após a sua formatura, um general chegou ao seu consultório com a filha gravemente enferma nos braços mas, a despeito de todos os seus esforços, a menina veio a falecer. O oficial responsabilizou Adolf pela morte da menina, conduzindo-o à prisão, onde sofreu maus-tratos e privações. Evadindo-se da prisão, Adolf foi para a Estônia, onde viveu durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
Outra versão dessa suposta biografia sustenta que Adolf ingressou no quadro de Saúde do Exército Alemão, no posto de Capitão, como Clínico Geral. À época da Primeira Guerra, teria atendido os feridos no campo de batalha onde, por falta de instrumentos adequados, acumulou experiência no atendimento de emergências e de prática cirúrgica utilizando os limitados recursos que o front lhe oferecia.
Adolf Fritz teria falecido em 1918, aos quarenta e dois anos de idade, embora se desconheçam informações sobre as causas e o local desse evento.







http://www.netluz.org/textos/txt/txt85.htm
http://congonhas.tripod.com/arigo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dr._Fritz



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Petula Clark, sucesso desde os anos 50.





Petula Clark, é uma cantora, atriz e compositora britânica.nascida em novembro de 1932, completnado 81 anos neste mês de novembro.



Após entreter as tropas ao lado de estrelas como Julie Andrews e Anthony Newley, Clark debutou no cinema com o filme "A Medal for the General", em 1944. No alvorecer dos anos 50, já era uma superstar em todo o Reino Unido, com o compromisso de atuar em duas dúzias de filmes. Em 1954 "The Little Shoemaker" foi seu primeiro sucesso que esteve entre as vinte mais preferidas do público, enquanto que em 1960 a canção "Sailor" obtinha índices expressivos de sucesso. Assim, Clark esforçou-se para verter sua imagem de adolescente. Após vender 1 milhão de cópias em 1961, com a canção "Romeo", casou-se e mudou-se para a França, estabelecendo uma base forte de fãs pelos sucessos das canções "Ya Ya Twist", "Chariot" e "Monsieur", que marcou uma nova fase de seu repertório, mais sofisticado e escorado por vocais cristalinos.

Surfando a onda da invasão britânica, Clark pôde finalmente penetrar no mercado estado-unidense em 1964 com o mega sucesso vencedor de um Grammy “Downtown”, aliás, o primeiro e único alcançado por uma mulher britânica que estourou nas paradas do Top Ten (dez mais) dos EUA. Mas não ficou só nisso. 

Outros sucessos alcançaram o Top Ten, (escritas e com arranjos de Tony Hatch), como em 1965 “I Know a Place” e em 1966 “I Couldn't Live Without Your Love” e o estrondoso sucesso “My Love”. Ao mesmo tempo ela resplandeceu em toda a Europa, estando nas primeiras posições do sucesso em 1967 com a canção “This is my Song” feito para o filme “A Countess From Hong Kong”. Atuou em seu próprio programa na BBC de Londres e em 1968 participou do controvertido especial do canal NBC, quando os patrocinadores pediram que um segmento com o convidado Harry Belafonte fosse editado, pelo fato de ele ser negro e estar encostado em Petula Clark nas gravações. Depois de um protesto de Clark o filme permaneceu conforme a gravação

No fim dos anos 60, o status comercial de Petula Clark deslanchou enquanto canções como “Don’t Sleep in th Subway”, “The Other Man’s Grass is Always Greener” e “Kiss Me Goodbye” faziam sucesso em ambos os lados do Atlântico.

Em 1968 também reiniciou sua carreira no cinema estrelando “Finian’s Rainbow” seguido um ano mais tarde por “Goodbye Mr. Chips”. Anos mais tarde, Clark se dedicou a turnês internacionais, atuando até os dias atuais.


Petula em 2012

Atualmente seu hit, Downtown, participou de forma marcante do seriado Lost da American Broadcasting Company americana, quando a personagem Juliet (Elizabeth Mitchell) a escuta. Esse mesmo hit fez parte da trilha sonora do filme "Girl, interrupted" (Garota interrompida, em português), lançado em 1999, com a participação de Winona Ryder e Angelina Jolie.

Ela percorre agora o mundo com sua mostra de uma mulher e também fez um novo álbum de estúdio, Lost In You, lançado este mês e apresentando novas canções, algumas das quais ela mesma escrita, bem como a sua interpretação de sucessos como John Lennon Imagine Elvis Presley Love Me Tender, e Gnarls Barkley Crazy, juntamente com um novo arranjo de Downtown. 



Clique nas telinhas abaixo para ouvir PETULA CLARK em três músicas muito representativas de seu repertório.








translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2271281/Petula-Clark-80-reveals-lifetime-regret-I-just-wish-Id-better-mother.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Petula_Clark

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Com vocês.. Winchester Cathedral - The New Vaudeville Band!



Esse tipo de vinil (com duas músicas de cada lado) surgiu tempos depois do "compacto simples" (que rodava em 33 1/3 rpm e tinha apenas uma música de cada lado).

A Banda Nova Vaudeville foi um grupo criado pelo compositor Geoff Stephens (nascido em 01 de outubro de 1934, New Southgate , norte de Londres ) em 1966 para gravar seu novidade composição " Winchester Cathedral ", uma canção inspirada nas bandas de baile dos anos 1920 e uma Rudy Vallee megafone vocal estilo.  Para sua surpresa, a canção se tornou um transatlântico hit que o outono, atingindo o Top 10 no Reino Unido e subindo para # 1 em o EUA .  As vendas globais do single foram mais de três milhões, com o certificado RIAA de disco de ouro status.  A faixa também ganhou um Grammy Award para Melhor Canção Contemporânea em 1967 .  O vocal foi cantada por John Carter , ex- The Ivy League , que havia cantado na demonstração de o registro , que Stephens decidiu manter para o lançamento comercial.  Um álbum de longa-playing inicial também foi emitida no final de 1966 por Fontana registros , também intitulado Catedral de Winchester.


Quando Stephens recebeu vários pedidos para a nova banda Vaudeville a turnê , ele teve que montar um grupo, como a música foi gravada por músicos contratados apenas para a sessão de gravação.  Entrou em contato com um grupo real, a Bonzo Dog Doo- Dah banda , que tocava música semelhante na época.  Só Bob Kerr de que o grupo estava interessado, então ele deixou o Bonzos para ajudar a formar Stephens uma versão da turnê da nova banda Vaudeville, que incluía originais sessão baterista Henri Harrison.  O vocalista da versão turnê do grupo foi Alan Klein , que foi anunciado como 'Tristram - Sétimo Conde de Criciúma ".
Em 1967, a nova banda Vaudeville lançou o On Tour álbum , com o single "Peek-A-Boo", que fez a Billboard chart que fevereiro e atingiu o # 7 no UK Singles Chart. Outros sucessos seguiram Reino Unido com "Finchley Central" (# 11) e "Green Green Street" (# 37),  , ambas baseadas em locais em Londres. Em 1968, o grupo desempenhou um papel importante no filme trilha sonora , The Bliss da Sra. Blossom , mas a novidade estava começando a se desgastar com o registro público de compra.
A Banda Nova Vaudeville foi gerido por Peter Grant . Kerr deixou o grupo após disputas com Grant. Em seguida, ele formou seu próprio grupo, Whoopee Banda de Bob Kerr , que continua a realizar com Henri Harrison.
Um álbum lançado mais privada (enquanto estamos todos reunidos!) Não ter uma data, mas aparentemente foi lançado em 1979,  e declarado nas notas de manga que a banda "tem-se firmemente restabelecida nos escalões superiores da cena clube britânico "desde que voltou quatro anos antes de" seus três anos de sucesso nos EUA e no Canadá. "

NAS TELINHAS ABAIXO A VERSÃO NACIONAL GRAVADA POR MOACYR FRANCO,E RONNIE VON,  LEMBRAM?










sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Banda para shows e eventos - Rockabilly e Blues



A banda Roberto Terremoto e os Abalos Sísmicos é a junção da malandragem do Blues e a Energia do RockaBilly, transformando estes dois ingredientes em um som dançante e descontraído.

Criada em 2012, a Banda fez sua primeira aparição em um dos mais conceituados eventos de Blues de São Paulo, o Blues Pela Vida, que reúne grandes nomes do Blues com a intenção de ajudar pessoas carentes.

O repertório da banda é um resgate de músicas nacionais com características do RockaBilly, o Blues é representado por sons consagrados em versões dançantes e com muitas canções próprias da Banda.

A Roberto Terremoto e os Abalos Sísmicos é formada pelos músicos:
Camila Lacerda(Pitty) – Bateria
Julianus Nunes - Piano e Teclado
Renata Candido – Voz
Roberto Terremoto – Voz e Guitarra
Toddy Rabecão – Rabecão

Clique na telinha abaixo para conhecer um pouco mais do trabalho desta divertida e alegre banda!




Página da banda no Facebook:

https://www.facebook.com/pages/Roberto-Terremoto-e-os-Abalos-S%C3%ADsmicos/480138038714034?fref=ts







domingo, 6 de outubro de 2013

Canal 100 - Cine jornal completo - Garrincha no Flamengo - 1968




Cine jornal completo do inesquecível Canal 100, contendo: vôo inaugural do avião Tupolev 114, de origem russa, concorrente do Concorde anglo francês; salão dos pequenos inventores, em Bruxelas; jogo de estréia de Garrincha, pelo time do Flamengo.
Nosso "velho" conhecido "CID MOREIRA" foi narrador dessa fase, bem antes de se celebrizar no  "Jornal Nacional".

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

RETROSPECTIVA DO ANO DE 1963 (Por Nelson Bassanetti)



RETROSPECTIVA DO ANO DE 1963

A foto foi colhida na Rua Brasil e mostra os atiradores de 1963 descendo a Rua Brasil e defronte a “Casa Para Todos” tendo ao fundo a Praça da República.

RETROSPECTIVA DO ANO DE 1963      (leiam que é histórico)

Comemoraremos no dia 16 de novembro de 2013, 50 anos em que fizemos o Tiro de Guerra nº 16 em Catanduva. Para rememorar enumero os acontecimentos daquele ano:

Iniciou-se a construção do Edifício do Café, foi lançado o edifício Marcílio Patriani, Alípio Gomes inova abrindo boutique na Rua Alagoas, fora do centro comercial e seu “Fiado só no Alípio” ultrapassa fronteiras.

No Clube de Tênis de Catanduva, ocorreu o Baile Rainha do Milho com a animação da orquestra Jasson de Tupã, sendo coroada Rainha do Milho Maria Regina Thomé de Souza.

O Prefeito Municipal era o Sr. Antônio Stocco; no final do ano tivemos eleição e ganhou o Sr. José Antônio Borelli com o Vice da outra chapa Theodoro Rosa Filho; Silvio Leonardi era o Presidente do Catanduva Esporte Clube; Nicolau Pizzolante Ricardi do Lions Clube; Wilson Trida do Rotary Clube; Gentil de Ângelo do Clube de Tênis; Jonas Amorim do Sindicato dos Bancários; Emílio Poloni era o delegado de polícia trabalhando com os Investigadores Queiroz e Junqueira e Benedito Pio da Silva foi nomeado presidente da SUNAB no governo João Goulart.

O Professor Haroldo Guimarães era o técnico de natação do Clube de Tênis que contava com os seguintes nadadores: Lúcio Cacciari Filho, Gerson Gabas, Walter Lessa, João Eufrosino de Carvalho, Augusto Quelhas, Carlos Luz, Márcio Luz, Cyro Fontão Júnior e as meninas Lúcia Facci e Márcia Ízar, entre outras. No Clube de Tênis os diretores sociais Michel Salim e Célio Montes, deixaram os freqüentadores usarem camisa esporte nas domingueiras, mas não desabotoadas como quiseram alguns sócios que foram barrados; Milton Dal’Áglio foi o Rei Momo do Carnaval pela 8ª vez e a Rainha foi Cleonice Lerro Ribeiro; George Gracie instalou academia de “jiu jitsu” em Catanduva e faz apresentação na Quadra do Cruzeiro com quatro lutas entre Catanduva e Araraquara em que participaram: Vicente de Oliveira (Sagui), Nivaldo Gussoni, Caio Calestino (Vovô) e João Constantino; no Clube dos Bancários houve “A Noite Cigana” da 4ª série do Ginásio Catanduva e Donatela Badiolli, foi à Rainha da Noite; Divaldo Pereira Franco, conferencista Espírita Baiano aqui marcava presença; tivemos a presença do Dr. Euryclides Zerbini em conferência e palestra do professor Silveira Bueno; O Presidente da República João Goulart foi apresentado a Oscarito e Grande Otelo, este acompanhado da esposa e quatro filhos. O presidente perguntou o nome dos filhos e ele disse que não sabia. Chamo-os de “negos” 1, 2, 3 e 4 e  João Goulart como Chefe da nação ganhava 500 mil por mês e 1.320 ganhavam os conferencistas de cargas no porto do Rio de Janeiro.

Faleceu John Kennedy, Presidente dos Estados Unidos e Ângelo Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII e surgiu a “mini saia” pela inglesa Mary Quant com Twiggy, a sua modelo preferida.

O primeiro “007” a gente nunca esquece. Sean Connery é o ator de “007 contra o Satânico Dr. No” e Úrsula Andress é a atriz que virou mito sexual saindo da água com aquele biquíni e aquela adaga na cintura; Os ganhadores do Oscar foram Rock Hudson e Doris Day.

Possuíamos 4 cinemas (Bandeirantes, Tropical, Central e República) e os cinéfilos   viram:  Amor, Sublime Amor com Natalie Wood; Quanto mais quente melhor  com Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemon; Sete homens e um destino, com Charles Bronson, Steve Mac Queen e Yul Brynner; O Sol por testemunha com Alain  Delon,  Álamo  com John Wayne e Richard  Widmark;  Lawrence da Arábia com Omar Sharif;   O Leopardo  com Burt Lancaster, O Belo Antônio com  Marcelo Mastroianni e Cláudia Cardinale, Trapézio com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lolobrígida;  O Candelabro Italiano com Suzanne Pleshette, Angie Dickinson e Troy Donahue;  Cabo do Medo com Gregory Peck e Robert Mitchun;   Os pássaros com Tippi Hedren;  Os canhões de Navarone com David Niven, Anthony Perkins e  Gregory Peck;  Melodia Imortal com Tyrone Power e Kim Novak;  O Manto Sagrado com Richard Burton, Jean Simmons e Victor Mature;  O Ultimo Por do Sol com Kirk Douglas, Rock Hudson e Dorothy Malone; Hong Kong com Rhonda Fleming e Ronald Reagan (O presidente); Pepe com Cantinflas;  Pecado de Amor com Sarita Montiel; Rocco e seus irmãos com Luchino Visconti, Cláudia Cardinalli e Alain Delon; Talhado para Campeão com Elvys Presley; Família Trapp na América com Ruth Leuwerik; Quando Setembro Vier com Sandra Dee e Bobby Daren; Fantasma da Ópera; O julgamento de Nuremberg;  O Pagador de Promessas com Leonardo Vilar, Glória Menezes e Norma Benguel;  Chofer de Praça e Casinha Pequenina  com Mazzaropi, entre outros   . . . . . . ..

Pesquisa de Nelson Bassanetti – Jornal “A Cidade” – Arquivo Museu Padre Albino

Visite tambem o site: http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/site/index.php

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O “homem de preto” (Jonny Cash)



Existem artistas que marcam sua época. E existem artistas destinados à eternidade. Johnny Cash pertence à segunda categoria.
O “homem de preto” gravou inacreditáveis 96 álbuns e 153 compactos, todos sem uma única canção que se possa categorizar como “fraca”. Transitou pelo universo do country e do rock n’ roll com tanta desenvoltura que arrisco em dizer que foi ele o cara a estabelecer a ponte entre dois universos tão distintos que deu credibilidade aquilo que Elvis começou a fazer nos anos 50 quando foi contratado pela Sun Records. Cash criou uma série de clássicos que serão lembrados séculos depois que a raça humana deixar de fazer lambanças pelo planeta, como “One Piece at a Time”, “Get Rhythm”, a infame e hilária “A Boy Named Sue” e, obviamente, os maiores de todos: as sensacionais “Ringo f Fire” e “I Walked the Line”.

Imensamente popular e uma figura imponentemente alta, no começo dos anos 70 ele havia conseguido cristalizar sua imagem pública. Cash se apresentava na maioria das vezes vestido de preto, calçando uma bota igualmente preta de cano longo, o que o levou a ser apelidado de "O Homem de Preto".

 “Johnny é calmo e sereno, já o Cash é explosivo e mal”. Era assim que o músico americano definia sua personalidade. Conhecido por cantar sobre a rotina e condição de vida dos detentos nos presídios, Cash era introspectivo e mantinha a imagem de durão apenas para sustentar o estilo de sua música. A música de Cash se silenciou há exatos 10 anos, quando a diabetes foi mais forte. Johnny Cash morreu aos 71 anos.

Desde pequeno, Cash ouvia as rádios de música country em casa e isso o estimulou a aprender violão e escrever suas próprias letras.  Quando esteve na Força Aérea Americana, na Alemanha, compôs Folsom Prison Blues, uma de suas músicas mais famosas. Era o começo da carreira que teria altos e baixos.

Depois de passar pelo rockabilly (estilo que adotou no começo dos anos 50) e por um conturbado período causado pelo uso de anfetaminas e barbitúricos, Johnny Cash resolveu mudar o rumo de sua imagem e lançou um desafio para sua gravadora. Muitos detentos de cidades americanas lhe enviavam cartas com elogios. Ele então teve a ideia de gravar um álbum ao vivo na prisão de Folsom (EUA). O disco At Folsom Prison foi lançado em 1968 e está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
Embora Cash cultivasse cuidadosamente sua imagem romântica de fora-da-lei, muitos fãs ainda se surpreendem ao saber que ele nunca cumpriu pena na prisão, apesar de sua selvageria e mau comportamento terem rendido a ele algumas noites na cadeia.O mais notável foi que Cash voluntariamente ia a diversas prisões para tocar para os presos, pelos quais ele sentia imensa compaixão.


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    
 June Carter Cash,cantora, compositora, atriz e comediante estadunidense.viveu durante 35 anos com Johnny Cash, e os dois tiveram o único filho homem, John Carter Cash, nascido em 1970. June também foi madrasta das quatro filhas do primeiro casamento de Cash.  June Carter, faleceu de complicações decorrentes de uma cirurgia do coração em 15 de maio de 2003, aos 73 anos de idade, menos de quatro meses depois Johnny Cash morreu devido ao diabetes aos 71 anos de idade enquanto estava hospitalizado no Baptist Hospital em Nashville, Tennessee.  Ele foi enterrado ao lado de sua esposa no Hendersonville Memory Gardens, perto de sua terra natal, Hendersonville, Tennessee.



No filme Jonny e June,lançado em 2005,é relatadp a história do cantor Johnny Cash, desde sua juventude em uma fazenda de algodão até o início
do sucesso em Memphis, onde gravou com Elvis Presley, Johnny Lee Lewis e Carl Perkins. Sua personalidade marginal e a infância tumultuada fazem com que Johnny entre em um caminho de auto-destruição, do qual apenas June Carter, o grande amor de sua vida, pode salvar.



Aqui no Brasil, o músico ficou popular ao ser homenageado no filme Johnny e June (Walk The Line), 2005. ,

As músicas mais populares de sua carreira são Walk The Line, Ringo f Fire, Jackson e Man in Black. As letras acompanharam todas as suas fases e falam de amor, perda, a vida no campo e sua adoração por Jesus

.








Cena final do filme Jonny e June, em que Jonny pede June em casamento






http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/morte-do-cantor-johnny-cash-completa-10-anos-nesta-quinta-feira-12-20130912.html
http://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/johnny-cash-morreu-h%C3%A1-dez-anos-mas-suas-181716816.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johnny_Cash

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Johnny Rivers de geração em geração


Johnny Rivers
Ele começou a tocar guitarra aos oito, influenciado pela música local. Johnny Ramistella formou sua própria banda, The Spades, ainda quando estudava (Junior High School) e fez sua primeira gravação aos 14 anos.

        Nascido em Nova York em 7 de novembro de 1942, foi criado em Baton Rouge, Louisiana. Após completar o ginásio, foi morar em Nashville, onde conheceu Roger Miller, também, então, desconhecido. Eles se tornaram amigos e ambos começaram a trabalhar na composição de músicas para artistas famosos como Elvis Presley e Johny Cash.

Em 1960 Johnny foi para Los Angeles e depois passou a vender a incrível soma de mais 25 milhões de discos, tendo 9 canções entre as 10 melhores da Billboard e 17 entre as 40 melhores, colocando-se ao lado de Frank Sinatra e Elvis Presley nos Estados Unidos, tanto em popularidade como em vendagem de discos.

A magia de Johnny Rivers se espalhou pelo mundo e a indústria internacional do disco acolheu seu trabalho com a mesma intensidade do boom de Los Angeles e ajudaram a tornar seus hits inesquecíveis, passando de geração a geração.

        Rivers foi o primeiro artista internacional a tocar no Canecão no Rio de Janeiro, em dezembro de 1967. Aos 68 anos, o cantor é figurinha fácil em palcos brasileiros. Em 1998, esteve em São Paulo onde fez um concerto gratuito para 60 mil pessoas no Parque do Ibirapuera. Em 2008 o artista fez uma mini turnê no Rio, Porto Alegre, Curitiba, Vitória, Belo Horizonte e São Paulo.                                                                                                                                                                Seus principais sucessos foram:  

Do You Wanna Dance, Secret Agent Man, Poor Side of Town, Baby I need Your Lovin, The Tracks of My Tears, Summer Rain, Midnight Special, Mountain of Love, Rockin Pneumonia, Memphis Tennessee, Slow Dancin, It's Too Late… estas e as novas de Shadows on the Moon,   




Clique nas telinhas abaixo para  relembrar alguns de seus sucessos tocados nos nossos  bailinhos Os rapazes colocavam a mão nas cinturinhas das moças e elas as mãos em seus ombros  dançando,  dois passinhos prá´lá, dois passinhos prá cá... ô tempinho bom!   























http://ribeiraopretomusical.blogspot.com.br/2010_05_02_archive.html
http://www.obaoba.com.br/sao-paulo/agenda/johnny-rivers
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johnny_Rivers




segunda-feira, 22 de julho de 2013

Buddy Holly.,uma inesquecível força criativa do rock.



Nascido em 7 de setembro de 1936, em Lubbock, Texas, Buddy Holly foi um cantor / compositor americano que produziu alguns dos trabalhos mais marcante e influente na música rock. Já é bem versado em vários estilos de música, ele era um artista experiente por 16 anos. Com sucessos como "Peggy Sue" e "Aquele será o dia", Buddy Holly era uma estrela em ascensão quando um trágico acidente aéreo o levou, em 1959, aos 22 anos.

Foi um influente guitarrista, cantor e compositor estadunidense e pioneiro do rock and roll.

Embora seu sucesso tenha durado apenas um ano e meio antes de sua morte, em um acidente aéreo em 1959, , em que morreram também os cantores Ritchie Valens e J.P. Richardson, Holly é descrito pelos críticos como "a força criativa mais influente dos primórdios do rock".2 Seus trabalhos e inovações inspiraram e influenciaram tanto seus contemporâneos quanto futuros músicos, notavelmente The Beatles, The Rolling Stones, Eric Clapton, Don McLean e Bob Dylan, exercendo uma contribuição significante na música pop.3

O nome de Holly foi um dos primeiros a serem incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll quando de sua fundação em 1986.4 Em 2004, ele foi listado pela revista Rolling Stone na 13ª colocação entre os "Maiores Artistas de Todos os Tempos".5 Foi considerado o 80º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.6
Em 7 de setembro de 2011, dia em que completaria 75 anos de idade, Buddy Holly finalmente ganha sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood
 música de Holly era sofisticada para seu dias, incluindo o uso de novos instrumentos (para o rock and roll)

Buddy Holly tocava rock and roll apenas poucos anos, mas a riqueza do material que ele gravou em que o tempo teve um impacto grande e duradouro sobre a música popular. Holly foi um inovador que escreveu seu próprio material e foi um dos primeiros a explorar tais técnicas avançadas como estúdio de rastreamento de casal. Ele foi pioneiro e popularizou o lineup rock-band agora padrão de duas guitarras, baixo e bateria. Em seus últimos meses, ele mesmo começou a experimentar com orquestração. Catálogo de músicas de Holly inclui tais padrões do rock and canon rolo como "Rave On", "Peggy Sue", "Esse será o dia," Oh Boy! "E" Maybe Baby ". Apesar de Holly não tinha a sexualidade de prender Elvis Presley , ele, no entanto cortado, uma figura carismática envolvente com sua marca registrada óculos de tartaruga e soluço vocal. Sua auto-confiança criativa e enérgica, artesanato inspirado prefigura a próxima onda de roqueiros nos anos sessenta. Holly foi uma influência declarada em Beatles e The Hollies . Até mesmo os Rolling Stones tiveram seu primeiro grande sucesso britânico com Holly "Not Fade Away".




Em 1959, Holly começou uma carreira solo com outros artistas famosos, incluindo os cantores Ritchie Valens e J.P. Richardson.
Depois de uma performance no dia 2 de fevereiro no Surf Ballroom em Clear Lake, Iowa, o pequeno avião Beechcraft Bonanza, no qual viajava com mais 2 passageiros, caiu no milharal de Albet Juhl, algumas milhas depois, às 1:05 da manhã. O avião explodiu arremessando os corpos dos ocupantes a dezenas de metros.Buddy Holly, Ritchie Valens e Big Bopper morreram neste terrível acidente aéreoque nos faz lembrar, com tristeza, acidente que levou tambem os Mamonas Assassinas.

Relembrando seus sucessos...



















http://whiplash.net/materias/diaadia_mortes/057446-buddyholly.html

http://whiplash.net/materias/diaadia_mortes/057446-buddyholly.html#ixzz2ZkAbqFvwA queda matou Holly, Valens, Richardson e o piloto Roger Peterson. Esse evento inspirou o cantor Don McLean a criar uma popular música de 1971  chamada "American Pie", e imortalizou o dia 3 de fevereiro como "o dia em que a música morreu"
translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.buddyholly.com/&prev=/search%3Fq%3Dbuddy%2Bholly
ranslate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.biography.com/people/buddy-holly-9342186&prev=/search%3Fq%3Dbuddy%2Bholly%26start%3D10%26sa%3DN%26biw%3D1280%26bih%3D653
http://pt.wikipedia.org/wiki/Buddy_Holly
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://rockhall.com/inductees/buddy-holly/bio/&prev=/search%3Fq%3Dbuddy%2Bholly%26start%3D10%26sa%3DN%26biw%3D1280%26bih%3D653





terça-feira, 9 de julho de 2013

Filme Rio, Verão e Amor, um registro de costumes de época


Rio, Verão & Amor é um filme brasileiro de 1966 do 

gênero "Comédia Musical", dirigido por Watson Macedo. 

Roteiro do diretor, com diálogos de Ziraldo. Locações 

no Rio de Janeiro, principalmente das praias do 

Arpoador, Ipanema e Castelinho. Na cena final, em 

destaque a Praça Quinze e uma barca partindo para 

Niterói. Foi o último filme como diretor de cinema de 

Watson Macedo. Nos números musicais, Renato e seus Blue 

Caps, Lilian, Brazilian Bitles e Zumba 5.

The Brazilians Bitles,Renato e Seus Blue Caps, Lillian 

Knapp, Bossa 3 , Zumba 5 artistas que participaram do 

Filme Rio, verão e amor rodado no Rio de Janeiro

Uma sucessão de músicas modernas, do iê-iê-iê à bossa 

nova, se misturam ao registro dos gostos e costumes da 

juventude da época





Cena em que Leno e Lilian cantam " Sou Rebelde" uma versão do famoso escritor Paulo Coelho! 

Grande sucesso de Lilian Knapp, lançado em agosto de 1978 e que vendeu 3 milhões de discos, garantindo seu 1º disco de ouro solo, depois ter feito parte da dupla Leno e Lílian, nos anos 60. Edição: Antônio Ferreira
Esta música foi gravada originalmente pela cantora Jeanette e a versão para o português foi feita pelo hoje famoso escritor e mago, Paulo Coelho.
Vários artistas regravaram "Sou Rebelde": Chico César, Valvulóides, Marisa Orth e banda Vexame, Paquitas...foi tema da novela "O Direito de Nascer", da extinta rede Tupi e é considerado um clássico da música popular. É uma belíssima música, sem dúvidas!





As fotos mais famosas do Brasil nas décadas de 50, 60 e 70


Fotografia feita em março de em 1960 pelo fotógrafo francês Milan Alram, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, a garota da foto, Eneida Menezes Paes Pinto Pinheiro (Helô Pinheiro), seria imortalizada por Vinícius de Moraes e Tom Jobim na canção “Garota de Ipanema”, uma das músicas mais executadas no mundo.


A fotografia, que tornou-se um símbolo da repressão promovida pela ditadura militar, foi feita em 25 de outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações — Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo. Na fotografia, o jornalista Vladimir Herzog é encontrado enforcado com um cinto. Mais de três décadas depois, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, autor do registro, afirmou, em entrevista a “Folha de S. Paulo”, ter sido usado pela ditadura para forjar uma cena de suicídio.
Fotografia: Silvaldo Leung Vieira.


Fotografia feita em 30 de setembro de 1970, durante o jogo Brasil 2 x México 1, no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. Na imagem, o suor na camiseta de Pelé forma desenho de um coração. A versão que a foto teria sido simulada já foi desmentida dezenas de vezes. “Ainda hoje há quem me pergunte se não foi Photoshop, sempre tenho de explicar que isso nem existia naquela época”, afirma Luiz Paulo Machado.


Fotografia feita em 15 de agosto de 1971 na ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A imagem de Leila Diniz de biquíni — grávida de seis meses — escandalizou o Brasil e virou um clássico da iconografia feminina no país. A fotografia, na ocasião, despertou a ira dos conservadores. 
Fotografia: Joel Maia.


Fotografia feita em fevereiro de 1970, na cidade do Rio de Janeiro, onde Janis Joplin passou 10 dias acompanhada pelo pelo fotógrafo Ricky Ferreira e pelo cantor Serguei. “Creio que a viagem ao Brasil não foi uma boa experiência para ela. Foi muito maltratada. Acho que eles pensavam que a superstar Janis Joplin era mais uma das belezas do cenário hollywoodiano”, afirma o fotógrafo.
Fotografia: Ricky Ferreira.


Fotografia feita em 21 de abril de 1960. Gervásio Baptista, repórter fotográfico da revista “Manchete”, tinha ido a Brasília com a missão de fazer a foto de uma edição especial sobre a inauguração da nova capital. A fotografia, na subida da rampa do Palácio do Planalto, com Juscelino Kubitschek acenando com a cartola correu o mundo e virou um dos símbolos da cidade.
Fotografia: Gervásio Baptista.


Fotografia foi feita em de 26 de junho de 1968, na cidade do Rio de Janeiro, durante uma manifestação popular de protesto contra a ditadura militar, organizada pelo movimento estudantil e que contou com a participação de artistas, intelectuais e setores da sociedade brasileira.
Fotografia: Evandro Teixeira.

http://www.jacarebanguela.com.br/2013/02/20/as-10-fotos-brasileiras-mais-famosas/