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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Fogo de artificio, espetacular! FELIZ 2011!





FELIZ 2011!

Receita para um feliz ano novo!



Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.

Eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

Um maravilhoso Ano Novo para vocês!



Mariângela Cândido

Cosméticos,perfumes e produtos de higiene pessoal dos anos 50 e 60




  






Aqui estão alguns cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal, dos anos 50 e 60.

Cada produto está associado á uma lembrança, de um momento ou de pessoas queridas que passaram por nossas vidas.

Cada fragrância de perfume ou desodorante, nos faz recordar um antigo amigo ou namorado,cada cosmético nos lembra nossas mães e nós mesmos na adolescência. Os fixadores para cabelos e os cremes de barbear nos faz lembrar de nossos olhinhos curiosos obsevando a figura paterna.

Enquanto pesquisava estes produtos em cada um havia uma lembrança, uma história se desenrolando sucessivamente em minha mente, como em um filme de minha vida......




Mariângela Cândido

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo! Feliz 2011 !!! Cheio de Paz e Luz....

Feliz Ano Novo!!! (Marcas do que se foi)

ADEUS ANO VELHO

Roda Viva...tem dias que a gente se sente assim.....

Roda Viva
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...

A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira prá lá...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

A roda da saia mulata
Não quer mais rodar não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou...

A gente toma a iniciativa
Viola na rua a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola prá lá...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...

O samba, a viola, a roseira
Que um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou...

No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a saudade prá lá ...

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...(4x)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Lambreta LD ano 58 Linda!!

LAMBRETAS NOS ANOS 60


Susie (1962)
Roberto Carlos


Pertinho de onde eu moro
Tem um broto encantador
A primeira vez que a vi
Pensei logo em amor
Olhei muito pro brotinho
Mas de nada adiantou
É um broto tão difícil
Não deu bola, nem ligou

Mesmo assim continuei
Insistindo em seu olhar
Na esperança de um dia
Esse brotinho me amar

Seu nome é Susie
E é um amor
Quero seu carinho
Seja como for

Já fiz tudo que podia
Para despertar sua atenção
Já peguei minha guitarr
E até cantei uma canção

Já pintei minha lambreta
Com uma cor extravagante
Escolhi no guarda-roupa
O pulôver mais berrante

E passei acelerando
Bem pertinho da janela
Vi alguém se aproximando
E, que surpresa, era ela

Seu nome é Susie
E é um amor
Quero seu carinho
Seja como for

Foi aí que a esperança
Começou a me nascer
Quando passei devagarinho
E vi o brotinho aparecer

Parei minha lambreta...saltei
Me aproximei...conversei
E resultado:
O brotinho eu amarrei

Susie é o broto mais bonito
Que até hoje eu namorei

Seu nome é Susie
E é meu amor
Eu tenho seu carinho
Também seu calor

Também seu calor
Também seu calor
Também seu calor




O vovô ia a cavalo,
Para visitar vovó,
E o papai de bicicleta,
Prá ver mamãe, ora vejam só!

Hoje tudo está mudado,
Está mudado, sim senhor!
Pois eu vou de lambretinha,
Só prá ver o meu amor!

Corre corre lambretinha, pela estrada além,
Corre corre lambretinha, quero ver meu bem!

Marchinha de carnaval cantada por Emilinha Borba na década de 50
Autoria de João de Barros.

Por Mariângela Cândido

Emilinha Borba canta La Machicha em 78 rotações toca disco gradiente S-95

Tempos Rebeldes Parte 2: Versão com Músicas da Jovem Guarda

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"RECORDAR É VIVER"

Retalhos de uma vida são pequenas peças de uma vida igual a tantas outras que se vão, juntando de modo a dar uma forma definida a essa vida. Coisas simples e banais que se vão juntando quais retalhos, dando origem a uma vida simples que é a minha. Tal qual uma colcha de retalhos, porém construída de sentimentos, experiências e vivências que são cada um dos retalhos aqui expostos.



http://psicologiadacriatividade.blogspot.com/2010/12/recordar-e-viver.html

Por Mariângela Cândido

__________________

Passagem de pedestre sobre os trilhos da Estrada de Ferro


1947 – A foto mostra a passagem de pedestre sobre os trilhos da Estrada de Ferro e logo após a Farmácia São José e o Bar, Café e Sorveteria Viaduto que era ponto de partida de jardineiras para o Córrego Seco, Tabapuã, Monte Verde e outros locais

De Nelson Bassanetti. "linhas da nossa história"-Portal notícias da manhã.

Nadadores no rio São Domingos-1954


1954 – Nadadores de Catanduva no Rio São Domingos (Formigão). Desde os anos 30 até os anos 50, esse local era ponto de encontro de lazer e divertimento. Ele se situava mais ou menos nos fundos do atual Ginásio de Esportes do Conjunto Esportivo do Parque Iracema

De Nelson Bassanetti- Portal notícias da manhã, "Linhas da nossa história"


domingo, 26 de dezembro de 2010

Astroboy - Abertura Clássica da década de 60

Mae West-Rock Hudson 1957 award show

Rock Hudson





Rock Hudson em cena de trailer do filme Giant (br: Assim Caminha a Humanidade), 1956
Nome completo Roy Harold Scherer Jr.
Nascimento 17 de novembro de 1925
Winnetka, Illinois
Estados Unidos
Nacionalidade Norte-americana
Falecimento 2 de outubro de 1985 (59 anos)
Los Angeles, Califórnia
Estados Unidos
Ocupação Ator
Trabalhos notáveis Sublime Obsessão
Tudo o Que o Céu Permite
Assim Caminha a Humanidade
Palavras ao Vento
Almas Maculadas
Confidências à Meia-Noite
Volta, Meu Amor
O Esporte Favorito dos Homens
Não Me Mandem Flores
O Segundo Rosto
Atividade 1948 - 1985
IMDb: (inglês) (português)
Roy Harold Scherer Jr., conhecido profissionalmente como Rock Hudson (Winnetka, 17 de Novembro de 1925 — Los Angeles, 2 de outubro de 1985), foi um ator norte-americano, famoso pelos dramas que fez com o diretor Douglas Sirk e pelas comédias românticas que estrelou ao lado de Doris Day.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Filmografia
3 Referências
4 Ligações externas
[editar] Biografia
Rock Hudson teve uma vida conturbada. Aos quatro anos foi abandonado pelo pai, Roy Harold Scherer, passando a ser educado com muita dificuldade pela mãe, Katherine Wood, uma empregada doméstica, na cama de quem dormiu até os quinze anos, no alojamento dos criados."[1]
Estudou na New Trier High School, de Illinois. Ganhava alguns trocados entregando jornais. Aos dezoito anos, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos, servindo na lavanderia. Foi quando sua sexualidade despertou. No meio de tantos rapazes, sentia-se inteiramente à vontade. Tentou até manter um comportamento viril para se mostrar um deles. Entrou para a universidade e, orientado por um professor, tirou várias fotos e enviou-as para vários agentes de artistas de Hollywood.
Em 1946, após dar baixa na Marinha, Roy foi para Los Angeles, onde trabalhou como caminhoneiro por dois anos para se sustentar, até que um encontro fortuito com o olheiro Henry Wilson em 1948 o tirou do anonimato. Wilson apresentou Roy para Ken Hodge, um produtor musical. Os dois se tornaram amantes. E foi numa festa, no apartamento de Ken, que Roy Sherer se tornou Rock Hudson. Os convidados decidiram que, se ele queria se tornar ator, deveria "renascer" com um outro nome. Ken pronunciou aleatoriamente "Rock", por causa do som duro; "Hudson" foi escolhido na lista telefônica.
Hudson estreou no cinema como coadjuvante no filme Sangue, Suor e Lágrimas (Fighter Squadron, 1948), de Raoul Walsh, e assinou um contrato com os Estúdios Universal que lhe garantia a realização de vinte e dois filmes em quatro anos. Seu primeiro grande papel a chamar atenção da crítica e do público foi no drama Sublime Obsessão (Magnificent Obsession, 1954), de Douglas Sirk, com quem faria alguns de seus melhores filmes.
Bem apessoado e com 1,93m, a partir daí sua carreira decolou como galã em vários westerns, dramas de guerra e comédias, estas principalmente, mas não só, ao lado de Doris Day. Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator pelo clássico Assim Caminha a Humanidade (Giant, 1956), de George Stevens, coestrelado por James Dean e Elizabeth Taylor, que se transformaria em uma de suas melhores amigas fora das telas. Ganhou quatro vezes o Golden Globe.
Liz Taylor admitiu que, durante as filmagens de Assim Caminha a Humanidade, sentiu-se atraída por Hudson. Tudo inútil, pois havia para o ator alguém bem mais atraente que ela - James Dean. Este era um bissexual assumido e extrovertido. Quando Dean morreu, Hudson chorou durante horas.
Porém de acordo com a última biografia autorizada por Rock Hudson (Rock Hudson - História de Sua Vida) escrita pelo próprio Rock Hudson & Sara Davinson, na página 122, Rock Hudson diz: "Eu não simpatizava com ele (James Dean) pessoalmente" confessa Rock, "mas isso não tem importância. Rock não se dava bem com "James Dean" porque na opinião de Rock, James Dean não era um "profissional". Rock Hudson e Elizabeth Taylor tiveram que passar o dia inteiro maquiados e vestidos, esperando James Dean, que não chegava para filmar, porque tinha passado o dia assistindo uma corrida em outra cidade, quando eles estavam filmando "Assim caminha a Humanidade. Na qual, Rock Hudson foi nomeado para um oscar mas perdeu para Yull Brinner".
Nas décadas de 1950 e 1960, figurou entre os dez astros de maior sucesso de bilheteria do cinema norte-americano. Quando os rumores começaram a circular em Hollywood que, ao contrário dos amantes românticos que ele interpretava no cinema, sua orientação sexual era outra, seu agente cinematográfico arrumou o casamento de Hudson com Phyllis Gates, sua secretária. Eles passaram a lua-de-mel na Jamaica e em Manhattan. O divórcio se deu em 1958.
Na década de 1970, a carreira de Hudson no cinema parecia estar no fim. Assinou então contrato para uma longa série televisiva. Para um astro de sua grandeza, era uma queda e tanto. E o pior é que teria de participar de cenas na cama com a atriz Susan St. James. Eles inclusive teriam um filho na série.
Para ele, era demais. Começou a beber e descuidou-se. Era visto em círculos homossexuais de Los Angeles, São Francisco e Nova Iorque. Sua imagem ficou seriamente abalada quando se espalharam boatos de que teria se "casado" com o apresentador de um show da televisão, o ator Jim Nabors. Este acabou perdendo o seu contrato quando o falatório chegou à CBS. Os dois não ousavam aparecer juntos e jamais se falaram novamente. Rock inclusive tinha medo de ir ao Havaí, pois sabia que Nabors tinha uma casa lá. Em 1982, uma revista anunciou seu "divórcio".
Sua última aparição no cinema foi em O Embaixador (The Ambassador, 1984), de J. Lee Thompson, coestrelado por Robert Mitchum. Desde o início da década de 1980, já com os primeiros indícios de que havia contraído AIDS, o ator passou a fazer mais séries e seriados para a TV, como O Casal McMillan (McMillan & Wife, 1971-1977). Seus últimos trabalhos foram a participação em vários capítulos da série Dinastia (Dinasty).

Rock com Ronald e Nancy Reagan em 1984Rock Hudson só assumiu a doença três meses antes de morrer, ao anunciar que doaria 250 mil dólares para uma fundação recém-aberta para cuidar de pesquisas sobre o vírus da Aids (Sida). Também estava escrevendo uma biografia, cujo título provisório era Minha História, e cuja renda seria revertida toda para essa fundação.

Pesquisa:Wikpédia, a enciclopédia livre.
Por Vera Márcia Brandão.

Doris Day


Doris Day


A atriz no trailer de Love Me or Leave Me (1955)Doris Mary Ann von Kappelhoff, conhecida como Doris Day (Cincinnati, 3 de abril de 1922), é uma cantora e atriz estadunidense das mais populares nas décadas de 50 e 60. Como atriz e cantora brilhou em Ardida como Pimenta (BR)(em inglês Calamity Jane), no qual além de interpretar a personagem do Velho Oeste Jane Calamidade, cantou Secret Love (que recebeu um Oscar de melhor canção).
Outro sucesso foi Que sera, sera, tema de O Homem que sabia demais (BR) com James Stewart. Mas no filme Ama-me ou Esquece-me que fez com James Cagney em 1955, teve a oportunidade de cantar um extenso rol de canções românticas, ao interpretar uma cantora da vida real. Nos anos 60 faria sucesso em comédias românticas, co-estreladas por Rock Hudson.
Seu papel mais frequente era a da sexy ingênua, que vivia assediada por homens que usavam de várias artimanhas para conquistá-la. Esse tipo levou Groucho Marx a proferir uma de suas mais célebres frases: "Conheci Doris Day quando ela ainda não era virgem."
Foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004. Desde a morte dele, Doris leva uma vida reclusa e solitária, dedicando-se exclusivamente à proteção de animais na Doris Day Pet Foundation, trabalho que vem realizando há várias décadas.
[editar] Filmografia
1939 - Thou Shalt not Kill
1941 - Lady Be Good
1941 - Um rosto de mulher (A woman's face)
1948 - Romance em alto mar (Romance on the High Seas)
1949 - Mademoiselle Fifi (It's a Great Feeling)
1949 - Meus sonhos te pertencem (My dream Is Yours)
1950 - Êxito fugaz (Young man with a horn)
1950 - No, no, Nanette (Tea for Two)
1950 - Conquistando West Point (The West Point Story)
1951 - Dilema de uma consciência (Storm Warning)
1951 - Rouxinol da Broadway (Lullaby of Broadway)
1951 - Estrelas em desfile (Starlift)
1951 - Meus braços te esperam (On Moonlight Bay)
1951 - Sonharei com você (I'll See You in My Dreams)
1952 - Combinação invencível (The Winning Team)
1952 - Paris em abril (April in Paris)
1953 - So you want a television set
1953 - Ardida como pimenta (Calamity Jane)
1953 - Lua prateada (By the Light of the Silvery Moon)
1954 - Com o ceú no coração (Lucky Me)
1954 - Corações enamorados (Young at Heart)
1955 - Ama-me ou esquece-me (Love Me or Leave Me)
1956 - Julie (Julie)
1957 - O homem que sabia demais (The Man Who Knew too much)
1957 - Um pijama para dois (The Pajama Game)
1958 - Um amor de professora (Teacher's Pet)
1958 - O túnel do amor (The Tunnel of Love)
1959 - Viuvinha indomável (It Happened to Jane)
1959 - Confidências à meia-noite (Pillow Talk)
1960 - Já fomos tão felizes (Please Don't Eat the Daisies)
1960 - A teia da renda negra (Midnight Lace)
1961 - Volta, meu amor (Lover Come Back)
1962 - Carícias de luxo (That Touch of Mink)
1962 - A mais querida do mundo (Billy Rose's Jumbo)
1963 - Tempero do amor (The Thrill of It All)
1963 - Eu, ela e a outra (Move Over, Darling)
1964 - Não me mandem flores (Send Me No flowers)
1965 - Favor não incomodar (Do Not Disturb)
1966 - A espiã de calcinhas de renda (The Glass Bottom Boat)
1966 - Every girl's dreams for ever
1967 - A indomável (The Ballad of Josie)
1967 - Capricho (Caprice)
1968 - Onde estavas quando as luzes apagaram? (Where Were You When the Lights Went Out?)
1968 - Tem um homem na cama da mamãe (With Six You Get Eggroll)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Vera Márcia Brandão
 




Doris Day & Rock Hudson - Forever Friends

Doris Day & Rock Hudson

Simpatias, crendices e mandingas para o Réveillon


Simpatias, crendices e outras mandingas para trazer boa sorte ao Ano-Novo!
Qual é o seu ritual de Réveillon?

As festas de fim de ano estão chegando e aquelas velhas e sempre válidas superstições voltam à tona nesta época do ano. Mais dinheiro? Aquela verdadeira paixão? Saúde 100%? O que comer para dar sorte? Buscamos algumas simpatias pra você fazer no dia 31 de dezembro e começar o ano com o pé direito!
Simpatias, crendices e superstições de Ano-novo
 Para ter sorte no amor, basta cumprimentar, à meia-noite, e em primeiro lugar, uma pessoa do sexo oposto.
 Pular só com o pé direito à meia-noite atrai coisas boas para a vida.
 Jogar moedas para fora da casa quando der meia-noite atrai riqueza para todos que moram nela.
 Dar três pulinhos com uma taça de champagne na mão, sem derramar uma gota. Depois, jogar todo o champanhe para trás, de uma vez só, sem olhar. Você deixará para trás tudo de ruim. E não se preocupe em molhar os outros: quem for atingido pelo champanhe terá sorte garantida o ano todo.
 Para dar impulso à sua vontade de subir na vida, à meia-noite suba num degrau, numa cadeira ou em qualquer coisa num nível mais alto. Comece, é claro, com o pé direito.
 Fazer barulho é uma forma de afugentar os maus espíritos que os povos antigos praticavam. Vale apito, batucada, bater panelas, desde que seja exatamente à meia-noite. Dizem que não há mal que resista.
Guardar em lugar seguro, para ninguém achar, a rolha da garrafa de champanha aberta na festa de Ano Novo, que tenha feito muito barulho. Chama dinheiro.
 Chupar sete sementes de romã na noite de Réveillon, embrulhá-las num guardanapo e guardar o pacotinho na carteira é uma forma de atrair dinheiro o ano todo.
 Comer três uvas à meia-noite, fazendo um pedido para cada uma delas.
Moda para dar sorte na virada
Calcinha ou cueca nova: dá sorte no amor, porque deixa os mal-entendidos para trás. São recomendadas, principalmente, para quem está começando um namoro, para garantir o futuro.
:: Roupa branca: é um hábito trazido para o Brasil com a popularização das religiões africanas. O branco representa luz, pureza e bondade. Pode usar à vontade.
 Qualquer peça amarela: pode ser uma peça íntima, um lenço, uma faixa ou um pequeno lacinho amarelo (que deve ficar sempre na sua bolsa). O amarelo representa o poder do ouro e, dizem, atrai dinheiro.
 Lençóis novos: a dica é especial para recém-casados. Dizem que os lençóis novos, na primeira noite do ano, deixam as possíveis ameaças do ano passado na máquina de lavar.
Simpatia para ter dinheiro o ano todo
Material necessário:
 envelopes
 notas de R$ 2
Como fazer:
 Antes do fim da ceia de Ano Novo, cada convidado deverá pegar um envelope contendo uma nota de R$ 2, que foi colocado anteriormente pelo anfitrião, embaixo de cada prato. Depois da meia-noite e da celebração da virada, cada um deverá abrir seu envelope, retirar a nota, guardá-la na carteira para "ter dinheiro o ano todo". Os números inscritos na nota poderão ser utilizados para jogos de loteria.
 Falando em loteria, as apostas para a Mega Sena da Virada já começaram. Vá a uma lotérica e faça sua aposta!
Simpatia para encontrar o verdadeiro amor
Material necessário:
 1 fronha de travesseiro
 2 rosas
Como fazer: Na primeira hora do ano novo, tire as pétalas das rosas e coloque dentro da fronha do travesseiro. Dobre a fronha com as pétalas dentro e faça o seu pedido para encontrar um amor. Coloque a fronha dobrada embaixo de seu travesseiro e durma sobre ela por 3 noites. Depois, retire as pétalas da fronha e espalhe-as pelos caminhos que costuma fazer sempre.
 Comece a organizar a festa da virada: não se esqueça dos fogos de artifício
Simpatia para ter saúde
Material necessário:
 1 copo com água
 3 pitadas de sal
 alfazema
 1 rosa branca
 1 pedaço de papel com o seu nome e a data do nascimento
Como fazer:
 No primeiro dia do ano, coloque o papel no fundo do copo e encha-o com água. Adicione o sal e misture lentamente. Passe alfazema na borda do copo e coloque três gotas dentro. Faça o seu pedido e coloque a rosa dentro do copo. Deixe ali até que fique murcha. Lave a rosa com água corrente. Coloque o conteúdo do copo e a rosa em um jardim bem florido.
FONTE DE PESQUISA:HAGAH.COM.BR


Sabemos que a felicidade assim como o sucesso, são conquistas batalhadas dia a dia e dependem exclusivamente de nossa atitude e postura perante a vida....mas ...vamos brincar e participar deste gostoso clima festivo do Réveillon e fazer nossas "simpatias"para atrair nossa boa sorte! Não custa tentar!

Por Mariângela Cândido



Jovem Guarda - The Fevers - Marcas do que se foi

RITA PAVONE






Rita Pavone
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Rita Pavone
Informação geral
Apelido Predefinição:Ritin
Data de nascimento 23 de Agosto de 1945 (65 anos)
Origem Turim, Itália
Instrumentos Vocal
Período em atividade 1962 - 2005
Gravadora(s) RCA Italiana, Dischi Ricordi
Afiliações Cantora, Atriz
Página oficial http://www.ritapavone.it/
Rita Pavone (Turim, 23 de agosto de 1945) é uma cantora e atriz italiana.
Começou sua carreira como cantora em 1962 com o single La partita di pallone e, pouco tempo depois, torna-se um sucesso mundial, fazendo também exitosas turnês em países europeus e da América Latina:Argentina e Brasil. Lança outros vários singles em seguida, como Alla mia età, Come te non c’è nessuno, Cuore, Datemi un martello, Che m'importa del mondo, Viva la pappa, Il geghegè e Fortissimo, atingindo o topo das paradas.
Em 1968 Rita se casa na Suíça com seu empresário, produtor e descobridor, o cantor italiano Teddy Reno. Foi um escândalo na sociedade italiana porque Reno, cujo verdadeiro nome é Ferruccio Ricordi era casado com Livia Protti e não existia divórcio na Itália até 1970.
Em 1971 Rita e Teddy se casam oficialmente na Itália.
Em 1969 sua carreira desacelera na Itália, participou do Festival de San Remo com Zucchero e, no ano seguinte, com Ahi ahi ragazzo! e em 1972 com Amici mai. Emplacou vários sucessos em outros países como Alemanha (Arrivederci Hans), Bonjour la France (França), Io che amo solo te (Brasil).
Neste segundo período da sua carreira toma um caminho mais difícil e, conseqüentemente, menos premiada pelo resultado das vendas, das canções de autor, estabelecendo-se também como compositora.
Depois de uma vida de concertos em várias partes do mundo, Rita anuncia no primeiro dia de 2006 que deixa definitivamente os palcos, cantando pela última vez em público.
Nas eleições legislativas italianas de 2006, Rita candidatou-se a uma vaga no senado italiano, disputando pela circunscrição dos italianos no exterior, não sendo eleita.
Atualmente Rita mora em Chiasso, no cantão de Ticino, Suíça e possui uma segunda residência em Ariccia, distante 28km de Roma.
Seus dois filhos também moram na Suíça. Alessandro é apresentador de um programa na TV Suíça-Italiana e Giorgio é guitarrista e cantor de rock.

Por Vera Márcia Brandão

Secos & Molhados 1973






Secos & Molhados em 1973:
Ney Matogrosso, Gérson Conrad, João Ricardo
Informação geral
Origem São Paulo
País Brasil
Gêneros Glam Rock, Rock Progressivo, Folk, MPB
Período em atividade 1971-1974; 1977-1988; 1999
Gravadora(s) Continental (1973-1974)
Philips (1978-1980)
Polygram (1988))
Eldorado (2000)
Página oficial http://www.secosemolhados.com/
Ex-integrantes
João Ricardo
Ney Matogrosso
Gerson Conrad
Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (Vocais, Violão, Harmônica), Ney Matogrosso (Vocais), e Gérson Conrad (Vocais, Violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e terminar igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).
No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.
Seu álbum de estréia, Secos e Molhados I (1973), foi possível graças à tais performances que despertaram interesse nas gravadoras, e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de 700.000 cópias no país. Desentendimentos financeiros fizeram o grupo se desintegrar em 1974, ano do Secos e Molhados II (1974), o último em que todos os membros iniciais participaram, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em A Volta dos Secos & Molhados (1978) e Teatro? (1994) e Gérson continue a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde Água do Céu Pássaro (1975).
Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posiciou o primeiro LP em 5º lugar na sua Lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a "Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano" o colocou na 97ª posição.

Pesquisa:Wikipédia, a enciclopédia livre

Por Vera Márcia Brandão

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Meus votos de feliz natal!

Papai Noel brasileiro

Um feliz natal para todos colaboradores, amigos e seguidores deste blog!
Obrigada pelo carinho e participação de todos!
Mariângela Cândido

ROBERTO CARLOS - Jesus Cristo (1974)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Roberto Carlos - Medley de Êxitos (III) - 1965-1-2

Roberto Carlos - Medley de Êxitos (II) 1962-2-2

Uma Ceia de Natal há 41 anos

CEIA DE NATAL


CEIA DE NATAL: UMA TRADIÇÃO DE MUITO SABOR!

A mesa farta e saborosa é – juntamente com a troca de presentes - o ponto alto da noite de Natal. Para muitas pessoas, a Ceia de Natal é uma das poucas oportunidades do ano na qual elas podem deixar de lado seus afazeres para estar com a família. Prepare-se para esta noite especial!



Uma ceia tradicional precisa ter assados como peru, pernil, leitão, lombo, frutas secas e doces diversos. Também é tradição o vinho e o champanhe, gelados. Cada país preserva costumes variados em relação a Ceia de Natal. Vem dos americanos a tradição do peru. Nozes, castanhas, amêndoas e avelãs são costumes europeus, que também preenchem as mesas brasileiras. A história mostra que na Roma antiga, era costume presentear amigos e parentes com estas frutas secas, como forma de desejar boa sorte. Na Polônia é proibido comer carne vermelha na Ceia de Natal.



Os poloneses comem peixes, acompanhados de vinho branco. Já a tradição natalina alemã é de muitos doces, pão-de-mel e das amêndoas torradas. Os franceses preferem peru e frutos do mar, especialmente as ostras.

Na Austrália, as pessoas aproveitam o calor do verão para fazer a Ceia de Natal na praia, já os africanos preferem colocar a mesa para o lado de fora da casa e comer ali mesmo. Vem de Portugal costumes bem conhecidos aqui no Brasil, como a rabanada e o bolinho de bacalhau, que também integram o cardápio das ceias brasileiras.

A Ceia Santa

A ceia natalina tem origem na festa pré-cristã da Roma Antiga - a Saturnália - quando as pessoas se esbaldavam em verdadeiros banquetes. Como a festa terminava em 25 de dezembro, a mesa repleta de delícias acabou sendo incorporada ao Natal. Ainda na crença cristã, se faz uma analogia com a última ceia de Jesus Cristo antes da sua morte, quando ele e os discípulos comemoravam a Páscoa dos judeus. Como se pode perceber, realmente esta é uma data carregada de simbologia, mas que vai muito além das tradições do cristianismo, pois é resultado da soma de muitas crendices populares, afinal, são mais de 2 mil anos de história em torno desta noite especial!

Alguns pratos típicos natalinos do Brasil, que compõem nossas mesas desde a infância:

O Perú de natal
Leitão
Lombo
Pernil
Arroz de forno
Rabanada
Panetone

PANETONE

Conta a história mais famosa sobre a criação do panetone, que um jovem morador da cidade de Milão no século XV, apaixona-se pela filha de um padeiro, buscando uma maneira de surpreender o pai da moça, que não aceitava o namoro, ele se disfarça de ajudante de padeiro e cria um pão doce. O pão tornou-se destaque na padaria pelo seu tamanho incomum para a época e por apresentar, no seu ápice, a figura moldada de uma cúpula de igreja. 
O jovem criador desta deliciosa receita, hoje apreciada por pessoas de diversos países, atribuiu a autoria da receita a Toni, o pai da moça. O movimento da padaria cresceu significativamente e os clientes pediam pelo "pão de toni". O nome deste pão doce sofreu algumas modificações, até ser denominado como atualmente: panetone. 
Não se sabe se esta lenda é verídica ou não, no entanto, a autêntica receita do panetone aprimorou-se pelos séculos, através de novas técnicas de preparação e melhoria das matérias primas utilizadas. Milão, cidade localizada ao Norte da Itália, foi a grande irradiadora da tradição de consumir panetones nas festas natalinas, a qual estendeu-se para as cidades do sul da Itália e alastrou-se para os demais países do mundo.(site gula news)

RABANADA

A rabanada é uma fatia de pão de trigo (pão-de-forma ou baguete) que, depois de molhada em leite, vinho (no Minho usa-se Vinho Verde tinto ou branco) ou calda de açúcar, é passada por ovos e frita.
As rabanadas fazem parte de muitas mesas da consoada em Portugal, e em várias ceias do Brasil também. Servem-se polvilhadas com açúcar e canela ou regadas com calda de açúcar ou mel. Outrora, a palavra rabanada era apenas utilizada para norte do rio Mondego e à mesma sobremesa atribuía-se, a partir da margem sul do referido rio, o nome de fatia-dourada, ou fatia-de-parida.(Wikpédia, a enciclopédia livre)

Que este natal tenha mesa farta para todos e que seja memorável para os filhos e netos!
Bom Apetite!


mariângela Cândido






terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A ZEBRINHA DO FANTÁSTICO em 1979







A Loteria esportiva no final dos anos 60 e início dos anos 70, era a modalidade mais importante de loteria no Brasil.
A gente jogava ou apostava nos jogos e bastava fazer 13 pontos para ser o sortudo milionário!
A Loteria esportiva é mantida até hoje pela Caixa Econômica Federal e os cartões eram perfurados pela perfuradora da IBM. Eram perfurados 2 cartões para cada jogo. Um ficava com o apostador e o outro para a CEF. Domingo, os jogos se encerravam e o resultado era divulgado pela famosa "Zebrinha" no fantástico.
Todos nós, que vivemos esta época, jamais nos esqueceremos daquela meiga e carismática zebrinha a qual aguardávamos no fantástico de domingo ansiosos, com os cartões da loteria na mão, na vã esperança de nos tornarmos milionários!
Vejam o vídeo abaixo para relembrar...




Mariângela Cândido




segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Quem foi São Nicolau, o Papai Noel?

Quem foi São Nicolau, o Papai Noel?

São Nicolau era muito generoso. Diz a lenda que para auxiliar três moças que não tinham dotes para o casamento e poderiam assim ficar desamparadas, jogou um saco de moedas pela chaminé da casa, as quais caíram dentro de sapatos e meias que estavam no fogão.

Sua figura popularizou-se por sua generosidade, em especial com as crianças, por isso foi nomeado patrono delas pelo povo da Holanda, e sua fama pouco a pouco se espalhou.

A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. A uma delas lhe deveu o mito de distribuidor de presentes que lhe converteria finalmente em Santa Claus.

Clube vida moderna.com.br

Antonio Rondon Rodrigues, primeiro Papai Noel de Catanduva em 1960


Mariângela Cândido





natal de cavaquinho - Boas festas.


ESTA MÚSICA NATALINA COMPOSTA POR ASSIS VALENTE EM 1933 , ATRAVESSOU DÉCADAS SE TORNANDO UMA ESPÉCIE DE "HINO DE NATAL BRASILEIRO"
BOAS FESTAS" TAMBEM É CONHECIDA COMO "ANOITECEU"E É CANTADA ATÉ HOJE!
AQUI ESTÁ A MÚSICA DE NATAL GENUINAMENTE BRASILEIRA, CANTADA E OUVIDA POR NOSSOS AVÓS, NOSSOS PAIS, POR NÓS E POR NOSSOS FILHOS!



MARIÃNGELA cÂNDIDO




Ouça "Boas Festas" tocada com cavaquinho em ritmo de samba (1ª) e cantada por Maria Bethânia (2ª). É só clicar em cada telinha e se deixar enlevar!

Maria Bethânia: Boas Festas (Natal)

MISSA DO GALO


Missa do Galo/ Origem
Tradicionalmente, a Missa celebrada na véspera do Natal é denominada Missa do Galo. Este é o nome dado à celebração da Eucaristia que deve acontecer a meia-noite do dia 24 de dezembro, isto é, na véspera de Natal. A Missa foi instituída pelo Papa São Telesforo, no ano 143.

Desde o século IV, um hino latino cantado na cerimônia do Natal aponta o nascimento do Cristo no meio da noite. Daí o costume de assumir a meia-noite como hora do nascimento de Jesus.

A comunidade cristã de Jerusalém ia em peregrinação a Belém, para participarem da Missa do Natal, na primeira vigília da noite dos judeus, na hora do primeiro canto do galo. Anteriormente, no dia 25 de dezembro, as festividades eram pagãs, já que nesta data celebrava-se o Deus do Sol. O Imperador romano Constantino era cristão e instituiu a Festa de Natal neste dia. Em Roma, a celebração da Missa do Galo acontece, desde o século V, na Basílica de Santa Maria Maior.

Segundo o Monsenhor José Roberto Rodrigues Devellard, Coordenador da Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese do Rio, o nome "Missa do Galo" teve origem no fato de Jesus ser considerado o sol nascente que veio nos visitar. Só a Missa do Galo e a Missa de Páscoa são celebradas à meia-noite, pois nelas há o sentido de procurar a luz no meio da noite.

O galo era considerado uma ave sagrada no antigo Império Romano. O animal passou a simbolizar vigilância, fidelidade e testemunho cristão. Monsenhor Devellard explica que esta ave é a primeira a ver os raios de sol e, portanto, ao reverenciar o sol nascente, o galo estaria louvando, primeiramente, a Jesus Cristo. Ele lembra que as Igrejas mais antigas têm um galo em seus campanários, como o caso da Irmandade Nossa Senhora da Glória do Outeiro, na Glória, e da Ordem Terceira São Francisco de Paula, no Largo de São Francisco.

Por fim, por causa da violência, em algumas cidades, como a do Rio de Janeiro, o galo começou a cantar mais cedo, lamenta Monsenhor Devellard, referindo-se à necessidade de antecipar o horário da Missa da véspera do Natal.

fonte: Testemunho de fé do dia 24 a 30/12 2006 /p. 3


------------------------ resumo -------------

A MISSA DO GALO

A missa do galo é de origem espanhola. Pouco antes de baterem as doze badalados da meia-noite de 24 de Dezembro, cada lavrador da região de Toledo matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus. O galo era depois levado para a igreja, a fim de ser oferecido aos pobres que, assim, poderiam ter melhorado o almoço de Natal. Em algumas aldeias, levava-se o galo vivo, para que ele cantasse durante a Missa. Quando cantava, todos ficavam contentes, pois era sinal de um ano novo farto a feliz.

Fonte(s):
http://www.jesusbompastor.org.br/index.p…

http://www.taufrancisco.com.br/pages/ver…


No século IV, a comunidade cristã de Jerusalém ia em peregrinação a Belém, para celebrar a Missa do Natal na primeira vigília da noite dos judeus, na hora do primeiro canto do galo, mencionado por Jesus na traição de Pedro (Mt. 26,34 e Mc 14,68.72). 
Por isso, a Missa da meia noite no Natal, se chama Missa do Galo, do primeiro canto do galo. Essa missa do galo é celebrada, em Roma, desde o século V, na Basílica de Santa Maria Maior. Pois, o galo,também publica o nascer do sol. E o galo passou a simbolizar vigilância, fidelidade e testemunho cristão. Por isso, no século IX, o galo foi parar no campanário das igrejas.
Fonte(s):
http://www.nsrasalette.org.br/natal2001/…

 "Missa do Galo é o nome dado em países católicos à missa celebrada depois do jantar da Véspera de Natal que começa à meia noite de 24 para 25 de Dezembro.
Seu nome consagra a lenda segundo a qual à meia-noite do dia 24 de dezembro um galo teria cantado, anunciando a vinda do Messias. Outra origem da expressão é citada em o De onde vem as palavras, de Deonísio da Silva (Editora A Girafa): como o fato de a Missa de Natal normalmente terminar muito tarde "quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando".

Na Missa do galo já todas as velas do Advento se encontram acesas e canta-se o cântico de Glória. Dada a sua importância, o próprio papa faz questão de rezá-la.

Tradicionalmente, depois da missa, as famílias voltam para casa, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, distribuem os presentes e compartilham a Ceia de Natal."
Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Missa_do_ga…

 Cultura?

A partir do ano 330, a Igreja celebra, em Roma, o nascimento de Jesus a 25 de dezembro. Porque é o dia do solstício do inverno romano. Porque nesse dia do nascimento do sol, os pagãos festejavam o natal do Deus-Sol – Natalis Invictus. Por isso, os romanos passaram a celebrar, nesse dia, a festa da posse do Deus-Imperador. Por isso, o Imperador Constantino, cristão, substituiu as festas pagãs, com um sincretismo do culto ao Sol e ao Imperador. Instituiu a Festa de Natal do Sol da Justiça e da Luz do Mundo, Jesus Cristo. 
Como preparavam a festa do Sol, com as festas pagãs de 17 a 24 de dezembro, chamadas Saturnais, assim surgiu o Tempo do Advento, para preparar o Natal de Cristo. 

No século IV, a comunidade cristã de Jerusalém ia em peregrinação a Belém, para celebrar a Missa do Natal na primeira vigília da noite dos judeus, na hora do primeiro canto do galo, mencionado por Jesus na traição de Pedro (Mt. 26,34 e Mc 14,68.72). 
Por isso, a Missa da meia noite no Natal, se chama Missa do Galo, do primeiro canto do galo. Essa missa do galo é celebrada, em Roma, desde o século V, na Basílica de Santa Maria Maior. Pois, o galo,tam bém publica o nascer do sol. E o galo passou a simbolizar vigilância, fidelidade e testemunho cristão. Por isso, no século IX, o galo foi parar no campanário das igrejas.

Por Mariângela Cãndido




Varig - Feliz Natal (Anos 60)

Tonico e Tinoco - O Menino da Porteira

domingo, 19 de dezembro de 2010

Geraldo Vandré


Por Vera Márcia Brandão
Geraldo Vandré, nome artístico de Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, paraibano, (João Pessoa, 12 de setembro de 1935) é um cantor e compositor brasileiro. 
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1951, tendo ingressado na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Militante estudantil, participou ativamente do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE). 
Em 1966, chegou à final do Festival de Música Popular Brasileira da TV Record com o sucesso Disparada, interpretada por Jair Rodrigues. A canção arrebatou o primeiro lugar ao lado de A Banda, de Chico Buarque. Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção com Pra não dizer que não falei de flores ou Caminhando.
A composição era um hino de resistência contra o governo militar e foi censurada. O Refrão "Vem, vamos embora / Que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer" foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os ditadores. O sucesso acabou em segundo lugar no festival, perdendo para Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim. 
Simone foi a primeira artista a cantar Pra não dizer que não falei de flores depois do fim da censura, conquistando enorme sucesso de público e crítica. 
Ainda em 1968, com o AI-5, Vandré foi obrigado a exilar-se. Depois de passar dias escondido na fazenda da viúva de Guimarães Rosa, morto no ano anterior, o compositor partiu para o Chile e, de lá, para a França. Voltou ao Brasil em 1973. Até hoje, vive em São Paulo e compõe. Muitos, porém, acreditam que Vandré tenha enlouquecido por causa de supostas torturas que ele teria sofrido. Dizem que uma das agressões físicas que sofreu foi ter os testículos extirpados, após a realização de um show, por policiais da repressão. O músico, no entanto, nega que tenha sido torturado e diz que só não se apresenta mais porque sua imagem de "Che Guevara Cantor" abafa sua obra.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia -

Geraldo Vandré - Pra não dizer que não falei das flores

Censura das Musicas na Ditadura Militar (DCDP)

Golpe de 1964 - Ditadura Militar


Original Jingle Bells Animation Clip

Dance twist com Tony Campello


O Twist é uma dança típica dos Estados Unidos que tem como origem ritmos como rock and roll, jazz e outros. A dança se expandiu dos EUA para vários países e foi o estilo que marcou a década de 60, seu principal divulgador foi Chubby Checker.
Wikpédia


Clube de Tênis- entrada antiga

1975 – Sede do Clube de Tênis de Catanduva mostrando a entrada antiga que era pela Rua Sergipe. Nessa época ele era presidido pelo Dr. Sérgio Reis Bucchianeri que ampliou suas instalações e a sua entrada passou a ser pela Rua Icem, Parque Iracemariosidades

Nelson Bassanetti- Portal notícias da manhã

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tom Jobim: Garota de Ipanema (com Vinicius de Moraes)

Helô Pinheiro




Vinicius, inspirado em Helô Pinheiro, que passava frequentemente em frente ao Bar Veloso (hoje Garota de Ipanema), em Ipanema.
Tom e Vinicius frequentavam assiduamente o bar, que dispunha de pequenas mesas na calçada. A Garota de Ipanema, Heloísa, morava na rua Montenegro, número 22 e somente dois anos e meio depois, já com namorado, ficou sabendo que era a inspiração da canção. Provavelmente em retribuição à homenagem, Heloísa, quando se casou, convidou Tom Jobim e sua esposa Teresa para serem padrinhos.

Garota de Ipanema" é um das mais conhecidas canções de Bossa Nova e MPB, foi composta em 1962 por Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim.

Pesquisa: Wikpédia

Por Mariângela Cândido

FOTONOVELAS

Michela Roc

Katiuscia

Franco Gasparri








Fotonovelas

Quem aqui não leu fotonovelas?

Aqueles romances em quadrinos cheios de amôres proibidos, dramas, 

intrigas, desencontros......

Todas adolescêntes e jovens das décadas de 60 e 70 liam fotonovelas.

 Difícilmente uma escapava deste delicioso vício romântico!

Havia uma verdadeira atividade de "barganha" entre amigas, que mantinham 

verdadeiro estoque deste "passaporte para os  sonhos", que a realidade não 

podia oferecer em plena era da ditadura militar, de machismo exacerbado e valores 

patriarcais rígidos.

Era um tal de trocar revistas e empresta aqui e devolve acolá.

Inevitávelmente todo final de história tinha um final feliz! Sem exceções!

Sempre com uma paisagem no final, geralmente um lindo pôr do sol, e o casal

 protagonista de mãos dadas se olhando nos olhos!

E O lençinho bordado em nossas mãos para enxugar nossas lágrimas de emoção!

O tempo passou, amadurecemos e aprendemos que a vida não é uma fotonovela e

 que os romances da vida real não são iguais ao da Katiuscia com Franco

 Gasparri. O que restou, foram as recordações adoráveis desta época de

sonhos.....


Mariângela Cândido


Fotonovela no Brasil

A primeira revista de fotonovela publicada no Brasil foi "Encanto", pois embora "Grande Hotel" circulasse desde 1947, só em seu nº 210, de 31/07/1951, publicou a primeira fotonovela, intitulada "O primeiro amor não morre". O primeiro número de "Capricho" circulou em 17/07/1952.
Nos anos 1970, mais de 20 revistas de fotonovelas chegaram a circular no Brasil, publicadas por várias editoras: Bloch, Vecchi, Rio Gráfica, Abril e Prelúdio, sendo que, na época, ao contrário das demais editoras que importavam as fotonovelas da Itália, a Bloch produzia suas fotonovelas no Brasil, com a revista "Sétimo Céu".[1]
Em pesquisa de 1974, as revistas de fotonovela só eram superadas, em venda, pelas revistas de quadrinhos infantis. A revista "Capricho", da Editora Abril, era na época a mais vendida (média quinzenal de 211.400 exemplares), perdendo apenas para "Pato Donald", "Mickey" e "Tio Patinhas" (cada uma com uma média periódica aproximada de 400 mil exemplares).[2]
Em 1975, o Instituto Verificador de Circulação analisou a receptividade que as revistas de fotonovelas tinham em todo o país, na venda avulsa. A revista "Capricho" vendia quinzenalmente 273.050 exemplares, sendo que possuía, em todo o país, apenas três assinaturas.[3] Com fotonovelas italianas, "Capricho" também vendia em Portugal e colônias ultramarinas, num total de 11.186, com apenas um assinante, anônimo. Super Novelas Capricho, com circulação quinzenal, vendia 104.903 exemplares, com apenas dois assinantes no Brasil, "Ilusão" vendia quinzenalmente 108.319 exemplares, e "Noturno", com venda mensal de 72.007<Idem, ibidem>.
Características

A fotonovela apresenta uma narrativa que utiliza em conjunto a fotografia e o texto verbal. Como nas histórias em quadrinhos desenhadas, cada quadrinho da sequência corresponde a uma cena da história, no caso, corresponde a uma fotografia acompanhada da mensagem textual.
São, em geral, publicadas no formato de revistas, livretos ou de pequenos trechos editados em jornais e revistas, e algumas são divididas em capítulos que, geralmente, têm um desfecho próprio, uma espécie de cliffhanger, que cria suspense e curiosidade no leitor, levando-o a comprar a continuação.
A característica principal das histórias é a intriga sentimental, geralmente apresentando uma heroína de origem humilde que luta por um amor difícil e complicado, alcançando seu objetivo de felicidade no final da narrativa. As personagens são pouco trabalhadas psicologicamente, com características maniqueístas e as consequências são sempre estereotipadas.
Críticos e estudiosos consideraram a fotonovela, quase sempre, como um "subgênero da literatura".[4] Entre os anos 1967 e 1971, Angeluccia Bernardes Habert, como tese de doutoramento no Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo, pesquisou o campo das fotonovelas, resultando o "estudo de uma forma de literatura sentimental fabricada para milhões", subtítulo que deu à "Fotonovela e Indústria Cultural", editada pela Vozes (1973).
Principais revistas de fotonovelas no Brasil

Capricho (Editora Abril)
Super Novelas Capricho (Editora Abril)
Grande Hotel (Editora Vecchi)
Ilusão
Noturno
Encanto
Fascinação
Contigo
Sétimo Céu (Editora Bloch)
Carinho
Carícia
Atores brasileiros de fotonovelas

Rose di Angelis
Marie Luise Indrik
Elisângela
Atores italianos de fotonovelas

Franco Gasparri
Franco Dani
Franco Andrei
Michella Roc
Rosana Galli
Katiuscia
Marina Coffa
Sandro Moretti
Jean Mary Carletto
Claudia Rivelli
Adriana Rame
Claudio De Renzi
Gianni Vannicola
Alex Damiani
Sebastiano Somma(Chris Olsen)
Alessandro Inches
Franco Califano
Ornella Pacelli
Maurizio Vecchi
Gioia Scola
Barbara De Rossi
Francesca Dellera
Luc Merenda
Kirk Morris
Ivan Rassimov
Renato Cestiè
Pascal Persiano
Maura Magi
Luciano Francioli
Claudio Aliotti
Marina Santi
Gianfranco de Angeli
Francesca Rivelli (Ornella Muti)
Massimo Ciavarro
Antonio Migliacci
Emanuela Sala
Paola Pitti
Isabela Savonna
Maria Antonietta
Susie Sudlow
Isabela Ferrari
Simona Pelei
Max Delys
Anna Zoli
Raika Juri
Ricardo Bonacchi
Robert Gligorov
Wendy D`Olive
Mircha Carven
Christina Belfiore
Rosalba Grotessi

Fonte de pesquisa: Wikpédia enciclopédia livre.