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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bob Marley, um ícone do reggae



Ele fez de sua música reggae para elevar-nos, informar, entreter, inspirar e fazer a mudança no mundo. Ele é um músico, um poeta e compositor, um filósofo, um soldado, um ativista e um líder." - Cedella Marley

Carreira musical

Princípio
Marley começou suas experimentações musicais com o ska e passou aos poucos para o reggae enquanto o estilo se desenvolvia. Marley é talvez mais conhecido pelo seu trabalho com o grupo de reggae The Wailers, que incluía outros dois célebres músicos, Bunny Wailer e Peter Tosh. Livingstone e Tosh posteriormente deixariam o grupo para iniciarem uma bem-sucedida carreira solo.
A maioria do trabalho inicial de Marley foi produzida por Coxsone Dodd no Studio One. O relacionamento dos dois se deterioraria mais tarde devido a pressões financeiras, e no começo da década de 1970 ele produziu o que é considerado por muitos o seu melhor trabalho, então pelas mãos de Lee "Scratch" Perry. A dupla também se separaria, desta vez por problemas com direitos autorais. Eles trabalhariam juntos novamente em Londres, e permaneceriam amigos até a morte de Marley.
O trabalho de Bob Marley foi amplamente responsável pela aceitação cultural da música reggae fora da Jamaica. Ele assinou com o selo Island Records, de Chris Blackwell, em 1971, na época uma gravadora bem influente e inovadora. Foi ali, com No Woman, No Cry em 1975, que ele ganhou fama mundial.
Tiroteio e violência eleitoral


Bob Marley & The Wailers ao Vivo no Crystal Palace Park durante a Uprising Tour.
Em 1976, dois dias antes de um show gratuito organizado por Bob Marley e o então primeiro-ministro jamaicano Michael Manley durante as eleições gerais, Marley, sua esposa Rita e o empresário Don Taylor foram baleados na residência do astro em Hope Road. Marley sofreu ferimentos leves no braço e no tórax. Don Taylor levou a maior parte dos tiros em sua perna e torso ao andar acidentalmente na frente da linha de fogo. Ele foi internado em estado grave mas recuperou-se. Rita Marley também foi internada após um grave ferimento na cabeça. Acredita-se que o tiroteio teve motivações políticas (os políticos jamaicanos eram em geral violentos na época, especialmente quando as eleições se aproximavam). O concerto foi visto como um gesto de apoio ao primeiro-ministro, e supostamente Marley foi alvo dos defensores do partido conservador da Jamaica, o Jamaican Labour Party. Embora a polícia nunca tenha pego os atiradores, pessoas desconhecidas "acertaram as contas" mais tarde com eles nas ruas de Kingston. Além disso, o Candidato Michael Manley foi eleito.
Final de carreira
Bob Marley deixou a Jamaica no final de 1976 e foi para a Inglaterra, onde gravou os álbuns Exodus e Kaya e onde também foi preso pela posse de um cigarro de maconha. Ele lançou a música Africa Unite no álbum Survival em 1979, e então foi convidado a tocar nas comemorações pela independência do Zimbabwe em 17 de abril de 1980.
Convicções políticas e religiosas

Bob Marley era adepto da religião rastafári. Ele foi influenciado por sua esposa Rita, e passou a receber os ensinamentos de Mortimer Planno. Ele servia de fato como um missionário rasta (suas ações e músicas demonstram que isso talvez fosse intencional), fazendo com que a religião fosse conhecida internacionalmente. Em suas canções Marley pregava irmandade e paz para toda a humanidade. Antes de morrer ele foi inclusive batizado na Igreja Ortodoxa da Etiópia com o nome Berhane Selassie.
Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida.
— Bob Marley
Marley era um grande defensor da maconha, usada por ele no sentido da comunhão, apesar de que seu uso não é consenso entre os rastafáris. Na capa de Catch a Fire inclusive ele é visto fumando um cigarro de maconha, e o uso espiritual da cannabis é mencionado em muitas de suas músicas.
Marley também tinha conexões com a seita rastafári "Doze Tribos de Israel", e expressou isso com uma frase bíblica sobre José, filho de Jacó, na capa do álbum Rastaman Vibration.
A batalha contra o câncer

Diagnóstico
Em julho de 1977 Marley descobriu uma ferida no dedão de seu pé direito, que ele pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. A ferida não cicatrizou, e sua unha posteriormente caiu; foi então que o diagnóstico correto foi feito. Marley na verdade sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno, que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos o aconselharam a ter o dedo amputado, mas Marley recusou-se devido aos princípios rastafaris que diziam que os médicos são homens que enganam os ingênuos, fingindo ter o poder de curar. Ele também estava preocupado com o impacto da operação em sua dança; a amputação afetaria profundamente sua carreira no momento em que se encontrava no auge (na verdade, a preocupação de Bob Marley era quanto à amputação de qualquer parte de seu corpo, seja o dedo do pé ou suas rastas. Para os seguidores dessa religião/filosofia, não se deve cortar, aparar ou amputar qualquer parte do corpo). Marley então passou por uma cirurgia para tentar extirpar as células cancerígenas. sua doença foi revelada para seu público.
Conversão
Segundo seu filho Ziggy Marley, Marley se converteu ao cristianismo antes de morrer, em 1977. O motivo seria o de que, segundo a religião rasta, o corpo é um templo sagrado e por isso retirar o câncer seria errado. Marley teria descoberto muitas coisas semelhantes entre o rastafarianismo e o cristianismo e decidido que seu corpo deveria ser cuidado. O próprio Ziggy ainda tenta espalhar o legado de seu pai, com ideais e raízes do rastafarianismo e do reggae, mas com um entendimento cristão.[2][3][4]
Colapso e tratamento
O câncer espalhou-se para seu cérebro, pulmão e estômago. Durante uma turnê no verão de 1980, numa tentativa de se consolidar no mercado norte-americano, Marley desmaiou enquanto corria no Central Park de Nova Iorque. Isso aconteceu depois de uma série de shows na Inglaterra e no Madison Square Garden, mas a doença o impediu de continuar com a grande turnê agendada. Marley procurou ajuda, e decidiu ir para Munique para tratar-se com o controverso especialista Josef Issels por vários meses, não obtendo resultados.
Morte
Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana. Ele queria passar seus últimos dias em sua terra natal, mas a doença se agravou durante o vôo de volta da Alemanha e Marley teve de ser internado em Miami. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, Flórida, aos 36 anos. Seu funeral na Jamaica foi uma cerimônia digna de chefes de estado, com elementos combinados da Igreja Ortodoxa da Etiópia e do Rastafarianismo. Ele foi sepultado em uma capela em Nine Mile, perto de sua cidade natal, junto com sua guitarra favorita, uma Fender Stratocaster vermelha.
Reputação póstuma

A música e a lenda de Bob Marley ganharam mais e mais força desde sua morte, e continuam a render grandes lucros para seus herdeiros. Também deu a ele um status mítico, similar ao de Elvis Presley e John Lennon. Marley é enormemente popular e bastante conhecido ao redor do mundo, particularmente na África e na América Latina. É considerado por muitos como o primeiro popstar do Terceiro Mundo. Após a sua morte, a data de seu aniversário, o dia 6 de fevereiro, foi decretado feriado nacional na Jamaica.
Controvérsia sobre o local do túmulo
Em janeiro de 2005 foi divulgado que Rita Marley estava planejando exumar os restos de Bob Marley e enterrá-los em Shashamane, Etiópia. Ao anunciar sua decisão, Rita afirmou que "toda a vida de Bob foi centrada na África, não na Jamaica". Os jamaicanos foram amplamente contra a proposta, e a comemoração do aniversário de Bob em 6 de fevereiro de 2005 foi celebrada em Shashamane pela primeira vez, pois, antes todas as outras haviam sido realizadas na Jamaica.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_Marley

Frases de Bob Marley

















"É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida."
Bob Marley




Eu fazia isso e me achava incrível!


E Você, já fez isso?

Sempre me deparo recordando de momentos diversos que formaram quem eu sou hoje. Uma infância feliz, de brincar de pique – esconde, pique – fruta ( e os outros piques da vida ), tocar a campainha do vizinho e sair correndo, andar de bicicleta na pracinha até a mamãe cansar de chamar pra entrar e me levar pela orelha pra dentro de casa,  subir nas árvores do quintal e ficar lendo livros no decorrer da tarde até o sol se esconder...
http://surpresasocultas.wordpress.com/2009/10/13/lembrancas-de-infancia/


Olha, os jogos eram praticamente os mesmos. A molecada brincava junto com a meninada: de queimada; passa anel; pais de pique (nome esquisito né), esconde-esconde; Os meninos jogavam futebol, basquete e vôlei, as meninas não muito, só algumas. Todos brinvavam de cirquinho, tinha muitos circos na época, palhaçadas, dramas, cantoria. Tinha também programas de calouro para a gurizada. Na minha cidade chamava-se "No reino da gurizada", era aos domingos às 10 horas da manhã. Para eleger o melhor candidato a criançada tinha que gritar LACTA, marca de chocolate, vê???. Para quem a gente gritasse mais alto, era o vencedor(a). A gente brincava de trenzinho, as latas de óleo eram quadradas, latas de 1 litro. Fazia um furinho, emendava com um araminho e fazia um trem com 3, 5, até 10 latas, e tinha também a estradinha, na terra, com estações...curvas, o trem ia longe...longe. A gente fazia com a boca piuuiiuiiu, tchantanthantanthanthanfitzztizzt..dundu… Ah, tbém tinha as cavernas que a molecada construía no mato, fazia cavernas no barranco, cavava, cavava..até formar um buracão no barranco que ia lá no fundo, e lá ficava sentado, a turma, contando lorotas... vê que perigo, se aquilo desaba, lá se iam uns moleques morrendo soterrados, graças a Deus nunca aconteceu!   



A gente também andava muito, nos matos, a procura de frutas, gabiroba, goiaba, jabuticaba, nossa...andava muito. Ia nas cachoeiras, tomava banho de água fria, aquela queda grossa nas costas. Cantava no orfeão. Orfeão era um coral que tinha na escola. Uirapurú, oi, uirapuru, seresteiro cantador do meu sertão, Uirapuru, oi, uirapuru, ele canta as mágoas do meu coração...
Nossa menino, o que você fez eu lembrar! Muito obrigado. Converse também com seus pais e avós, peça a eles para falar do passado. Você vai ficar sabendo coisas maravilhosas sobre a vida, sobre muitas coisas. Um grande abraço, Deus te abençoe.
José Antonio
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090612150448AAMh96r






Você já subiu numa árvore? Quando eu era moleque, a gente subia pra tirar manga la na ponta do galho. Ha!  chupar manga em cima do pé, é muito melhor, além da fruta ser freca e evidentemente mais gostosa, a gente come com gosto, e só é bom mesmo quando lambuza a cara, (hehe!) ela escorre um caldo pelo canto do braço e vai até o cotovelo chegando a pingar no chão, uma queda (pingal) de 15 metros. Maravinha! Essa é outra experiencia única, mas aí tem uma manha pra você não sujar o calção e pegar uma bronca de “mainha” é só esfregar o braço no troco, sem muita força, pronto! Vai dar uma ligasinha, mas logo seca, um pouco. He!
Você já subiu numa árvore? Eu e meus amigos inventamos uma traquinagem, que ninguém mais fez. A gente subia numa árvore, pegávamos galhinhos de ramos secos, e tinham que ser daqueles ocos pra brincar de fumar escondido (coisa feia), vinha uma fumaça horrível, dava uma coceira na garganta e a certeza de que no mundo ninguém mais teve essa idéia ridícula. (Não faça isso em casa). Você conhece alguém que já fez isso? não né!
Tem coisa melhor que passar de uma árvore pra outra e depois pra outra, e pra outra… sem pisar no chão? Tá difícil. Ali esta o ambiente ideal pra brincar de Tarzan. Eu fiz muito isso.
Rubão & Cia
http://www.ciadejesus.com/?p=113


Mas nem sempre éramos heróis de nós mesmo, né? No caso do óleo de fígado de bacalhau, nos tornávamos vítimas de nossas mães... Vejam o depoimento de Marcos Dotta.

Esse remédio pode ter a tradição que tiver; pode ter sido o “aliado mor” da minha mãe em prol de minha saúde; pode até ter sido o maior fortificante na época... Mas meu bem! Tudo isso foi desde o tempo em que Hebe era paquita. Mas hoje, (pelo menos para mim) não é mais!! Eu fiquei com trauma desse remédio até hoje. Ele me provocava na época, ânsia de vômito, nojo e caretas horríveis. Eu tinha que tapar o nariz para beber e depois era só ficar esperando os enjôos e os  arrepios. Eiii! Calmaaa... Não quero aqui parecer um ingrato! Lógico que agradeço a eficácia de sua fórmula! Pois tomei o dito cujo durante anos a fio e... SOBREVIVI. Sobrevivi duplamente, tá! Ao gosto horrível do remédio e a probabilidade de morrer um “erê” nas estatísticas do Ministério da Saúde na época.  Mas enfim, esse remédio foi um terror na minha infância e me deixou sequelado para o resto da vida. Por isso é que ameacei minha MELHOR AMIGA, ou ela parava de torturar as crianças com esse medicamento ou eu nunca mais iria à sua casa. Bom, acho que fiz uma boa ação: Salvei as crianças. Pois ela (a mãe e ex-torturadora) ficou de substituir o tal fortificante por outro menos intragável. E eu continuei sendo seu MELHOR AMIGO.

Marcos Dotta 
http://carissimascatrevagens.blogspot.com.br/2009_03_01_archive.html



O bambolê amarelo 

Dia da criança!...Tempo de lembranças da infância... 
Bola. .Brinquedo. Presente. Passado. Bambolê.Um bambolê amarelo.
Assim foi que era tardinha. .
Pela rua do Mercado (Oliveira Botelho) que fica em frente à minha casa de infância, lá vinha ele(meu saudoso padrinho em minha direção. A novidade nas mãos. 
E eu, a afilhada que tanto amava, naquele dia recebi o presente: o bambolê (brinquedo que naquela época era novidade )
Ainda é viva a lembrança.: A calçada da rua do Gás; as irmãs ; as meninas da vizinhança e, eu -dona do círculo dourado – administrava o empréstimo à garotada.
Alegria...Inocência... Reminiscências...
Guiada pelo sentimento abri o portão de casa e postei-me na calçada.
As lembranças rodam .Redemoínho. 
Transformo–me na menina que fui : coloco as mãos na cintura.Fecho os olhos e giro...giro...giro.
Um bambolê imaginário circula em meu corpo uma imensa saudade da infância que se foi na roda da vida.
walnize carvalho 
http://quartodesegredos.blogspot.com.br/2010/10/o-bambole-amarelo.html

E você, tem alguma história de suas habilidades infantis para nos contar?


















sexta-feira, 27 de abril de 2012

Uma das guerras mais sangrentas de todos os tempos- Guerra das Coréias.


Da esquerda para a direita e de cima para baixo:
Na mais famosa imagem da guerra, marines desembarcam em Inchon; fogo noturno da artilharia norte-americana; caminhões militares atravessam o Paralelo 38° N; B-29 bombardeia Coreia do Norte; civis 
coreanos fogem da zona de combate.



A Guerra da Coreia foi travada entre 25 de Junho de 1950 a 27 de Julho de 1953, opondo a Coreia do Sul e seus aliados, que incluíam os Estados Unidos da América e o Reino Unido, à Coreia do Norte, apoiada pela República Popular da China e pela antiga União Soviética. O resultado foi a manutenção da divisão da península da Coreia em dois países. Em 1950, cinco anos e meio depois de vencer a Alemanha Nazista principalmente no front oriental russo em pleno inverno rigorosíssimo, os Estados Unidos e a União Soviética, ex-aliados, entram em conflito pelo controle da Coreia, uma nova zona de influência comercial e territorial, arriscando provocar uma terceira guerra mundial.
A península da Coreia é cortada pelo paralelo 38° N, uma linha demarcatória que divide dois exércitos, dois Estados: a República da Coreia, a sul, e a República Popular Democrática da Coreia, ao norte. Essa demarcação, existente desde 1945 por um acordo entre os governos de Moscou e Washington, dividiu o povo coreano em dois sistemas políticos opostos: no norte o comunismo apoiado pela União Soviética, e, no sul, o capitalismo apoiado pelos Estados Unidos.
Em 3 de Julho de 1950, depois de várias tentativas para derrubar o governo do sul, a Coreia do Norte ataca de surpresa e toma Seul, a capital. As Nações Unidas condenam o ataque e enviam forças, comandadas pelo general americano Douglas MacArthur, para ajudar a Coreia do Sul a repelir os invasores.
Em Setembro, as forças das Nações Unidas começam uma ambiciosa ofensiva para retomar a costa oeste, ocupada pelo exército norte-coreano. No dia 15 desse mês, chegam com certa facilidade a Incheon, perto de Seul, e algumas horas depois entram na cidade ocupada. Os setenta mil soldados norte-coreanos são vencidos pelos cento e quarenta mil soldados das Nações Unidas. Cinco dias depois, exatamente três meses após o início das hostilidades, Seul é libertada.
Com essa vitória, os Estados Unidos mantêm sua supremacia no sul. No primeiro dia de Outubro, as forças internacionais violam a fronteira do paralelo 38, como os coreanos haviam feito, e avançam para a Coreia do Norte.
Durante quase três anos, o povo coreano, uma das mais notáveis culturas da Ásia, foi envolvido em uma brutal guerra fratricida, violentíssima de ambos os lados.


Milhares de prisioneiros amontoados em campos de concentração esperam ansiosamente por um armistício. Com a ajuda da China, as forças das Nações Unidas são rechaçadas para a Coreia do Sul. A luta pelo paralelo 38 continua. Em Seul, as tropas são visitadas por artistas como Marilyn Monroe que tentam elevar seu moral. O General MacArthur, insistindo em um ataque direto à China, é substituído, em Abril de 51, pelo General Ridgway.
Em 23 de Junho começam as negociações de paz, que duram dois anos e resultam num acordo assinado em Panmunjon, em 27 de Julho de 1953.
O único resultado é o cessar-fogo. Na guerra coreana morreram cerca de três milhões e meio de pessoas. O tratado de paz ainda não foi assinado, e a Coreia continua dividida em Norte e Sul.



Crimes de guerra atribuídos às Coreias

Braços amarrados nas costas, tiro de GI.
A Coreia se ergueu chegando à modernidade sob a influência japonesa e americana, a sua divisão em duas nações e com o aumento das pessoas comuns da era do reino eremita de Choson do estado de escravidão envolvendo um terço da população para a cidadania não aconteceu sem considerável abuso dos direitos humanos nem extensas atrocidades militares, principalmente perpetrado por coreanos em coreanos, mas também em forças das Nações Unidas.
Assassinatos políticos, reportados em dezenas de milhares, tiveram lugar nas cidades e aldeias. Militares Sul-coreanos, policiais e forças paramilitares, executaram dezenas de milhares de esquerdistas e alistaram simpatizantes comunistas, um diplomata americano na Coreia, chegando a um valor total em 100.000, os corpos dos mortos eram muitas vezes despejados em valas. Mais de 7.800 casos de mortes civis em 150 localidades em todo o país, foram notificados a uma comissão especialmente formada. Forças coreanas de ambos os lados rotineiramente arredondavam pra cima e forçavam os conscritos tanto machos e fêmeas na sua zona de operações; milhares deles nunca voltaram para casa.
Espancamentos, fome, trabalho forçado, execuções sumárias e marchas da morte eram comuns.





Últimas notícias (23/4/2012)

Nesta segunda-feira, 23 de abril, o exército norte-coreano acusou o governo da Coreia do Sul e sua mídia por transmitir mentiras sobre a sua liderança e ameaçou colocar em prática “ações especiais”.
A Coreia do Norte já ameaçou diversas vezes o governo do presidente Lee MyungBak na Coreia do Sul, no entanto, nas últimas semanas, as suas ameaças se tornaram ainda mais duras e mais específicas, o que levou alguns analistas a alertarem que a nova liderança da Coreia do Norte pode levar a uma provocação militar, como parte da tentativa de estabelecer a autoridade de seu presidente Kim JongUn e aumentar seu poder de negociação com os Estados Unidos.




http://sarangingayo.com.br/2012/04/23/exercito-norte-coreano-ameaca-a-coreia-do-sul/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Coreia





Por onde anda Vera Fischer?




Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. Em recente autobiografia, Fischer declarou que seu pai era nazista e que a relação dos dois nunca foi boa.[3]
Iniciou a carreira como atriz fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues.
A beleza física da atriz é um dos seus atrativos. Sendo assim posou nua para a revista Playboy em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris aos 48 anos clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.
Ao longo de sua carreira, tornou-se uma personalidade polêmica, devido principalmente ao seu conturbado relacionamento amoroso com o ator Felipe Camargo, que foi iniciado nos bastidores da novela Mandala, em 1987, quando ainda era casada com Perry Salles, o que levou a separação do casal e ela se casou com Felipe. Também é conhecida devida às notórias e violentas brigas com Felipe após o casamento, além de seu envolvimento com drogas por mais de 20 anos, o que a fez, inclusive, perder a guarda dos filhos diversas vezes, mas ela os recuperou e os criou.

É mãe de dois filhos: A atriz Rafaela Fischer, nascida em 1979, que teve com Perry Salles, e Gabriel, nascido em 1993, filho de Felipe Camargo.[4]
Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja - com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 - sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O'Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.[5]
Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos.[6]
Apesar de ter feito inúmeros personagens importantes na Rede Globo como nas novelas Coração Alado, Brilhante, Mandala,Perigosas Peruas, Laços de Família, O Clone e Caminho das Índias e nas minisséries Riacho Doce, Desejo, Agosto e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, a atriz se queixou recentemente, na mídia, da falta de bons convites e papéis para a TV: "Para eu voltar às novelas quero um personagem de verdade. Sou uma atriz." definiu.
Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luiza Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001.[7][8][9][10]
Vera Fischer foi internada por decisão própria, em julho de 2011, numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, na Barra da Tijuca, pois ainda não se livrou do vício em drogas. Essa é a terceira    vez que está sendo internada.

Aniversário de 60 anos de Vera Fischer                                                                                                                                                                                                            


Segundo o jornal “O Dia” ( 29/11/2011), Vera Fischer reuniu apenas 20 amigos em sua cobertura no Leblon, Zona Sul do Rio, para comemora seus 60 anos. De acordo com a publicação, estiveram presentes os filhos, Rafaela e Gabriel Fischer, o casal Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho, as atrizes Betty Erthal e Miriam Mehler, entre outros.


Sem maquiagem ou qualquer produção, Vera Fischer saiu para caminhar pelas ruas do Leblon, na tarde desta segunda-feira, 30/01/2012, no Rio de Janeiro. A atriz parou em uma banca de jornal, comprou alguns artigos e nem se importou com a presença do fotógrafo.


http://ego.globo.com/famosos/noticia/2012/01/sem-maquiagem-vera-fischer-caminha-pelas-ruas-do-leblon.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vera_Fischer











quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ciganos



Como eram os ciganos para nós que fomos crianças nos anos 50 ,60 e 70?
Eu me lembro que sentia um misto de curiosida e medo, daquelas pessoas misteriosas, das quais apenas ouvia falar. 
O esteriótipo de cigano criado em minha imaginação,  adquiri através de fantásticas histórias contadas por pessoas mais velhas do meu convívio e leitura sobre o assunto,  em alguma história em quadrinhos ou livro  infantil. Esta imagem do cigano que me foi transmitida, era de nômades que andavam pelo mundo em caravanas. Os homens e mulheres usavam dentes de ouro como forma de guardar riquezas  e enormes brincos de argolas e muitas jóias  de ouro.
Dormiam em tendas em acampamentos e dançavam e cantavam.  muito ao lado de fogueira.

As ciganas liam a mão das pessoas para adivinhar o futuro delas.Usavam muitos lenços  coloridos e saias longas  enfeitadas com babados e pedrarias.


Era uma infantil visão simplista do cigano.                                                                                                         A curiosidade e fascínio pelas ciganas, já atraia as meninas, tanto é que a Estrela  lançou nos anos 60 a boneca "Fofolete Cigana" (imagem acima)




A moda brasileira dos anos 60 tambem sofreu influência dos ciganos.Tem como principais características suas cores vivas; estampas exóticas (muitas vezes animais) que remetem principalmente à África e à Ásia, que dão origem ao estilo; os tecidos leves adequados ao calor; a notável aplicação de franjas em botas e bolsas; a utilização de acessórios em ouro e ouro velho (ou que imitem ambos), adereços criados à mão com traços fortes, miçangas extravagantes, pingentes em tecidos, etc...Não podemos esquecer do uso dos lenços nas roupas e cabelos.
   O país que mais influencia essa nuance é a Índia, de onde se originam todos os povos ciganos. Por isso, é visível a presença de vestidos que lembrem os famosos sáris; saias longas e bastante ornamentadas; blusas de mangas longas, porém de tecidos leves e delicados. 
  Nos pés a simplicidade reina: sandálias rasteiras adequadas para percorrer quilômetros (assim como os rom, ciganos, em suas migrações), ou botas de cano longo, com franjas especialmente. 
a influência cigana, uma nuance do estilo folk, que tem como principais características suas cores vivas; estampas exóticas (muitas vezes animais) que remetem principalmente à África e à Ásia, que dão origem ao estilo; os tecidos leves adequados ao calor; a notável aplicação de franjas em botas e bolsas; a utilização de acessórios em ouro e ouro velho (ou que imitem ambos), adereços criados à mão com traços fortes, miçangas extravagantes, pingentes em tecidos, etc...
   O país que mais influencia essa nuance é a Índia, de onde se originam todos os povos ciganos. Por isso, é visível a presença de vestidos que lembrem os famosos sáris; saias longas e bastante ornamentadas; blusas de mangas longas, porém de tecidos leves e delicados. 
  Nos pés a simplicidade reina: sandálias rasteiras adequadas para percorrer quilômetros (assim como os rom, ciganos, em suas migrações), ou botas de cano longo, com franjas especialmente. 



Por racismo contra ciganos, MPF pede que dicionário Houaiss seja retirado do mercado

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação na Justiça Federal em Uberlândia (MG) pedindo que seja retirado de circulação o tradicional dicionário Houaiss, um dos mais conceituados no Brasil. De acordo com o MPF, o dicionário promove preconceito contra a comunidade cigana, uma vez que, entre outras definições, trata “cigano” como “aquele que trapaceia, velhaco”.


Da Universidade de Brasília:

“Sabemos muito pouco sobre eles, nem mesmo estatísticas confiáveis sobre o número de ciganos no Brasil nós temos”, afirmou Rosângela Côrrea, professora da Faculdade de Educação e organizadora do encontro, intitulado Ciclo de Debates Ciganos: uma história invisível. Segundo ela, o objetivo mais importante do evento é contribuir para uma relação mais respeitosa com os ciganos e diminuir a ignorância dos brasileiros sobre esse povo. 
Nada, mas absolutamente nada, sabemos sobre o número de ciganos nômades,semi-nômades e sedentários atualmente existentes no Brasil, nem sobre sua distribuição geográfica.




"Explode Coração" foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 6 de novembro de 1995 a 4 de maio de 1996.
Dara, atriz Teresa Seiblitz, é uma jovem cigana que se orgulha de suas origem.



No Brasil, atualmente, predominam três clãs ciganos: os Rom (vindos da ex-Iugoslávia, Sérvia e de outros países do Leste Europeu), os Calom (que vieram da Espanha e de Portugal) e os Sinti (vindos da Alemanha, Itália e França).
Entretanto, não há consenso entre esses grupos sobre a identidade cigana. “Calom não é cigano, é brasileiro que quer ser cigano”, afirmou o rom Maicon Martins, descendente de iugoslavos.


Ciganos é um exônimo para roma (singular: rom; em português, "homem") e designa um conjunto de populações nômades que têm em comum a origem indiana e cuja língua provinha, originalmente, do noroeste do subcontinente indiano.

Um história difícil de resgatar

Não é simples precisar a origem exata do povo cigano, bem como sua história. Um dos maiores entraves é o fato de sua língua, o romani, ser ágrafa, ou seja, não tem versão escrita. Quase tudo o que se encontra sobre ciganos em livros, na internet ou se ouve deles próprios, é baseado na tradição oral. Diversas etnias são classificadas genericamente como ciganos (Rom, Sinto, Calon, etc). A tese mais aceita (Wikipedia, dicionários, artigos acadêmicos) é a de que tratam-se de grupos nômades, originários do norte da Índia. Sua língua, o romani, e suas variações são faladas por boa parte dos ciganos até hoje, e é passada de pai para filho. O idioma é semelhante ao de outras línguas indo-européias, como o Punjabi e Potohari, hoje faladas no norte do Paquistão.

Acredita-se que os ciganos tenham ido da Índia para o Oriente Médio há cerca de mil anos, e dali espalharam-se para a Europa. Hoje, apesar de disseminados pelo mundo, a maioria dos ciganos permanece no chamado velho continente, mas sempre como minoria étnica. Como praticam quiromancia e adivinhação, foram historicamente repudiados pela Igreja Católica e outras religiões cristãs. A partir daí, foi um passo para que sofressem perseguições, muitas vezes brutais, principalmente na Idade Média, na época das inquisições. Na Romênia, por exemplo, os escravos ciganos só foram libertados no século XIX.


Há diversas estimativas do número de ciganos no mundo ou na Europa. Diferentes fontes citam números entre 5 milhões e 15 milhões. Impossível determinar qual o correto, seja pelo fato de estarem muito espalhados, seja porque boa parte esconde sua identidade ou porque há, ainda, muitos ciganos vivendo sem qualquer registo.

Milhares deles emigraram para o continente americano. Portugal foi um dos países que deportou membros da comunidade para suas colônias, entre elas o Brasil. Estimativas da União Brasileira dos Ciganos falam em cerca de 800 mil ciganos e descendentes no nosso país, mas, novamente, é um número impreciso. Restam duas certezas: há muito mais ciganos por além dos que vemos na ruas, com suas roupas típicas. E sua cultura está, de fato, morrendo.

Cultura

 Antigamente era muito respeitado o período da gravidez e o tempo sucessivo ao nascimento do herdeiro; havia o conceito da impureza ligada ao nascimento, com várias proibições para a parturiente. O aleitamento ainda dura muito tempo, às vezes se prolongando por alguns anos.
No casamento, tende-se a escolher o cônjuge dentro do próprio grupo ou subgrupo, com notáveis vantagens econômicas. É possível a um rom casar-se com uma gadjí, isto é, uma mulher não-rom, a qual deverá porém submeter-se às regras e às tradições rom. Vige naturalmente o dote. No grupo dos sintos, geralmente o casamento é precedido pela fuga do casal. Aos filhos é dada uma grande liberdade, mesmo porque logo deverão contribuir com o sustento da família e com o cuidado dos menores. No que se refere à morte e aos ritos a ela conexos, o luto pelo desaparecimento de um companheiro dura em geral muito tempo. Entre os sintos parece prevalecer o costume de se queimar a kampína (o trailer) e os objetos pertencentes ao morto. Entre os ritos fúnebres praticados pelos roma está a pomána, banquete fúnebre no qual se celebra o aniversário da morte de uma pessoa. A abundância de alimento e bebidas exprime o desejo de paz e felicidade para o defunto.

Além da família extensa, entre os roma encontramos a kumpánia, ou seja, o conjunto de várias famílias (não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo, ao mesmo subgrupo ou a subgrupos afins.

O nômade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe: se tal figura não existe entre os roma, é entretanto devido o respeito para com os mais velhos, que sempre são solicitados a dirimir eventuais controvérsias.
Entre os roma, a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnitóri, isto é, por aquele que preside a kris. A kris é um verdadeiro tribunal rom, constituído pelos membros mais velhos do grupo, que se reúne em casos especiais, para resolver problemas delicados, envolvendo controvérsias matrimoniais ou ações que resultem em danos a membros do grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar. A decisão cabe aos anciãos designados, presididos pelo krisnitóri. Ouvidas as partes litigantes, é punida a parte culpada.
Em tempos recentes a controvérsia se resolve, em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa. No passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em castigos corporais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciganohttp://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/67-%20/585
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-05-24/ciganos-ainda-sao-%E2%80%9Cpovos-invisiveis%E2%80%9D-avaliam-estudiosos
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6434
http://pt.scribd.com/doc/51499430/1/HISTORIA-GERAL-DOS-CIGANOS-NO-BRASIL-23























terça-feira, 24 de abril de 2012

Paulo Diniz - I Want to Go Back to Bahia.wmv




Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor brasileiro.
[editar]História

Foi para o Recife trabalhar como crooner e baterista em casas noturnas. Foi locutor e ator de rádio e televisão, em Pernambuco e no Ceará. Em 1964 foi para o Rio de Janeiro, onde consultou a Rádio Tupi e passou a compor com mais frequência. Sua primeira gravação saiu em 1966, com a música O Chorão.
Em 1966, no auge do movimento Jovem Guarda, lançou seu primeiro disco, e o iê-iê-iê “O Chorão” se tornou sucesso nacional.
Em 1970, compôs, em parceria com o amigo Odibar, o hino de protesto “Quero Voltar Pra Bahia”, cujos versos carregados de saudade prestavam homenagem a Caetano Veloso, que se encontrava exilado em Londres. A música alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país e se tornou uma espécie de hino, canção-símbolo de uma época conturbada da história política e social do Brasil.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e em seguida dedicou-se à tarefa de musicalizar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros cantores. Entre seus sucessos destacam-se “Pingos de Amor”, gravado por vários intérpretes, “Canoeiro”, “Um Chopp pra Distrair”, mas o sucesso que o consagrou foi a música “Quero Voltar Pra Bahia”.
Entre 1987/1996, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Atualmente, residindo no Recife, faz apresentações por várias cidades e capitais do Nordeste brasileiro, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez paralisou seus membros inferiores.

http://pt.wikipedia.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dick Farney - Minha Namorada (1962)



Minha Namorada - Carlos Lyra e Vinicius de Morais - 1962

Letra:

Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ser
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder
esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me
fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque
E se em vez de ser minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada
pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo
Em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
Os seus olhos tem
de ser só dos meus olhos
E os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem que ser
a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois

Carlos Eduardo Lyra Barbosa (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1939) cantor, compositor e violonista
brasileiro.

Chico Buarque & Elis Regina: Noite dos mascarados




Um belo registro musical de Chico Buarque e Elis Regina. A dupla canta a marcha-rancho "Noite dos mascarados", composição do próprio Chico, gravada em 1967.

Por onde anda Gigliola Cinquetti?






Gigliola Cinquetti nasceu em Verona em 1947 e começou a cantar aos dezesseis anos em 1963, vencendo o concurso "Voci Nuove Di Castrocaro". Um ano depois participou do Festival de San Remo com a célebre canção "Non Ho L' Età", recebendo a primeira colocação. Gigliola Cinquetti fez tanto sucesso que a RAI decidiu fazer um especial em três etapas no final dos anos 60.
Em 1969, Cinquetti protagonizou a transmissão de rádio "La Bella e La Bestia", junto com Paolo Vilaggio. Mas o grande destaque de Gigliola Cinquetti foi a interpretação da canção Dio como ti amo. Com esta canção ela vendeu milhares de discos em toda Europa.

Mais tarde Gigliola casou e ficou vários anos afastada dedicando-se à família e ao casamento. Em 1981, voltou na mídia como jornalista, escrevendo uma coluna semanal para um jornal. Em 1982, apresentou junto com Enzo Tortora o programa "Portobello", cantando e dançando o "twist". Em 1991, conduziu um talk show na televisão de Montecarlo. No mesmo ano apresentou a edição do "Euro Festival".

Desde os anos 1990, trabalha na televisão pública italiana RAI. Em 2008, recebeu o Premio Giulietta alla Donna, em homenagem a sua carreira.





Gigliola Cinquetti em apresentação em Tv francesa em 2008, aos 59 anos.







Foi no final dos anos 1960 ou início dos anos 1970 que tive o privilégio de assistir,  a esse grande clássico do cinema mundial "Dio, Come Ti Amo", com a romântica cantora e artista principal Gigliola Cinquetti. Muitas recordações de minha mocidade me vieram à mente... Quanta saudade... 
Ah!, graças a Deus, o "PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE", GIGLIOLA CINQUETTI, continua vivíssima, cantando e encantando com sua simpatia mundo afora!

Fontes de pesquisa
Read more: http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/gigliola-cinquetti.html#ixzz1strECza3

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigliola_Cinquetti#cite_note-Entrevista_.C3.A0_RAI-0
http://sermaluquinhoemparistemestilo.blogspot.com.br/2008/08/morreu-gigliola-cinquetti.html

Demétrius - Ritmo de Chuva , lembram?




Clipe da música Ritmo de Chuva, gravada por Demétrius em 1968.
Versão de "Rhythm of the Rain" de John Gummoe.

Dancing at 1963 - Hully Gully



O Hully Gully foi iniciado por Frank Rocco no Hotel Cadillac em Miami Beach, Florida . Em 1959 Os Jogos Olímpicos cantou a música " Hully Gully ", que não envolveu qualquer contacto físico. A mesma melodia apareceu um pouco mais de um ano depois, em uma canção pelas maratonas, intitulada "Peanut Butter", que mais tarde foi utilizado para a manteiga de amendoim Peter Pan comercial durante a década de 1980. Tim Morgan cantou letras diferentes para o "Peanut Butter" canção, bem como, no entanto, apenas mencionando o Skippy "da marca. Havia outra canção sobre a dança pelos Dovells, intitulado" Hully Gully do bebê. " A Jive Cinco tinha um hit chamado " Hully Gully Tempo Callin '"; Ike & Tina Turner tinha uma música em seu repertório conhecido como "If You Can Hully Gully (Hully Gully I Can Too)" Ed Sullivan mencionou o Hotel Cadillac como "Casa do Hully Gully" na sua. programa semanal, com alguns dançarinos da revista Frank Rocco. Conhecido como "Mr. Hully Gully ", Rocco, em seguida, visitou a América (incluindo o 1964 New York Feira Mundial , ele dançou com Goldie Hawn ) e Europa, onde ao longo do ano seguinte, ele ensinou a dança na NATO Base em Nápoles, Itália , em Roma , e todos a Europa.

Johnny Rivers Poor Side Of Town (1967)

domingo, 22 de abril de 2012

A verdade sobre o descobrimento do Brasil


Foi este homem que descobriu o Brasil. Duarte Pacheco Pereira (o Aquiles Lusitano, como o apelidou Camões), nascido em Lisboa ou em Santarém, por volta de 1450, foi cosmógrafo, guerreiro e navegador. Em 1498 é encarregado, por D. Manuel I, de uma expedição secreta, organizada com o objectivo de reconhecer as zonas situadas na linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas. A expedição partiu de Cabo Verde e culminou com a descoberta do Brasil, entre Novembro e Dezembro desse ano. A expedição alcançou terra firme num ponto da costa entre o actual Maranhão e o Pará, tendo depois seguido para norte, em reconhecimento, até à foz do Amazonas e ilha de Marajó.
Em 1493 Cristovão Colombo regressara da América convencido que vinha da Ásia Oriental, de Cataio ou de Cipango (ele próprio não sabia bem!). Na verdade estivera apenas em Guanahani, Cuba e Haiti. Aportou a Lisboa com um carregamento de selvagens de epiderme pardacenta, cabelos pretos e escorridos. Supunha que eram índios, da Índia. Apresentou-os triunfante a D. João II, pensando vingar-se da afronta que o monarca lhe fizera não o tendo contratado. D. João sabia perfeitamente que aqueles homens nus a tiritar de frio não vinham do Indostão, uma civilização que ele sabia milenar e com um nível de sofisticação muito superior. Convinha-lhe, porém, simular que acreditava em Colombo, para melhor convencer os castelhanos que eles se tinham adiantado na descoberta do caminho marítimo para a Índia, enquanto ele ultimava a sua estratégia na descoberta do rumo verdadeiro. Bartolomeu Dias dobrara já o Cabo da Boa Esperança e D. João estava na posse da carta de Pêro da Covilhã, enviado em missão de espionagem terrestre até terras de Prestes João (Etiópia).
Colombo seguiu o seu caminho para Castela. D. João, tendo podido silenciá-lo para sempre (como chegaram a propor alguns cortesãos), preferiu deixar os Reis Católicos cair no engodo. E eles caíram! De imediato exultaram com a “descoberta da Índia” e quiseram dela tomar posse. O Príncipe Perfeito vibrou, então, o golpe de mestre que iria rematar toda a sua brilhante carreira de governante. Mostrou-se indignado. Armou barcos. Fez preparativos para a guerra. Aquelas terras descobertas por Colombo pertenciam-lhe. A tenção cresceu, deliberadamente exagerada por parte de Portugal. Trocaram-se azedas notas diplomáticas. Por fim, o Papa acabou por intervir, para evitar a guerra entre as duas potências cristianíssimas. O ignorante Sumo Pontífice traçou a célebre linha que dividia o Globo em dois hemisférios, o Ocidental para os castelhanos que, assim, ficariam com as terras de Cipango; o Oriental para os portugueses que lhes dava a África e o caminho marítimo para a Índia (que só D. João e alguns confidentes sabiam estar já aberto com a viagem de Bartolomeu Dias). A linha passava a 100 léguas a ocidente e Cabo Verde. D. João, porém, exigiu que essa linha passasse a 370 léguas. Depois de se certificarem que a alteração não ameaçava as descobertas de Colombo, os monarcas castelhanos concordaram. A 7 de Julho de 1494 celebra-se o Tratado de Tordesilhas, deixando os espanhóis arredados, por muito tempo, da melhor parte da América do Sul e de todo o Extremo Oriente, só porque estavam mais atrasados em Geografia.
É quase certo que Portugal sabia já da existência das terras brasílicas, avistadas por navegações mais arrojadas partindo dos Açores. A atitude negocial e visão de D. João II conseguiram, assim, duas coisas essenciais para a criação do Império Marítimo Português: o exclusivo da navegação do Atlântico Sul, permitindo contornar a África através da “volta do largo”, garantindo a Carreira da Índia; e a presença “de jure” no Novo Mundo, criando uma colónia que hoje é o Brasil. Havia, porém, que consolidar o estabelecido.
Entre as várias cláusulas do Tratado de Tordesilhas importa destacar uma. Previa-se a constituição de uma comissão mista e paritária de astrónomos e pilotos que participaria numa expedição conjunta destinada a determinar, no prazo de dez meses, os marcos fixados virtualmente no Tratado. Portugal, contrariamente a Castela, nunca tomou qualquer iniciativa para dar cumprimento à cláusula. Estava-se em 1494 e a prioridade era, então, o Caminho Marítimo para a Índia. No caso de uma expedição conjunta encontrar terras a poente, isso poderia provocar confusões sobre a determinação do hemisfério em que as mesmas se situavam. A monarquia portuguesa preferia que os Reis Católicos continuassem a acreditar que tinham chegado a oriente, baseados nos relatórios de Colombo, enquanto se faziam os preparativos para a viagem de Vasco da Gama. Depois, Castela seria confrontada com a triste realidade da sua ridícula convicção. Até lá, tudo o que se descobrisse para ocidente seria mantido secreto.
D. João II morre em 1495. Sucede-lhe o cunhado D. Manuel, duque de Beja. Em Outubro de 1497, D. Manuel casa com a princesa Isabel, filha mais velha dos Reis Católicos e, simultaneamente, morre o filho primogénito daqueles monarcas, deixando grávida a mulher, Margarida de Áustria, que dá à luz um nado-morto. A sucessão de Castela e Aragão recai, então, sobre os reis de Portugal. Instado pelos reis católicos, D. Manuel, contra o parecer de muitos nobres portugueses, acaba por aceitar. Juntamente com a mulher, Isabel, parte para Castela e chega a ser jurado herdeiro em Toledo, a 28 de Abril de 1496. Logo a seguir, D. Isabel morre ao dar à luz o príncipe D. Miguel da Paz, doravante sucessor das três coroas e D. Manuel, com a morte da mulher, perde automaticamente a qualidade de herdeiro presuntivo dos reinos de Castela e Aragão e regressa a Portugal. O filho fica, no entanto, em Castela sob tutela dos avós, o que não deixava de ser preocupante. É à luz desta teia de acontecimentos que deve ser interpretada a posterior expansão ultramarina das monarquias peninsulares.
Havendo já notícia de expedições castelhanas e inglesas sobre o Atlântico Sul, era necessário averiguar com urgência as demarcações de Tordesilhas e verificar se essas expedições estavam na área de influência de Portugal. É assim que D. Manuel elabora “um plano sistemático nas águas do Atlântico ocidental, ao norte e sul do equador”.
Uma dessas explorações, comandada por Duarte Pacheco Pereira, descobre o Brasil entre Novembro e Dezembro de 1498. A prová-lo está o manuscrito Esmerado de situ Orbi, da autoria de Pacheco Pereira e que esteve desaparecido por quase 4 séculos. Nele se contêm descrições exactas dos locais a que a expedição chegou, sua fauna, flora e habitantes humanos. Acrescem inúmeras provas recolhidas em documentos castelhanos, nomeadamente no Memorial de la Mejorada, bem como no Planisfério de Cantino e ainda na própria Carta de Pêro Vaz de Caminha.
As medições de Duarte Pacheco Pereira indicam como linha de demarcação o meridiano 36º a oeste de Lisboa, o que deixaria na esfera castelhana uma parte do litoral maranhense e a totalidade do paraense. Esta a explicação porque a descoberta não foi divulgada.
Pedro Álvares Cabral, comandante da 2ª armada para a Índia, “limitou-se” a estabelecer nas terras já descobertas um ponto de apoio na Carreira para a Índia que passaria a cruzar o oceano austral regularmente e precisava de uma escala na “volta do largo” (um percurso superior a 3000 milhas). E mesmo essa viagem obedeceu a condições de extremo secretismo e só viria a ser publicitada em Junho de 1501, quase um ano depois de a notícia ter chegado secretamente a D. Manuel. Nessa altura, já a rota para a Índia estava assegurada e o “pequenito” D. Miguel da Paz morrera aos 2 anos de idade, libertando a sucessão do trono português de uma partilha, no mínimo, incômoda.

Bibliografia consultada: “A Construção do Brasil”, de Jorge Couto; “D. João II - O Homem e o Monarca”, de Mário Domingues; “O Descobrimento do Brasil”, Damião de Peres e “Na Rota da Pimenta”, de Teresa de Castelo Branco.
a1000historiaecinema.blogspot.com.br/2009/07/verdade-sobre-o-descobrimento-do-brasil.html





sábado, 21 de abril de 2012

OSCAR NIEMEYER - O Arquiteto da invenção


Oscar Niemeyer Morreu? 
Não! Um grande arquiteto como Oscar Niemeyer, brasileiro e criador de estruturas fantásticas como o projeto piloto de Brasília, ou mais recentemente o Museu do Olho na cidade de Curitiba – Paraná – PR são exemplos de como ele é imortal.

e não bastasse toda essa ousadia em seus projetos, Oscar Niemeyer mostra ousadia em sua vida. Hoje está com 104 anos (nasceu em 1907) e tem em seu currículo obras geniais que revolucionaram a arquitetura mundial.


Ele também participou da construção de Brasília, onde planejou uma série de edifícios em poucos meses, como o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto e a Catedral de Brasília. 


O Museu Oscar Niemeyer foi erguido em menos de sete meses e estima-se que custou cerca 50 milhões de reais. É um dos maiores complexos de exposição do Brasil, com cerca de 16 mil m² destinados a obras de arte. Conta com diversos ambientes, incluindo um auditório para 400 lugares, café, elevadores e espaços de lazer. Em sua inauguração buscou-se um foco de atuação nas artes plásticas, no design, na arquitetura e no urbanismo. 







Suas frases:

"A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem".


"Toda escola superior deveria oferecer aulas de filosofia e história. Assim fugiríamos da figura do especialista e ganharíamos profissionais capacitados a conversar sobre a vida"



"A Humanidade precisa de sonhos para suportar a miséria; nem que seja por um instante"


A verdadeira história de Tiradentes.

Seria este o verdadeiro rosto de Tiradentes?

Tiradentes- a verdadeira história 

Segundo o escritor francês Balzac, há duas histórias: a Oficial, que é mentirosa e a Verdadeira, que é secreta. Com a abertura democrática de nosso país, cada vez mais vamos sabendo de coisas que são diferentes daquelas aprendidas na escola. Uma delas é a respeito de Tiradentes. 
Tiradentes não usava nem barba e nem bigode. Esta imitação de Cristo, foi feita há tempos e sacramentada através da Lei Federal 4897 de 1966 pelo presidente Castelo Branco, quando  foi definido a imagem com barba e cabelos longos de Tiradentes. 
Poucos sabem que  Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, era maçom, bem como  quase a totalidade dos líderes do movimento de independência. O movimento de independência tinha como 
caráter principal três províncias do Brasil, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, sendo que o resto do país deveria acompanhar as três províncias citadas.  
A Inconfidência Mineira começou em Vila Rica, que era a cidade mais rica de Minas Gerais, tendo uma vida praticamente européia com orquestras, teatros e grupos literários.  
Em 1756 houve um grande terremoto em Portugal que destruiu quase que toda a cidade de Lisboa. E quem arcou com os custos foi o Brasil, pois o Marques de Pombal impôs uma cobrança sobre o ouro de 1/5 sobre o peso do mesmo que deveria ser mandado a Portugal por um prazo de 10 anos consecutivos. Como sempre no  Brasil, tudo que é definitivo é provisório e o que é provisório é definitivo. Assim a cobrança do ouro durou 60 anos.  
O que houve foi que as minas de ouro em Vila Rica esgotaram-se e os mineiros não tinham mais como pagar o quinto de imposto. Para piorar, como o ouro estava diminuindo, Portugal estabeleceu uma cota fixa para 
Vila Rica, devendo ser arrecadado de qualquer maneira 1.500 kg de ouro por ano, não importando a quantidade de produção. 
Na verdade ninguém sabe quem foi o verdadeiro líder da revolução, mas não há dúvida que foi um movimento maçônico que lutava pela independência do Brasil, contando com homens como o Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade, o engenheiro químico  Dr. José Alvares Maciel, o poeta e coronel  Inácio José de Alvarenga Peixoto, o poeta e magistrado Tomaz Antônio Gonzaga (autor das Cartas Chilenas e do poema Marília de Dirceu) e outros.  
O delator  Joaquim Silvério dos Reis sofreu um atentado no Rio de Janeiro e foi perseguido em Minas Gerais. Foi para Portugal onde foi homenageado e recebeu alta condecoração do governo português, 
ganhando também uma pensão mensal  de 200 mil reis e teve uma vida muito boa. Acompanhou D. João VI quando a família real veio para o Brasil e quando retornou para Portugal. 
Tiradentes foi preso em 1789, justamente o ano em que se deu a revolução francesa e quando praticamente nascia a maçonaria no Brasil.  
Tiradentes usava como desculpa para ir ao Rio de Janeiro, fazer um 
plano de “puxar água potável” para a cidade.  
É quase certo que Tiradentes esteve na França, onde se encontrou com Thomas Jefferson, pedindo ajuda americana para a independência do Brasil. A bandeira dos Inconfidentes, tinha como base um triângulo, que é o símbolo base da maçonaria. A cor vermelha deste triângulo, se deve aos brasileiros que se filiaram a maçonaria na França que era de tendência republicana, enquanto que a maçonaria Portuguesa e Inglesa tinham tendências monarquistas e tinham como símbolo a cor azul.  
O enforcamento de Tiradentes se deu em 1792 no Rio de Janeiro, só que foi tramado que os inconfidentes seriam exilados e que toda a culpa seria somente de Tiradentes, que seria o bode expiatório.  
A armação foi bem feita e Tiradentes foi substituído por um ator de circo, o Sr. Renzo Orsini, que resolveu fazer o seu último papel, isto é, ser enforcado no lugar de Tiradentes.  
Tiradentes depois foi para Portugal, voltando depois ao Brasil e viveu até 1818 quando reinava no Brasil D. João VI, o qual lhe dava uma pensão. O historiador Assis Brasil cita que Machado de Assis, escreveu que 
Tiradentes morreu de um antraz (bacilo infeccioso que produz pústula maligna) e morava no Rio  de Janeiro, na antiga Rua dos Latoeiros, que ficava entre a Rua do Ouvidor e Rosário, em uma loja de barbeiro, sendo 
que Tiradentes era dentista e sangrador (uso antigo de sanguessugas e sangramento), cuja abertura de negócio se deu em 1810 a conselho do próprio D. João VI. 
Com o malogro da conspiração dos mineiros a maçonaria brasileira, muito sabiamente ficou quieta até melhor oportunidade, reaparecendo na Revolução Pernambucana de 1817 e que também fracassou. Novamente em 
1822, a mesma proporciona a Independência do Brasil. 
Como se pode ver, a história Verdadeira é bem mais interessante, embora muitas vezes por comodismo optamos pela história Oficial.


É... e o Brasil pára no dia 21 de abril devido ao feriado nacional que homenageia um herói inventado e uma história mentirosa!