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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Instituto estadual de educação Barão do Rio Branco

Todos que quiseram prosseguir os estudos além do ginásio, atual ensino fundamental, passaram pelo Barão do R Branco, obrigatóriamente! Era o único estabelecimento de ensino na cidade que oferecia o colegial, equivalente hoje, ao ensino médio .
Neste instituto, tivemos professores interessantes e pitorescos, como os Professores: Nelson Pires, de matemática, Edgar, de português,Pascoal, de história e outros mais.....

5 comentários:

vera márcia disse...

Muitas vezes pulei o muro desta escola......coitado do sr. Hélio ficava doidinho. Levei bomba por falta no quarto magistério ( por falta) kkkkkkk

Valéria disse...

aqui fiz o terceiro ano do ensino médio, antigo colegial...
só um ano...mas q ano!
muita lembrança boa!...
imaginem q matavamos aula e íamos pr a piscina do Tenis!
diretor era seu "ALBERTINHO"...
no BARÃO tinha uma figura: o Zé Braga..."setemeia!"!! com certeza todos o conheceram!!

Mauricio Ribeiro Jr. disse...

O TEXTO É LONGO, MAS VERÍDICO..
Naquela tarde de agosto de 73 teríamos quatro aulas. Não me lembro qual era a primeira, mas depois teríamos duas de português – cuja professora tinha faltado - e a última seria de estudos sociais.
Convenhamos, ficar duas aulas no ginásio a espera de uma última aula que ia terminar só por volta das 17 horas... pô, era dose para mamute.
Ideias fervilhavam em meu processador cerebral ainda novo: uma tarde jogando futebol, filmes na TV, ou ouvindo rock no meu sensacional gravador (45 watts de potência!). Decisão: íamos enforcar a aula de estudos sociais.

Operação Mata-Aulas:
1. Um voluntário subiria no segundo andar onde ficava nossa sala de aulas; Para passar pela inspetora, este voluntário simpaticamente alegaria que ia buscar um material escolar para estudar durante as aulas que não teríamos;
2. Adentrando a classe, pegaria o material escolar, previamente acomodado em mochilas, dos alunos que executariam a aula condenada;
3. Atiraria as mochilas pela janela da sala de aula, que seriam apanhadas pelos alunos que iriam executar a aula;
4. Cada um dos alunos matadores agarraia sua mochila e sairia correndo feito um búfalo maluco pátio afora, até atingir o portão do grupo escolar anexo ao ginásio, de onde poderia renascer para a vida;

Voluntário: Toninho Frigério. Subiu, passou pela inspetora, adentrou a sala de aula, apossou-se da primeira mochila – adivinha de quem??? Yes!!! A minha!!! - levou-a a janela da classe, colocou-a no vidro e...

Ação
Muita gente no pátio. Um servente observava a cena toda, antevendo os acontecimentos. Vi minha mochila. Vi o servente. Olhei pro Toninho e disse pateticamente: “Não joga! Não joga!” Ele não entendeu e começou a por a maldita mochila janela afora. Acenei sinalizando “não!!!”, ele entendeu “vai!!!”.

O Toninho atirou a mochila.
O servente correu em direção a mochila. Eu corri em direção a mochila.
Eu corria mais que o servente. Mas o servente corria, e como corria o servente.
Mas, uff, corri mais que ele. Embora eu pegasse a mochila, o servente veio em disparada atrás de mim.

Corri feito um fórmula um pátio adentro, mas o homem não desistia.

O banheiro do IEEBRB tinha uma particularidade: um muro na frente da porta. É, um muro com saída para os dois lados, direta e esquerda.

Vendo o cara correndo feito doido atrás de mim, intuitivamente entrei pela porta da esquerda, dei um soco na porta do banheiro e sai pela porta da direita. Continuei minha disparada e atingi meu objetivo, ganhar as ruas.

Fiquei sabendo depois que o servente ouviu meu soco na porta do WC, lá entrou e se pôs a vasculhar, rondando cada cela do banheiro a me procurar sem me encontrar, no meio de assentos vazios, em todos os lugares, e eu não estava, nem nos arredores do pátio.Remoendo uma vingança, seu peito era um pote até aqui de mágoa.

O fato é que na última aula o professor, Senhor Nelson, severo que só, fazendo a chamada, ao chamar meu nome sem resposta ouviu de uma colega: “Ué, ele não tava aqui?”

lessa disse...

Me matriculei no cientifico e na primeira aula o Prof.Jorge deu um texto em ingles para traduzir...eu falei o que meu ...vou pro normal com as mulheres la a coisa é mole

Lessinha

vera márcia disse...

Professor Jorge professor de geografia? Me lembro dele....casado com a Neuzinha, irmã do Nilton Bellintani. Normal era moleza mesmo...mas levei bomba no quarto ano ( por faltas) kkkk