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terça-feira, 22 de novembro de 2011

ADRIANO REYS (1934-2011). Uma homenagem ao ator.






O ator Adriano Reys, de 78 anos, morreu na manhã deste domingo no Hospital Copa D'Or, na zona sul do Rio de Janeiro. A assessoria de imprensa do hospital informou que ele estava internado há 10 dias para tratar de um câncer no fígado e no peritônio. O ator morreu às 9h30. O velório será às 14h deste domingo, entre 14h e18h, na capela 2 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. O corpo de Reys será cremado no Crematório do Caju.

O ator ficou afastado das novelas de 1996, quando fez A Idade da Loba, até 2003. Sua reaparição foi em Kubanacan para a comemoração de seus 50 anos de carreira. Depois disso, participou de Paixões Proibidas, da Bandeirantes, e A Lua me Disse, da Rede Globo. A estreia de Reys foi em 1953 no filme Os Três Recrutas. Ele também atuou nos filmes Malandros da quarta dimensão, Os Três Recrutas, Leonora dos Sete Mares, No Tempo dos Bravos, Garota de Ipanema, entre outros.

Na década de 1970, após fazer carreira no cinema, foi para a TV TUPI de São Paulo. Na emissora, atuou em algumas novelas como O Direito de Nascer, A Viagem e Éramos Seis. Reys foi para a TV Globo na década de 80, onde fez parte do elenco de Barriga de Aluguel, Mulheres de Areia e Vale Tudo.

Agradecemos pelos maravilhosos momentos que nos propiciou através de seu magnífico desempenho no cinema, teatro e televisão, bem como de fazer parte de nossa história cultural ,
Descanse em paz!
Mariângela Cândido


O Teatro de Revista (Teatro Rebolado)

So n i a    M a m e d e 






Teatro de revista

A Revista é um género de teatro, de gosto marcadamente popular, que teve alguma importância na história das artes cénicas, tanto no Brasil como em Portugal, que tinha como caracteres principais a apresentação de números musicais, apelo à sensualidade e a comédia leve com críticas sociais e políticas, e que teve seu auge em meados do século XX.

No Brasil

O Teatro de Revista no Brasil, também chamado simplesmente "Revista",[1][2] e com produção das companhias como as de Walter Pinto e Carlos Machado, foi responsável pela revelação de inúmeros talentos no cenário cultural, desde a cantora luso-brasileira Carmem Miranda, sua irmã Aurora, às chamadas vedetes de imenso sucesso como Wilza Carla, Dercy Gonçalves, Elvira Pagã e outras - na variante conhecida como Teatro rebolado - e compositores do jaez de Dorival Caymmi, Assis Valente, Noel Rosa, etc.

Histórico

Desenho de Agostini, de 1884, representando uma atriz de Revista a desfilar no Carnaval.
Seu início remonta a 1859 quando, no Rio de Janeiro, foi apresentada a peça "As Surpresas do Sr. José da Piedade", de Justiniano de Figueiredo Novaes, baseado nas operetas que então se apresentavam em França. O modelo carregava nas paródias e críticas de costume. E, como não poderia deixar de ser, sofriam críticas dos moralistas.[3][4]
A Revista brasileira pode ser dividida em 3 fases distintas:
A Revista do século XIX, que prende-se mais no texto que na encenação; tem seu ápice na obra de Artur Azevedo. A cada ano eram apresentadas revistas comentando os fatos do ano anterior, numa retrospectiva crítica e bem-humorada. No coro, acompanha uma orquestra de cordas.
Década de 20 e 30 - com incorporação da nudez feminina (introduzida pela companhia francesa Ba-ta-clan). A orquestra cede lugar a uma banda de jazz. Seu maior nome é o empresário teatral Manoel Pinto. As peças têm destaque igual para as paródias e para a encenação.
Féerie - Realce para os elementos fantásticos da peça; Walter Pinto substitui, em 1938, a seu pai. Surgem as companhias. As apresentações tornam-se verdadeiros espetáculos, onde o luxo está presente em grandes coreografias, cenários e figurinos. Tornando-se cada vez mais apelativa, começa a decair, até praticamente desaparecer, no final dos anos 50 e começo da década seguinte.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_de_revista#cite_note-0




Elvira Pagã, vedete dos teatros de revista na década de 50, um dos mitos sexuais do Rio de Janeiro, foi das primeiras brasileiras a explorar o impacto do nudismo, nos anos 50 e 60, disputando com Luz del Fuego o espaço nos noticiários da época. Com seu corpo perfeito para os padrões da época, Elvira Pagã mexeu com a cidade, promoveu Copacabana internacionalmente e foi a primeira Rainha do Carnaval Carioca.








A MAIS BELA VEDETE DO TEATRO DE REVISTAS DA DECADA DE 1950
VIRGÍNIA LANE, "A VEDETE DO BRASIL" 

( Título lhe conferido pelo Presidente Vargas) 

ANILZA LEONI
Nos anos 50 consagrou-se como uma das maiores vedetes do teatro de revista, o "teatro rebolado" atuando em espetáculos produzidos por Walter Pinto e Carlos Machado.

WILZA CARLA
Sucesso com seu corpo "tipo violão", como era chamado nos anos 50.

No Brasil, vindo de Portugal, esse tipo de representação cativou o público, transformando-se numa das mais espantosas manifestações culturais, com sua forma satírica acompanhada de música e dança durante as cenas.

Houve uma época dourada na história da dramaturgia nacional em que a grande vedete era o Teatro de Revista e brilhavam astros e estrelas como Grande Otelo, Oscarito, Dercy Gonçalves, Bibi Ferreira, Zezé Macedo, Walter D’Ávila. Nomes que imprimiram sua marca no teatro e freqüentemente são citados quando o assunto é a produção cultural brasileira.





Livro "O Senhor dos Anéis", publicado em 1954

Este livro está no ranking dos livros mais vendidos no mundo.
Exemplares vendidos: mais de 150 milhões

Apesar de ter sido publicado em três volumes, configurando um total de 1200 páginas, O Senhor dos Anéis é considerado uma obra única, já que o autor britânico J.R.R. Tolkien o concebeu assim. O romance foi escrito entre 1937 e 1949, mas só foi publicado em 1954. É o livro de fantasia mais vendido deste top 10. Assim como Harry Potter, O Senhor dos Anéis ganhou ainda mais popularidade ao ser adaptado ao cinema, o que fez com que as vendas do livro aumentassem ainda mais.

http://os10maiores.blogspot.com/2010/10/os-10-livros-mais-vendidos-do-mundo.html

O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings) é um romance de fantasia criado pelo escritor, professor e filólogo britânico J.R.R. Tolkien. A história começa como seqüência de um livro anterior de Tolkien, O Hobbit (The Hobbit), e logo se desenvolve numa história muito maior. Foi escrito entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. Embora Tolkien tenha planejado realizá-lo em volume único, foi originalmente publicado em três volumes entre 1954 e 1955, e foi assim, em três volumes, que se tornou popular. Desde então foi reimpresso várias vezes e foi traduzido para mais de 40 línguas, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século XX. 

A primeira edição em português, da extinta editora Artenova (tradução de Antônio Rocha e Alberto Monjardim), era constituída por seis volumes, o primeiro dos quais intitulava-se "Terra Mágica". A segunda edição em português foi editada em Portugal durante os anos de 1980, pela editora Europa América. 

A história de O Senhor dos Anéis ocorre em um tempo e espaço imaginários, a Terceira Era da Terra Média, que é um mundo inspirado na Terra real, mais especificamente, segundo Tolkien, numa Europa mitológica, habitado por Humanos e por outras raças humanóides: Elfos, Anões e Orcs. Tolkien deu o nome a esse lugar a palavra do inglês moderno, Middle-earth (Terra-Média), derivado do inglês antigo, Middangeard, o reino onde humanos vivem na mitologia Nórdica e Germânica. O próprio Tolkien disse que pretendia ambientá-la na nossa Terra, aproximadamente 6000 anos atrás, embora a correspondência com a geografia e a história do mundo real fosse frágil. 

A história narra o conflito contra o mal que se alastra pela Terra-média, através da luta de várias raças - Humanos, Anões, Elfos, Ents e Hobbits - contra Orcs, para evitar que o "Anel do Poder" volte às mãos de seu criador Sauron, o Senhor do Escuro. Partindo dos primórdios tranqüilos do Condado, a história muda através da Terra-média e segue o curso da Guerra do Anel através dos olhos de seus personagens, especialmente do protagonista, Frodo Bolseiro. A história principal é seguida por seis apêndices que fornecem uma riqueza do material de fundo histórico e lingüístico. 

Juntamente com outras obras de Tolkien, O Senhor dos Anéis foi objeto de extensiva análise de seus temas e origens literárias. Embora um grande trabalho tenha sido feito, a história é meramente o resultado de uma mitologia na qual Tolkien trabalhava desde 1917. As influências sobre este antigo trabalho e sobre a história do Senhor dos Anéis englobam desde elementos de filologia, mitologia, industrialização e religião até antigos trabalhos de fantasia , bem como as experiências de Tolkien na Primeira Guerra Mundial. O Senhor dos Anéis teve um efeito grande na fantasia moderna, e o impacto de trabalhos de Tolkien é tal que o uso das palavras “Tolkienian” e “Tolkienesque” ("Tolkieniano" e "Tolkienesco") ficou gravado no dicionário Oxford English Dictionary. 

A enorme e permanente popularidade de O Senhor dos Anéis levou a numerosas referências na cultura pop, à criação de muitas sociedades de fãs da obra de Tolkien[e à publicação de muitos ensaios sobre Tolkien e seu trabalho. O Senhor dos Anéis inspirou (e continua inspirando) trabalhos de arte, a música, cinema e televisão, videogames e uma literatura paralela. Adaptações do livro foram feitas para rádio, teatro e cinema. Em 2001 – 2003 foi lançado o filme A Trilogia de O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings film trilogy), que promoveu uma nova explosão de interesse pelo Senhor dos Anéis e por outras obras do autor.

volutionfics.forumeiros.com/t234-the-lord-of-the-rings

Trailer com cenas dos 3 filmes 










domingo, 20 de novembro de 2011

Artistas da TV brasileira nos anos 70

Por Onde Anda Francisco di Franco + Jerônimo, o Herói do Sertão (1972/73)

Filme "Ao Balanco das Horas " (Rock Around the Clock)- 1956,



A exibição do filme Balanço das Horas (Rock Around the Clock), com trilha sonora de Bill Halley & His Comets, que o rock and roll estourou no país, provocando tamanha confusão nos cinemas, que levou, por exemplo, o governador de São Paulo, Jânio Quadros, a emitir "Nota Oficial", com o seguinte conteúdo: "Determine à polícia deter, sumariamente, colocando em carro de preso, os que promoverem cenas semelhantes. Se forem menores, entregá-los ao honrado Juíz.


Quando um promotor de grandes bandas frustrado e um músico (Johnny Johnston e Henry Slate) decidem passar a noite em uma pequena cidade no caminho para Nova York, eles descobrem um amável grupo de garotos dançando e cantando em um novo tipo de ritmo que eles chamam de rock ?n? roll! É o tipo de som novo que eles estavam procurando e esses caras farão de tudo para levar o rock 'n' roll para o resto do mundo. AO BALANÇO DAS HORAS é a aventura do rock"n" roll onde tudo começou! Apresentando grandes sucessos e performances de Bill Haley & Seus Cometas (See You Later Alligator, Razzle Dazzle) e The Platters (The Great Pretender, Only You)! Então som na caixa que isso aí é rock 'n' roll!


What A Wonderful World- Louis Armstrong - Binaca (Breath Spray) Music Vi...


What a Wonderful World é uma canção escrita por Bob Thiele e George David Weiss. Foi gravada pela primeira vez na voz de Louis Armstrong e lançada como compacto no início do outono de 1967. A intenção era que a música servisse como um antídoto ao carregado clima racial e político nos Estados Unidos (foi escrita especialmente para Armstrong e lhe atraiu), a canção detalha o deleite do cantor pelas coisas simples do dia-a-dia. A música mantém, também, um tom esperançoso e otimista com relação ao futuro, incluindo uma referência aos bebês que nascem no mundo e terão muito para ver e crescer expressa no trecho "They'll learn much more / than I'll ever know (Eles aprenderão muito mais do que eu jamais saberei).
Esta canção, incialmente, não obteve êxito nos Estados Unidos, onde vendeu menos de 1000 cópias, mas foi um dos maiores sucessos no Reino Unido. Foi um campeão de vendas de 1968 no Reino Unido.

http://pt.wikipedia.org/wiki/What_a_Wonderful_World