Visite tambem o novo Blog.

Visite tambem o novo Blog Relembre os acontecimentos dos anos 80 a 2000 : http://www.yzbrasil.blog.br/

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ray Conniff- Bailes anos 60 e 70


OS VELHOS BAILES ERAM MAGNÍFICOS AO SOM DO GRANDE MAESTRO
RAY CONNIFF , ASSIM QUE A ORQUESTRA COMEÇAVA TOCANDO BESAME MUCHO, LA MER ENTRE OUTRAS LINDAS CANÇÕES, OS CASAIS SE LEVANTAVAM PRA DANÇAR.COMO QUE ENVOLVIDOS PELO RITMO E AS LINDAS MELODIAS. 
O BAILE: MÚSICA LA MER A MUSICA PREFERID ADO VELHO MAESTRO
RAY CONNIFF QUE HOJE DEVE ESTAR REGENDO A ORQUESTRA CELESTIAL,

Amigos

Ray Conniff continua impagável.
Sómente para os “ Pé de Valsa “   ..........
 impossível ouvir uma só vez...Liga o som!
Abraços

Nelson Bassanetti
http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/

músico e maestro Ray Conniff, 85 anos, morreu dia 12 de outubro de 2002, nos Estados Unidos em consequência de um derrame. Seis meses antes, o maestro estava com o lado direito do corpo paralisado devido a outro derrame. Conniff sentiu-se mal quando saía de um restaurante em Los Angeles e foi levado ao hospital, onde morreu.  O maestro, que completaria 86 anos no dia 6 de novembro de 2002, herdou dos pais a paixão pela música. Seu pai era mestre e trombonista e sua mãe tocava piano.
No Brasil, esteve 12 vezes e seu último show foi realizado no país no final do ano passado. Na época, o músico estava promovendo um disco que fez só com arranjos orquestrais para sucessos do cantor Roberto Carlos.

A primeira experiência como músico de orquestra foi no ginásio Attleboro. Começou como trombonista e com o tempo passou a fazer arranjos até tornar-se orquestrador da banda local. Seu primeiro emprego como músico profissional foi com o "Musical Skippers", de Dan Murphy, em Boston. Começou tocando trombone, orquestrando e dirigindo o caminhão do grupo. Depois, mudou-se para Nova York. Em Nova York trabalhou como trombonista-arranjador de Bunny Berrigan. Em 1939 começou a trabalhar com Bob Crosby e os "Bobcats". Um ano depois foi contratado por Artie Shaw e depois, por Glen Gray. Após essas duas experiências, Conniff começou a fazer arranjos para o serviço de rádio das Forças Armadas dos EUA, onde ficou até 1946. Saiu do Exército e foi orquestrar para Harry James, com quem trabalhou até o final da década de 40.

Os últimos anos da década de 40 foram os mais apagados da história de Conniff. Ele parou de fazer arranjos e ganhava a vida - na época era casado e já tinha três filhos- como orquestrador free-lance e fazendo trabalhos fora da área musical. A sua grande oportunidade surgiu no começo da década de 50 quando conheceu Mitch Miller, da Colúmbia Records. Na gravadora, começou a fazer arranjos e orquestração para outros músicos e para os discos da Colúmbia. Os maiores sucessos foram "Walkin'In The Rain", "Moonlight Gambler", entre outros. O sucesso obtido por Conniff em outros discos incentivou a Colúmbia a lançar um álbum de autoria do maestro. Foi então que surgiu "'S Wonderful", que ficou na lista dos discos de maior sucesso por nove meses. Na primavera de 1960, Conniff fez uma turnê de 11 dias e lotou as principais casas noturnas de Los Angeles e São Francisco. Nesses concertos, o maestro começou a desenvolver o seu estilo musical, que o distinguiu como um talentoso arranjador-regente. Ray começou a fazer uso de um coro vocal como naipe da orquestra e em vez de tocar instrumentos, os vocalistas soltavam síladas tais como: ba-ba e du-du, que juntas ao som de um ritmo musical contribuíram para tornar o estilo de Conniff mundialmente conhecido. 

Suas interpretações de clássicos como "Bésame Mucho", "New York, New York" e "S' Wonderful" foram ouvidas em todo o mundo. Durante uma carreira que se estendeu por seis décadas, Conniff conquistou com seus sucessos 10 discos de ouro e dois de platina.

Como arranjador, tornou-se um dos grandes mestres do "easy listening" e um campeão absoluto dos salões de bailes. Foi também bastante criticado pelos arranjos suaves e adocicados que dispensava a clássicos como Besame Mucho, New York, New York, Pretty Woman, que o ajudaram a vender 85 milhões de discos. Seus críticos enxergavam em seus arranjos, pródigos em metais, uma mesma interpretação pobre e pasteurizada para os mais diversos gêneros, como jazz, bossa, rock, bolero, swing etc. Daí porque passou a ser ironizado, ao lado de Glenn Miller, Burt Bacharach, Chris de Burgh e outros, como rei dos elevadores, consultórios médicos e salas de espera em geral. Conniff dizia não ligar. "Não tenho controle sobre o que escrevem."

O fato é que seus arranjos para músicas como Smoke Gets in Your Eyes e Strangers in The Night embalaram bailinhos de várias gerações, em muitas partes do mundo, incluindo o Brasil, país pelo qual tinha um carinho especial. Sua primeira visita ao País foi na década de 60, quando, ao lado de Henry Mancini, tocou Aquarela do Brasil, Besame Mucho e Somewhere my Love. Voltaria mais de dez vezes. "Não sei a razão, mas gosto muito de saber que no Brasil três gerações dançam com minhas músicas", disse em 1999. No mesmo ano, lançou um disco dedicado à música sertaneja brasileira. Em Ray Conniff's Country (1999), gravado na Califórnia, o maestro rearranjou Pense em Mim, É o Amor, Festa de Rodeio, Luar do Sertão, Bem te Vi, No Rancho Fundo, Entre Tapas e Beijos, entre outras. O disco entrou para sua longa série de álbuns "regionais", que já incluía homenagens à Rússia, Venezuela, Grã-Bretanha, além do Brasil em Amor, Amor (1982), Fantástico (1983), Ray Conniff Live in Rio (1996).

Sua última passagem foi em setembro de 2001, para duas apresentações no Credicard Hall, tendo no repertório músicas de Frank Sinatra, Bee Gees, The Carpenters e Beatles. Estão entre suas últimas aparições públicas.

Ray Conniff, alegre, extrovertido, simpático. Era assim a sua figura. Fez alegria, romance e encantamento de muitas gerações. Muitos romances foram embalados por "La Mer", "Love Is A Many-Splendored Thing", "Love Letters", "Green Eyes" (Aqueles Olhos Verdes), e muitas outras canções...

Ray, onde você estiver, um beijo... e saudades.

http://www.comamor.com.br/conniff.asp






Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano, orgulho musical dos anos 60.


Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano foi um grupo brasileiro de MPB formado por Nilo Amaro (Moisés Cardoso Neves) e um coro de vozes negras femininas e masculinas (um soprano, um mezzo soprano, um contralto, dois baixos, um tenor e três barítonos), com destaque para o baixo Noriel Vilela.
Nilo Amaro faleceu em Goiânia, aos 76 anos, no dia 18 de abril de 2004.

Discografia

Compacto/78 rpm (1961) (canções: A Noiva e Greenfields)
Os Anjos cantam (1962) Que tem uma análise de Luiz Américo, pesquisador de MPB, que colocou "Os Anjos Cantam" como um dos 100 discos fundamentais da MPB.
Raízes (1963)
Os Anjos cantam Vol. 2 (1974)
Quase um Sonho ... (1984)

Pesquisa: Wikpédia



Green Fields (Versão em Português)

Os Cantores de Ébano

Lá, tão distante
Por trás do sol
Lá, bem distante
Onde o pôr-do-sol
Põe tons vermelhos
Na noite, como um véu
Onde aos meus olhos
A terra encontra o céu
Vivia outrora
O meu bem
Em Green Field

Green Field é o meu lar
Meu mundo enfim
Lá eu guardava
Alguém só para mim
Lá me esperava
À noite, o meu bem
Lá onde o sonho
Morava, enfim, também
Vivia outrora
O meu bem
Em Green Field

Eu não sabia que um dia ao regressar
Já não mais teria alguém a me esperar
E que o encanto, a paz e o calor
Se tornassem pranto, frio e amargor

E hoje de volta
Para o meu lar
Já não encontro
Alguém a me esperar
Tudo é tão triste
E a fria solidão
Em tudo existe
E envolve a mim também
Como é tão triste
Meu Green Field
Sem meu bem

Eu tinha uns 12 anos, e esta música me comovia profundamente, com a triste história de um rapaz que foi para a guerra e quando regressou, seu grande amor, já não estava mais neste mundo para esperá-lo..











Não percam o Show de Wagner Homem!!!


Wagner Homem, filho ilustre de nossa querida Catanduva.


Show HISTÓRIAS DE CANCÕES – TOQUINHO

Com Wagner Homem
Voz e Violão: Bruno De La Rosa
Percussão: Nícolo de Caro
Dia 20 de agosto de 2011 Sábado- 20 hs
Teatro Municipal Aniz Pachá – Catanduva SP
Promoção Secretaria Municipal de Cultura

Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no próprio teatro ou na Estação Cultura.

O livro Histórias de canções-Toquinho estará à venda por R$ 35,00
Após o espetáculo haverá sessão de autógrafos



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Summertime -Filme de 1955







Summertime (br: Quando o Coração Floresce) é um filme estadunidense de 1955, do gênero romance, dirigido por David Lean.

Elenco

Katharine Hepburn ... Jane Hudson
Rossano Brazzi ... Renato de Rossi
Isa Miranda ... Signora Fiorini
Darren McGavin ... Eddie Yaeger

Principais prêmios e indicações

Oscar 1956 (EUA)
Indicado aos prêmios de Melhor Atriz e Melhor Diretor.

Sinopse

Uma mulher americana madura e solteira sonha com um belo romance. De férias em Veneza conhece um charmoso italiano, que acredita ser seu grande amor - porém casado - seu sonho, então, transforma-se numa amarga realidade. Rossano Brazzi interpreta com maestria o homem casado dividido e capaz de qualquer sacrifício pela felicidade de ambos. Mais uma bela obra cinematográfica do aclamado David Lean.

Pesquisa: Wikpédia







Os Flintstones estrearam na TV em 1960







O Desenho Animado dos Flintstones, conta as aventuras de duas famílias comuns, os Flintstones e os Rubbles, que vivem na Idade da Pedra, a moderna Idade da pedra, rodeados de todas as conveniências do moderno mundo da Idade da Pedra. Mamutes aspiradores de pó, Pigasauros depósitos de lixo, entre outros, fazem parte dos utensílios domésticos. Brontosauros guindastes e Stegosauros tratores permitem ao homem da idade da pedra trabalhar na extração de granito. Vivendo em modernas casas-caverna e locomovendo-se pela cidade de Bedrock, em seu Flintmóvel, movido a pé, os Flintstones e os Rubbles levam a vida como bons amigos, frequentando o Bronto Burger e assistindo aos filmes do Pedra Cine. Uma vida relativamente simples, não fosse pelo fato de Fred estar sempre se metendo em encrencas acompanhado por Barney, para sorte dos rapazes , Wilma e Betty sempre estão lá para livrá-los das enrascadas. Os Flintstones estrearam nas telas da TV em 30 de setembro de 1960 e foi o primeiro desenho animado da dupla Hanna-Barbera. 




As garotas propaganda dos anos 50 e 60.


Naquele período distante e cheio de fascínio – de 1951 a 1963 – se admirava apaixonadamente as garotas bonitas que apresentavam mensagens comerciais na TV. Apesar dos problemas técnicos e da saturação dos intervalos (que muitas vezes chegavam a durar trinta minutos), a magia da TV já existia, cercando de encantamento as primeiras estrelas da publicidade no vídeo, o primeiro mito da propaganda brasileira.
Rosa Maria, primeira garota-propaganda da TV
Rosa Maria, primeira garota-propaganda da TV. A idéia de utilizar uma moça bonita para apresentar um comercial surgiu na TV Tupi, pela necessidade de suprir as deficiências e a monotonia dos slides. A primeira experiência foi em 1951, com Rosa Maria, uma jovem morena, muito graciosa, que entrou no ar às 8 horas da noite para apresentação de uma oferta de Marcel Modas, loja de artigos femininos.
Por trás da garota bonita havia um trabalho penoso de produção, em virtude da TV Tupi possuir um só estúdio. A Tentação do Dia – como era chamada a apresentação comercial – ocupava apenas uma canto, onde havia um set montado com uma mesa onde ficava a mercadoria e um cartaz ao fundo. Quando estava no ar, o estúdio tinha que ficar totalmente em silêncio, esperando que o comercial terminasse para continuar os cenários do próximo programa. Meire Nogueira, garota-propaganda.
 O sucesso do comercial com as Garotas Propaganda, porém, era irreversível. Foram contratadas outras moças e aumentaram o número de apresentações por intervalo, assim como o corre-corre no estúdio: os produtos eram colocados e retirados rapidamente, desde geladeiras até objetos de decoração. E ficaram famosas as gafes cometidas por Garotas Propaganda nessa época de muitos imprevistos.
Idalina de Oliveira, garota-propaganda da TV Record.
A partir de 1954, teve início uma fase da profissionalização e maior racionalização do trabalho. Novos anunciantes de produtos de consumo em massa acorreram à televisão, aumentando a concorrência entre as três emissoras – Tupi, Paulista e Record. A renda com a publicidade justificou, rapidamente, a organização de estúdios onde cada Garota Propaganda ficava em seu próprio set e a câmera ia passando de um em um. Assim, eram apresentados quatro a cinco comerciais por intervalo. As Garotas Propaganda tornaram-se um dos pontos fortes da televisão.
Idalina de Oliveira, garota-propaganda da TV Record. Quando os comerciais entraram com força na televisão, ocorreu um fenômeno peculiar: o jeito natural de falar de improviso __ que havia caracterizado os comerciais de Rosa Maria __ desapareceu, dando lugar a textos rígidos, decorados, cheios de argumentos lógicos, como era típico da Publicidade nos anos 50. No entanto, as Garotas Propaganda davam vida à frieza dos textos e sua presença constante acabou por fazer parte do cotidiano do público. Em poucos anos, eram as profissionais mais conhecidas e disputadas da TV, com fama digna dos grandes astros.
A produção ia se aprimorando: havia cenário pintado como parede de azulejos de cozinha, com janela, cortinas e outros detalhes, feito para ambientar comerciais de geladeira, de fogão, e similares. Os programas de gala eram sofisticados até nos intervalos comerciais: garota vinha de longo, em ambiente com escadarias, lustres e flores. A revistas populares davam tanto destaque às Garotas Propaganda quanto às atrizes: concursos das mais elegantes, reportagens, fofocas e tudo que cerca as grandes estrelas da mídia.
Idalina de Oliveira, garota-propaganda da TV Record.
A publicidade ao vivo era a mais cara da TV e nem mesmo o filme publicitário conseguiu apagar o brilho da Garota Propaganda nesse período. Foi preciso haver uma mudança no conceito da comunicação para que isso ocorresse. O desenvolvimento tecnológico do início dos anos 60 possibilitou o uso normal do videotape, o desenvolvimento da telenovela diária, a montagem de uma infra-estrutura empresarial nos moldes modernos. Toda a programação se modificou na linguagem e no visual. A magia em torno da Garotas Propaganda foi rapidamente transferida para as novas estrelas do vídeo, as heroínas das novelas de televisão.
Idalina de Oliveira em programa de gala, Philco em Três Dimensões
A criatividade entrava no ar e na moda. Anúncios e filmes cada vez mais ousados, diferente de tudo o que já era tradição na publicidade, empurraram implacavelmente as Garotas Propaganda para as páginas da história dos meios de comunicação no Brasil, lembrança de um tempo que, de vez em quando os jornais, revistas, e a própria televisão gostam de homenagear.

autora: Maria Elisa Vercesi de Albuquerque

fonte: TVBrasil 50 anos

Toddy, comercial com Norma Benguel em 1958



Neyde Aparecida e dos anúncios da "Tonelux". Incrível! A máquina de lavar está funcionando ao vivo!




Anilza Leoni, uma garota propaganda, prá lá de atrapalhada! (1956)





AVEIA QUAKER - comercial (1958)
Pioneiro comercial da publicidade brasileira, da Aveia Quaker, em animação com o uso de recortes e sombras, exibido na década de 1950.
Com direito à garota-propaganda ao final, recurso bastante usuado nos comerciais da época.


As trapalhadas de uma garota propaganda
Pequeno curta produzido por alunos da FMU, para relembrar as antigas garotas propaganda,



Propaganda do sofá- cama. Vale a pena relembrar!



Propaganda do leite Ninho, na década de 60





Maysa, sou uma mulher só....





Biografia


Segundo algumas fontes, Maysa teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras fontes, porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.
Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo.[9] As férias eram passadas em Vitória, onde reencontrava os tios e primos.
Casou-se aos dezessete anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.
Desquitou-se do marido em 1957, pois ele se opôs à carreira musical. Maysa teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969. Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.[10]
[editar]Últimos Momentos
Vivendo isolada na casa de praia em Maricá, desde 1972, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa de praia em Maricá, enquanto dirigia a “Brasília azul” em alta velocidade, no dia 22 de Janeiro de 1977, por volta das 5 horas da tarde, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente. Porém, a conclusão dos laudos periciais mostrou que no momento do acidente ela estava completamente sóbria, não havia resquícios de álcool em seu organismo.
Em uma de suas últimas anotações, registrou:
Hoje é novembro de 1976, sou viúva, tenho 40 anos, 20 de carreira e sou uma mulher só. O que dirá o futuro?
— Maysa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maysa