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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Foto do TG nº16 - Catanduva, 1957


1957 - A foto do Tiro de Guerra nº16 foi tirada defronte a Igreja Matriz de São Domingos por ocasião da missa de formatura. Na foto  Padre Orlando Visconti e como era de praxe, as filhas de Maria é quem seguravam as bandeiras. Faziam parte da Companhia comandada pelo Sargento Moura, os atiradores: Luiz Gonzaga Ribeiro, Caio Elias Barbosa, Carlão Domingues, Edir de Jesus Bueno, Laís de Freitas, Arley Mazzuia, Rubens Daltin,  Gregório Rodrigues Gil, Marcos Antonio Spanazzi, entre outros.

http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=195



quarta-feira, 20 de julho de 2011

GASPARZINHO O FANTASMINHA CAMARADA



Casper the Friendly Ghost (no Brasil, Gasparzinho o Fantasminha Camarada) é um personagem norte-americano de desenho animado e banda desenhada (história em quadrinhos), da editora Harvey Comics, voltado para o público infantil. Nas suas histórias surgiriam vários coadjuvantes de sucesso, como o Trio Assombrado (os tios malvados do fantasminha), o diabinho Hot Stuff the Little Devil (no Brasil, Brasinha), e a bruxinha Wendy (no Brasil, Luísa, a Boa Bruxinha). O principal desenhista dos quadrinhos de Gasparzinho foi Warren Kremer.






Casper the Friendly Ghost. titulo em ingles do fantasma mais popular do mundo onde ja fez filmes no cinema personagem da harvey comics de mais destaque é um fantasma que quer ser amigo de todos mas quando alguem nota que ele é fantasma sai correndo de medo e quem faz mais buuu sao os tios pirados dele que assustam todo mundo na revista tem outro fantasma chamado lelo e uma garota fantasma chamada alva
fantasmas nao existem estao em nossaimaginação
e a musica que toca no fundo e com trio esperança
a revista do gasparzinho apresentada é a numero seis 06
custando 0,80 centavos de cruzeiros e a revista é da editora cruzeiro

Maria Fumaça, um retorno ao passado poético





A antiga locomotiva a vapor, apelidada de "Maria Fumaça", devido à imensa quantidade de fumaça que era expelida de suas chaminés, marcou a era do vapor, dos trens de passageiros no Brasil, do final do século IXX até meados do século XX. Este foi um período poético que marcou a história dos trens no Brasil.




  • A antiga locomotiva a vapor, apelidada de "Maria Fumaça", devido à imensa quantidade de fumaça que era expelida de suas chaminés, marcou a era do vapor, dos trens de passageiros no Brasil, do final do século IXX até meados do século XX. Este foi um período poético que marcou a história dos trens no Brasil.

Feliz dia dos amigos!


Hoje é dia dos amigos, você já abraçou os seus?


Dia do amigo


Celebrado a 20 de julho, foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Com a chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, ele enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas com o intuito de instituir o Dia do Amigo. Febbraro considerava a chegada do homem a lua "um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

No Brasil, apesar de não ser regulamentada por lei, o dia do amigo é comemorado popularmente em 18 de abril. No entanto, o país também vem adotando a data internacional, 20 de julho, sendo inclusive instituída oficialmente em alguns estados e municípios.

Wikpédia






De volta ao Passado . Volte ao passado clicando na telinha. Maravilhosa viagem!



Enviado por Nelson Bassnetti

Site: http://www.catanduvacidadefeitico.com.br/exibemateria.php?noticia_id=195

Nossas histórias infantis - "A Sereiazinha"



Autor: ANDERSEN, HANS CHRISTIAN

A SEREIAZINHA: MEU CONTO DE FADAS PREDILETO - ( Interpretação de um adulto)



  Desde quando aos oito anos o li pela primeira vez, A SEREIAZINHA tornou-se meu conto de fadas predileto. Calou-me tão fundo e tão misterioso como o signo de um destino, hoje o sei: um dos signos simbólicos, precocemente dados, do meu próprio destino. Eis minha versão – lembrança desse conto magnífico.
A SEREIAZINHA, história “infantil”, já de início subverte a noção clássica das sereias como seres perigosos, aqueles seres que, com seu canto, levam os homens à perdição, à morte. A heroína de Hans Christian Andersen, não.
A pequena sereia vive no reino subaquático, com a avó, com as irmãs, com as demais companheiras de mesma dupla natureza. Sabe-se destinada a uma vida de trezentos anos, findos os quais seu corpo, como o de todas, será transformado em espuma do mar.
Sereiazinha não se conforma com tal destino: sonha com uma alma imortal, como a que possuem os humanos. A avó lhe diz que só há uma forma de obtê-la: conseguir o amor de um desses seres humanos. A fala da avó cria uma fusão, na jovem, do sonho da realização amorosa com o sonho da obtenção de uma alma imortal.
A princesinha do mar sobe, pela primeira vez, à superfície. As águas estão mansas; ao longe um navio. Aproxima-se e vê, no interior da embarcação, o rosto do mais belo dos príncipes humanos, rosto pelo qual se apaixona, instantaneamente. Queda-se a olhá-lo, as horas passam. Uma borrasca toma conta do céu e do mar, faz soçobrar o navio. Sereiazinha salva o príncipe, leva-o para a praia; ele abre os olhos, olha-a, novamente perde os sentidos. A jovem se oculta quando vê a comitiva real aproximar-se, tomar do príncipe, levá-lo para o palácio.
No reino subaquático, Sereiazinha sonha com o sonho do amor humano e com o sonho da alma humana,fundidos em um só. A feiticeira do reino lhe diz que só poderia conquistar o príncipe se tivesse duas pernas e lhe propõe metamorfosear-lhe a cauda, se lhe der em troca a sua voz maviosa, a voz mais maviosa do reino do fundo do mar, quiçá, de todos os reinos. A princesinha cede, torna-se muda e, junto com as perdas ganha, também, atroz sofrimento: ao andar é como se espadas a penetrassem desde a raiz dos pés.
Sereiazinha abandona o reino dos seus ancestrais. No reino dos humanos é admirada por sua beleza, pelo corpo perfeito, pelas pernas belíssimas que todos adivinham por baixo das castas vestes. Ninguém sabe de onde ela veio, não há como sabê-lo. Também o príncipe, por ela amado, se queda seduzido.
O destino, caprichoso, trama destino diverso do que o deseja a leitora de 8 anos ( diverso também do que o viria a desejar a leitora adulta): o rei determina uma esposa para o príncipe; quando este conhece a escolhida por seu pai, julga reconhecê-la como aquela que o salvara do naufrágio.
Na festa de núpcias Sereiazinha dança, leve como uma fada. Dança... dança... dança... sufocando na garganta a terrível dor dos pés, sufocando no peito a dor da perda do amor e da perda da esperança por uma alma imortal. Como no início, as cenas finais se passam em um navio. A ex-princesinha do mar sabe que, ao amanhecer, deverá jogar-se ao mar, virar espuma, para todo o sempre. Olha pela janela do convés e vê suas irmãs se aproximarem, aflitas. Portam um punhal, entregam-no a ela, pedem-lhe  que o enterrem no peito do príncipe: isto a salvará  da morte tão precoce; isto a livrará do precoce destino de espuma.
Sereiazinha, com o punhal nas mãos, entra no quarto onde os noivos dormem, serenos; queda-se por longo tempo a olhá-los, chega mais perto, beija o príncipe amado na fronte.
O dia amanhece. A jovem sereia dirige-se à proa, lança o límpido e intacto punhal ao mar e, em seguida, joga-se também.  Sente-se dissolver; sabe-se, agora, espuma do mar. Em seguida, sente que se eleva e se percebe em presença de seres, estes sim alados, que lhe dizem: “Estavas entre dois caminhos, poderias ter escolhido o mais fácil: não o fizeste. Viemos para dizer-te que foi dado o passo inicial para a obtenção da alma imortal a que tanto aspiras. Teu amor pelo príncipe foi maior do que teu amor pela própria preservação. Tal renúncia suprema te confere o direito de ir em busca de tua alma, por mérito, por tuas ações. Já não dependes, como nós também não mais dependemos, dos seres do reino humano, para nos tornarmos imortais.”

 Zuleika dos Reis, originalmente escrito na manhã de 22 de junho de 2010.

http://www.recantodasletras.com.br/resenhasdelivros/3094168



terça-feira, 19 de julho de 2011

"Não se vá"- Jane e Herondy (1976)

ata~c´ca cola nos 70




Dupla de cantores formada em 1975, campeões de vendagens de discos.
Seu maior sucesso é a musica "NÃO SE VÁ", de Alain Barrièrre com letra em portugues de Thina.

'Não se vá' a música que foi lançada em 1976 e que faz sucesso até os dias de hoje.



Procurando atender a solicitação de um(a) visitante deste Blog estou a procura da música do disco abaixo.
Caso alguem a encontre ou se disponibilize a publicá-la no You Tube e queira colaborar, por favor, faça um comentário neste post. Desde já, obrigada!




Obrigada ao visitante que forneceu a resposta acima solicitada.
Aqui está o vídeo