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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tabuada, a pedra no caminho da nossa infância!

tabuada dos anos 60 e 70



tabuada dos anos 50









estudei tabuada por este quadro no "grupo"




Mas como toda roseira tem espinhos, querem coisa mais "espinhuda" dos velhos tempos, do que decorar exaustivamente a tabuada?

 Principalmente quando tínhamos que decorar a tabuada "do vezes"!  (multiplicação)
Nossos anos "dourados"não ficam tão dourados assim, quando relembro de nossos pais e professores nos "tomando" a tabuada, pois exigiam que ela estivesse "na ponta da lingua"!

Antes da década de 60 terminar, mestres e educadores iniciaram uma manifestação contra esta absurda "decoreba"com a convicção de que a tabuada tem que ser compreendida e não decorada.




O argumento dos renovadores, contrário á memorização, era basicamente este: "não se deve obrigar o aluno a decorar a tabuada; deve-se, isto sim, criar condições para que ele a compreenda". Os adeptos das novas tendências alegavam que, se o aluno compreendesse a tabuada, se ele entendesse o significado de códigos como 3 x 7, 8 x 6, 5 x 9 etc., então, quando precisasse, sozinho, pensando, ele descobriria os resultados.
Alguns professores rebatiam esta afirmação alegando que, sem saber a tabuada de cor, um aluno não poderia realizar multiplicações e divisões. A cada momento, na realização de cálculos e na resolução de problemas ele "engasgaria" por não saber a tabuada de cor.
É curioso observar que, passados estes anos todos, esta discussão pemanece entre nós.

É necessário compreender

Nesta discussão, apesar das divergências, há uma opinião unânime: deve-se condenar a mecanização pura e simples da tabuada. É absurdo exigir que os alunos recitem: "dois vezes um, dois; dois vezes dois, quatro;...", sem que eles entendam o significado do que estão dizendo. A multiplicação (bem como todas as outras operações e a noção de número e o sistema de numeração decimal) precisa ser construída e compreendida. Esta construção é o resultado de um trabalho mental por parte do aluno.
O termo tabuada é bastante antigo e designa um conjunto de fatos, como por exemplo:
3 x 1 = 3, 3 x 2 = 6, 3 x 3 = 9, etc.
Esses fatos têm sido chamados, por diversos autores, de fatos fundamentais da multiplicação.


Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-aluno-deve-decorar-a-tabuada.php#ixzz1vqIkP1Le
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-aluno-deve-decorar-a-tabuada.php#ixzz1vqHTKBMH

Por Mariângela Cândido







Primeiro transplante de coração- Década de 60



Dr Zerbini


Dr Christian Barnard


Os transplantes de tecidos e órgãos têm sido por longo tempo objeto da pesquisa médica. Os primeiros casos de transplantes de um ser humano para outro foram de córneas e começaram a ser feitos por volta de 1880.

Os transplantes de órgãos começaram na década de 50 com o transplante de um rim de um gêmeo univitelino para outro. Se os primeiros êxitos de transplante renal datam de 1957, a consagração do sucesso de rim transplantado veio em 1956 com o seguinte caso: Wando Foster deu um rim à irmã gêmea Edith Helen, ambos casados, de 21 anos, sem filhos.

A experimentação de transplantes em animais começou muito antes. A partir de 1905, estudos de coração foram feitos, tentando-se o transplante de coração de um animal ao pescoço, abdômen ou região inguinal do outro; portanto, demonstrando-se a habilidade do coração em funcionar após o transplante. Foi observado que, após dias, os corações mostraram mudanças fisiológicas e estruturais indicando rejeição. Esforços experimentais foram então feitos no sentido de superar esse problema.

Durante os anos 60, avanços na medicação imunossupressiva em seres humanos aumentaram o sucesso dos transplantes de rins, e cirurgiões iniciaram transplantes de outros órgãos e tecidos. Ainda com sucesso limitado foram feitos transplantes de medula, pulmão, fígado e pâncreas. Transplantes de ossos e pele foram acrescentados como opções a mais na área dessas cirurgias.

Em 1967, o Dr. Christian Barnard realizou o primeiro transplante cardíaco de ser humano para ser humano. A esse evento seguiu-se o estabelecimento de programas de transplante cardíaco no mundo inteiro no final da década de 60. No Brasil, o pioneirismo deve-se ao Dr. Zerbini, no Hospital das Clínicas da FMUSP, que em 26/5/1968 realizou o primeiro transplante de coração em João Ferreira da Cunha (João Boiadeiro) que sobreviveu 27 dias.

O caso de sobrevivência mais longo no mundo de transplante de coração é o de Emmanuel Vitria. Ele recebeu um coração novo na França (Marselha) em 1968, vindo a falecer aos 11 de março de 1987, aos 67 anos. Viveu, portanto 18 anos com o coração jovem de um fuzileiro naval que morreu aos 20 anos, em um acidente de trânsito.

http://www.viavida.org.br/artigos_detail.asp?id=7


Por Mariângela Cândido







Anos 60 Agnus-Muito bom!