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| tabuada dos anos 60 e 70 |
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| tabuada dos anos 50 |
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| estudei tabuada por este quadro no "grupo" Mas como toda roseira tem espinhos, querem coisa mais "espinhuda" dos velhos tempos, do que decorar exaustivamente a tabuada? |
Principalmente quando tínhamos que decorar a tabuada "do vezes"! (multiplicação)
Nossos anos "dourados"não ficam tão dourados assim, quando relembro de nossos pais e professores nos "tomando" a tabuada, pois exigiam que ela estivesse "na ponta da lingua"!
Antes da década de 60 terminar, mestres e educadores iniciaram uma manifestação contra esta absurda "decoreba"com a convicção de que a tabuada tem que ser compreendida e não decorada.
Alguns professores rebatiam esta afirmação alegando que, sem saber a tabuada de cor, um aluno não poderia realizar multiplicações e divisões. A cada momento, na realização de cálculos e na resolução de problemas ele "engasgaria" por não saber a tabuada de cor.
É curioso observar que, passados estes anos todos, esta discussão pemanece entre nós.
É necessário compreender
Nesta discussão, apesar das divergências, há uma opinião unânime: deve-se condenar a mecanização pura e simples da tabuada. É absurdo exigir que os alunos recitem: "dois vezes um, dois; dois vezes dois, quatro;...", sem que eles entendam o significado do que estão dizendo. A multiplicação (bem como todas as outras operações e a noção de número e o sistema de numeração decimal) precisa ser construída e compreendida. Esta construção é o resultado de um trabalho mental por parte do aluno.
O termo tabuada é bastante antigo e designa um conjunto de fatos, como por exemplo:
3 x 1 = 3, 3 x 2 = 6, 3 x 3 = 9, etc.
Esses fatos têm sido chamados, por diversos autores, de fatos fundamentais da multiplicação.
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-aluno-deve-decorar-a-tabuada.php#ixzz1vqIkP1Le
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/o-aluno-deve-decorar-a-tabuada.php#ixzz1vqHTKBMH
Por Mariângela Cândido









