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sábado, 2 de agosto de 2014

Bebê propaganda nazista era judia!



A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos.
Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia.
Ambos músicos, eles haviam chegado à Alemanha em 1928 para trabalhar como cantores de ópera.
Em depoimento a funcionários do museu, Taft contou que o contrato de seu pai foi cancelado imediatamente assim que suas origens judias foram descobertas.
Concurso
Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim.
Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy na capa da revista nazista Sonnie ins Hous (Raio de Sol na casa, em tradução livre).
A fotografia havia sido escolhida em um concurso promovido pelo Departamento de Propaganda Nazista, chefiado por Joseph Goebbels.
A melhor entre cem imagens clicadas pelos melhores fotógrafos alemães representaria o "bebê alemão ariano ideal" e seria capa da revista.
Sem que a família Levinson soubesse, Ballin submeteu a foto de Hessy e de outros dez bebês. A ironia de a fotografia trazer uma bebê judia foi motivo de piada durante muito tempo na família.
A foto da menina também foi redistribuída em cartões postais em todo o país e até na Lituânia.
Quando perguntada o que diria para o fotógrafo hoje, Hessy respondeu: "Eu diria: 'Que bom que você teve coragem'".


Fuga
Após fugir da Alemanha para Paris em 1938, a família escapou da ocupação nazista no norte da França em 1941, emigrando para Espanha e Portugal até conseguir embarcar em um navio para Cuba.
Em 1949, os Levinson se estabeleceram nos Estados Unidos, onde Hessy se formou em química na Universidade de Columbia e se casou, em 1959, com Earl Taft.
O casal tem dois filhos e quatro netos. Ela ainda leciona química na Universidade de St. John's.
Apesar de sua família mais próxima ter sobrevivido ao holocausto, a maioria de seus parentes foram mortos pelos nazistas e seus colaboradores.

“Agora eu posso dar risada”, disse Hessy ao relembrar do caso. “Porém, se os nazistas soubessem (na época) quem eu realmente era, eu não estaria viva”, acredita.

O pai de Hessy chegou a ser preso pela Gestapo em 1938, mas foi solto com ajuda do seu contador, que era do partido nazista. Depois disso, a família conseguir se mudar para Paris.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/07/140702_bebe_ariano_judeu_fl.shtml
http://www.falabarreiras.com/noticias/no-mundo/bebe-ariano-perfeito-usado-em-propaganda-nazista-era-garota-judia/#.U91SteNdWSo
http://www.falabarreiras.com/noticias/no-mundo/bebe-ariano-perfeito-usado-em-propaganda-nazista-era-garota-judia/

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Música conhecida dos velhos tempos - "Those Were the Days"


Essa música ficou "imortalizada" entre nós graças a  Sílvio Santos, que a cantava (da letra só usava o "LA-LA-LA-LA-LA") na chamada ao palco dos jurados do seu programa de TV "Show de Calouros" nos anos 70 e seguintes. Quem não se lembra de Pedro de Lara, Décio Piccinini, Zé Fernandes e Aracy de Almeida?

Mary Hopikin, uma cantora britânica de música folk nos anos 50
A modelo Twiggy pôs Mary em contacto com Paul McCartney depois de ganhar o concurso televisivo "Opportunity Knocks" com a canção "Turn, turn, turn".

Paul McCartney abriu-lhe as portas para o mundo musical ao trazê-la para a editora Apple Records em 1968 e ser seu produtor.
O single "Those Were the Days" 1968 produzido por Paul McCartney foi o maior êxito da sua carreira e é a versão inglesa da canção russa "Дорогой длинною". Cartney escreveu o seu segundo single intitulado "Goodbye", e produziu-lhe o álbum "Post Card".

Em portugues significa Onde Estão Aqueles Tempos trata-se ritmo genuinamente da Russia.E aqui no Brasil vejamos a Joelma, a Joelma da jovem guarda. Era uma tipica garota dos anos 60 com suas vestes papo firme, barra limpa, uma beleza.Com sua voz bem afinada, contratada pela gravadora chantecler 
      Clique na telinha abaixo para recordar o ritmo gostoso e inesquecível de  Mary Hopikin                               cantando "Those Were the Days"


Aqui a versão brasileira , na linda voz de Joelma....


Abertura do famoso programa de calouros de Silvio Santos, que teve início na década de 70




https://www.youtube.com/watch?v=KE49NBVCdWc
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Hopkin

sábado, 5 de abril de 2014

O "felomenal" José Wilker.







Hoje ele partiu e vai deixar muitas saudades. Obrigada, José Wilker, por toda sua importância no nosso cenário cultural.

Quero deixar minha homenagem aqui, neste blog,, como sua fã eterna,, para que seu trabalho e sua imagem sejam, sempre rembrados e guardados em nossos corações.


José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, 20 de agosto de 1947 — Rio de Janeiro, 5 de abril de 2014) foi um ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro.


Carreira

José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, 20 de agosto de 1947 — Rio de Janeiro, 5 de abril de 2014) foi um ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro.

Carreira
José Wilker começou a carreira como locutor de rádio e se mudou para o Rio de Janeiro aos dezenove anos.

Seu primeiro filme foi em 1965, A Falecida com uma participação não creditada, o filme ainda contava com Fernanda Montenegro como protagonista. Em 1979, esteve no elenco do filme Bye Bye Brasil e em 1985, no elenco de O Homem da Capa Preta.

Estreou nas telenovelas em 1971, em Bandeira 2, de Dias Gomes, na TV Globo. Fez muito sucesso com a novela Roque Santeiro na qual deu vida ao personagem-título junto com Regina Duarte e Lima Duarte. Entre 1997 e 2002, dirigiu boa parte dos episódios do Sai de Baixo4 , além de ter participado de um dos episódios do programa (Ghost Não Se Discute), em 1997.

Interpretou personagens célebres na televisão, como Giovanni Improtta, na telenovela Senhora do Destino e o ex-presidente Juscelino Kubitschek na minissérie JK. Em 2012 cai na boca do povo com o personagem Jesuíno Mendonça na telenovela Gabriela. O personagem foi marcado pelo bordão "Vou lhe usar", que se tornou febre nas redes sociais5 . No ano seguinte narra a chamada da telenovela Amor à Vida, e no meio da trama entra no elenco como a personagem Herbert.

Entre seus papéis mais marcantes no cinema estão Tiradentes, no filme Os Inconfidentes, de 1972; Vadinho, do recorde de bilheteria nos cinemas Dona Flor e Seus Dois Maridos, de 1976; o político Tenório Cavalcanti de O Homem da Capa Preta, de 1986 e Antônio Conselheiro, de Guerra de Canudos, de 1997 entre muitos outros.

osé Wilker teve as filhas Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres e foi casado com Guilhermina Guinle.2 Seu último casamento foi com a jornalista Claudia Montenegro com quem teve Madá.

Quando foi ao ar a primeira versão de Gabriela, em 1975, eu era uma adolescente. José Wilker tinha um papel mais que importante na TV – interpretava o mocinho Mundinho Falcão, papel que ficou com Mateus Solano na adaptação de 2012. Nas telas, Wilker fazia par com Sonia Braga num drama dirigido por Daniel Filho chamado O Casal.  Xica da Silva (1976) e Dona Flor e seus Dois Maridos, foramos dois mais importantes filmes de Wilker nos anos 70 

O ator morreu nesta data, dia 5 de abril de 2014, aos 66 anos, vítima de infarto.

Mais um talento absoluto se foi!  Que Deus te receba com todo amor! Meus sentimentos à família.

Sua brilhante atuação no filme D Flor e seus dois maridos...





A inesquecível e marcante participação na novela Roque Santeiro....




Na novela Senhora do destino....




Fntrevista



Cena na novela Gabriela- 1975




http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Wilker





domingo, 2 de março de 2014

Nos tempos da calça LEE






O uso da calça jeans marcou um novo momento da história. Sem nenhum exagero! Marcou a identidade de uma juventude que, antes, apenas assimilava com obrigatoriedade o dever de um adulto antes dos tempos e sem possibilidades de errar. Os anos 60 impuseram uma nova proposta nas relações humanas.

Um imenso desconforto marcou visceralmente a geração daquele tempo ainda próximo da era do Holocausto e do asco nazista. Tempos de guerra do Vietnã, sendo a primeira vez que um conflito de tamanha envergadura era exibido via satélite pelo mundo inteiro. Era impossível a indiferença diante de tanta destruição e medo! Era a morte se apresentando, mostrando os dentes, declarada e abertamente e vinha monstruosa, em um espetáculo de terror que esbravejava por todas as direções.

Pela primeira vez o ocidente percebeu uma gritaria contra o poder estabelecido pelos Estados Unidos e o seu capitalismo excludente e explorador. Contracultura, movimento Hippie, sociedade alternativa, quebra de paradigmas, movimento feminista, a busca do libertário... Tudo tão fascinante e fervente, sempre com a declaração entusiástica de que era proibido proibir, que a busca era da "paz e do amor" e a juventude, nos seus movimentos culturais, buscava redefinir o seu papel, com mais humanidade, beleza, em uma chuva de cores e sons que, através do rock, de Woodstock, faziam aquele barulho que tentava afirmar "estamos aqui, temos vida, voz e não queremos ouvir os barulhos das bombas e dos seus efeitos. Queremos intensidade nas relações, queremos a dança ao invés do poder, podre poder".

E foi nesse tempo frenético, dual, questionador que foi aparecendo no mercado, lentamente, um novo símbolo da liberdade: a calça Lee. Anos mais tarde se cantava: "liberdade é uma calça velha, azul e desbotada que você pode usar do jeito que quiser. Não usa quem não quer".



Importada dos Estados Unido - que a juventude ocidental tanto criticava - era o grande sonho de consumo de qualquer ser pensante. Mas era cara. E como era cara! Meu irmão esperou por ela alguns longos meses até que o me pai pudesse comprá-la e, quando a mesma chegou, o meu irmão usava e nem se mexia direito, de tanta pose, de tamanha importância que ele assumira frente os amigos. Ficava em pé, praticamente imóvel, com as mãos no bolso, mas sabendo-se observado e valorizado. Não foi, certamente, o primeiro da turma a ter a calça Lee.


A minha avó não entendia muito bem o gosto por aquela calça grossa. A minha mãe dizia que era calça de vaqueiro - a calça rancheiro - e aí que a vó não entendia mesmo porque esse desejo estava tão aguçado. Eu não pedia uma prá mim. Tinha vontade, mas não se costumava pedir nada naquele tempo e ainda mais, aquela calça era para um público masculino.

Pouco tempo tempos, com a inovadora e fortíssima Jovem Guarda, com os novos formadores de opinião, as moças passaram a ter mais visibilidade a partir da Wanderléia, que logo lançou a calça "Ternurinha". Depois de algum tempo eu ganhei uma. A metamorfose que se processava na cabeça das meninas era também muito grande e intensa. A gente sentia que um mundo diferente estava sendo construído. Tempos de mudanças, de mais efervescência cultural, de liberdade, de crítica da paixão, de uma nova poética. Tempos de maior percepção da realidade, da não aceitação da obediência cega, da crítica à fé pelo medo, aquele obscurantismo com raiz na Idade Média.

A calça Lee, mesmo sendo americana (aliás, norte-americana, porque todos nós somos americanos e damos aos irmãos do norte o poder ideológico de serem donos do continente) representava o triunfo de uma paixão nascente, colorida, multifacetada, envolvente e criativa de uma juventude que queria estar presente e pensante no mundo e não ser apenas a sua refém nos tempos da Guerra Fria.
Vera Moratta

Aqui no Brasil quem quisesse posar de rebelde sem causa “a lá James Dean”, tinha que viajar e comprar o jeans lá fora meu bem, no exterior... Nessa época, importação em nosso país era coisa rara, proibida mesmo. É claro que já existia o contrabando, mas mesmo assim era difícil. O desejo de se ter uma legitima calça LEE e ou uma LEVI’S - sonho de consumo de muitos rapazes da época - custava caro.
Calças Jeans LEE... Nossa! Virou febre na época. A LEE até hoje continua sendo uma das marcas mais emblemáticas da cultura americana. Calças e jaquetas que representam muito mais do que uma simples peça de roupa, mas um estilo de vida americano de ser, ou melhor, mistura a moda e o western num pacote só...

Ah.. o "charme" da época era  que elas estivessem com ar bem envelhecido e desbotado! E para tirar a "cara" de nova, mergulhávamos a calça em água sanitária, e alguns mais exigentes, as esfregavam incansávelmente com pedras até conseguirem o "look" desejado.

Vejam o comercial antigo da calça LEE clicando na telinha abaixo


Abaixo o comercial antigo da USTOP (1976) propondo "uma mudança no seu jeito de viver"






http://www.saopaulominhacidade.com.br/historia/ver/7350/Nos%2Btempos%2Bda%2Bcalca%2BLee/pagina/2
http://carissimascatrevagens.blogspot.com.br/2012/05/o-primeiro-jeans-agente-nunca-esquece.html

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Aquarela do Brasil, hino nacional extra-oficial,



Uma canção que  se tornou realmente o nosso hino nacional extra-oficial, foi a “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso.

A canção "Aquarela do Brasil" recebeu esse título porque foi composta numa noite de 1939 na qual Barroso foi impedido de sair de casa devido a uma forte tempestade. Naquela mesma noite, também compôs "Três Lágrimas" antes que a chuva acabasse.
Antes de ser gravada, "Aquarela do Brasil", inicialmente chamada de "Aquarela Brasileira", foi apresentada pelo barítono Cândido Botelho no musical Joujoux e balangandans, espetáculo beneficente patrocinado por Darcy Vargas, a então primeira-dama. A canção foi originalmente gravada por Francisco Alves, com arranjos e acompanhamento de Radamés Gnattali e sua orquestra, e lançada pela Odeon Records naquele mesmo ano. Foi também gravada por Aracy Cortes e, apesar da popularidade da cantora, a canção não fez sucesso, talvez por não ter se adequado bem à voz dela.

                                                                                   Popularidade

O sucesso de "Aquarela do Brasil" demorou a se perpetuar. Em 1940, não conseguiu ficar entre as três primeiras colocadas no concurso de sambas carnavalescos, cujo júri era presidido por Heitor Villa-Lobos, com quem Barroso cortou relações, que só foram retomadas quinze anos depois, quando ambos receberam a Comenda Nacional do Mérito. O sucesso só veio após a inclusão no filme de animação Saludos Amigos, lançado em 1942 pelos Estúdios Disney. Foi a partir de então que a canção ganhou reconhecimento não só nacional como internacional, tendo se tornado a primeira canção brasileira com mais de um milhão de execuções nas rádios estadunidenses.

Devido à enorme popularidade conquistada nos Estados Unidos, a canção recebeu uma letra em inglês do compositor Bob Russell, escrita para Frank Sinatra em 1957. Desde então, já foi interpretada por cantores de praticamente todas as partes do mundo.
Durante a ditadura militar, Elis Regina interpretou aquela que talvez seja a versão mais sombria da canção, acompanhada por um coral que reproduzia os cantos dos povos indígenas do Brasil.

 Vejam, clicando na telinha abaixo, trechinho do famoso desenho de Disney "Saludos Amigos".










Ary Barroso, ganhou o mundo exaltando as belezas desse país e, de certa forma, acabou se tornando uma bem-vinda autodenominação do povo brasileiro.

Curioso é descobrir que, na ocasião do lançamento da música, o DIP -órgão de censura do Estado Novo- considerou depreciativo o verso “terra do samba e do pandeiro”, no entanto não fez restrições à “mulato inzoneiro”. Talvez os censores simplesmente não tivessem conhecimento do significado da expressão, pois “Inzoneiro” quer dizer malandro, mentiroso, manhoso. Não por coincidência “Aquarela do Brasil” virou tema do desenho dos Estúdios Disney que nos apresentou a Zé Carioca, um papagaio malandro e conquistador que graciosamente dá um baile em Donald, o “pato” americano.
O Brasil tem uma identificação musical inconfundível. Em qualquer parte do mundo onde se ouve um Brasileirinho de Waldir Azevedo, um Tico-Tico no Fubá de Zequinha de Abreu, um Som de Carrilhões de João Pernambuco, um Odeon de Ernesto Nazareth, os chorões e seus ritmos, as pessoas logo associam à imagem do nosso país tropical, colorido, místico, com suas belezas naturais.

Abaixo Aquarela do Brasil nas vozes de Frank Sinatra , Elis Regina e Ray Conniff










http://www.jornalbr.com/?book=colunistas.html&link=musica_no_brasil.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquarela_do_Brasil
http://g1.globo.com/platb/instanteposterior/2007/09/25/o-jeitinho-brasileiro/

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O dia em que Elvis Presley partiu.



Hoje, 8 de janeiro, é dia do aniversário de Elvis Presley, e como fã que sou deste grande e eterno ídolo, resolvi fazer esta postagem sobre o dia em que partiu, ,para relembrar o período glorioso deste "rei" entre nós, período este que tivemos o privilégio de vivenciar! 

Em 16/08/1977: Morre Elvis Presley. Com certeza o maior nome do rock and roll de todos os tempos, embora nos últimos anos de sua vida viesse se dedicando cada vez menos a rock, mas sim a baladas românticas. À medida que sua carreira declinou se tornou consumidor abusivo de drogas medicamentosas (abominava drogas propriamente ditas como cocaina, heroína ou maconha). Entre outras se destacavam em seu coquetel químico diário medicamentos para perda de peso e controle de apetite, tudo associado a um ritmo de shows e gravações intermináveis. Foi encontrado desacordado no banheiro onde devia ter desmaiado algumas horas antes. Só foi declarado morto no hospital. Não foi constatada em seu corpo nenhuma droga ilegal e a causa oficial da morte foi falência cardíaca. Aos 42 anos.
Seguem algumas informações retiradas da Wikipedia.

A morte de Elvis Presley

Na noite de 15 de Agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, 

o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério, o desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biógrafos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção como poucas vezes fora vista em nossa cultura; inclusive no Brasil. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.
Por volta das 3 da tarde do dia 18 a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel 
sendo cantadas pelos "Stamps" (Grupo vocal gospel) e por Kathy Westmoreland (cantora), ambos fizeram parte do grupo musical de Elvis na década de 70. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado.

A verdadeira causa da morte. Autópsia

 Elvis Presley é tão querido que, 30 anos depois de sua morte , verdadeira legião de fãs reluta em aceitar o silêncio definitivo do cantor. O fenômeno pop vendeu mais de 100 milhões de discos e não falta quem diga que o tenha visto andando por aí.

Para o médico patologista mineiro Raul Lamim, o bordão " Elvis não morreu" só pode ser produto do carinho desmedido dos fãs. E há um bom motivo para isso: formado em 1970 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora ( UFJF ), Lamim não tem dúvida de que o ídolo partiu mesmo para o além. Foi ele quem fez a autópsia do corpo do músico.
Aprovado em concurso promovido pela embaixada norte-americana, Raul era residente sênior em patologia do Baptist Memorial Hospital de Memphis, Tennessee, nos Estados Unidos. Deveria fazer quatro plantões por ano na especialidade. O primeiro foi exatamente em 16 de agosto de 1977, dia em que Elvis morreu, aos 42 anos. " Eram aproximadamente 16 horas. Já estava indo pegar o bipe para assumir o plantão noturno em casa", conta ele. Naquele instante,Lamim percebeu burburinho diferente em um dos acessos ao hospital, vinculado à universidade do estado do Tennessee.



Pensou tratar-se de caso de rotina, até ser comunicado de que Elvis Presley, morador de Memphis desde 1948, havia morrido. " Achei que fosse brincadeira, mas o corpo já estava na mesa de necropsia", lembra. O mineiro , então, entrou em contato com o staff do hospital. Ele e o médico Thomas Mc Cheney iniciaram os procedimentos.
"Abrimos o corpo completamente e examinamos todos os órgãos", descreve o professor da UFJF e integrante do serviço de Anatomia e Patologia ( SAP ) da Santa Casa de Misericóprdia de Juiz de Fora.

" Ele morreu asfixiado", garante o patologista mineiro. Lamim explica que sinais detectados no corpo o levaram a essa conclusão - entre eles, cianose da cintura para cima e boca entreaberta, com a língua de fora. Elvis Presley foi encontrado com o rosto voltado para o chão sobre o carpete do banheiro da mansão Graceland, atualmente o segundo ponto turístico mais visitado dos Estados Unidos ( atrás apenas da Casa Branca).

Lamim lembra que Elvis usava soníferos e, provavelmente, teria abusado dos remédios. " As drogas para dormir entreagem entre si. Algumas levam a sono profundo", esclarece.
O patologista ressalva que o músico viajou mais de nove meses seguidos em turnê." Segundo consta, ele estava cansado e deprimido ( ...).Já estava doente e chegou a ser hospitalizado em 1973, 1975 e 1977 ".

O doutor Lamim condena qualquer especulação que atribua a morte do cantor pelo uso de drogas ilícitas. " Ele nunca fez uso desse tipo de drogas.Vi os registros médicos".

Lamim é citado quatro vezes no polêmico The Death of Elvis Presley - What really happened ( A morte de Elvis Presley- O que realmente aconteceu), lançado em 1991 pelos jornalistas norte-americanos Charles Thompson e James Cole. Os autores levantam várias hipóteses para o " misterioso" desaparecimento do cantor. Especulam que ele esteja vivo em qualquer lugar e beneficiado pela lei de proteção a testemunhas.O professor da UFJF tem várias restrições ao livro, que classifica de sensacionalista ." Inventaram que havia mais um médico mas apenas dois fizeram a necropsia", salienta.

Autor do texto: Ricardo Bechini
Fonte: Jornal Estado de Minas de 2 de janeiro de 2008, Caderno Cultura, pag 5.




Uma polêmica envolvendo o nome de Elvis é a famosa frase “Elvis Não Morreu”, que surgiu devido à repetitiva propaganda feita na TV brasileira, para a divulgação do filme de mesmo nome. Para alguns, essa frase tem um forte apelo comercial e de marketing, entretanto, muitos de seus fãs acreditam plenamente que o músico realmente ainda está vivo, ou, pelo menos, não morreu na data considerada oficial.

Elvis não morreu! Ele esta mais vivo do que nunca, mostrando que o tempo não apagou seu brilho!







Fonte: Da Morte ao Mito: 16/08/12 - 35 anos que "Elvis não morreu" http://whiplash.net/materias/news_836/161224-elvispresley.html#.Us3xKtJDuSo#ixzz2prF4yZC2

http://whiplash.net/materias/diaadia_mortes/057519-elvispresley.html#.Us3cPdJDuSo
http://whiplash.net/materias/news_836/161224-elvispresley.html#.Us3xKtJDuSo